BEEROCK

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A COLMÉIA RECOMENDA

LANNY GORDIN

Lanny Gordin é a maior lenda da guitarra no Brasil. Deixou sua marca originalíssima nos discos tropicalistas de Gal Costa, Jards Macalé, Gilberto Gil e Caetano Veloso. Também influenciou guitarristas conceituados, como Pepeu Gomes (Novos Baianos) e Sérgio Dias (Mutantes), entre outros.
No início dos anos 70, ele já era a grande sensação da guitarra no país. Escolhido pelo maestro tropicalista Rogério Duprat para gravar a maioria de seus arranjos e experimentações de estúdio, Lanny também era disputado por astros da MPB e do pop nacional -de Elis Regina a Erasmo Carlos, numa lista que ainda passa pelo soulman Tim Maia.
Descendente de russos e poloneses, Alexander Gordin nasceu em Xangai, na China. Desembarcou com a família no Brasil, em 1958. Autodidata, aos 16 anos já chamava a atenção tocando sua guitarra na boate do pai, a lendária Stardust (na praça Roosevelt, centro de São Paulo), ao lado de músicos mais experientes, como Hermeto Pascoal e Heraldo do Monte, cujas dicas o ajudaram a evoluir rapidamente.
Suas influências iniciais eram ecléticas: guitarristas de jazz, música erudita, Jimi Hendrix, Beatles e o "power trio" Cream.
O brilho de seus improvisos foi, no entanto, tão intenso quanto meteórico. Lanny não teve estrutura psicológica para enfrentar as transgressões daquela época. Em 1972, pouco depois de acompanhar o cantor Jair Rodrigues e o grupo Originais do Samba em apresentações na França, começou a sucumbir em sua primeira experiência com LSD, o ácido lisérgico.
"Eu já fumava maconha, cheirava cocaína e bebia. Em Londres, tomei o primeiro ácido e conheci um nirvana artificial. Quando a "viagem" passou, eu só queria voltar para aquele mundo. Tomei outros seis ácidos, já aqui em São Paulo. No sétimo, tive uma "bad trip" horrível. Aí comecei a ficar pirado. Não sabia mais o que estava acontecendo", relata.
Assim começou o pesadelo esquizofrênico de Lanny, torturado por longos períodos de depressão e internações em sanatórios, onde sofreu tratamentos à base de eletrochoque. Chegou a dormir nas ruas. E, segundo uma antiga lenda, teria mesmo ateado fogo à própria mão, no auge do delírio.
"Isso é sensacionalismo. Na verdade, só queimei a palma da mão com pontas de cigarro, algumas vezes. Era um sacrifício. Naquela época eu achava que era Jesus Cristo", esclarece, com franqueza. "Passei por situações que me fizeram ver as coisas de modo diferente. Hoje só fumo cigarro. Se cheirar cocaína ou fumar maconha, vou direto para o hospício.”
Em decorrência da esquizofrenia, Lanny ficou afastado da cena musical por muitos anos. Somente em 2001, com acompanhamento psiquiátrico e medicação apropriada, Lanny gravou seu 1º álbum solo, pelo selo paulista Baratos Afins. Em 2004, também pela Baratos Afins, lançou dois álbuns acompanhado por excelentes músicos. Essa empreitada recebeu o nome de Projeto Alfa Volumes I e II. Em 2007, pela major Universal, Lanny lançou “Duos”, com participação de grandes estrelas da música brasileira, como Edgard Scandurra, Arnaldo Antunes, Jards Macalé, entre outros.
Vale a pena procurar mais infos e buscar os sons desta lenda viva da guitarra, o cara que já foi considerado o “Jimi Hendrix brasileiro”.

www.lannygordin.com.br
www.baratosafins.com.br

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h39
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EM SERRANA - SP

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h33
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BOLEIROS

Iron jogará futebol com fãs brasileiros

O Iron Maiden resolveu aproveitar sua passagem pelo Brasil para marcar uma pelada com os fãs daqui.
20 fãs serão escolhidos para o jogo. Para se inscrever, basta responder o que você faria para participar de uma partida de futebol com os integrantes do Iron Maiden no seguinte link: http://br.myspace.com/novidades_brasil .
As respostas devem ser enviadas até o meio dia do dia 29 de fevereiro. O jogo acontece no dia 01 de março, em São Paulo.
A banda inglesa de heavy metal toca no dia 02 de março em São Paulo (Parque Antártica), dia 04 em Curitiba (Pedreira Paulo Leminski) e dia 05 em Porto Alegre (Gigantinho).

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 11h15
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SAINDO DO FORNO

Tom Bloch - 2 (Som Livre Apresenta)
Preço em média: 19,90
Nota: 9,5
Site Oficial:
http://www.tombloch.com.br

Pedro Veríssimo é filho do Luis Fernando e neto do Érico. Sei que é meio foda começar um texto estudando a genealogia do cara, e que as artes exibem aos montes exemplos contrários do ditado popular que diz que “filho de peixe, peixinho é”, mas é importante falar dos Veríssimo agora, pois em “2″, dito segundo álbum da Tom Bloch, Pedro dissipa a nuvem de sons e barulhos na qual ele se escondia nos primeiros lançamentos do grupo e, parafraseando uma das canções emblemáticas deste “2″, se joga com letras e voz à frente de guitarras poderosas e batidas sincopadas como se estivesse dançando em um campo minado. O resultado é um disco sensacional, que pega na veia, cospe na cara, bate no peito e, por fim, acalenta o ouvinte em um abraço mudo.
Crescer sobre o brilho da luz de duas lendas da literatura nacional tem seu lado bom e, consequentemente, seu lado ruim. Se há um aprendizado, uma vivência literária inerente ao meio, também há um cobrança explicita que visa descobrir (muitas vezes de forma cruel) se há algo genético que perpetue a tradição familiar. No caso de Pedro, isso se amplificou quando ele optou por assumir a frente de uma banda de rock, quando ele arriscou-se a escrever letras. Essa opção, no entanto, surgiu velada e pode ser simbolizada a perfeição pelo rapaz com um saco de papelão sobre a cabeça, uma imagem que acompanha o trabalho da banda desde o início.
Essa estratégia de desfocar-se funcionou bem nos dois primeiros trabalhos do grupo – o EP “Demo Deluxe” (2000) e o álbum “Tom Bloch” (2002) – principalmente pela presença forte de Gustavo Mini Bittencourt (Walverdes) no embrião da banda, compondo e dividindo atenções (e canções) com Pedro. Essa divisão de atenção marcou imensamente a estréia da banda, mesmo com o fato de Mini não estar na Tom Bloch desde o EP anterior, já que a estética proposta pela imagem do rapaz com um saco de papelão sobre a cabeça permanecia ganhando forma de álbum. Ótimo na teoria, confuso na prática. “Tom Bloch”, a estréia, traz a voz de Pedro escondida entre os instrumentos, ás vezes acariciada por efeitos que a descaracterizam, como alguém que observa aos outros dançarem enquanto afoga dentro de si o desejo indecente de mover o corpo, e o faz mexendo os pés.
“2″, segundo álbum da Tom Bloch, apresenta uma nova banda. Primeiro, a formação de sexteto que gravou a estréia foi desfeita. O núcleo permanece: Pedro Veríssimo na voz (e, agora, assumindo todas as letras) e o mago dos estúdios sulistas Iuri Freiberger na bateria, programações, teclados, produção e mixagem, além de guitarras eventuais. No baixo, o experiente Patrick Laplan (cujo currículo inclui serviços prestados ao Biquíni Cavadão, Los Hermanos e Rodox, entre outros); na guitarra, Júnior Tostói (da banda carioca Vulgue Tostói). Com a formação reduzida, Pedro Veríssimo sai detrás da nuvem em que se escondia nos primeiros álbuns da Tom Bloch e apresenta um repertório de letras inspiradas que encontram complemento perfeito na musicalidade apurada de Iuri Freiberger.
“Sob a Influência” abre o disco de forma singular: um arranjo de cordas circular, preguiçoso, faz a cama para que a voz de Pedro – forte e clara – mostre que algumas coisas mudaram no som da banda. Acompanhado de guitarras (ambientadas de forma precisa na mixagem) e alfinetas de eletrônica, o vocalista convida náufragos, desesperados e desalojados a participarem da “primeira convenção dos corações partidos”. Em “A Dúvida”, a segunda faixa, um rock poderoso com melodia vocal que remete a algo da jovem guarda, a questão central é como se desfazer da foto da ex pessoa amada, um gesto doloroso que causa um cruel embate entre coração e mente: “É ou eu rasgo a tua foto ou atiro no que pra mim ainda vem pela frente / É ou eu rasgo a tua foto ou retiro a carta que sustenta todo o castelo / Se eu não quero mais viver no presente melhor então me desfazer do passado / É ou rasgo a tua foto e me viro, ou então não rasgo a tua foto e me mato”.
“Entre Nós Dois”, primeira música de trabalho do álbum, que já ganhou clipe e marcará presença no próximo curta-metragem do cineasta Jorge Furtado, é uma porrada que traduz a diferença entre amor e sexo com mais precisão do que Arnaldo Jabor: “Ninguém aqui presta, mas no momento atual você e eu é só o que resta (…) / E já não tem por que ir devagar, a gente sabe bem onde isso vai terminar”. A próxima, “A Invenção”, continua brincando com o tema no ótimo refrão: “O amor eu inventei pra justificar o prazer que me dá quando você vem”. Na mesma toada ainda se segue “Vendetta (Frase Feita)”, que conta com o vocal feminino de Alessandra Verney repetindo: “O que eu fiz foi por vingança”. A banda pisa no freio nas duas faixas que encerram o álbum. A temática da balada de guitarras “O Refém” lembra algo da Legião Urbana do álbum “A Tempestade”, assim como a próxima, “Por Favor, Mente”, uma das grandes canções do álbum, que abre versando de forma bela e fudidamente dolorida sobre piano e guitarras afundadas na mixagem: “Hoje eu sou seu pra sempre / Se eu perguntar, por favor, mente”.
O resumo desta nova fase da Tom Bloch se encontra em “Situação de Dança”, canção emblemática que rememora toda uma geração de pessoas que, em festinhas na adolescência (as lendárias reuniões dançantes), não sabia o que fazer em situação de dança, jogando luzes sobre aquele grupo de pessoas que preferia ficar em pé no canto da festa a arriscar uns passos na pista. Diz a letra: “As minhas juntas não movem separado de um plano inicial pré-determinado / Se eu tentar pode ficar evidente, eu danço como eu nado sincronizado / Mesmo versado no controle da mente, mover um corpo exige bem mais cuidado / Posso tentar, mas não vai ser diferente: eu danço como eu ando em campo minado”. Metafórica, a canção joga Pedro Veríssimo desajeitadamente para a frente da Tom Bloch, uma situação que o vocalista parecia evitar nas gravações anteriores, mas que parece ultrapassada neste excelente segundo álbum, que soa – na verdade – como a estréia da banda. Agora só falta Pedro e Iuri tirarem o saco de papelão da cabeça do rapaz que simbolizava a Tom Bloch: aquele rapaz cresceu e está pronto para enfrentar o mundo.

Fonte: Scream & Yell / Escrito por: Marcelo Costa

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h13
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SAINDO DO FORNO

Metallica - Bridge School Benefit

Por muito menos, eles já foram chamados de vendidos à indústria da música, comprados pelo pop, acusados de voltarem as costas ao metal. Em 1996, o grupo lançou o disco "Load", que foi visto como o fim da banda pelos mais radicais. Pois nem os mais tolerantes podiam esperar que o Metallica gravasse, no final do ano passado, um disco antimetal.
Nada de guitarras distorcidas, bateria enlouquecida e gritos alucinantes. Gravado em estilo acústico, leve e descontraído. "Bridge School Benefit" soa divertido como um luau entre amigos.
Ao vivo, gravado no tradicional show beneficente da Califórnia que dá nome ao álbum, o disco está sendo vendido pela internet em formato digital, uma ironia do grupo que mais brigou contra o Napster, primeiro programa a fazer sucesso na distribuição de MP3 pela web.
"Disposable heroes", "All within my hands" e a já leve "Nothing else matters" ganham versões que podem confundir e frustrar alguns dos roqueiros que já acompanham a banda, mas a impressão geral é a de que o próprio grupo parou por alguns momentos de se levar a sério para brincar no palco, se divertir.
Ah, e não se pode esquecer dos covers que marcam o álbum. Depois de regravar Black Sabbath, Thin Lizzy, Mercyful Fate e outros clássicos do metal, o "Bridge School" também traz regravações de músicas famosas. Que tal ver James Hetfield entoando "Only happy when it rains", do Garbage?
E, além dela, há outra que pode fazer os metaleiros agonizarem: "Brothers in arms". O Metallica gravou uma versão ainda mais lenta e leve de que a original, do Dire Straits. E mais: Nazareth e Rare Earth, além da já tradicional "Turn the page", de Bob Seger.
É uma ironia ver o grupo de pós-adolescentes radicais e cabeludos que revolucionaram o rock pesado com o thrash dos anos 80 se tornar esse conjunto de coroas, pais de família que ainda vivem da música, mas mostram que as loucuras da juventude não consumiram seus cérebros, capazes de conhecer novidades, mudar, se adaptar e se divertir com tudo isso.
Nem confusos nem frustrados, os fãs, mesmo os mais metaleiros, têm que deixar de lado o fundamentalismo da religião heavy, relaxar e simplesmente se divertir.

Fonte: G1 / Escrito por: Daniel Buarque

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 09h31
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OS "CARAS" SE JUNTANDO

 +

Segundo o portal Whiplash, Tim Owens (ex-Iced Earth e Judas Priest) foi oficializado como novo vocalista da banda de YNGWIE MALMSTEEN. Tim entra no lugar deixado por Doogie White que deixou a banda recentemente. Malmsteen e Tim já estão trabalhando nas composições do novo álbum e a data de lançamento provável é para julho desse ano.

Post sugerido por: Fabin

Escrito por ALYSSON - 09h23
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EMORRÓIDAS

Escrito por ALYSSON - 13h52
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SET LIST -CIDADE ROCK - 24/02/2008

1º BLOCO

01 - Pixies - The Holiday Song
02 - Sonic Youth - Hendrix Necro
03 - Jesus and Mary Chain - Snakedriver
04 - Foo Fighters - I'll Stick
05 - Smashing Pumpkins - Cherub Rock

2º BLOCO

06 - Lobão - Dé Dé Dé Dé Déu
07 - La Carne - Como é Então
08 - Nihilo - Mariana
09 - UDJC - Esconderijo Anti-nuclear

3º BLOCO

10 - Hollowness - Ice Storm (Momento Beerock)
11 - Trouble - The Truth is, What is
12 - Monster Magnet - Wall of Fire
13 - Down - I Scream
14 - Heaven and Hell - The Mob Rules (Live)

Mais infos sobre o Hollowness aqui: www.myspace.com/bandahollowness

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h49
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UDJC NO CIDADE ROCK

Neste domingo, 24 de fevereiro, vai rolar um breve bate papo com o Léps no programa Cidade Rock. O backing vocal e percussionista da banda guaxupeana UDJC estará apresentando em primeira mão um som extraído da mais recente gravação dos caras. O programa vai ao ar às 19 horas. Para ouvir sintonize a Rádio Cidade (105.5 MHZ) ou acesse: www.fmcidade.com .

Escrito por ALYSSON - 09h37
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MAQUINARIA ROCK FEST

Dias 17 e 18 de maio acontece em São Paulo/SP, mais precisamente no Espaço Das Américas, a primeira edição do Maquinaria Rock Fest. Até o momento as atrações confirmadas são: Misfits (foto), Tristania, Muscaria, Sepultura, Massacration, Ratos De Porão e Threat.
Em breve serão anunciadas todas as atrações, preços dos ingressos e demais infos.

Site oficial: www.maquinariarockfest.com

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h27
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EM CAMPINAS - SP

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h34
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R AO CONTRÁRIO

Novo clipe da Plebe Rude. Fica a esperança que talvez um dia ocorra uma indgnação popular desse naipe no Brasil.

Escrito por ALYSSON - 09h33
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ENTREVISTA COM MALLU MAGALHÃES

Ela tem 15 anos recém completados, abriu um show dos cuiabanos do Vanguart em São Paulo e de repente, virou o hype do momento. Mallu Magalhães é a bola da vez no cenário independente nacional, muito por conta de seu fugaz sucesso no Myspace, local escolhido por ela (e por quase todas as bandas da atualidade), para dar vida a suas músicas. E inevitavelmente, inúmeras reportagens sobre ela em grandes veículos brasileiros pipocaram. Todos se rendendo ao talento da garota.
Suas canções são simples e carregam uma alegria peculiar, talvez típica da idade. Um “folk-contente”, como ela mesma definiu. “Tchubaruba”, uma das quatro canções que Mallu colocou em seu Myspace, já foi ouvida mais de 22 mil vezes e já se tornou um dos hits indie de 2008.

Segue entrevista com Mallu, sugada do e-zine Urbanaque:

São poucos os adolescentes interessados na música folk, a grande maioria prefere o emo ou a black music comercial. De onde vem esse seu interesse pelo folk? Quais são as suas principais influências?
Então, eu meio que gostava do folk sem saber que era folk. Foi depois de ter meu mundo musical na cabeça que o Mané [Manoel Brasil, produtor de Mallu] me contou que eu gostava de folk. Aí, comecei a pesquisar mais sobre o estilo e gostar cada vez mais.
De fora, eu escuto bastante os clássicos, como Beach Boys, Beatles, Animals, Elvis, Johnny Cash, e até Vanguart. São eles que ficam em mim.

Quando se fala em folk logo vem a cabeça a figura de Bob Dylan, mas quando eu ouvi suas músicas, o primeiro nome que me veio foi o de Ben Kweller, talvez por ele também ser um cantor/compositor folk, mas principalmente por ele também ter começado bem novo. Você conhece o trabalho dele? É uma influência pra você?
Ah, o Kweller de “Sundress”, a música ?! Gosto muuito dele! Nossa, estou muuito feliz por ter lembrado dele com meu som! Não sei se ele é uma influência para mim, além de tudo conheço o trabalho dele há pouco tempo. Mas eu o admiro bastante!

Você que compõe todas as músicas, certo? De onde você tira inspiração para escrever as letras?
Vem de coisas que eu passo, coisas que eu quero dizer para alguém. E também de coisas que eu imagino.

Como rolou o convite para abrir o show do Vanguart? Você já conhecia a banda?
Eu já os conhecia. O Mané tinha me apresentado, a gente ia a show e tal. Assim, eu já amava! Aí recebi uma ligação de uma moça (muito simpática por sinal, Indayara ), que me chamou!

Ao vivo você costuma tocar com uma banda de apoio. Quem são os músicos? Eles são jovens como você?
Eles são a banda que toca no estúdio. São mais velhos, eu prefiro. Eles tocaram nas gravações, e acabei precisando da ajuda no show, e eles toparam. Eu tive sorte de ter achado esses caras, do Lúcia no Céu [nome do estúdio e da banda].

Com quantos anos você começou a tocar e compor?
Comecei com uns 11, 12. Por aí.

O Brasil não possui muita tradição no folk, e agora começam a aparecer bons nomes como o Vanguart, The Dead Lovers Twisted Heart, Bad Folks, você acredita estar fazendo parte de um novo movimento, que pretende escrever a história da música folk brasileira?
Seria mais que uma honra: eu amo o Brasil, eu amo o Folk. Se depender de mim, embarco nesta descoberta com estes gênios, que já estão escrevendo esta história.

As músicas que estão em seu Myspace são todas em inglês. Você possui músicas em português? Porque a escolha da língua inglesa na hora de compor?
Sim. Eu uso muito a língua inglesa porque para mim é como uma máscara: eu falo, mas não digo assim, no ato. Mas é mais difícil, mais demorado, tenho que usar um dicionário de inglês e etc. Tenho umas três músicas em português, umas delas lançaremos em breve, a “Vanguart”. A outra, “Letrinhas dos Jornais” também vem vindo!

O Vanguart começou apenas com canções em inglês e agora tem feito suas melhores músicas em português, se aproximando cada vez mais da música brasileira. Você acha que esse é um caminho a ser seguido? Tem algum artista brasileiro que te inspira?
Acho que sim, é um caminho. Eu vou seguir o que eu faço: inglês e português, sem regras ou limitações, obrigações. Eu acho que é isso o folk: livre. Livre para gostar, e tocar, e compor, e cantar; seja João Gilberto, seja Mutantes, seja Gil, seja Caetano, seja Cazuza, seja Vanguart.

Além de cantar você pinta, desenha, e fotografa. De onde vem tanta inspiração e energia? Você é hiperativa (risos)?
Hahaha! É , eu sou bem agitada! Eu gosto mesmo é de ser eu: ter meu canto, ter meu jeito. Ter além de tudo, ali por perto, o meu mundo ‘folk-contente’. Acho que isso é a fonte: é a arte alegre do folk, e do estilo de cada um.

Depois do show com o Vanguart você conseguiu chamar atenção de muita gente. Quais são seus próximos planos? Vi que já tem três shows agendados em São Paulo em fevereiro, já recebeu proposta pra tocar em outras cidades?
Tenho planos de shows e também gravações, seguidos por um clipe. Já recebi convites do Rio, Belo Horizonte, mas acho que devemos ter um pouco de calma, mas um passeio pelo Brasil está nos planos, talvez um pouco distante, mas está.

Com esse espaço que você tem conseguido na mídia, como você vai fazer pra conciliar a escola com a carreira artística?
Bem, acho que agora que dar uma sossegada, mesmo se não mudar muita coisa, o meu objetivo é o equilíbrio. E o pessoal é bem compreeensivo, sabem da minha idade.

Seu sucesso veio durante as férias escolares. Como você acha que seus amigos da escola vão te receber agora?
Não sei, tomara que eles sejam legais. Estou bem curiosa para saber, mas acho que o pessoal não vai ter esse negócio de inveja, acho que eles nem vão saber o que andei fazendo.

Já está preparando um disco ou EP? Tem previsão de lançamento?
Sim, estamos esquentando. Acredito que em março teremos o material, mas eu sou meio ruim de conta e estimativa... eheheh.

Ouça aqui: www.myspace.com/mallumagalhaes

Fonte: Urbanaque

Escrito por ALYSSON - 10h28
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SET LIST - CIDADE ROCK - 17/02/2008

1º BLOCO

01 - Beatles - Savoy Truffle
02 - Pink Floyd - Interstellar Overdrive
03 - The Kinks - Come On Now
04 - The Sonics - Psycho

2º BLOCO

05 - Alice in Chains - Grind
06 - Screaming Trees - Troubled Times
07 - Afghan Whigs - I'm Her Slave
08 - Nirvana - Territorial Pissing - Live
09 - Mudhoney - Burn It Clean

3º BLOCO

10 - Hibria - Defying the Rules (Momento Beerock)
11 - Viper - All My Life
12 - Tribuzy - Agressive
13 - Dr. Sin - Full Trotlle
14 - Seven Keys - Seven Bulets

Mais infos sobre o Hibria aqui: www.hibria.com

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h16
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EM FRANCA - SP

GUERRILHA GIG 4

Bandas:

The Dead Rocks (São Carlos) - www.myspace.com/thedeadrocks

Plano Próximo (São Carlos) - www.myspace.com/planoproximo

Flag Pops (Franca) - www.myspace.com/flagpops

Tuizim (Franca) - www.myspace.com/tuizim

Pale Sunday (Jardinópolis) - www.myspace.com/palesundayband

Discotecagem: Meduzz Project

Fotos: Belisa

Arte: Patti Lima

Poesia Marginal: Chagas Oximoro

Dia 8/3
Local: Bar Nativa's (próximo a Unifran)
Horário: 21h
Ingressos:
R$10,00 até às 23h / R$15,00 após às 23h

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h09
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NEW YORK DOLLS NO BRASIL

Está confirmado pela produtora Ataque Frontal a vinda do lendário New York Dolls para o Brasil. O conjunto se apresenta em São Paulo/SP em Abril.
Em breve mais infos sobre este show histórico.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h34
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10 ANOS DE MONSTRO

2008 é um ano de festa para o rock independente nacional. O selo/produtora Monstro Discos, de Goiânia, está completando 10 anos de atividade. O compacto em vinil azul Sex, Rockets and Filth Songs, dos Mechanics, foi o início de tudo. Em 1998, a Monstro Discos iniciava sua jornada rock em uma inóspita terra de cowboys. Hoje, exatos 10 anos depois, o selo tem muito o que comemorar. Afinal, já contabilizou mais de 100 títulos lançados - entre CDs, compactos em vinil, fitas K7 e VHS - dos mais variados artistas, de Norte a Sul do Brasil, dois festivais consolidados, uma mostra de vídeos independentes - a Trash -, inúmeros shows em Goiânia, turnês internacionais e muitos outros projetos. Por tudo isso, 2008 será um ano de festas. Várias. E todas elas com o que a Monstro Discos mais sabe fazer: rock, sempre!
As comemorações terão início no dia 27 de março, com a festa de lançamento do novo álbum da banda Violins, “Redenção dos Corpos”. Os eventos comemorativos se extenderão até o final do ano, com a realização em novembro do 14º Goiânia Noise Festival, que já anunciou o Mudhoney, como um dos headliners.

Escrito por ALYSSON - 09h31
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SEVEN KEYS NO CIDADE ROCK

Neste domingo, 17 de fevereiro, vai rolar um breve bate papo com o Carlim Stampone no programa Cidade Rock. O vocalista e baixista da banda guaxupeana Seven Keys estará apresentando em primeira mão o single promo Seven Bullets, gravado recentemente.
O programa vai ao ar às 19 horas. Para ouvir sintonize a Rádio Cidade (105.5 MHZ) ou acesse: www.fmcidade.com .

Escrito por ALYSSON - 12h06
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COLETA BRAZUCA

Coletânea apresenta independentes brasileiros na França

Já está na rede a coletânea 'O Novo Rock do Brasil', parceria da revista francesa Brazuca com Senhor F Virtual. Apenas on line, com download gratuito, a coletânea traz 19 representantes da nova cena independente brasileira.
A revista Brazuca é publicada em francês e português, e é voltada para divulgar a cultura brasileira na França e na Bélgica. Brazuca é editada em Paris por Daniel Cariello, tem circulação física e também pode ser baixada em formato PDF.
“A coletânea 'O Novo Rock do Brasil' é uma prova da qualidade e diversidade da música produzida hoje no país, que tem nos festivais organizados pela ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes) sua principal plataforma de divulgação”, informam seus organizadores.
Na coletânea, estão artistas e bandas dos mais diferentes estados do Brasil, do Rio Grande do Sul ao Acre, passando pelo Mato Grosso e Goiás, entre outros. No som, um rock moderno, de variadas tonalidades, com uma poética sintonizada com os novos tempos do país e do mundo.
A seleção musical e produção é da agência, revista e selo digital Senhor F, com curadoria de seu editor Fernando Rosa, e do jornalista Pedro Brandt. A arte da capa é de André Ramos, capista oficial de Senhor F Discos.

Segue o set list:

01 - Los Porongas - Ao Cruzeiro (Senhor F Discos)
02 - China - Jardim de inverno (Candeeiro)
03 - Superguidis - Mais do que isso (Senhor F Discos)
04 - Vanguart - Semáforo (Outra Coisa)
05 - Ludov - Ciência (Mondo 77)
06 - Beto Só - Meu velho Escort (Senhor F Discos)
07 - Violins - Manicômio (Monstro Discos)
08 - Hurtmold - Sabo (Submarine Records)
09 - O Quarto das Cinzas - Incontrolável (Independente)
10 - Charme Chulo - Mazzaropi incriminado (Volume 1)
11 - Cravo Carbono - Café BR (Ná Records)
12 - Móveis Coloniais de Acaju - Sem palavras (Independente)
13 - Pata de Elefante - Hey! (Monstro Discos)
14 - Autoramas - Hotel Cervantes (Mondo 77)
15 - Volver - Pra Deus Implorar (Senhor F Discos)
16 - Lucy and The Popsonics - Chick chick boom (Monstro Discos)
17 - Supercordas - 3.000 folhas (Trombador)
18 - Macaco Bong - Fuck you lady (Fora do Eixo Discos/Monstro Discos)
19 - Pio Lobato - Tecno da saudade (Ná Records) - Bônus Track

Download aqui: http://www.senhorf.com.br/brazuca/compilation_brazuca.zip

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h20
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SAINDO DO FORNO

Mojo Book: Quadrophenia - The Who

Autor: Octavio Aragão

Se um disco pudesse ser convertido em palavras, que história que ele contaria? Essa é a proposta da MOJO BOOKS, editora virtual que promove a junção da música com a literatura. Vários álbuns já ganharam sua versão literária através do projeto, que disponibiliza os livros para download totalmente gratuito.
O mais novo rebento é nada mais nada menos que um dos maiores clássicos do rock mundial, o álbum Quadrophenia, do The Who, recontado por Octavio Aragão.

Segue release:

No Rio de Janeiro, durante a ditadura militar, um tumulto numa universadade dá margens a uma situação muito comum no Brasil.
Octavio Aragão capta a essência do disco e transporta para o Brasil essa sua realidade.

Sobre o autor:

Octavio Aragão, quarenta e três anos, é carioca, filho de militar e, talvez por causa disso, sofre profunda aversão por qualquer tipo de autoritarismo.
Designer gráfico por profissão e professor universitário por gosto, foi coordenador de arte de O Globo, subeditor de arte de O Dia e editor de arte das revistas de informática da Ediouro até 2001, quando resolveu virar acadêmico.
É doutor em artes visuais pela Escola de Belas Artes - UFRJ - e professor adjunto de desenho industrial, na UFES, em Vitória, Espírito Santo.
Desde 1998, tem publicado histórias de ficção científica, horror e fantasia em diversas antologias, além de ter capitaneado o Projeto Intempol, que gerou contos e HQs. Em 2006, lançou pela editora Mercuryo o romance A mão que cria, uma ficção alternativa na qual Júlio Verne tornou-se presidente da França e mudou a face do mundo.
Entre Vitória e o Rio, Octavio vive com a mulher Luciana e o filho Pedro, de quatro anos.

Três perguntas para o autor:

Porque escolheu este disco?
Trata-se de um dos meus 10 mais de toda a vida.
Para a Mojo Books tinha de ser um disco especial e uma homenagem às minhas bandas preferidas, Rush ou Who. Logo, minha regra particular foi "tenho de escolher um daqueles que eu saiba cantar inteiro, de trás para frente". Do Rush são vários, mas como o primeiro que ouvi foi o Caress of steel, seria ele, mas no caso do Who, o único que canto todinho, de cabo a rabo, é Quadrophenia. Cada canção, de vez em quando, me assombra nas horas mais inusitadas, no ônibus, no banho, no almoço, no trabalho... "Can you see the real me, can you?"
É sempre bom recordar que, de 82 a 89, fui vocalista de uma banda de rock. Isso sempre deixa seqüelas...

Como foi o processo de transformar música em literatura?
Fácil. Quadrophenia é uma história sobre gangues e jovens desajustados. Eu sempre me senti assim, apesar de todo mundo que me conheceu na época discordar (acho que isso fala um pouco a meu respeito, né?). Foi só pegar algumas imagens das letras, como a lambreta e os cabelos, alguns personagens, como o Bell Boy ou o Godfather, juntar um conflito físico muito parecido com o qual eu mesmo passei na faculdade e pronto! Claro que tive a manha de criar uma realidade alternativa para dar um certo "sense of wonder", mas que tivese a ver com a época. Nada como a agora esquecida Guerra das Malvinas.

Com qual canção do álbum você diria para o iniciar seu conto?
Sempre a primeira. Real Me, sem dúvida. Mas outras são muito importantes para entrar no clima, como "The Punk Meets the Godfather", "Cut My Hair", "5:15", e, obviamente, "Bell Boy".

Download do livro aqui: www.mojobooks.com.br

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h16
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EM FRANCA - SP

1º Vacapreta Fest

Bandas:

FULLGAS - http://www.myspace.com/bandafullgas

RAINED - http://www.myspace.com/rainedrock

DACTIV - OB - http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=33628

LADIES FIRST - http://www.youtube.com/watch?v=TZO-vDC86z8

INDEX - http://www.myspace.com/indexrock

PRELUDIO - http://www.myspace.com/preludiorock

Discotecagem: Marco Chaos - Unifran FM

Data:16/02/2008
Horario: à partir das 21:00 Hs
Local: Espaço Livre
Endereço: Av: Doutor Hélio Palermo nº 2680
Ticket: $7.00 (com as bandas de Franca e Casa São José Instrumentos Musicais)

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h43
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LÍNGUA SOLTA

Gene Simmons solta a língua novamente contra os downloads ilegais

Enquanto Paul Stanley declara que o KISS não lançará músicas novas devido ao fato da maioria das pessoas que vão aos shows sempre quererem ouvir os mesmos clássicos, Gene dá outro motivo em entrevista ao Herald Sun, da Austrália: "Não há novo material do KISS porque não há indústria musical. Qualquer banda que lança álbuns hoje está tentando escalar uma montanha escorregadia. Todo dia gravadoras estão quebrando. Seria legal fazer novas músicas, mas como lançá-las? Dando-as de graça pela internet?"
Simmons também chama de idiotas aqueles que baixam e incentivam o download ilegal: "Eu processaria do primeiro ao último. A partir do momento em que você se apossa de algo que é de propriedade alheia sem dar retorno ao dono, isso é roubo. Alguns me dizem ‘você é rico, já tem dinheiro suficiente’. Ninguém determina isso. Eu saberei quando estiver rico demais. Até onde sei, o que fazemos não se chama caridade, e sim música. Isso é ainda mais triste para as bandas novas, não afeta tanto a mim ou ao KISS, pois podemos continuar tocando em grandes estádios e lançando DVD’s. Mas não há chance de novatos se transformarem nos novos Beatles ou o novo KISS, pois não há infra-estrutura para isso".
Gene também falou que ainda há material para o lançamento de novos volumes da série KISSology, grande sucesso em DVD: "Filmamos desde o começo da nossa carreira. Ainda temos arquivos cheios de coisas nunca vistas nem ouvidas".
Sobre o reality-show “The Apprentice”, Simmons falou que apesar da idéia ser arrecadar fundos para caridade, essa não era a principal motivação de ninguém que lá estava: "Qualquer um que disser que está participando de um programa de televisão por caridade está mentindo. Todos fazem isso porque estar no vídeo é bom para suas carreiras de alguma forma. Sim, dei dinheiro para instituições, mas a razão principal foi que era legal aparecer na TV".
O baixista linguarudo aproveitou para criticar os rockstars atuais: "Os rappers são bem mais interessantes que os astros do rock atual, que mais parecem um bando de lixeiros. O KISS carrega a tradição de que o palco é um lugar sagrado e os fãs são nossos chefes. Devemos algo a eles. Isso é um privilégio e uma honra. Seria mais barato apenas plugar os instrumentos em amplificadores e tocar. Custa uma fortuna levar os nossos shows pelo mundo. Mas consideramos que essa é a nossa missão".

Fonte: Whiplash  /  Escrito por: João Renato Alves

Escrito por ALYSSON - 11h33
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OZZY, BLACK LABEL E KORN NO BRASIL

O "madman" Ozzy Osbourne está caminho da América Latina, numa turnê que começa no dia 30 de março na Argentina e termina no dia 11 de abril no México. O Brasil está incluído na turnê e, até o momento, duas datas já estão confirmadas: Rio de Janeiro (Arena Multiuso, dia 3 de abril) e São Paulo (Parque Antártica, dia 5).
O motivo da turnê é a divulgação de seu último álbum, Black Rain, que apesar das críticas mornas, recebeu disco de ouro por 500 mil cópias vendidas nos Estados Unidos.
O Black Label Society e o Korn ficarão responsáveis pela abertura dos shows.

Fonte: Omelete

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h29
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A COLMÉIA RECOMENDA

The Sonics - Here Are the Sonics (1965)

Essa é uma das mais importantes e influentes bandas de garagem dos anos 60. Com suas gravações simples, realizadas em dois canais e sua fúria, o grupo deixou marcas em várias gerações, influenciando de Stooges à Nirvana.
“Here Are the Sonics” é o debute dos caras, lançado em 1965. O álbum foi gravado em apenas dois canais, com um único microfone para captar todo o som da bateria. O grupo ainda usou potência máxima nos amplificadores para conseguir um som bem distorcido e agressivo.

"Se nossos discos soavam distorcidos, era proposital. Larry vivia mexendo nos amplificadores, desligando alto-falantes ou fazendo um buraco neles com um picador de gelo. No final, eles acabavam soando com um trem descontrolado", lembra Andy Parypa.

Kurt Cobain lembra que ficou fascinado pelo som de bateria dos Sonics: "mesmo gravando de maneira tão barata e simples, com apenas um microfone na bateria, eles têm o som de bateria que mais gosto.”

Tae mais uma banda fuderosa que conheci tardiamente. É galera, existe algo além de Led, Purple, Sabbath, Beatles e Pink Floyd. Basta correr atrás. Não dá pra ficar ouvindo Black Dog e Smoke on the Water a vida inteira. O rock n’ roll tem muito mais à oferecer.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 17h38
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SET LIST - CIDADE ROCK - 10/02/2007

1º BLOCO

01 - Steve Ray Vaughan - Mary Had a Little Lamb (Live)
02 - Rory Gallagher - Country Mile
03 - Jeff Beck - Rock My Plimsoul
04 - Gary Moore - Cold Day in Hell (Live)
05 - Eric Clapton - Blues Before Sunrise

2º BLOCO

06 - Television - Friction
07 - Richard Hell and The Voidoids - Blank Generation
08 - The Jam - Brick and Mortar
09 - Buzzcocks - Boredom
10 - The Clash - Clash City Rockers (Live)

3º BLOCO

11 - Ancesttral - Feel My Hate (Momento Beerock)
12 - Volkana - Hide
13 - The Mist - The Hangman Tree II
14 - Dorsal Atlântica - Fighting Gangs
15 - Cavalera Conspiracy - Inflikted
16 - Breakneck - Storm

Mais infos sobre o Ancesttral aqui: www.ancesttral.com

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 16h29
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VIOLÊNCIA E LEITE ALUCINÓGICO

Tema do novo Sepultura será o clássico Laranja Mecânica

Depois de Dante Alighieri, o Sepultura agora investe em Laranja Mecânica. Segundo o guitarrista Andreas Kisser (foto), o próximo álbum da banda terá como tema o famoso livro de Anthony Burgess, lançado em 1962.
“Já começamos o processo de composição do novo álbum do Sepultura em um estúdio de São Paulo. Vamos seguir os mesmos passos do nosso último disco, Dante XXI, mas dessa vez vamos nos inspirar no livro Laranja Mecânica, de Anthony Burgess, e no (homônimo) filme clássico feito pelo Stanley Kubrick”, diz Andreas. “Vamos escrever nossa própria trilha sonora para essa história e a própria vida de Burgess será uma inspiração para nós, tanto nas letras quanto na música e na ilustração da capa.”
Andreas finalizou recentemente a produção de seu primeiro álbum solo, que vai se chamar Hubris I & II. Será um CD duplo, com lançamento previsto para abril. “Estou muito empolgado com esse disco, pois é uma viagem musical às minhas influências musicais dos últimos 15 anos de minha vida, porém, ao mesmo tempo, é diferente de tudo que já fiz antes”, completa ele.

Fonte: Rock Brigade
Post sugerido por: Neto

Escrito por ALYSSON - 16h25
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EM SÃO PAULO

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 17h14
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BREAKNECK NO CIDADE ROCK

Atenção bangers, neste domingo, 10 de fevereiro, vai rolar um breve bate papo com o Biano no programa Cidade Rock. O vocalista da Breakneck estará apresentando em primeira mão um som promo extraído da mais recente gravação da banda.

O programa vai ao ar às 19 horas. Para ouvir sintonize a Rádio Cidade (105.5 MHZ) ou acesse: www.fmcidade.com .

Escrito por ALYSSON - 15h42
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ZEFIRINA + LOBÃO

Escrito por ALYSSON - 12h20
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A COLMÉIA RECOMENDA

Acabou de sair do forno, um suplemento especial da revista online Etcetera, onde escritores escrevem sobre os discos que mudaram suas vidas. Destaque pro grande Jorge Cardoso, que simplesmente destrói, com a melhor resenha já escrita do clássico "Piece of Mind" do Iron Maiden e Melissa Crocetti com um texto emocionante sobre o mestre Mark Sandman e o Morphine.

Leia aqui: www.revistaetcetera.com.br/22/discos/index.html

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 12h05
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SET LIST - CIDADE ROCK - 03/02/2008

1º BLOCO

01 - Mountain - Never in My Life
02 - Rush - A Passage to Bangkok
03 - Queen - Now I'm Here
04 - Ritchie Blackmore's Rainbow - If You Don’t Like Rock’n Roll
05 - Glenn Hughes - Soul Mover

2º BLOCO

06 - Nitrominds - Something to Believe
07 - Hateen - Big Life (Live)
08 - Holly Tree - Living in the City
09 - Garage Fuzz - Lead a Pointless Life (Live)
10 - Street Bulldogs - Spider

3º BLOCO

11 - Hangar - Capitivity a Horse a Thousand Roons (Momento Beerock)
12 - Gamma Ray - Fron The Ashes
13 - Helloween - Paint a New World
14 - Iced Earth - Tem Thousand Strong
15 - Hammerfall - Titan
16 - Stratovarius - Fight

Mais infos sobre o Hangar aqui: www.hangar.mus.br

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 12h09
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EM RIBEIRÃO PRETO - SP

Edição ribeirãopretana do maior festival integrado de música independente da América Latina.

com a banda:

- ZEFIRINA BOMBA - João pessoa/PB
Elogiado trio paraibano que se destaca pela ótima performance ao vivo utilizando uma viola elétrica distorcida.
Ouça aqui: www.myspace.com/zefirinabomba

+ pocket shows:

- ALMA MATER - experimental - Rib. Preto
- FLAG POPS - surf/garage - Franca
- PALE SUNDAY - indie/pop - Jardinópolis
- INTERSTELLAR - post-punk - Rib. Preto
- VERBO PERFEITO - grunge/90's - Rib. Preto
- BERRODUBIO - psicodélico - Rib. Preto

+ djs na sinuca:

- LEANDRO PEDRA - breakcore/old school gabber
- RODRIGO MOD - britpop
- CLAY X VALTIM - indie rock
- CHOCOLATE MUSIC - electro/new rave

convite:
R$7 (preço único)

Local: PORÃO - R. Cerqueira César, 629 - Centro - Rib. Preto/SP
Estacionamento no local.

Realização: Groselha Fuzz - www.myspace.com/groselhafuzz

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 12h06
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EM CAMPINAS - SP

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 12h00
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GRITO ROCK 2008

Festival amplia território + entrevista com Paulo Capilé (um dos mentores do evento)

Enquanto Ivete Sangalo, Ana Carolina, Kid Abelha e Jota Quest lideram as paradas de sucesso em todo o país, uma geração de novos artistas batalha fora da grande mídia apostando em trabalhos autorais. A grande diferença de outros tempos é que, agora, não há uma região especifica fomentando esse cenário, mas sim todo o Brasil, do Acre até Porto Alegre, passando por Goiânia, Cuiabá, Porto Velho e dezenas de outras cidades que, juntas, vão integrar o segundo Grito Rock Nacional. Ou melhor: o primeiro Grito Rock América do Sul, já que Argentina, Uruguai e Bolívia integram a versão 2008 do projeto.
Exatamente no meio de carnaval, um exército de bandas estará empunhando instrumentos em 44 cidades brasileiras e três estrangeiras (Montevidéu, Buenos Aires e Santa Cruz de La Sierra) exibindo uma organização que impressiona e, sobretudo, abre novas possibilidades para a música brasileira. Foi se o tempo em que as bandas surgiam imaginando vender milhões de discos, sonhavam em aparecer no Faustão e pensavam em tocar nas rádios AM e FM. O cenário mudou radicalmente, e as perspectivas precisaram ser revistas.
“Esse mercado médio já esqueceu do Faustão faz tempo”, diz Pablo Capilé, responsável pela área de planejamento do Espaço Cubo, produtora que organiza o Festival Calango, em Cuiabá, e que apostou na articulação nacional dos festivais independentes. “Esse novo modelo de negócio na música está formando os circuitos médios, que dão autonomia para as bandas e a possibilidade de investir em um novo modelo de carreira”, explica em conversa por MSN. Para Capilé, um novo cenário está se formando fortalecido por festivais, associações, casas de shows e, claro, boas bandas.
De certa forma, essa visão é avalizada pela votação de Melhores do Ano do site independente Scream and Yell, que reuniu 91 pessoas que lidam com cultura (prioritariamente música) no país e apontou nomes como Vanguart (Cuiabá), Terminal Guadalupe (Curitiba), Hurtmold (São Paulo), Violins (Goiânia) e Superguidis (Porto Alegre) entre os nomes de maior destaque em 2007. O fato – interessante – é que nenhum destes cinco nomes freqüenta o Top 100 das paradas de sucesso que abre esse texto.
Isso poderia ser um problema alguns anos atrás, quando o cenário independente não se sustentava, quando as bandas não conseguiam espaço para tocar, quando alguns festivais lutavam bravamente (e isoladamente) em lugares longínquos como Goiânia e Recife. Agora a história é outra e o Grito Rock 2008 tem um papel fundamental nessa movimentação. No meio do carnaval, 44 cidades brasileiras vão abrigar festivais independentes de música. A lista completa pode ser conferida no site oficial do evento (www.gritorock.com.br). Abaixo, Pablo Capilé conta mais novidades sobre o projeto, fala da movimentação no circuito independente e afirma: “A tendência é que tudo isso cresça cada vez mais”.

Grito Rock 2008. Esse já é o segundo ou o terceiro? Ou perdi os outros?
Na verdade este é o sexto em Cuiabá, e o segundo realizado em parceria com o Circuito Fora do Eixo, cuja ação inclui dezenas de cidades.

Como se deu esse contato e formou-se essa rede que engloba praticamente o país inteiro?
Na verdade, começamos o Grito aqui em Cuiabá em 2003, e nos anos seguintes demos continuidade a ação sempre a ampliando. Em 2003 foi um dia somente; 2004 dois dias; 2005 três dias; 2006 quatro dias, e 2007 e 2008 cinco dias. Em 2005 começou a surgir uma movimentação bem bacana na cena independente nacional, pautada principalmente no associativismo, e como conseqüência disso nasceram o Circuito Fora do Eixo e a Abrafin, Associação Brasileira dos Festivais Independentes. O Circuito Fora do Eixo consistia em integrar cidades distantes do eixo tradicional de produção fonográfica, potencializando assim a circulação de bandas e produtores, a distribuição de produtos e a produção de conteúdo. Com isso, em 2006 fizemos a primeira reunião do Circuito Fora do Eixo, justamente no Grito Rock Cuiabá, e nesta reunião foi elaborado o planejamento estratégico do circuito e definidas as primeiras ações. Para começar trabalhamos para que as bandas e os produtores circulassem mais, fazendo com que bandas do Acre tocassem em outros estados, bandas cuiabanas, rondonienses, belenenses, goianas, uberlandenses e etc… E durante o ano fizemos várias delas circularem, dai surgem bandas como o Vanguart, o Los Porongas, o Madame Saatan, o Macaco Bong, o Porcas Borboletas, bandas que começaram a despontar após o surgimento do Circuito e da premissa de circulação.

E isso resultou em um Grito Rock nacional no ano passado. Quais foram os números de 2007 e como está indo a coisa toda pra esse ano?
A união de tudo isso resultou no Grito do ano passado, onde 20 cidades que já participavam do circuito organizaram em conjunto o Grito Rock Brasil 2007. Em 2007, 20 cidades realizaram a ação, 300 bandas se apresentaram, 150 mil panfletos foram distribuídos, 20 equipes de sonorização contratadas, 500 seguranças, 130 vídeos produzidos, turnês realizadas, e mais de 50 mil pessoas acompanharam o evento. Além disso, o evento gerou quase R$ 2 milhões de mídia espontânea, já que além das mídias independentes, as mídias tradicionais também publicaram bastante, revistas de grande circulação. Todas as cidades conseguiram grandes matérias em jornais locais. Tudo isso chancelou o evento a tal ponto que conseguimos dobrar o numero de cidades para 2008, e incluir também outros países da América do Sul.

Quantas cidades já confirmaram para este ano?
47. 44 brasileiras e 3 gringas, sendo que no sul, norte, sudeste e centro oeste todos os estados estarão participando. No nordeste saímos de um estado em 2007 para 4 em 2008. O nordeste, devido a distância, está sendo o mais difícil de se consolidar a integração.

Três gringas? Estamos ultrapassando fronteiras?
Sim, estamos. Grito Rock Montevidéu, Grito Rock Buenos Aires e Grito Rock Santa Cruz de la Sierra. Seguindo também uma das premissas do Circuito e da Abrafin de articulação com os paises sul-americanos.

O legal é que isso abre portas para as bandas brasileiras nestes países…
Sem dúvida, e duas delas estarão se apresentando, Autoramas em Montevidéu e Macaco Bong em Buenos Aires.
Como alguém faz para colocar a sua cidade no Grito Rock? Quais os passos?
O Grito Rock funciona como um software livre: temos um código fonte em Cuiabá e esse código é readaptado por outras cidades conforme as realidades locais. O primeiro passo é a participação no Circuito Fora do Eixo, e depois disso cada cidade apresenta uma proposta de organização do evento que passa pelo conselho gestor do circuito e em dois dias a resposta é dada.

De um cara que tem experiência no negócio, como é montar um festival?
Festivais são o topo da cadeia produtiva das cenas locais, então precisamos nos ater sempre a diversos fatores, a começar por um bom planejamento, baseado em uma planilha de custos muito bem amarrada e interligada ao conceito do evento, sem falar na inter-relação com a iniciativa privada e com o poder publico, sempre na busca de alcançar a excelência de produção. Além das questões estruturais é sempre muito prazeroso trabalhar e montar a grade de programações e acompanhar a interface com o publico, que é a grande força motriz dessa história toda. E hoje, com a Abrafin, os festivais ganham ainda mais força, ampliando seu leque de atuação, e se estabelecendo definitivamente como a nova cara da música brasileira.

Como você analisa essa movimentação toda no cenário independente?
Estamos vivendo um momento muitíssimo promissor no cenário independente nacional, com festivais se consolidando, casas de shows surgindo, mídias independentes cada vez mais acessadas, bandas rodando o país e consolidando uma carreira, lançando CDs, recebendo cachês honestos, etc… Visualizando assim a efetivação de um mercado médio, onde o sucesso é pagar as contas e o artista é igual pedreiro, auto-produtor, gerente da sua carreira. A iniciativa privada tem investido cada vez mais, o poder público idem, e os produtores tem trocado tecnologia e se qualificado cada vez mais nesse mercado.

O fortalecimento dessa cena (e o Grito Rock é vital nisso) abre novas possibilidades para a música independente nacional. Olhamos a parada de sucessos e não vemos nada interessante. Você não acha que está na hora de esquecermos a ilusão das grandes gravadoras, de aparecer no Domingão no Faustão, de vender milhões de discos, e nos voltarmos para a nossa realidade, trabalharmos na construção de um circuito?
Cara, mas esse é o x da questão. Esse mercado médio já esqueceu do Faustão faz tempo. Ninguém mais tem como meta vender esses milhões e estourar nas paradas de sucesso das rádios jabás. Esse é o grande diferencial. Esse novo modelo de negócio na música está formando os circuitos médios, que dão autonomia para as bandas e a possibilidade de investir em um novo modelo de carreira. Lançando CDs todos os anos, tocando em festivais, e depois voltando para tocar nas casas de shows e em eventos menores. Tocando em web-radios, se divulgando nas mídias independentes. Tudo isso já é um mercado em franca ascensão e não dá mais pra não ser notado. Alguns festivais já tem orçamentos de mais de um milhão de reais. Só na Abrafin somos 30 festivais que fazem girar alguns milhões de reais por ano, sem falar nos outros elos desse mercado. Esta sendo lançada agora também uma associação brasileira de casas de shows, que já conta inicialmente com 10 casas, e que pretende incluir mais uma dezena de casas ate o fim do ano.

Muito boa essa notícia das casas de shows!
Temos também uma série de sites e blogs muito acessados, o Scream & Yell é um bom exemplo, o Senhor F, o Futuro da Música, e mais um montão que acessamos diariamente e que tem formado opinião de produtores, bandas e também do público. Além disso temos uma série de bandas despontando: Vanguart, Macaco Bong, Los Porongas, Superguidis, Trilobit, Madame Saatan, Porcas Borboletas, entre outras. Elas surgem dessa nova lógica e ocupam cada vez mais espaços no cenário. Não está vendendo milhões porque a lógica da grande indústria já esta falida, e os caras estão perdidinhos, sem saber como reverter esse quadro. Então veja bem: Associação brasileira de festivais, associação brasileira de casas de shows, mídias independentes, selos independentes, isso tudo vai formando a coluna dorsal desse circuito, e isso é um fato.

Exatamente!
Não tem ninguém aqui com discurso pseudo-socialista nem nada. Estamos apenas trabalhando por um mercado que é mais compatível com a nova realidade da música no país, e que se baseie em suportes construídos localmente, que quando integrados nacionalmente se transformam em uma cadeia produtiva muito promissora. Que se baseia na economia solidária, nas trocas solidárias, na democratização do acesso, na relação com o poder público e com a iniciativa privada, com a desmistificação do mito do artista em prol da autogestão de uma carreira, algo que já acontece em outros países e que cada vez mais toma forma no Brasil. Há algum tempo atrás a cena de Cuiabá não existia no mapa. Hoje tem produzido algumas das boas idéias e de boas bandas do país, o Acre a mesma coisa, Belém a mesma coisa, Goiânia nem se fala, Londrina, Uberlândia, estados do nordeste, e tudo isso proporcionado pelo estimulo que a organização de um mercado médio traz para todos os envolvidos. Para você ter uma idéia, todas as capitais do país hoje em dia possuem coletivos altamente produtivos que organizam dezenas de eventos anuais além dos grandes festivais, e que também tem seus selos, suas casas de shows, seus blogs e sites, se relacionam com o poder público, organizam turnês e etc…

Então é possível vislumbrar que uma banda consiga sobreviver de música sem estar na grande mídia. Caminhamos pra isso, não?
Sem sombra de dúvida: é possível. Algumas já conseguem sobreviver nessa lógica, e o Autoramas é um belo exemplo, o Vanguart outro, o Los Porongas outro. Já tem uma galera sobrevivendo única e exclusivamente da música, e a tendência é que isso cresça cada vez mais. Das centenas de bandas que estão no circuito poucas já sobrevivem só da música, mas isso é normal, o crescimento tem sido gradativo. E esse número vai aumentar cada vez mais. Tomemos os festivais como exemplo: alguns deles já são organizados faz mais de 10 anos, e com a criação da Abrafin, todos tem conseguido parcerias que auxiliam na estruturação destes eventos, tem cervejarias bancando todo o calendário, e a Petrobras acaba de lançar um edital para apoio aos festivais. Isso faz com que novos festivais comecem a surgir também estimulados pelo case de sucesso dos anteriores. E com as bandas não está sendo diferente. Muitas delas tem se dedicado cada vez mais a carreira e isso é o passo fundamental para sobreviver da música, entender a nova realidade e saber investir estrategicamente em todos os elos da cadeia produtiva. A mesma coisa com as casas de shows, o sucesso de uma estimula o surgimento de outra e só esse ano várias cidades já estão planejando o lançamento de suas casas. A tendência é que tudo isso cresça cada vez mais.

Fonte: Scream & Yell / Texto e entrevista por: Marcelo Costa

Escrito por ALYSSON - 11h44
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SAINDO DO FORNO

MQN vs Forgotten Boys - Fuck CD Sessions - Edição Extra

Dando continuidade a série Fuck CD Sessions, a banda goiâna MQN acaba de lançar uma edição extra do projeto. Desta vez os goiânos dividem o trampo com os paulistas do Forgotten Boys, sendo uma faixa pra cada banda.
MQN traz a inédita Electrify, um rock n’ roll pra lá de fuderoso. Já os Forgotten Boys comparecem com God’s Trash Can, faixa de pegada stoneana que já havia sido lançada virtualmente em 2004.
O compacto em vinyl, ainda não saiu da fábrica. Parece que a Polisom, única fábrica de vinyl da américa latina, situana no Rio de Janeiro, está prestes a fechar. Enquanto o disquim não sai, os fãs podem baixar esta edição extra do projeto Fuck CD Sessions, em formato MP3 de alta qualidade, com capa feita pelo artista MAUAMOR (Groovie Records - Portugal) e ficha técnica completa, diretamente no site oficial do MQN.

Download aqui: www.mqn.com.br

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h23
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EM CAMPINAS

Serviço:

03/02/08 - Domingo
JOE LALLY (baixista do FUGAZI)
M. TAKARA (HURTMOLD)
NOVA PASTA
19h - R$9,00

http://www.myspace.com/josephlally
http://www.myspace.com/mtakara
http://www.myspace.com/novapasta

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Av. Albino J. B. de Oliveira, 1325
(Em frente ao Super. Pão de Açúcar)
Barão Geraldo - Campinas - SP

http://www.obardoze.com.br
http://www.myspace.com/bardoze
http://www.fotolog.com/bar_do_ze

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h20
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DAHMER

Escrito por ALYSSON - 11h18
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SONS JUPITERIANOS

Já bem conhecido no cenário “underground” brasileiro, o grande Júpiter Maçã, acaba de disponibilizar músicas de seu novo álbum para audição no MySpace.
O disco, chamado “Uma Tarde na Fruteira”, na verdade foi gravado em 2004, mas continua inédito no Brasil até hoje e será lançado oficialmente nas próximas semanas pela gravadora espanhola Elefant.

Ouça aqui: www.myspace.com/jupiterapple

Escrito por ALYSSON - 11h12
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