BEEROCK

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A COLMÉIA RECOMENDA

“Shine a Light”, de Martin Scorsese

Por: Marcelo Costa (editor do Scream & Yell)

Os Rolling Stones são a melhor banda de rock de todos os tempos. Polêmico, né. Na verdade, lendo essa frase, acho que nem eu acredito nela, pois o rock é um gênero tão abrangente que dar a apenas uma banda tal título seria injustiça com, no mínimo, mais umas cincoenta outras bandas. Porém, se é complicado – por diversos motivos – dizer que os Stones são a melhor banda de todos os tempos, por outro lado é muito fácil cravar que ninguém bate Mick Jagger e cia em cima de um palco, mesmo hoje em dia. “Shine a Light”, filme quase documentário de Martin Scorsese, prova isso nas três primeiras músicas. E ainda traz mais quinze… de “bônus”.
Gravado em dois dias (29/10/06 e 01/11/06) no histórico Beacon Theatre, um pequeno teatro nova-iorquino, o que por si só já atiça a curiosidade de qualquer fã de rock acostumado a trombar com o grupo em estádios lotados quando não praias, “Shine a Light” registra uma apresentação atípica dos Stones na turnê “A Bigger Bang”. Enquanto os shows da turnê – incluindo o que passou pelo Brasil – traçavam um painel histórico de quarenta anos de rock and roll através de um repertório balanceado que reunia canções de 1965 a 2005, “Shine a Light” não. A música mais “nova” do repertório escolhido é “She Was Hot”, do álbum “Undercover”, de 1983, ignorando completamente material mais “recente”.
Desta forma, das dezoito canções reunidas no filme, o álbum mais privilegiado foi “Some Girls”, que completa trinta anos em 2008, representado por quatro canções. Detonado na época de seu lançamento e atropelado pelo movido punk, “Some Girls” aparece em “Shine a Light” através da faixa título, “Shattered”, “Just My Imagination (Running Away with Me)” (um cover do Temptations) e do country “Far Away Eyes”, que rende um dos grandes momentos do filme, quando Keith, viajando em um solo de guitarra, esquece de voltar ao microfone para fazer a segunda voz, e é resgatado por Mick Jagger, que divide com ele o microfone.
Mais do que qualquer outra coisa, “Shine a Light” serve para corroborar aquilo que todo mundo está careca de saber: Mick Jagger coordena tudo nos bastidores. É ele quem acerta os detalhes de gravação com os auxiliares de Martin Scorsese. É ele quem decide o repertório, chegando ao ponto de Ron Wood, a meia hora de começar o show, não ter a mínima idéia do que vai tocar. “Estou curioso para saber qual vai ser o repertório de hoje”, comenta em certo momento. Keith, por sua vez, encarnou de vez o Capitão Jack Sparrow, com broche pirata, moedas amarradas em seus fios de cabelo e aquele jeitão desconcertado que fez a fama do personagem de Johnny Depp.
O show é impecável. A iluminação é deslumbrante e as dezesseis câmeras espalhadas pelo pequeno teatro conseguem dar a sensação de que o espectador está na beira do palco. Sem contar a grande sacada de Scorsese, um recurso simples que faz o filme/show crescer muito: no momento em que algum instrumento está em close, o som dele pula na frente dos demais, e ganha destaque. Soa estranho nos primeiros minutos, mas funciona de forma brilhante na seqüência, dando ao espectador a perfeita noção do que o músico está fazendo naquele momento dentro da canção.
Musicalmente, a banda é um arraso. Mick parece um garoto de dezoito anos, correndo, pulando, rebolando. E cantando muito. “Jumping Jack Flash”, “Start Me Up” e “Brown Sugar” rendem ótimos momentos, mas são as participações especiais fazem a diferença. Jack White parece uma criança de tão feliz ao dividir violões e vocais com Mick Jagger em uma pungente versão de “Loving Cup”, do clássico “Exile on Main St.”. Christina Aguilera não fica atrás em “Live With Me”, mas o grande momento acontece em “Champagne & Reefer”, única canção inédita do show, uma cover dos Stones para o original de Muddy Waters. Buddy Guy entra com guitarra e um vozeirão que arrepia. No fim, ganha a guitarra de Keith Richards. Aliás, outro grande momento do show é do guitarrista, que assume o vocal em “You Got the Silver” (de “Let it Bleed”) e “Connection” (do “Between the Buttons”).
Se como show, “Shine a Light” soa sensacional, como filme, no entanto, deixa a desejar. Martin ocupa-se primeiramente de dar ao espectador os bastidores da produção, e essa opção funciona até o momento que Bill Clinton entra em cena. Um dos motivos da realização do show no teatro era levantar fundos para uma ONG à qual Clinton é ligado. Ele se apresenta para a banda, diz que seus sobrinhos vão assistir ao show, tira fotos com o grupo, e atrasa a apresentação esperando pela presença da sra. Dorothy, mãe de Hillary. Quando ela chega, Mick não perdoa e a brinda com sarcasmo: “Que bom que você chegou, Dorothy”. Keith também sacaneia: “Bill deu uma de Bush”. Então o ex-presidente vai ao microfone, e diz que está abrindo um show dos Stones pela segunda vez. A primeira foi quando fez um discurso atentando para as preocupações climáticas (!?!). Al Gore perdeu mais uma.
Nos intervalos entre uma canção e outra, Scorsese resgata entrevistas com a banda em imagens dos anos 60 até hoje em dia. Drogas, prisões, o futuro da banda, as mesmas perguntas de sempre e até um debate de Jagger, nos 70, com dois bispos, um advogado e um juiz servem apenas como curiosidade, mas não acrescentam nada ao filme. Dezenas de livros contam sobre as prisões da banda. O despreparo dos jornalistas e a vida extenuante das turnês já foi retratada com muito mais eficiência em outros filmes (citando dois: “Meeting People Is Easy”, do Radiohead, e “No Direction Home”, sobre a vida de Bob Dylan, este último dirigido pelo próprio Scorsese). Se como registro de um show, “Shine a Light” é perfeito, como documentário é fraco. Scorsese conseguiu colocar o público praticamente dentro do palco dos Stones, mas não quebrou a redoma de vidro que cerca o grupo. E por mais que as imagens e o som sejam sensacionais, show de rock é para se ver ao vivo, não no cinema.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 16h20
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SAINDO DO FORNO

Hudson Cadorini - Turbination

O cantor Hudson, que faz dupla com o sertanejo Edson, lança seu primeiro disco solo e para espanto de muitos, trata-se de um álbum de Metal que contou com os irmãos Ivan e Andria Busic, do Dr. Sin, e uma participação especial do guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser.
O álbum “Turbination” acabou de sair do forno, via Dynamo Records, trazendo 13 faixas, sendo dez instrumentais no melhor estilo Joe Satriani. Hudson começou a tocar guitarra aos três anos de idade e cresceu sendo influenciado por Van Halen e outras bandas clássicas dos anos 70 e 80.
Além de Hudson nas guitarras, as gravações contaram com Andria Busic no baixo, Ivan Busic na bateria e Orlan Charles no teclado. No álbum o músico mostra muita técnica a familiaridade com o Rock n’ Roll.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h54
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SET LIST - CIDADE ROCK - 27/04/2008

1º BLOCO

01 - The Guess Who - American Woman
02 - Nazareth - Miss Misery
03 - Thin Lizzy - The Rocker
04 - AC/DC - Flick of the Switch
05 - Motorhead - Make My Day

2º BLOCO

06 - Los Porongas - Lego de Palavras
07 - Moptop - Ninguém pra te Esquecer
08 - Superguidis - Mais um dia de cão
09 - P.U.B.I.S - Amor Marginal (Momento Beerock)
10 - Violins - Grupo de Extermínio de Aberrações

3º BLOCO

11 - Suicidal Tendencies - Send Me Your Money
12 - Biohazard - State of The World Address
13 - White Zombie - Black Sunshine
14 - Machine Head - Slanderous
15 - Pantera - Mouth for War

Mais infos sobre o P.U.B.I.S nos links:

www.myspace.com/pubisband
www.tramavirtual.com.br/p.u.b.i.s.

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir ao vivo, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:


Para ouvir agora, acione o player acima.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 15h28
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EM ALTINÓPOLIS - SP

Programação:

Quinta-Feira (19/06)
Bandas Regionais
Ventania
Fole da Ribeira

Sexta-Feira (20/06)
André Abujamra
Cordel do Fogo Encantado

Sábado (21/06)
Palco II
Cataia
Exxotica
Sun Walk and The Dog Brother’s
Os Patrões

Palco III
Apresentações Teatrais e Bandas Instrumentais

*A programação pode ser alterada sem aviso prévio

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 15h20
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EM RIBEIRÃO PRETO - SP

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h36
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ROCK ROCKET - DOIDÃO

Com trilha sonora da banda Rock Rocket e com direção de Kapel Furman, um dos novos expoentes do cinema de terror brasileiro, o filme/clipe "Rock Rocket: Doidão" busca suas referências no mundo do terror splatter que reinava nas prateleiras das locadoras dos anos oitenta, um estilo de cinema em que a estética visual da violência e do sangue se combinava com absurdos como serial killers usando máscaras e machadinhas e mortos vivos arrancando as tripas das suas vítimas.
Apresentado por José Mojica Marins, o Zé do Caixão lançando mais uma de suas pragas sobre a própria banda, o filme é uma mistura de cinema de terror com vídeo-clipe introduzindo todos os elementos dignos de tal gênero. Ele faz parte do novo cd homônimo da banda em sua melhor fase.
O filme já marca sua presença também na tela grande, presente em festivais de cinema de 2008.
Nada mais lógico para apresentar esse novo trabalho como um bar que se tornará palco para uma seqüência sangrenta alucinante, apresentando o rock´n´roll da forma mais visceral possível.

Fonte: Zona Punk

Escrito por ALYSSON - 10h35
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NOVA DOS MUTANTES

A primeira música inédita dos Mutantes desde 1974 foi lançada à meia-noite desta quinta-feira. "Mutantes Depois", com participação do cantor Devendra Banhart, pode ser ouvida e baixada gratuitamente no portal IG Música:

http://igpop.ig.com.br/mutantes

De acordo com Sérgio Dias, vocalista e guitarrista, a inspiração para a música - que sairá no novo álbum que a banda pretende lançar no meio do ano - veio dos fãs, "reais mutantes".
Parados desde 1978, os Mutantes retornaram em 2006 para uma série de shows no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos, gerando o lançamento de um CD duplo e DVD. Antes do esperado lançamento inédito, a banda se apresenta na Virada Cultural, neste final de semana em São Paulo.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h30
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SAINDO DO FORNO

Diamond Hoo Ha - Supergrass
 
O sexto álbum do Supergrass lembra mais aquele grupo de dez anos atrás (Hollywood Rock) do que a banda que tocou aqui em 2006 no Campari Rock. Putz, que show foi aquele no Campari? Foi simplesmente transcendental. Sem dúvida um dos melhores shows da minha vida.
No disco novo, o country e o folk do play anterior deram espaço para um rock sinuoso que lembra White Stripes (a faixa título), Queens of The Stone Age ("Bad Blood") e, sempre, T.Rex ("Ghost Of A Friend"). Foi gravado no mitológico estúdio Hansa (onde Bowie gravou "Heroes" e Iggy Pop, "Lust For Life"). Altamente recomendável.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h29
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NOVO DO AC/DC

O AC/DC terminou a gravações de seu próximo disco e atualmente está mixando o repertório, segundo dito pelo vocalista Brian Johnson numa entrevista para a rádio DC 101, em Washington DC , Estados Unidos.
Na ocasião, Johnson tinha deixado há pouco o estúdio onde sua banda está produzindo o álbum, em Vancouver, Canadá. O disco, que tem a produção do renomado Brendan O'Brien e Mike Fraser, deve ser lançado no final de 2008.
Johnson também disse que o próximo passo que a banda tomará é cuidar da parte gráfica do disco e cuidar da sua promoção. Ainda segundo o vocalista, uma turnê será realizada tão logo o disco ganhar as ruas.

Fonte: Terra

Escrito por ALYSSON - 12h16
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MEGADETH NO BRASIL

O Megadeth excursionará pelo Brasil no mês de junho. Quatro datas foram confirmadas no site da banda: Curitiba (04/07), São Paulo (06/07), Rio de Janeiro (07/07) e Belo Horizonte (08/07).
Em notícia relacionada, em entrevista ao programa Alto Falante, da Rede Minas, o vocalista Bozó, do Overdose, um dos mais proeminentes nomes do thrash metal brasileiro na década de 1980, disse que a recém-reunida banda está em negociações para fazer a abertura do Megadeth na capital mineira. O local onde o show acontecerá ainda não foi confirmado.
A última passagem do Megadeth por terras brasilis se deu em 2005. A banda esteve por aqui divulgando seu álbum de volta às atividades, o bom The System Has Failed. A atual turnê faz parte do esforço de divulgação de seu último trabalho em estúdio, United Abominations.

Fonte: Omelete

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 12h14
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3.000 GUITAS

Keith Richards deseja criar museu com seu acervo de guitarras

Possuidor de um acervo com mais de 3.000 guitarras, Keith Richards deseja exibi-las publicamente em um museu, segundo o site "Females First". O guitarrista declarou que não tem tempo de tocar todas elas, pois possui muitos instrumentos e apenas duas mãos.
Richards acredita que só costuma tocar em apenas dez guitarras dentre os itens de sua coleção. E, segundo ele, guitarras foram feitas para ser tocadas. Por isso, o músico pretende criar um museu ou doá-las, pois boa parte delas lhe foi dada de presente. "Eu não sei o que fiz para merecer isso, tenho sido um dos maiores babacas do mundo", declarou.
Richards começou a reduzir sua coleção e recentemente presenteou o guitarrista de blues Buddy Guy com um de seus instrumentos favoritos, após o músico ter se juntado aos Stones no palco, durante as filmagens do documentário "Shine a Light", de Martin Scorsese. Foi uma forma que o guitarrista encontrou para respeitosamente retribuir sua iniciação musical, a qual Buddy e Muddy Waters lhe serviram de inspiração.

Fonte: UOL

Escrito por ALYSSON - 12h10
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SATRIANI NO BRASIL

Joe Satriani desembarca no Brasil no fim de julho, para, até o momento, uma turnê de cinco apresentações no país. Segundo o site oficial do guitarrista, a turnê começa no dia 27/07 em Curitiba (Helloch), daí passa por São Paulo (29/07 - Credicard Hall), Rio de Janeiro (31/07 - Citibank Hall), Belo Horizonte (01/08 - Credicard Hall) e se encerra no dia seguinte, em Brasília (Centro de Convenções).
Considerado um dos mais virtuosos e técnicos guitarristas de sua geração - Satriani não só influenciou como foi professor de guitarristas como Steve Vai e Kirk Hammet (Metallica) - ele vem ao país para divulgar seu último trabalho, Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock, lançado nos Estados Unidos no dia 01 de abril.

Fonte: Omelete

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 12h06
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SET LIST - CIDADE ROCK - 20/04/2008

1º BLOCO

01 - Blues Etílicos - Cerveja (ao vivo)
02 - Nasi e Os Irmãos do Blues - Dama da Noite
03 - André Christovam - Flag Pole
04 - Nuno Mindelis - Blues para o Brasil
05 - Erick Caram The Black Whites - Fire Dance

2º BLOCO

06 - The Datsuns - Fink for the Man
07 - Hellacopters - Baby Borderliner
08 - Wolfmother - Woman
09 - Black Drawing Chalks - A Place to Hide this Gold (Momento Beerock)
10 - Danko Jones - Sound of Love

3º BLOCO

11 - Van Halen - I'm the One
12 - Quiet Riot - Ravers
13 - Alcatrazz - Jet to Jet
14 - Cacophony - Savage
15 - Black Label Society - Doomsday Jesus

Mais infos sobre o Black Drawing Chalks aqui: www.myspace.com/blackdrawingchalks

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir ao vivo, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:


Para ouvir agora, acione o player acima.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 11h35
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EM CAMPINAS - SP

OVERLOAD RECORDS & ROADIE CREW Apresentam:

W:O:A Metal Battle Campinas , com as bandas:

ARIEL N' CALIBAN
CORPORATE DEATH
HELLISH WAR
KAMALA
VOODOO SHYNE

Horario : 21:00h
Entrada : 10,00

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h28
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ERICK CARAM THE BLACK WHITES NO CIDADE ROCK

Neste domingo, 20 de abril, vai rolar um breve bate papo com Erick Caram The Black Whites no programa Cidade Rock. O blues man estará apresentando em primeira mão uma música recém gravada.
O programa vai ao ar às 19 horas. Para ouvir sintonize a Rádio Cidade (105.5 MHZ) ou acesse: www.fmcidade.com .

Escrito por ALYSSON - 15h31
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SAINDO DO FORNO

The Clash Live: Revolution Rock (DVD)

Acabou de sair do forno, o DVD The Clash Live: Revolution Rock, com raridades e apresentações ao vivo da legendária banda britânica.
Alguns dos destaques do DVD são a apresentação de "Capital Radio" e "What's My Name" na Granada TV, "Guns of Brixton" em um programa da ABC, "The Magnificent Seven" e "This Is Radio Clash" em 1981 no programa The Tomorrow Show with Tom Snyder e trechos de um show nos EUA em 1983, que marca a última apresentação do guitarrista Mick Jones com a banda. Nos extras, entrevistas inéditas.
Don Letts é o produtor do DVD. Antigo colaborador do Clash, Letts cedeu imagens de seu próprio arquivo ao projeto.

Confira o 7list:

01. Complete Control
02. I Fought The Law (London Lyceum ´79)
03. Police & Thieves (Munich ´77)
04. What´s My Name (Manchester Elizabethan Suite ´77) - previously unreleased
05. Capitol Radio One (Manchester Elizabethan Suite ´77) - previously unreleased
06. White Riot
07. I´m So Bored With The U.S.A (Manchester Apollo ´78) - previously unreleased
08. London´s Burning (London Victoria Park ´78)
09. 1977
10. (White Man) In Hammersmith Palais (Glasgow Apollo ´78)
11. Tommy Gun
12. Safe European Home (London Music Machine ´78)
13. London Calling (Bonds International Casino ´81)
14. Clampdown (Lewisham Odeon ´80)
15. The Guns Of Brixton (Fridays ´80) - previously unreleased
16. Train In Vain (Lewisham Odeon ´80)
17. This Is Radio Clash (Tomorrow Show With Tom Snyder ´81) - previously unreleased
18. The Magnificent Seven (Tomorrow Show With Tom Snyder ´81) - previously unreleased
19. Brand New Cadillac (Tokyo Sun Plaza Hall ´82) - previously unreleased
20. Should I Stay Or Should I Go (Shea Stadium ´82)
21. Know Your Rights (US Festival ´83) - previously unreleased
22. Career Opportunities (Shea Stadium ´82)

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 15h29
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ENTREVISTA COM MICK JAGGER

Por: Fábio Fantini

Na noite passada (16/04/2008) a equipe do Beerock conduziu uma animada entrevista com o frontman da maior banda de rock do universo - Mick Jagger.O vocalista dos Rolling Stones, com um novo corte de cabelo, conversou com nossa equipe num bate-papo descontraido, regado a muito alcool. Jagger falou sobre sua relação com o Brasil, Luciana Gimenez, contou piada e tirou muitas fotos.

Abaixo, alguns trechos da conversa:

(B) Sobre sua relação com o Brasil e o show de Copacabana:
(MJ) Adorei aquele show, foi um dos momentos mais importantes de nossas vidas, conversei com muita gente e tirei muitas fotos, enfim, foi maravilhoso!

(B) E a Luciana Gimenez, tem falado com ela? Como estão as coisas entre vocês?
(MJ) Complicado, viu! Outro dia meus advogados me falaram que ela estava entrando na justiça para receber uma pensão de 20 mil dólares. Claro que neguei! Fui bem claro: pra ela, só pago a Pensão Sucuri, que é 5 reais a noite. (porque é claro, o Hotel Cobra)

(B) E os planos pro futuro?
(MJ) Não fazemos planos, temos curtido ao máximo a carreira, da maneira que sempre curtimos. O Ricchards tem exagerado muito, não sei quanto tempo ele ainda aguenta... enquanto aguentarmos, vamos continuar fazendo Rock'n Roll.

Mick ainda contou várias piadas, dançou, elogiou a música brasileira (ele tem ouvido muito Maria Rita) e até ameaçou um strip-tease. Até que uma groupie conseguiu convencê-lo a deixar o bar para terminar a noite em outro lugar.
Enfim, foi uma noite muito agradável e que ficará para sempre na lembrança desses simples mortais que mantêm esse blog.

Escrito por ALYSSON - 15h50
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EM CAMPINAS - SP

Data: 26/04 às 22h
Local: Cooperativa Brasil (
www.cooperativabrasil.com.br)

INGRESSOS
*Antecipado): R$20,00
*Na hora: R$30,00

*para estudante ou doadores de 1kg de alimento
Mais informações: (19) 3242 6356

PONTOS DE VENDA

CAMPINAS
Shop.D Pedro - TRITON EYEWEAR - (19) 3208 1641
Centro - RIVA ROCK - (19) 3237 4945
Cambuí - CITY BAR - (19) 3252 5296
Jd Proença - MOSCA TURISMO - (19) 3252 4857
B. Geraldo - BANCA CENTRAL - (19) 3289 7363
PUC I - LABODEGA - (19) 3256 0389

AMERICANA - All Manner - (19) 3462 8644
PIRACICABA - All Manner - (19) 3433 7875
LIMEIRA - 100 % Video - (19) 3451 8574
VALINHOS - Badulaka - (19) 3849 4489
VINHEDO - Badulaka - (19) 3826 2352
JUNDIAÍ - Lojas Aloha - (11) 4586 5365
OUTRAS CIDADES - reservas (19) 3242 635

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h31
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THE CATS

Enquanto o filme dos Thundercats não sai do lugar - o diretor foi contratado em outubro passado - os DVDs da série animada seguem sendo lançados lá fora. O volume um da segunda temporada saiu no Reino Unido nesta segunda-feira (14/04), e com direito a evento especial.
O emblema dos gatos de Thundera foi projetado no Parlamento em Londres e modelos se fantasiaram de Cheetara na Trafalgar Square.

Por enquanto não há previsão de lançamento dos DVDs no Brasil.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 11h06
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NOVO DA PLEBE

Em seu blog, "X da questão", o baixista da Plebe Rude, André X publicou na sexta-feira, 04, uma nota falando sobre o início dos trabalhos: "Hoje, oficialmente, começamos a estabelecer as fundações do que virá a ser o novo trabalho da Plebe Rude. Fui para a casa do Philippe [Seabra, guitarrista e vocalista], onde ele me mostrou algumas idéias (muitas já bastante desenvolvidas) de músicas. De um total de seis, duas me deixaram bastante animado. São todas bem Plebe, guitarra a lá Philippe, bem trabalhada, batida tribal, baixo marcante".
Ainda não foram divulgados detalhes sobre este novo álbum, como título ou previsão para o lançamento. O último álbum do grupo foi “R ao Contrário”, lançado em 2006 encartado com a revista OutraCoisa.

Fonte: www.xdaquestao.blogspot.com

Escrito por ALYSSON - 10h58
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ROCKEIROS TAMBÉM AMAM

Escrito por ALYSSON - 10h17
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ROCK CINE

1972
Direção: José Emilio Rondeau

Jovens querendo montar uma banda de rock existem em todos os lugares do mundo. No Brasil não seria diferente. Essa é a premissa básica de 1972, longa que conta a história do casal Snoopy e Júlia, ele um músico iniciante e ela uma aspirante a jornalista de rock. O filme, lançado em 2006, tem direção de José Emilio Rondeau, que assina o roteiro ao lado da sua esposa, a jornalista Ana Maria Bahiana, e é uma história contada por quem viveu a época. Como não poderia deixar de ser, a ditadura militar é um dos assuntos abordados, mas de forma muito superficial, talvez para não assustar os jovens com quem queria falar.
O filme tem alguns defeitos, a começar pelo fraco elenco, do qual só se salva Tony Tornado num bom papel coadjuvante. Por ser uma produção de baixo orçamento, não havia dinheiro para pagar os direitos de músicas internacionais e a trilha sonora ficou somente com canções nacionais - e mesmo assim com problemas, como a canção de Márcio Greyck, grande ídolo da música brega dos anos 70. Mas mais estranho é falarem tanto de Rolling Stones e não mostrar música alguma do grupo inglês na trilha.
O maior mérito do filme foi resgatar a banda carioca A Bolha, que até é interpretada no filme. Várias canções do grupo estão no longa, o que motivou uma reunião dos integrantes para alguns shows.

Fonte: Omelete / Escrito por: Roberto Machado

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h15
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SET LIST - CIDADE ROCK - 13/04/2008

1º BLOCO

01 - Black Sabbath - Back Street Kids
02 - Pentagram - Hurricane
03 - Blue Cheer - Come and Get It
04 - Grand Funk Railroad - Got This Thing On The Move
05 - Buffalo - Sunrise

2º BLOCO

06 - Marcelo Nova - O Ponteiro tá Subindo (ao vivo)
07 - Rock Rocket - Os Roqueiros Também Amam
08 - Velhas Virgens - Rafaela: Eu Amo a Sua Mãe (ao vivo)
09 - Baranga - Cão Vira-Lata (Momento Beerock)
10 - Matanza - Bebe, Arrota e Peida

3º BLOCO

11 - Megadeth - Angry Again
12 - Sacred Reich - Death Squad
13 - Nuclear Assault - New Song
14 - Overkill - Wrecking Crew
15 - Escape - My own way

Mais infos sobre a Baranga aqui: www.barangarock.com.br

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir ao vivo, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Para ouvir agora, acione o player acima.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 12h52
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EM FRANCA - SP

GUERRILHA GIG 5

Meduzz Dizzco Party

NATIVA's / 19/4 (Sábado) / 10$

Com bandas Inéditas:

Ecos Falsos:
Quatro paulistas que se acham a melhor boyband do mundo. Ecos Falsos = sinal de atividade alienígena (diz o Google), para quem acredita em alienígenas, claro. Famosos no Brasil inteiro, com clipe premiado pelo VMB, eles vem pela PRIMEIRA vez em Franca para a quinta edição do festival Guerrilha Gig. Aqui um pequeno texto de TOM ZÉ em relação a eles:
“Em vez de estar escrevendo isso, eu preferia estar produzindo um disco dos Ecos Falsos. Por quê? Porque quando eu fui ouví-los todo orgulhoso com a farinha da minha experiência, eles vieram com um bolo inesperado, e eu comi até mais do que queria. Esses profanos, esses agnósticos, esses heréticos são bons pra diabo!”
Tom Zé.
Pois é, para ouvir: www.myspace.com/ecosfalsos

Mister Lúdico e os Morféticos:
Umas das bandas mais despontadas no cenário rocker de São Paulo. Com video-clipe já exibido na MTV, banda vem pela priimeira vez em Franca mostrar toda sua psicodelia.
Para ouvir acesse: www.myspace.com/misterludico

Os Visitantes:
"Visitantes é a melhor banda de São Paulo. Já tive a honra de dividir o palco com eles, e fiquei até com vergonha de tocar!" João Cantarella - Flag Pops
Para ouvir acesse: www.myspace.com/dablioene

Interstellar:
Psicodelismo dos anos 60, levadas punks tribais dos 70, pós–punk dos 80 e o post rock dos 00's.
Em 2006 foi gravado o primeiro EP da banda, com quatro canções, e após alguns shows o Interstellar se revelou uma banda explosiva no palco!
Para ouvir acesse: www.myspace.com/interstellar9

Com Dizzcotecagem Espacial: Meduzz Project e Convidados

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 12h49
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A VOLTA DO STP

Stone Temple Pilots quer lançar disco novo até o fim do ano

Sim, o Stone Temple Pilots voltou. A notícia já era dada como certa há cerca de uma semana, quando Scott Weiland, ex-ex-vocalista da banda, deixou o Velvet Revolver depois de um troca-troca de insultos.
De acordo com a Billboard, a formação original do STP (Dean e Rob De Leo, na guitarra e no baixo, e Eric Kretz, na bateria, além de Weiland) está de volta e contou ter planos de lançar um novo álbum até o final do ano. Antes disso, porém, a banda faz uma série de shows pelos Estados Unidos a partir de 17 de maio.
A declaração foi acompanhada de um show de meia-hora, o primeiro da banda em oito anos. O último álbum de inéditas do STP foi Sangri-La Dee Da, de 2001. Entre 1992 e 2001 foram lançados cinco discos, mas o Stone Temple Pilots nunca fez grande sucesso. Quem sabe agora com toda essa publicidade?
Scott Weiland deixou sua banda-mãe em 2003 para cantar no Velvet Revolver, formado por ex-Guns 'n' Roses.

Fonte: Omelete / Escrito por: Luciana Maria Sanches

Escrito por ALYSSON - 12h45
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ESCAPE NO CIDADE ROCK

Neste domingo, 13 de abril, vai rolar um breve bate papo com o Luís no programa Cidade Rock. O vocalista da banda guaxupeana Escape estará apresentando em primeira mão uma música que fará parte do CD dos caras, que encontra-se em fase de gravação.
O programa vai ao ar às 19 horas. Para ouvir sintonize a Rádio Cidade (105.5 MHZ) ou acesse: www.fmcidade.com .

Mais infos sobre a Escape aqui: www.myspace.com/escapemetal

Escrito por ALYSSON - 10h12
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EM RIBEIRÃO PRETO - SP

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h09
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ROÇA 2008

A Cangaço Produções Artísticas, realizadora do Roça 'n' Roll, divulgou o vencedor do concurso na qual elegeu o desenho de Ben Ami Scopinho da cidade de Florianópolis para ilustrar todo o material de divulgação do festival.
Conforme anunciado anteriormente, o vencedor do concurso terá o material veiculado na divulgação do evento e ganhará o Kit Roça com camiseta, cd e ingresso com direito a credencial de backstage para curtir a 10ª expedição do Roça 'n' Roll que vai rolar no dia 14 de junho na Fazenda Estrela (Varginha/Monsenhor Paulo km2).

Confira abaixo o desenho vencedor:


Outros desenhos que concorreram podem ser conferidos aqui: www.rocainroll.com/pg/news/2008/0005_concurso_desenho_final.html

Escrito por ALYSSON - 11h09
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NWOBHM

DVD com Iron, Saxon, Samson, relata início da NWOBHM

Está marcado para o dia 10 de junho, o lançamento do DVD "Iron Maiden and the New Wave of British Heavy Metal".

Segue a descrição do documentário:

"Em 1976 ninguém realmente sabia que existia uma velha geração de heavy metal britânico. Mas dois anos depois de se formar, o IRON MAIDEN estava liderando o que ficou conhecido pela abreviatura NWOBHM, e como o que aconteceu com as bandas punk no ano anterior, uma nova geração de músicos de rock entraram em uma nova onda do gênero - e no processo fizeram do rock pesado, barulhento, cru o fenômeno que é hoje. Pela primeira vez este filme investiga essa New Wave - as bandas, discos, a mídia e a série de eventos sem conexão que levaram a esta forma incrível, durável e ainda muito relevante que ainda é ouvida hoje em dia em praticamente todo álbum de rock lançado. Focando a atenção no MAIDEN e nas outras bandas seminais da época como SAXON, SAMSON, PRAYING MANTIS, DIAMOND HEAD, TYGERS OF PANG TANG e muitas outras, este DVD retrata um estilo que não recebeu tanta atenção (da mídia) quanto o Punk, mas é igualmente relevante à música do segundo milênio. Ele exibe gravações raras de todas as bandas principais da NWOBHM; gravações de estudio e ao vivo, entrevistas raras e arquivos do movimento, da época, enquanto ainda surgia no Reino Unido; fotografias pouco vistas, muitas de coleções particulares. Ele também inclui entrevistas exclusivas com muitos dos protagonistas principais, incluindo Paul Di'Anno e Dennis Stratton (IRON MAIDEN), Brian Tatler (DIAMOND HEAD), Rob Weir (TYGERS OF PANG TANG), o legendário baterista do SAMSON, Thundersticks, Tino e Chris Troy do PRAYING MANTIS, o comentário, revisão e expertise de Malcolm Dome [KERRANG!, Classic Rock], Jerry Ewing [Metal Hammer, Classic Rock], Geoff Barton [escritor da Sounds durante a New Wave], Garry Bushell [jornalista da Sounds e lenda da NWOBHM], Neil Kay [legendário DJ de metal do clube Soundhouse] e o autor/jornalista de metal britânico Joel McIver".

Post sugerido por: Fabin / Fonte: Whiplash

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h06
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CD x MP3

Você trocaria todos os seus CDs originais por CDs de MP3?

Por: Macelo Costa
Coluna Revolution / IG

A banda Beat Happening, liderada pelo músico Calvin Johnson, adianta-se as grandes gravadoras e irá disponibilizar em seu site oficial um lançamento que poderá revolucionar o mercado da música: 'Collection', um DVD com toda discografia da banda em MP3 de alta qualidade, incluindo fotos, capas e encartes e uma seleção de clipes. O DVD, que é acompanhado de um livreto de 96 páginas, está sendo vendido por US$ 40 (aproximadamente R$ 70).
No pacote 'Collection' estão inclusos todo o material que havia sido lançado no box 'Crashing Through', atualmente fora de catálogo, do álbum de estréia homônimo de 1985 até 'Music To Climb The Apple Tree', coletânea de lados b e raridades lançada oficialmente em 2002. Entre o material de vídeo, seis apresentações ao vivo (destacando 'Black Candy' e 'Midnight A Go Go') e dois clipes ('Hot Chocolate Boy' e 'Pinebox Derby').
Com o lançamento de 'Collection', o Beat Happening abre a possibilidade das majors seguirem o exemplo e disponibilizarem a discografia de seus artistas no mesmo formato (por exemplo, a discografia toda Bob Dylan pode ser encaixada inteiramente em um DVD). Marcas como a Sony e a Phillips já adaptaram seus aparelhos eletrônicos, que agora além do popular CD, também já tocam MP3. 'Collection' estará disponível para venda a partir de 01 de maio." New York Times, 01/04/08

Por mais que a notícia acima seja fruto de primeiro de abril, ela não está nem um pouco dissociada do momento atual da música mundial. Enquanto diretores de gravadoras cochilam sobre seus acervos de anos e anos e anos, camelôs se adiantam e oferecem o produto acima no meio das ruas do centro de São Paulo, claro, sem o acabamento caprichado, sem a alta qualidade de som muito menos informações de cada um dos álbuns. No entanto, não deixa de ser sintomático que o mercado (clandestino) já esteja oferecendo ao público algo que a indústria da música ainda não sabe lidar direito.
O que os camelôs estão vendendo no centro de São Paulo é um produto de fácil consumo: CDRs que trazem a discografia completa do seu artista preferido. Tem de Chico Buarque, Caetano Veloso e Zeca Pagodinho até Slayer, Iron Maiden e Sepultura. Tem Weezer, Teenage Fanclub, Cowboy Junkies e Zezé di Camargo & Luciano. Coletâneas de samba rock, de trilhas sonoras até jazz. A discografia de Miles Davis, por exemplo, está "disponível" em quatro CDRs. Preço de cada um: R$ 5. Ou seja, você leva para casa mais de 40 discos do gênio de jazz por, apenas, R$ 20. Tem de tudo para todos os gostos. Uma pechincha.
Uma longa pasta, fornecida por um dos camelôs, traz mais de 300 artistas diferentes. A maioria tem sua discografia resumida em um CDR, máximo dois. Bandas novas como o Strokes tem o "espaço" de 700 MB preenchidos por sua curta discografia (no caso do grupo de Julian Casablancas, quatro álbuns) e mais algumas gravações bônus de shows ao redor do mundo, quando não vídeos. No meio de tanta oferta arrisquei-me com a discografia do Can, CD duplo ("deiz real"), 14 discos começando com "Monter Movie" (1969) e terminando com "Radio Waves" (1997), sem contar um CD bônus de raridades chamado "Canexis 5". A qualidade do MP3 varia de 128kb até 320kb, mas a grande maioria é 192kb, o que é até aceitável (mais alta que a versão de "In Rainbows" que o Radiohead vendeu).
A popularidade do MP3 cresceu vertiginosamente nos últimos anos. Aparelhos de som já não saem da fábrica sem apresentar uma opção que reconheça o formato, e aqueles que estavam nas lojas sem a opção tiveram uma queda brusca nos preços, e estão encalhados esperando por alguém que ouça apenas CD e rádio FM. Se contarmos com o sucesso das cópias dos iPods (e do próprio, claro) e da facilidade de se carregar arquivos de música no próprio celular, temos um cenário extremamente propício para a comercialização de MP3 tal qual ele vem sendo apresentado nas ruas 24 de Maio e Praça da República, no centro da capital paulista.
O MP3, para que não sabe, foi um dos primeiros tipos de compressão de áudio com perdas quase imperceptíveis ao ouvido humano. A taxa de compressão é medida em Kb/s (kilobits por segundo), sendo 128 Kb/s a qualidade mais baixa, na qual a redução do tamanho do arquivo é de cerca de 90%. Essa taxa de compressão atualmente pode chegar até 320 Kb/s, a qualidade máxima, na qual a redução do tamanho do arquivo é de cerca de 25%. O método de compressão com perdas consiste em retirar do áudio tudo aquilo que o ouvido humano normalmente não conseguiria perceber, devido a fenômenos de mascaramento de sons e de limitações da audição humana (embora pessoas com ouvido absoluto possam perceber tais perdas).
Enquanto camelôs vendem MP3 nas ruas, as gravadoras investem em lançamentos como o CD Zero (uma adaptação do single/EP) e o CD Music Pac (uma vergonhosa versão desnuda do CD original, sem encarte e com capa de papelão), projetos que já nasceram fadados ao fracasso comercial. Este segundo modelo, inclusive, prova que as gravadoras optaram por baratear o preço dos CDs apresentando-os em uma versão tão pobre quanto aquelas vendidas por camelôs, com cópia em xérox e conteúdo em CDR. O ideal é que fosse o contrário, que as gravadoras optassem por investir na qualidade como diferencial, e não tentassem se igualar aos camelôs.
Com esse pensamento em mente, a solução para combater a venda de CDs de MP3 no mercado paralelo seria investir em um formato que trouxesse ao público o gosto pelo produto. A notícia que abre esse texto é um bom exemplo disso: um DVD (cuja capacidade é muito maior do que a do CD) que além de trazer toda discografia do artista em alta qualidade ainda reúne clipes, letras, encartes e fotos. Este produto poderia ser apresentado em uma embalagem especial, com um longo livreto contendo as capas de todos os álbuns apresentados em MP3 além de informações de gravação. Um perfeito item de colecionador.
Agora imagine: um DVD pode abrigar (mais ou menos) uns 50 discos comuns em alta qualidade. Ou seja: é a discografia completa do Bob Dylan (ou dos Beatles, Stones, Neil Young, Caetano Veloso, Chico, Led Zeppelin) em um único DVD. Junte a isso um livreto especial caprichado e você terá uma coleção organizada e muito mais espaço, já que no local em que havia 40 CDs irá entrar apenas um DVD. Não é lindo? Uma pessoa como eu, que tem 5 mil CDs em casa, poderia ter toda essa coleção em apenas 100 DVDs. É tentador, vai. As perguntas que ficam são: quanto uma gravadora cobraria por um DVD com a coleção de um artista? E você, caro leitor, estaria disposto a trocar todos os seus CDs originais por CDs de MP3? Respostas na área de comentários, logo abaixo.

Escrito por ALYSSON - 10h54
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BAD BRAINS NO PROGRAMA DO JÔ

Nesta terça-feira, dia 8 de Abril, o Bad Brains estará se apresentando no Programa do Jô, da rede Globo.
Um dos principais nomes da cena de hardcore norte-americana oitentista, o grupo Bad Brains promove seu mais recente álbum de inéditas, "Build a Nation" (2007), em sua primeira excursão pelo Brasil. Sua atual formação é Dr. Know (guitarra), Darryl Aaron Jennifer (baixo), Earl Hudson (bateria) e Israel Joseph-I.(voz), que já fez parte da banda nos anos 90, em substituição ao "excêntrico" vocalista H.R., radical em sua postura rastafári. O quarteto se apresenta em São Paulo nesta quarta (09/04), em Recife (11/04) e Rio de Janeiro (12/04).

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h50
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OZZY OSBOURNE: INJEÇÃO DE METAL

Por: Felipe Machado*
*Escritor / Jornalista / Guitarrista do Viper

Adorei o show do Ozzy Osbourne, mas confesso que 'Príncipe das Trevas' é um adjetivo que não cabe mais à ele, a não ser como gozação. Na minha humilde opinião de fã de heavy metal há 28 anos, o reality show da família Osbourne teve um efeito colateral sobre a imagem do vocalista inglês: o programa me fez perder o respeito por Ozzy. Qual adolescente do mundo gostaria de ver seu ídolo sendo humilhado por filhos idiotas e passando as tarde com medo de pisar no cocô de seus vira-latas?
Mas vamos voltar ao show. Tudo começou com o Black Label Society, banda que pouquíssima gente conhece no Brasil, mas com músicos que consideram os reis da cocada preta, como pude constatar no backstage. Para descrever o som da banda, basta imaginar os caras do Alice in Chains e do Lynyrd Skynyrd tocando country. É mais ou menos isso. O Black Label é a banda de Zakk Wylde, que também é guitarrista de Ozzy. Ele é, simplesmente, muito, muito bom. O cara canta, toca guitarra e é o principal compositor (o que, no caso do Black Label, não quer dizer muito). As músicas são meio repetitivas, etc, mas temos que dar o braço a torcer: é difícil tirar o olho do cara durante o show.
Daí veio o Korn, que fez um show bem legal (veja aqui a música 'A.D.I.D.A.S. (All Day I Dream About Sex)'. Tive a oportunidade de entrevistar o baixista Fieldy antes do show, e ele me pareceu um cara bastante inteligente. Fiquei meio surpreso com algumas respostas dele: para você ter uma idéia, perguntei quem seria hoje 'um líder que valeria a pena seguir', fazendo uma alusão ao disco do Korn de 1998, 'Follow the Leader'. Ele me respondeu: 'O U2. Eles são a maior banda do mundo, não? Então são eles que temos que seguir'. Achei engraçado o músico citar o U2, até porque o Korn é uma das bandas mais pesadas do mundo.
O show deles foi muito bom, apesar do público querer, mesmo, ver o Ozzy. O vocal do Korn, Jonathan Davis, tem a sigla HIV tatuada no braço, coisa que sempre achei muito estranha. Mas daí descobri que é o apelido dele (o que é ainda mais estranho). Também encontrei com ele no backstage, e me pareceu um cara bem mais calmo do que o louco headbanger com saia escocesa camuflada que detona no palco. Ele nem deu bola para as fãs, algumas delas bonitinhas, que tentavam conhecê-lo. Até porque o empresário da banda é seu sogro, e o acompanha para todo lugar.
O que eu mais gostei do Korn é que eles tem uma pegada meio hip hop, o que dá um groove a um som tão pesado. Mas eles são dark mesmo: todo mundo de preto, etc. O único elemento branco no palco era um backing vocal albino. Também achei legal que, em seu disco 'Acústico MTV', eles tocaram 'Creep', do Radiohead, e 'In Between Days', do The Cure, com a participação do próprio Robert Smith. Mostra uma cabeça mais aberta do que a maioria das bandas pesadas, o que é sempre bom.
Às 22h30, subiu ao palco o ex-príncipe das trevas. A introdução do show do Ozzy é hilária, com um vídeo onde ele aparece como personagem de vários filmes e séries de TV. Tem o Ozzy em 'Lost', nos 'Sopranos', em 'A Rainha', sempre vestido como algum persongem. O problema é que, novamente, a platéia perde um pouco o respeito: em uma das várias cenas escatológicas, Ozzy aparece defecando num escritório; em outra ele está vestido de mulher, de lingerie, na cama, esperando um homem; e na pior de todas, está com a bunda de um gordão enfiada no rosto, como no filme 'Borat'. Tudo bem, é muito engraçado e tal, mas para mim, que cresci ouvindo o Ozzy, acho uma falta de respeito com o que ele representa para o rock pesado. Enquanto Sharon enche os bolsos de dólares, Ozzy passa vergonha. Sem radicalismo, é só uma opinião.
Quando Ozzy entra no palco, a gente vê que não é falta de respeito, não. Ele nem parece ligar para tudo isso. Seu figurino do show parecia um pijama; ele dá risada o show inteiro, talvez da cara de quem levava a sério seu papo satanista dos anos 70. Ele ainda consegue cantar afinadinho, sim, todos os seus sucessos. Mas é que, aos 60 anos, Ozzy parece ter virado aquele vovozinho meio gagá, totalmente manipulado pela mulher Sharon, cujo fantasma onisciente controla sua vida pelo telefone da mansão deles em Los Angeles. Ozzy anda de um lado para o outro, repete que o público tem que ficar 'fuckin crazy', etc. Mas não parece ser de verdade, é tudo meio um simulacro do que ele era no passado. O público (inclusive eu, claro) não liga, se emociona, canta as músicas do mesmo jeito e sorri com o personagem que Ozzy criou (ou será que foi Sharon?). Mas a impressão que dá, sinceramente, é que ele nem sabe o que está acontecendo direito.
Com relação à música, claro que continua maravilhosa. Ninguém liga muito para as canções novas, mas quando ele toca 'Bark at the Moon', 'Mr. Crowley', 'Crazy Train', 'Suicide Solution' e os clássicos do Black Sabbath, 'War Pigs', 'Iron Man' e 'Paranoid', a galera vai à loucura. Eu também, claro. Passei a adolescência ouvindo a voz de Ozzy, e é sempre um prazer ouvi-la novamente no Brasil.
Um capítulo à parte, mais uma vez, é o guitarrista Zakk Wylde. O cara é muito carismático e talentoso, além de tocar incrivelmente bem. Eu gostaria de tocar guitarra como ele: Zakk faz tudo parecer tão fácil, até os solos de Randy Rhoads (guitarrista do Ozzy morto em 1982 num desastre de avião), que ele reproduziu nota por nota. A noite teve várias referências a este, que é um dos maiores guitarristas da história: Zakk tocou com a guitarra Gibson Flying V preta com bolinhas brancas e o baixista do Black Label Society tocou com uma camiseta com a foto de Randy Rhoads).
Muita coisa se falou sobre o sangue que escorreu dos dedos de Zakk Wylde durante o show do Ozzy. Uns falaram que ele cortou o dedo no anel, outros, que ele se cortou num abridor de garrafas. Mas aqui não tem especulação: vou contar a história verdadeira.
Zakk passou a tarde enchendo a cara de whisky. Deu entrevistas tão bêbado que a maioria nem foi para o ar porque estavam simplesmente ridículas (uma delas foi no banheiro, por insistência do bebum, e claro que não deu para ser aproveitada pela emissora de TV). Depois de encher a cara, Zakk começou a surtar e quebrou o quarto do hotel inteiro, jogou garrafas de whisky na parede e acabou cortando o dedo. Não precisou ir para o hospital, mas a produção teve que chamar o Ozzy para ele ir no quarto do Zakk, para tentar acalmá-lo. Durante o show, o corte abriu e o dedo dele voltou a sangrar.
Lembrei do show do Iron Maiden no Rock in Rio I, quando o vocalista Bruce Dickinson se cortou durante 'Revelations' ao bater a guitarra no supercílio. As TVs começaram a questionar: é sangue mesmo ou maquiagem? Nunca ouvi uma coisa tão ridícula. Quem usa sangue artificial para esse efeito usa, obviamente, com muito mais exagero (Kiss, Marilyn Manson, Gwar). Ninguém vai usar um sanguinho artificial no supercílio para criar um efeito de filme de terror. O cara se cortou mesmo, pronto. Os músicos de heavy metal podem ter uma postura de super-heróis, mas eles também sangram.
A mesma coisa com Zakk. Para que ele ia querer ter um sanguinho na guitarra? Para parecer durão, mau? O cara já é um ogro total, um lenhador de quase 1,90m e 200 quilos. Você acha que ele ia usar um sanguinho artificial no dedo para parecer 'mau'? Uuuhhh, que medo.
Mesmo assim, tocando meio bêbado e errando alguns andamentos, Zakk foi o destaque do show. O baterista Mike Bordim (ex-Faith No More) é bom, mas o guitarrista rouba a cena de todos, inclusive de Ozzy. No Rio, ele havia jogado a guitarra para a platéia e, arrependido, deu um 'stagedive' para resgatá-la; em São Paulo, ele preferiu arremesar um cabeçote (amplificador) Marshall. Foi o personagem do fim de semana. Fora a bebida, eu queria ser esse cara.
Outra coisa que ninguém viu, mas você, leitor deste blog, fica sabendo: Ozzy sempre pede um médico quando está em turnê, e no Brasil não foi diferente. Sabe para quê? Para tomar uma injeção de vitamina antes do show. Ozzy chegou lá pelas 8 horas no estádio do Palmeiras e foi direto para o consultório montado no local. Chegando lá, abaixou as calças sem o menor pudor e disse: 'B twelve' (B12). O médido aplicou a injeção e o príncipe das trevas foi embora, rapidinho. Eu garanto: Ozzy não chorou. Pelo menos isso.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h47
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SET LIST - CIDADE ROCK - 05/04/2008

1º BLOCO

01 - Roberto Carlos - Eu Sou Terrível
02 - Ronnie Von - Chega de Tudo
03 - Erasmo Carlos - Minha Fama de Mau
04 - Garotas Suecas - Difícil de Domar (Momento Beerock)
05 - Graforréia Xilarmônica - Buda Baby

2º BLOCO

06 - The Police - Next To You - Live
07 - The Fall - Rebellious Jukebox (Live)
08 - New Model Army - The Hunt
09 - R.E.M. - Living Well Is The Best Revenge
10 - Electrafixion - Timebomb

3º BLOCO

11 - Living Color - Cult of Personality
12 - Faith No More - Faster Disco
13 - System of a Down - Know
14 - Deftones - Feiticeira
15 - Body Count - Necessary Evil

Bônus Track:

16 - Body Count - Killin'Flor

Mais infos sobre as Garotas Suecas aqui: www.myspace.com/garotassuecas

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir ao vivo, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:


Para ouvir agora, acione o player acima.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 11h34
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DATSUNS EM SÃO PAULO

Local: Inferno Club - R: Augusta, 501 - Consolação
Data: 11.04
Horário: A partir das 23h
Preço: Antecipado: $35 | Porta: $50
Abertura: The R.I.P.S
DJs: Tchello e Flavio Forgotten
Ingressos antecipados à venda na loja Estrondo da Galeria do Rock.

Release:

O Rock e, seu compadre de duvidosa moral, Roll, têm sido presenças constantes na cultura pop a mais de 50 anos. Ao seu redor, as tendências vêm e vão. Desde o Twist até o Nu-Metal, o Garage-Rock e o Punk-Funk, todas estas vertentes aparecem, se cruzam no caminho e confundem as coisas, mas o rock n’ roll e, o continuo evolutivo de traseiros sacudindo-se e, cordas em chamas está e sempre estará entre nós.
Seus verdadeiros praticantes – os berradores fiéis, aqueles que se penduram Stratocasters, os oradores demagógicos primordiais, que se ligam a sua corrente de energia com uma mistura de assombro, desafio e um desejo irrefreável de contorcer-se nunca se darão por vencidos. Sinto muito pastor, mas as bandas como The Datsuns nunca desaparecerão.
Desde que esse quarteto hipergenético aterrissou ao nosso lado em 2002, diretamente dessa Nova Zelândia semi-rural, se converteram em uma das maiores atrações ao vivo do rock. Em qualquer festival de verão, procuradores de emoções de todas as cores e raças se aglomeram em frente às tendas de bandas novas, ou o palco de metal, ou às pistas de skate, ou inclusive frente ao seu próprio caos etílico, para ver a Dolf, Christian, Phil e Matt ascender em chamas seu set gerando sua própria eletricidade pregueada de riffs e, com os amplificadores sangrando ao volume mais alto.
O atrativo dos Datsuns, tal como o de AC/DC, Ramones e Mudhoney antes que eles transcendem os limites das tribos e dos gêneros. Eles simplesmente são os melhores em seu estilo e sabem disso.
"Smoke & Mirrors", seu terceiro álbum em quatro anos prestem atenção em sua ética de trabalho, vagabundos!) finalmente registra em estúdio sua amplitude musical. Aqui é possível encontrar tanto a excitação maníaca de seu debute de 2002, "The Datsuns", como ou heavy rock mais tradicional de seu sucessor, "Outta Sight/Outta Mind", em uma gravação na qual, junto com o produtor John Paul Jones de Led Zeppelin, a banda adquire um novo conjunto de habilidades.
Sem rodeios, tanto os fãs como as exceções ficarão abobados ao escutar quanto mais grande, arriscado e “clássico” é o novo "Smoke & Mirrors", sem perder de vista o som agressivo e ao mesmo tempo pop de outrora. "Todos estamos tocando com maior sofisticação", disse Dolf, o baixista e vocalista de cabelos negros como um corvo da banda. "Mas o problema com isso é que se passar o tempo todo tentando mostrar o quão bom é, a maioria das vezes só saem porcarias. Somos o suficientemente inteligentes para saber quando devemos ser mais rústicos".
"The Datsuns: a 3º fase começou em janeiro de 2005 quando a banda cessou de estar em turnê depois de dois anos sem interrupção na estrada: "Começamos a tocar sem parar por anos", sinala o guitarrista, Christian. "Ao principio, a idéia era descansar um pouco e dedicar-nos a compor e fazer o disco que realmente queríamos fazer e não algo rápido entre uma turnê e outra.
Por varias razões, incluindo mudanças de pessoal em sua gravadora e, uma infrutífera busca de produtor, terminaram tendo mais tempo pra compor o que eles realmente queriam. No fim de 2005 já tinham acumulados mais de 40 músicas e, estavam ansiosos para gravá-las. Algumas canções eram muito mais obscuras, algumas quase folk - estas foram reservadas para um dia chuvoso. De todos os modos, as canções que ficaram na seleção final conformaram uma mistura muito eclética. Tanto como os clássicos do heavy metal, punk y rock dos 60s/70s que alguém esperaria depois de escutar seus primeiros discos. Os Datsuns devoram com avidez toda a antiga tradição do Soul da Motown e Stax. Em suas cabeças nunca existiu uma separação de gêneros musicais.
“Quando se vem de um povoado da Nova Zelândia” conta, “ todos gostam do que simplesmente se gosta ou, o que seja que possa conseguir. Quando era um adolescente, antes da internet, se descobrisse algo sobre uma banda ou um álbum, se aceitava pelo que era, se agarrava à eles e pensava: Isso é realmente genial. Ninguém te dizia o quê era que tinha que gostar ou não. Não seríamos a banda que somos se começássemos como uma banda inglesa.
The Datsuns tiraram seu nome, quase em um ato de auto-desprezo, de um carro emblemático do “Jap Crap” (porcarias japonesas) que inunda o mercado das antípodas. Sendo quatro garotos de Cambridge, Nova Zelândia (povoação: 12 mil), não sentiam que seu futuro merecesse um nome como The Cadillacs ou The Rolls Royces. Jack White, inspirado em um caótico concerto no qual os viu tocar durante uma turnê dos White Stripes por N.Z, os contratou imediatamente como banda suporte para sua turnê americana no começo de 2002.
Muito metaleiros para os puristas do garage, mas ao mesmo tempo suficientemente tradicionais para a tribo de headbangers, à tempos a banda tem transitado seu próprio terreno em palcos de todo o mundo desde então. A primeira canção que tocaram os Arctic Monkeys em seu primeiro ensaio, por exemplo, foi "Harmonic Generator" do disco "The Datsuns".
Devido a uma alusão aos Ramones, os quatro membros da banda tomaram seu nome de banda como seus próprios sobrenomes, se acredita que estes habitam um dócil mundo de caricaturas, onde tudo são risadas e o céu está sempre desprendido. Mas o fanatismo musical, em todas as suas formas, de todos os seus membros faz com que a gravação de um disco do The Datsuns seja matéria de calorosos debates.

Site oficial: http://www.thedatsuns.com/
Myspace: http://www.myspace.com/thedatsuns
Last.fm The Datsuns: http://www.lastfm.es/music/The+Datsuns
Show completo The Datsuns: http://www.fabchannel.com/the_datsuns_concert

Pra quem gosta de: MC5, The Hives, Black Rebel Motorcycle Club, The Stooges, Kings of Leon, The Mooney Suzuki, The White Stripes, Radio Birdman, Sonic’s Rendevous Band, Hellacopters, Eagles of the Death Metal, Supergrass, The John Spencer Blues Explosion, The Black Lips, Fu Manchu, Guitar Wolf, The Strokes, Supersuckers, The Detroit Cobras, At the Drive In.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h12
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SAINDO DO FORNO

Sexo, Drogas e Rolling Stones
Autores: José Emílio Rondeau e Nélio Rodrigues
Editora: Agir

No livro ‘Sexo, drogas e Rolling Stones’, José Emílio Rondeau e Nélio Rodrigues expõem a intimidade do grupo e revelam as conexões brasileiras

Juntamente com o lançamento nacional do filme Shine a light, de Martin Scorsese – que mostra os bastidores de um show dos Rolling Stones em Nova York, em 2006 – outro retrato da legendária banda britânica toma as livrarias. Trata-se do livro Sexo, drogas e Rolling Stones(Agir), escrito pelo jornalista José Emílio Rondeau e pelo historiador Nélio Rodrigues, que revela casos íntimos do longevo grupo, com fotos inéditas e material raro coletado de revistas – incluindo antigos títulos nacionais, como a Revista do Rádio (que nos anos 60 fez uma pioneira reportagem sobre rockstars e drogas, com os Stones) e Geração Pop.
Rondeau, que conheceu Rodrigues quando preparava seu filme 1972, diz que a pesquisa para o livro seguiu o mesmo ritmo frenético da banda.
– Estamos pesquisando desde 1965, quando ouvimos (I can't get no) Satisfaction pela primeira vez – brinca. – Mas, a sério, tivemos que agir de outubro a fevereiro, embora já tivéssemos tudo que precisávamos à disposição para o trabalho.

Segundo livro de Rodrigues

Os autores têm relações com a história da banda no currículo. Rondeau entrevistou o guitarrista Keith Richards em 1989 para a revista Bizz, na época em que a banda lançava o CD Steel wheels.
– Ele foi simpaticíssimo – recorda o jornalista, que não esteve com nenhum outro stone, mas pôde, no dia seguinte à entrevista, ver a gravação de um clipe da banda. – Ver e ouvir a guitarra de Keith ali bem perto foi uma sensação inédita para mim.
Nélio Rodrigues já escrevera em 2000 outro livro sobre a banda, Os Rolling Stones no Brasil – Do descobrimento à conquista (1968-1999), mostrando minúcias das visitas de Mick Jagger, Charlie Watts e Mick Taylor (guitarrista que substituiu Brian Jones nos Stones) ao Brasil, além dos shows da banda em turnê pelo país.
– A ligação deles com o Brasil nunca foi explorada pela mídia. Já vieram aqui várias vezes e compuseram uma música inspirada no candomblé, Sympathy for the devil. A capa do Black and blue, disco de 1976, foi feita por uma designer brasileira, a Bia Feitler – conta Rodrigues, lembrando que Jagger e sua então namorada, Marianne Faithfull, visitaram o Brasil em 1968 e conheceram o Rio, Salvador (onde o cantor participou de rodas de samba com pescadores) e até mesmo Matão, no interior de São Paulo. – O show dos Stones em Copacabana foi em frente ao mesmo hotel em que o Mick e a Marianne ficaram hospedados em 1968, o Copacabana Palace.
Sobre esse show, Rondeau gosta de imaginar que foi feito no lugar em que um stone "descobriu o Brasil".
– Muita gente não se dá conta disso, mas Mick Jagger conhece profundamente o Brasil. Nas vezes em que esteve aqui, viu cultos afro-brasileiros, tocou com nossos músicos e até tomou cachaça com operários. Ele não se comportou como um pop star fazendo turismo – define o autor que, com Rodrigues, coletou dados como o fato de o vocalista ter visitado uma favela da Zona Sul carioca e filmado tudo com uma câmera Super 8.
Entre o material inédito mostrado pelo livro, há várias fotografias de Mick e Marianne no Brasil em 1968, clicadas por Adger W. Cowans – fotógrafo americano que adorava jazz e, por conta disso, acabou engrenando uma conversa com um acuado Mick, perseguido pelos fotógrafos no Brasil e ciceroneado por ninguém menos que o jornalista Carlos Leonan e o cronista Fernando Sabino.
– Também pegamos um extenso depoimento do cantor Arnaldo Brandão, que morou com Mick Taylor na Inglaterra. Ele esteve no olho do furacão dos Stones, viu tudo de perto, até hospedou Taylor no Brasil – diz Rodrigues.
O pesquisador (que, antes de abraçar a história, se formou em biologia) diz que não precisou entrar em contato com a equipe dos Stones para editar seu livro, nem o que fez com Rondeau.
– Lá fora saem livros e mais livros sobre os Rolling Stones, isso é comum. Jamais aconteceria o mesmo problema que tivemos aqui com Roberto Carlos em detalhes, do Paulo César Araújo – garante.

Casos escabrosos

Num livro chamado Sexo, drogas e Rolling Stones, evidentemente o prato principal são os inúmeros casos envolvendo os integrantes da banda. Em especial Keith Richards, que enfrentou inúmeras prisões por porte de drogas e é o rei das declarações e atitudes irônicas.
– Keith é, de fato, o doidão, aquela pessoa da qual todo mundo sabe tudo, ao contrário de Mick Jagger, que é extremamente controlado e reservado. Agora, o menino levado da banda é mesmo Ron Wood (guitarrista que substituiu Mick Taylor), que chegava a levar bronca do Keith por estar sempre drogado nos ensaios – lembra Rondeau, que compreende perfeitamente o lado mais sombrio da banda. – Eles passaram como um trator por cima de tudo que os obstruísse. Que banda dura esse tempo todo? E, num mercado competitivo como o pop, você tem que ser um pouco cruel.

Fonte: Jornal do Brasil / Escrito por: Ricardo Schott

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h08
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EM RIBEIRÃO PRETO - SP

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h52
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SAINDO DO FORNO

Raconteurs - Consolers of The Lonely

O Raconteurs, projeto parelo de Jack White (White Stripes), com o cantor e compositor Brendan Benson, surgiu na base da brincadeira entre amigos, trazendo a idéia de que Jack White e Brendan iriam unir suas principais paixões (por Led e Beatles, respectivamente) e parir grandes canções a partir dessas influências, meio a meio. “Consolers of The Lonely”, segundo álbum do quarteto (que ainda conta com a “cozinha” do Greenhornes, Jack Lawrence no baixo e Patrick Keeler na bateria) joga meia pá de cal sobre essa idéia com Jack White colocando-se a frente do grupo e posando de guitar hero com solos altos e rápidos em boa parte da duração do álbum.
Não que não haja baladas, punk songs e experimentações em “Consolers of The Lonely”. Elas estão lá, e por sinal rendem alguns dos melhores momentos do álbum, mas na maior parte do disco o que se ouve é rock barulhento com influências de Led Zeppelin, The Who e Jimi Hendrix chegando até a emular os solos que fizeram a fama do New Wave of British Heavy Metal (saca aqueles duelos com duas guitarras solando, com uma delas “uma oitava” a cima da outra? Isso). “Consolers of The Lonely”, mais ainda do que a estréia (”Broken Boy Soldiers”) é um disco de muitas guitarras. Ponto.
Entre as faixas barulhentas, podemos destacar a faixa título (que abre o álbum com riffs fortes – no esquema bate/assopra – que acompanham a melodia vocal no refrão e ainda solam “a capela”, como em “Heartbreaker”, do Led), o primeiro single “Salute Your Solution” (acelerado, com baixo atolado no fuzz, e Jack e Brendan dividindo os tempos vocais), “Five On The Five” (com solo de guitarras Iron Maiden), “Holp Up”, “Attention” (com teclados fazendo gracinhas na saída direita das caixas de som), “Old Enough” (que começa folk, e vira um ótimo country rock à la Crosby, Stills, Nash and Young), “Top Yourself” e “Rich Kid Blues”.
No quesito baladas, os destaques são “You Dont Understand Me”, com Jack White no vocal, “Pull This Blanket Off”, baladinha de menos de dois minutos que tem jeito de jam session e merecia durar bem mais, “The Switch And The Spur”, a grande canção do álbum e “Many Shades Of Black”, uma baladaça anos cincoenta que vai fazer você assoviar a melodia do refrão (ou dançar de olhos fechados bêbado numa pista vazia).
Mais do que exibir sua qualidade através das guitarradas e dos solos estridentes, “Consolers of The Lonely” (e o próprio Raconteurs) precisa sobreviver a expectativa daqueles que esperavam um disco menos porrada (menos Jack White) e mais melódico (mais Brendan Benson). Entre a força melódica de um e a opção pelo barulho do outro, “Consolers of The Lonely” pende mais para o segundo, e não deixa de ser um bom álbum de rock – excessivamente setentista – por isso, mas permite possíveis críticas quanto à falta de originalidade do som do grupo (quanto tempo Jack White vai demorar para parar de emular seus ídolos e ser Jack White?) e seu apreço em soar retro. Se “Consolers of The Lonely” ainda não é o disco que muitos esperavam do Raconteurs, tem pelo menos o mérito de ser um bom álbum de rock and roll.

Fonte: Scream & Yell

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h48
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24 HORAS

Divulgada a programação da Virada Cultura 2008

Será realizada nos dias 26 e 27 de abril a terceira edição da Virada Cultural, projeto da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo inspirada nas tradicionais Noites Brancas de Paris. Durante 24 horas ininterruptas, vários pontos da capital paulista serão transformados em palco para diversas apresentações musicais e artísticas.
A programação da Virada 2008 traz atrações para todos os gostos, desde o Heavy Metal de Paul Di’Anno (ex-vocalista do Iron Maiden), até Mallu Magalhães, garota de apenas 15 anos que vem se destacando por tocar folk, na linda de Bob Dylan e Vanguart.
Alguns artistas irão apresentar álbuns clássicos na íntrega, como o já citado Paul Di’ Anno (Killers), O Som Nosso de Cada Dia (Snegs) e Ultraje a Rigor (Nós Vamos Invadir a Sua Praia).
A Prefeitura estima um público de mais de três milhões de pessoas no evento este ano. Em 2007 o público total foi de cerca de 3,5 milhões de participantes. A programação completa está disponível no site oficial da Virada Cultural, www.viradacultural.com.br. Abaixo alguns destaques da programação:

Palco São João (ao lado da Praça Júlio de Mesquita)
* 18h00 - Cesária Évora
* 21h00 - Gal Costa
* 00h00 - Zé Ramalho
* 03h00 - Mutantes
* 06h00 - The Gladiators
* 09h00 - O Teatro Mágico
* 12h00 - Marcelo D2
* 15h00 - Orquestra Imperial
* 18h00 - Jorge Ben Jor

Teatro Municipal
* 18h00 - Luiz Melodia – Pérola Negra (1973)
* 21h00 - Egberto Gismonti e Naná Vasconcelos – A Dança das Cabeças (1977)
* 00h00 - Sá, Rodrix e Guarabyra – Passado, Presente, Futuro (1972)
* 03h00 - O Som Nosso de Cada Dia – Snegs (1973)
* 06h00 - Pepeu Gomes – Geração do Som (1978)
* 09h00 - Hamilton de Holanda e Danilo Brito - Vibrações de Jacob do Bandolim (1967)
* 12h00 - Márcia, Eduardo Gudin E Paulo César Pinheiro – O Importante É que a Nossa Emoção Sobreviva (1974)
* 15h00 - Paulo Vanzolini – Onze Sambas e Uma Capoeira (1967)
* 18h00 - Jair Rodrigues, Fabiana Cozza & Zimbo Trio - O Fino da Bossa (1964)

Rock República (Praça da República)
* 18h00 - O Terço
* 20h00 - Terreno Baldio
* 21h30 - Casa das Máquinas
* 23h30 - Harppia
* 01h00 - Paul Di’Anno - Killers (1981)
* 03h00 - Derrick Green, Andreas Kisser e Convidados
* 04h30 - Overdose
* 06h00 - Volcano
* 07h30 - Vodu
* 09h00 - Korzus
* 10h30 - Bando do Velho Jack
* 11h45 - Los Goiales All Stars
* 12h00 - Cachorro Grande
* 14h00 - Arnaldo Antunes
* 16h00 - Lobão
* 18h00 - Ultraje a Rigor - Nós Vamos Invadir Sua Praia (1981)

Festivais Independentes (Pateo do Colégio)
* 18h00 - Vítor Araújo (PE)
* 18h45 - Mundo Livre S.A. (PE)
* 19h30 - Macaco Bong (MT)
* 20h30 - Luísa Mandou um Beijo (RJ)
* 21h15 - Petro Massa (MG)
* 22h15 - Estrume’n’tal (MG)
* 23h00 - Los Porongas (AC)
* 23h45 - Sick Sick Sinners (PR)
* 00h30 - Mechanics (GO)
* 01h30 - Vanguart (MT)
* 02h15 - Retrofoguetes (BA)
* 03h00 - Trilöbit (PR)
* 04h00 - Fóssil (CE)
* 04h45 - Unidad Imaginária (RJ)
* 05h00 - Mestre Kuca (TO)
* 06h30 - Filo Medusa (AC)
* 07h15 - Boddah Diciro (TO)
* 08h15 - Coveiros (RO)
* 09h00 - Diego de Moraes (GO)
* 09h45 - Porcas Borboletas (MG)
* 10h30 - Linha Dura e DJ Taba (MT)
* 11h30 - Costa a Costa (CE)
* 12h15 - Do Amor (RJ)
* 13h00 - Rivotrill (PE)
* 14h00 - Bugs (RN)
* 14h45 - Supergalo (DF)
* 15h30 - The Sinks (RN)
* 16h30 - Superguidis (RS)
* 17h15 - MQN (GO)
* 18h00 - Siba e Fuloresta (PE)

Palco das Meninas (Av. Ipiranga, esquina com Rua Araújo)
* 18h00 - Mariana Aydar
* 20h00 - Tatiana Parra
* 22h00 - Marina De La Riva
* 00h00 - Andrea Dias
* 02h00 - Joana Duah
* 04h00 - Clara Moreno
* 05h45 - Aline Muniz
* 07h30 - Bia Góes
* 09h15 - Giana Viscardi
* 11h00 - Mallu Magalhães
* 13h00 - Bruna Caram
* 15h00 - Verônica Ferriani
* 17h00 - Fernanda Takai

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 12h15
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SAINDO DO FORNO

R.E.M. - Accelerate

O 14º álbum do R.E.M. é sem dúvida o melhor disco dos caras na década 00. É um disco rápido e urgente. Suas onze músicas juntas não ultrapassam os 35 minutos de duração (quase metade do tempo dos álbuns anteriores). É também um dos álbuns mais barulhentos da banda, unindo suas duas principais facetas musicais: o lado rock, amargurado e barulhento, e o lado acústico, denso e provocativo. No entanto, por mais que os violões dominem um terço das canções, este é o primeiro álbum inspiradamente punk do trio. É um disco excelente, que se não alcança o status de clássicos como “Document”, “Out of Time” e “Automatic For The People”, serve para recolocar a banda novamente no rumo após alguns fiascos.

Ouça em streaming aqui: http://www.ilike.com/artist/R.E.M.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 12h09
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SAINDO DO FORNO

Níquel Náusea: Minha Mulher é Uma Galinha
História e Arte: Fernando Gonsales
Editora: Devir
Formato: 21,0 cm × 28,0 cm
Estrutura: 48 páginas

Estamos no século XXI depois de Cristo. Todo o planeta Terra foi ocupado pela espécie humana... Todo? Não! Alguns pequenos seres irredutíveis ainda resistem ao invasor...
E você pode acompanhar esse fenomenal embate zoológico na mais nova coletânea de tiras do rato Níquel Náusea e seus amigos inusitados, como a Gatinha, uma a rata que o Níquel acha uma gata e que tem um talento excepcional para produzir filhotes; o Rato Ruter, um rato mutante que tem o peso de um gato gordo, a capacidade digestiva de um tanque de ácido sulfúrico e o temperamento de uma moto-serra desgovernada; o Sábio do Buraco, um ancião dos roedores que alterna momentos de profunda sabedoria com momentos de pura esclerose (difícil é descobrir qual é qual); a barata Fliti, que está sempre “trançando” as pernas e é doida por uma dose de Baratox; e tantos outros personagens capazes de provocar risadas no mais mal-humorado dos seres.
“Níquel Náusea: Minha Mulher é Uma Galinha” é um livro com mais de duzentas tiras coloridas do rato Níquel Náusea e seus divertidos amigos!

Confira o trampo do Gonsales aqui: www.niquel.com.br

Fonte: Portal Devir

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 12h05
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Click here to get your own player.

SET LIST - CIDADE ROCK - 30/03/2008

1º BLOCO

01 - Bob Dylan - From a Buick 6
02 - Creedence Clearwater Revival - Fortunate Son
03 - Lynyrd Skynyrd - Free Bird
04 - Neil Young - F*!#in' Up
05 - Wilco - Kicking Television (Live)

2º BLOCO

06 - Ästerdon - Music Sweet Music
07 - Evil Motor - Never Realized
08 - Static Magik - Damned
09 - Fuzzly - Abyss (Momento Beerock)
10 - Flaming Moe - Im a Skirt Lifter Not a Shirt Raiser ( Buffalo Cover)

3º BLOCO

11 - Exploited - S.P.G.
12 - Discharge - Protest and Survive
13 - Bad Brains - Right Brigade
14 - GBH - Sick Boy
15 - Misfits - Where Eagles Dare

Mais infos sobre o Fuzzly aqui: www.myspace.com/fuzzlymusic

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir ao vivo, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:


Para ouvir agora, acione o player acima.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 11h50
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TRIBUTO A CASÉ

A Casa da Cultura de Guaxupé estará promovendo nos dias 19, 20 e 21 de abril, o “Tributo a Casé”.

Pra quem não sabe, Casé foi um saxofonista guaxupeano, considerado por muitos como o “Pelé do instrumento”. Foi encontrado morto em 1978, num hotelzinho barato em São Paulo. O cara foi espancado até a morte. Não se sabe quem foi o autor da brutalidade.

A produção do Tributo está preparando um evento grandioso. Não é rock, mas é música de qualidade e a Beerock apoia a iniciativa.

Ajudem a divulgar. Contamos com o apoio e presença de todos.

Confira a programação aqui: www.tributoacase.com.br

Maiores infos através do fone (35) 3559-1052

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h44
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