BEEROCK

CAVALERA CONSPIRACY

A nova banda dos irmãos Max e Iggor Cavalera, Cavalera Conspiracy, disponibilizou na Internet gravações de duas músicas do repertório de seu primeiro álbum, "Inflikted", a ser lançado em 24 de março.
Com boa qualidade, MP3s de "Sanctuary" e de uma versão demo da faixa-título foram hospedados no site da "gravadora Roadrunner" e podem ser baixados diretamente da página do Cavalera Conspiracy no "MySpace".
Também participam do novo grupo o baixista do Gojira, Joe Duplantier, e o guitarrista Marc Rizzo, do Soulfly.

Download:
www.roadrunnerrecords.com
www.myspace.com/CavaleraConspiracy

Escrito por ALYSSON - 10h59
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VELVET, STONE & ROSES

Há poucos dias, o vocalista do Velvet Revolver, Scott Weiland, declarou que gostaria de retomar os trabalhos com sua ex-banda, o Stone Temple Pilots. Seu companheiro de Velvet Revolver, o guitarrista Slash, confirmou à Billboard que assim que a turnê do Velvet terminar, em meados de abril, Weiland vai se reunir com os membros do STP para fazer uma série de shows.
O último álbum de inéditas do Stone Temple Pilots foi Shangri-La Dee Da, lançado em 2002. Em seguida a banda lançou uma coletânea de sucessos, Thank You, e Weiland assumiu os vocais do projeto então recém-formado por Slash e outros ex-integrantes do Guns 'n' Roses.
Slash contou também que não tem mais contato com Axl Rose, que ainda comanda o Guns, tampouco sabe algo sobre o novo álbum da banda, o aguardado, atrasado, remarcado, postergado Chinese Democracy.
No entanto, o guitarrista afirmou que espera que sua ex-banda consiga se reunir para pelo menos um show, caso ingresse no Hall da Fama do Rock, em 2012. Para entrar no Hall da Fama, o artista precisa ter feito sua primeira gravação há, no mínimo, 25 anos. 2012 é o ano em que o Guns se torna elegível.
Ainda a respeito do Guns e do Stone Temple Pilots, Slash confidenciou que o Velvet Revolver voltou a incluir músicas dessas bandas nos shows porque estava sentindo saudades de tocá-las, não pelos fãs: "Uma vez que gravamos o segundo álbum, achamos que não precisaríamos mais tocar músicas do Guns e do STP. Era como se Pete Townshend [guitarrista do Who] não sentisse mais necessidade de destruir seu equipamento após cada show que fazia, deixou de ser obrigação. Mas chegou uma hora em que nós pessoalmente começamos a sentir falta delas. Essas músicas são as covers mais fáceis de se tocar, afinal nós as escrevemos".
Em outra entrevista recente, Slash contou que assim que a turnê de divulgação de Libertad, segundo álbum do Velvet Revolver, estiver concluída, a banda pretende entrar no estúdio para preparar seu terceiro disco. Agora resta saber quem vem antes: o novo trabalho ou o Stone Temple Pilots.

Fonte: Omelete / Escrito por: Luciana Maria Sanches

Escrito por ALYSSON - 10h54
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EM VARGINHA - MG

08/03/2008 - A partir das 14:00
Sítio Engrenagem - Varginha/MG

Shows:

THE DOORS COVER OFICIAL - São Paulo-SP
Rock and Roll

RUSH COVER - Machado-MG
Rock and Roll Progressivo

BLACK JACK BONES - Três Pontas - MG
Rock and Roll

DIABLO DE HAVANA - Varginha - MG
Blues Rock (Tributo ao Jimi Hendrix)

NA CASA ROSA - Varginha - MG
Rock and Roll e Blues

MÁQUINA A VAPOR - Lambari - MG
Rock and Roll

COICE DE MULA - Varginha - MG
Rock and Roll

JARDIM ELÉTRICO - S. Gonçalo do Sapucaí - MG
Rock and Roll Nacional anos 70

JUKE BOX - Cambuquira - MG
Rock and Roll

JARDIM DO SAPO - Varginha - MG
Tributo ao Raul Seixas com a presença do MOE - cover do Raul Seixas

Masculino: R$ 15,00
Feminino: R$ 12,00

Contato:
(35) 3221-9444
MSN: hthompson2@hotmail.com

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h48
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EM SÃO PAULO

Foram abertas as inscrições para a segunda edição do festival A Fantástica Fábrica de Bandas. O evento que em 2007 teve a apresentação de mais de 50 bandas em 4 dias de eventos, movimentou cerca de 2000 pessoas e ainda distribuiu R$ 1.500,00 em prêmios.
Esse festival volta agora em 2008 reforçado com uma premiação de R$ 4.500,00 além do quê todo o evento será registrado em DVD, com imagens captadas por 3 câmeras profissionais e áudio em 16 canais. É o estúdio no palco, juntando tudo que uma banda precisa num único evento.
Todas as bandas participantes entrarão com uma música no DVD coletânea do festival. As informações, regulamento, inscrição e até mesmo takes de DVDs de outros eventos podem ser vistos no link www.interludevirtual.com/fabrica.html .
O local do evento será o Espaço Huss (www.huss.com.br) que fica na Cardeal Arcoverde, 573 – Pinheiros – São Paulo – S.P
O festival ocorrerá entre março e abril.

Fonte: Portal Bandas de Garagem

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h41
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SET LIST - CIDADE ROCK - 27/01/2008

1º BLOCO

01 - Jefferson Airplane - The Last Wall of the Castle
02 - The Doors - Five to One (Live)
03 - Velvet Underground - Venus in Furs
04 - Grenade - Erase Your Head (Momento Beerock)
05 - The Who - I'm Free (Live)

2º BLOCO

06 - Pin Ups - Lack of Personality
07 - OZ - Burn
08 - Astromato - Boçal Dúvida Existencial
09 - R.I.P. Monsters - Top of the Hill
10 - Diesel - Pull Taqueopariu

3º BLOCO

11 - Hüsker Dü - Broken Home, Broken Heart
12 - Minor Threat - Minor Threat
13 - Circle Jerks - Red Tape
14 - Black Flag - Six Pack
15 - Dead Kennedys - Kill the Poor

Bônus Track - Tributo ao Turbonegro:

16 - Queens of the Stone Age - Back to Dungaree High
17 - Motosierra - Hobbit Motherfuckers
18 - Ratos de Porão - Suburban Anti-christ

Mais infos sobre o Grenade aqui: www.grenade.com.br

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h04
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A COLMÉIA RECOMENDA

ANCESTTRAL

Essa banda paulista faz um som tão fiel às origens do Metallica que alguns dizem que ELES são o Metallica e o Metallica é o cover deles, rsrsrs.

Mas não se trata de uma mera cópia. Os caras deram uma modernizada naquele thrash tão fuderoso que o Metallica fazia nos anos 80.

Vale a pena conferir. Tem 5 sons para download aqui: www.ancesttral.com

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h24
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IMAGENS ENTORPECIDAS

CHAPPAQUA
Direção: Conrad Rooks
País: Estados Unidos/França
Ano:1966

... Começo este diário como um registro de minhas experiências enquanto sofria de alcoolismo... /aos dezenove anos conheci maconha, haxixe, cocaína e heroína, que me afastaram do álcool por um tempo curto. Finalmente fui introduzido aos alucinógenos; peyote, psylopsibine e LSD 25...

Este é o cartão de visitas de Chappaqua. Um diário visual a serviço do cinema de invenção. Os méritos vão todos para o diretor, produtor e ator principal Conrad Rooks, figura obscura que partiu de uma história pessoal para realizar uma das grandes obras do cinema porra louca da década de 60.
Russel Harwick (Rooks) é um junkie de carteirinha que tenta a salvação em uma bucólica clínica de recuperação na França, já que sob as luzes boêmias de Nova York sua vida estava indo para o ralo. Uma das primeiras seqüências é clássica. O polêmico e doidão grupo nova-iorquino The Fugs toca o diabo em um concerto regado a LSD. Harwick literalmente lambe o chão (veja aqui: http://br.youtube.com/watch?v=nZ5Gzclz7xA).
E Russel Harwick não está nem um pouco a fim de colaborar. A caminho da França, o sujeito se droga em pleno avião e surge no saguão do aeroporto trocando as pernas. Para piorar, a clínica funciona em um castelo com ares mal assombrados e um dos médicos é interpretado por um tenebroso William Burroughs. Não há como não lembrar de Dr. Benway, um dos personagens mais bizarros da obra máxima do escritor beat, Almoço Nu. A paranóia toma conta do paciente.
Na clínica, Harwick conta um pouco de sua vida, a infância em Chappaqua (pequena cidade localizada a 80 km de Nova York), as primeiras experiências com peyote em rituais indígenas, o american dream nas motocicletas e jaquetas de couro que ele sonhava pelos cinemas durante os 50´s... Interessante que o filme traz um lado não tão agradável das trips bem na época em que as pessoas começavam a se maravilhar com as descobertas lisérgicas. Ken Kesey e seus Merry Pranksters ainda viajavam de costa a costa deslumbrando LSD nas limonadas caretas dos Estados Unidos...
Reduzido em palavras, até parece se tratar de um filme “normal”. Mas nada disso, no (des)enrolar da trama, flashbacks misturam-se com alucinações e sonhos. As imagens se multiplicam, se sobrepõem, ganham cores, formas, contornos, surgem em preto & branco de sombras deformadas que remetem ao expressionismo alemão, em negativo, em rotação acelerada, com a luz estourada... Em algum momento, tem-se a impressão de que toda a equipe de filmagem (que aparece em cena em vários momentos) está cheia de drogas na cuca. A direção musical sublime de Phillip Glass também ajuda na loucura.
Fica impossível saber o que realmente está acontecendo, como por exemplo, em uma suposta fuga de Harwick (o guarda da clínica anuncia que “ela” escapou, enquanto o junkie aparece andando nas ruas, curtindo um show de jazz), e também na sua saída após o tratamento. Ao mesmo tempo em que Harwick entra em um helicóptero (!!!) e acena para enfermeiras, o próprio sobe até o topo do castelo e dança rock´n´roll. Será que ele realmente teve alta ou é mais um delírio?
Isso não importa. Chappaqua é o tipo do filme em que a historinha é o que menos conta, cada imagem vale por si. De qualquer forma, para quem quiser tentar acompanhar um possível começo-meio-fim, a reunião de cenas psicodélicas ainda serve muito bem ao caleidoscópio perturbador que a mente de Harwick sugere ser. Esse é o grande trunfo da obra de Conrad Rooks. As drogas são apenas um pretexto para o diretor experimentar sem nenhum limite as possibilidades múltiplas da imagem.
No texto fundamental O Acinema, de 1973, o francês Jean-François Lyotard trouxe na comparação entre criança e adulto e suas relações com o fósforo a metáfora para um cinema preso a um processo comercial e um cinema livre. Chappaqua está longe do adulto que, mecanicamente, acende o fósforo apenas para ligar o fogão. Ele é a criança que acende o fósforo pelo simples prazer do “movimento, das cores que mudam, das luzes que alcançam o acme de seu brilho, da morte do pedacinho de madeira...”. É um filme que se encaixa muito bem na “intensidade gozosa” infantil que o filósofo francês define.
Os 82 minutos de catarse imagética ainda trazem uma coleção de figuras importantíssimas daqueles tempos loucos, gente como o poeta beatnik Allen Ginsberg, o jazzista inovador Ornette Coleman, o guru espiritual Swami Satchidananda, o diretor de teatro francês Jean-Louis Barrault e o músico Ravi Shankar (este responsável pela climática trilha sonora), além de algumas belas mulheres (nuas ou não), índios fumando algo bom, vampiros à la Murnau, aborígines selvagens, pastores, anões fuzilados... Filmado antes da explosão flower power de 1967, a nebulosa obra atinge o clímax entre as experimentações avant-garde (há muita influência de expressionismo alemão e surrealismo) e as primeiras sacações psicodélicas dos sixties.
Chappaqua foi o projeto da vida de Conrad Rooks. Diz a lenda que ele investiu todo seu dinheiro no filme, rodado de forma totalmente independente. Rooks era figurinha carimbada na baladíssima Greenwich Village, era amigo dos escritores beats, conhecia a Índia e foi um dos caras que ajudou a levar a cultura oriental para os Estados Unidos. Mesmo com certo reconhecimento e o prêmio especial do júri no Festival de Veneza em 1966, Rooks sumiu da cena e só voltou a dirigir outro filme em 1972 (uma elogiada adaptação para o romance Siddharta). Mas parou por aí. Felizmente Chappaqua ficou eternizado como um dos marcos cult do cinema psicodélico e, por incrível que pareça, foi lançado em DVD no Brasil. Corra para a locadora e good trip!

Fonte: Rock Press / Escrito por: Leonardo Bomfim

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h06
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A COLMÉIA RECOMENDA

Acho que todo mundo leu em algum site ou blog que o Robert Plant andou declarando que "Radiohead é um lixo". Na verdade não sei se ele disse realmente isso. Pode ser que não. Pode ser um boato de internet. O fato é que não tô nem ae pra essa miúdeza. Mas aproveito o ensejo para postar uma puta resenha de "um dos melhores discos de todos os tempos".

Radiohead - Ok Computer (1997)

É tão curioso quanto arriscado eleger um álbum de uma década tão recente como um clássico, mas Ok Computer merece o posto. É modelar, é referencial. Parece ter sido concebido num daqueles raríssimos momentos de inspiração tão elevada que uma nota a mais, um segundo a menos, uma palavra mal colocada poriam tudo a perder. Um daqueles momentos em que os relógios pararam (inclusive o Big Ben!) e os olhares de todo mundo se voltaram à Grã-Bretanha para assistir ao Radiohead cravar definitivamente seu nome na História da Música.
Não é por acaso que OK Computer foi chamado o Dark Side of the Moon dos anos 90. Assim como o clássico do Pink Floyd, Ok Computer é conceitual, exige um profundo exercício mental para ser compreendido e se tornou referência imediata na música que seria feita subseqüentemente. Que o digam Coldplay, Muse, Elbow, Travis, etc.
Absolutamente todos os infindáveis ruídos presentes no álbum têm razão de ser. Tudo o que está ali é partícula indivisível de um organismo que compõe uma obra-prima. Mesmo com esse conceito na cabeça, assim como as grandes obras de arte, Ok Computer permanece indecifrável: a magia que permeia o álbum está sempre lá, inatingível, mesmo que você esteja escutando o disco pela enésima vez.
A temática do álbum é a do ser humano sendo dragado pela tecnologia e a dinâmica que governa o mundo moderno. Munindo-se de milhares de aparatos que seriam supostamente necessários para o viver corretamente, o homem se enclausura de tal forma que acaba por não reconhecer a si mesmo e aos que o rodeiam. Na perspectiva de Ok Computer a sociedade está doente, sofrendo do mal da não convivência e da rendição às máquinas em detrimento dos sentimentos. Uma sociedade que não comunga entre si, já não poderia nem mesmo ser chamada de sociedade, não é mesmo?
Algumas análises sugerem que o álbum se trata de uma história com início-meio-fim. Não acredito que as músicas estejam seqüencialmente interconectadas, mas sim que trabalham sobre um tema em comum, com visões diferentes a cada nova faixa.
Thom Yorke personifica andróides, alienígenas e empresta sua voz aos computadores. Assim, seus personagens têm um olhar imparcial que reflete conceitos acerca da humanidade que, nós, fazendo parte dela, talvez não sejamos mais capazes de perceber. No máximo, assim como Yorke em Subterranean Homesick Alien, ao se dar conta da essência da qual estamos lentamente nos distanciando, passamos então a nos sentir os anormais, os estranhos, os não humanos.
O álbum é composto de experimentações sonoras de cabo a rabo, afinal o assunto são as máquinas. Bastou para que fosse rotulado de progressivo. Contudo, o progressivo estaria restrito às experimentações, porque, de forma alguma, encontramos em Ok Computer solos intermináveis e letras rareando. Ao contrário, a textura serve para contribuir para a sensação de espacialidade, mas de maneira geral, trata-se de um trabalho minimalista, no qual, em alguns momentos, o instrumento nada mais é do que a própria voz de Thom Yorke. Além disso, há rompantes de puro rock n´roll como em Paranoid Android, um dos vários exemplos do deslumbrante casamento entre rock n´roll e eletrônico proporcionados pelo álbum.
A introdução é feita pela enigmática Airbag. Yorke preconiza ter sido salvo por um airbag ao sofrer um acidente. Agora, a sua missão passa a ser salvar o universo.
Paranoid Android é uma verdadeira sinfonia provocada pela mescla de instrumentos acústicos e eletrônicos. Thom Yorke alterna os vocais entre momentos de apenas murmúrios e violenta irritação. Aos três minutos, a música dá uma belíssima reviravolta, deixando todo o ambiente extremamente ruidoso para, em seguida, encontrar-se novamente com a voz calma que traz tranqüilidade e suavidade... temporárias. De novo estamos mergulhados na profusão de ruídos e caos. Ao fundo, uma voz robótica repete I may be paranoid, but not an android, oferecendo uma das chaves do enigma que envolve todo o álbum. A música termina abruptamente e finalmente encontra alívio em Subterranean Homesick Alien.
A ambientação onírica em Subterranean Homesick Alien é causada pela combinação da letra, em que Yorke pede para ser levado por naves espaciais por não se sentir mais parte deste mundo e efeitos sonoros que iniciam-se mínimos para atingir um ápice quase já no final da música.
Exit Music (for a film) traz a voz de Thom Yorke introjetada pela própria incapacidade de até mesmo respirar sozinho, segundo ele canta. O tom claustrofóbico e arrepiante dado principalmente pela linha de baixo de Colin Greenwood, num dos momentos mais floydianos do álbum, incomoda, fazendo desta música possivelmente o momento mais dark de Ok Computer.
Let Down é doce, um óasis disfarçado. A sonoridade é bastante pop, mas esconde na letra uma tremenda decepção com a própria vida. O modo Radiohead de discorrer sobre a falta de surpresas que nos guarda.
Karma Police é uma melodia melancólica que questiona o ser diferente. O anormal deve ser detido, já que deixa as coisas fora da ordem. A base do piano dá a cadência necessária para o desespero final de Thom Yorke ao admitir que apesar de todos os seus esforços, não consegue encontrar o encaixe para passar no teste de normalidade.
Fitter Happier é emblemática. Um computador dá os comandos para ser mais feliz: não beber muito, exercícios três dias por semana, conviver mais harmoniosamente com seus colegas de trabalho, comer bem, não consumir comida de microondas e gorduras saturadas, ser um motorista mais tolerante, manter contato com velhos amigos, ou seja, níveis impossíveis de serem atingidos e conseqüente auto-estima indo por água abaixo. Te parece familiar?
Electioneering traz riffs de guitarra para embalar um Thom Yorke agora vestindo a persona de um político. A mais destoante do álbum, nem por isso menos importante. Ela talvez seja um dos grandes motivos de eu não acreditar que o álbum tenha uma unicidade seqüencial.
Climbing up the walls é serena, calma e profundamente dark. O vocal é distorcido, praticamente um lamento. Thom Yorke preparando-se para dar o bote, a música torna-se então melodiosa, novamente a sensação onírica escondendo uma letra, para dizer o mínimo, intrigante. Seria uma metáfora do que há de mais secreto em nós mesmos?
No surprises é minimalista ao máximo. Contradição? Possivelmente, a música mais triste do álbum, o principal instrumento é a voz de Thom Yorke e um clima quase infantil na junção dos demais instrumentos. A história de como uma vida dentro dos padrões pode acabar mal. Acomodar-se afinal de contas pra quê?
Lucky é a mais lenta do álbum. Entretanto, assim como as outras, tem seus ápices e fica mais fortalecida a cada ouvida. A saga do homem que renasceu com a missão de salvar o Universo está chegando ao fim.
The tourist finaliza o álbum. Aqui, Ok Computer já não conta mais com efeitos eletrônicos e economiza nas experimentações. Os instrumentos e as vozes são claras. A calma pedida por Yorke finalmente envolve o ambiente. As coisas estão de volta aos seus devidos lugares... ou não.
Em Ok Computer, o ouvinte é convidado a fazer uma viagem tendo o Radiohead como condutor através de paisagens por vezes tranqüilas, por vezes esquizofrênicas, sufocantes e dolorosas. As nuances, a tristeza e a euforia, a era do transtorno bipolar afetivo, o claro-escuro, se encontram. A harmonia permeando todas essas relações.
Thom Yorke é o guia, utilizando-se, com expressividade incomparável e teatralidade até, de suas várias facetas. Na trajetória, os pré-conceitos vão se esvaindo e sem que se dê conta, você é tragado para o mundo verdadeiro, onde a essência do ser humano é o que importa.
O Radiohead abusou da liberdade para criar uma obra-prima. Intencionalmente ou não, o álbum foi aclamado pela crítica e eleito o melhor do ano (e até mesmo o melhor do século, pelos leitores da respeitada revista inglesa Q). Com Ok Computer, o Radiohead emancipou-se definitivamente do britpop para se tornar uma das bandas mais reverenciadas do mundo.
Ok Computer é isso. Indispensável. Tal qual a verdade.

Fonte: Omelete / Resenha escrita por: Luciana Maria Sanches

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 16h51
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EM SÃO CARLOS - SP

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h30
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SAINDO DO FORNO

Brazilian Stoner Rock N' Roll Vol. 2

Tributo às bandas Made in Brazil e Patrulha do Espaço

O portal Brazilian Stoner Rock N' Roll acaba de lançar dois excelentes discos. O primeiro é o Vol. 2 da já clássica coleta de bandas de stoner e rock n' roll nacional. Já o segundo é um tributo à duas lendas do rock brasileiro setentista: o Made in Brazil e a Patrulha do Espaço.

A coleta é um álbum duplo com 27 bandas. O destaque fica para as extintas bandas MAMMOTH E KARISMA que são dois monstros sagrados do som pesado Paulista. As músicas foram tiradas das demos dos caras gravadas na época. Ainda rola TONY BABALÚ (Ex Made in Brazil), o Baixista RENE SEABRA (Patrulha do Espaço e Rockestra) e o CESAR ACHON (Ex Made in Brazil, Mammoth, Karisma, atual Tarkus).

O tributo é composto por novas bandas mandando versões de clássicos do Made e da Patrulha. É diversão garantida. 

Download dos discos aqui: http://brstonerrocknroll.awardspace.com

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h20
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BANDAS DE UM HOMEM SÓ

A proposta da Invasão One Man tour é divulgar a música das “one man bands” ou “monobandas”, bandas compostas por um único integrante. A Tour que passará por diversas cidades do país terá em toda sua extensão a participação de 2 monobandas vindas da Itália e participações de monobandas e bandas independentes locais das cidades por onde a turnê passar. Confira no site oficial do evento as datas, cidades, bandas e monobandas que se apresentarão.

As bandas em geral misturam Blues, Country, Rock Cru e Punk Rock. Sentado o músico toca bateria com os pés silmultaneamente à guitarra. Vale a pena conferir.

Conheça alguns nomes brasileiros que estarão nos shows:

O LENDÁRIO CHUCROBILLYMAN
http://www.myspace.com/chucrobillyman

THE FABULOUS GO-GO BOY FROM ALABAMA & HIS ONE MAN BAND
http://www.myspace.com/gogoboy123

GOMEZ MEZCALERO & LOS GRAVES DIABLEROS
http://www.myspace.com/gomezmezcalero

HIJO DE PUTA FROM MEXICO
http://www.myspace.com/chuckviolence

mais info em: http://www.myspace.com/monobandas

Fonte: Gritaria Zine

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h11
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SET LIST - CIDADE ROCK - 20/01/2008

1º BLOCO

01 - The Verve - Lucky Man
02 - Travis - Good Day To Die
03 - Muse - Assassin
04 - Alma Mater - Come Tied (Momento Beerock)
05 - Mogwai - Summer

2º BLOCO

06 - MQN - Clubs and Drugs
07 - Walverdes - Ação e Reação
08 - Van Damien - It Won't Matter
09 - Mechanics - Psycho Symmetry
10 - SonicVolt - Cerveja e Aditivos

3º BLOCO

11 - Serj Tankian - Empty Walls
12 - Helmet - Unsung
13 - Rollins Band - Tearing
14 - Therapy? - Stop it You're Killing Me
15 - Iggy Pop - Lost

Mais infos sobre o Alma Mater aqui: www.myspace.com/almamaterband

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h52
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IMPRENSA

Matéria sobre a festa Beerock que saiu na edição de 19/01/2008 do Jornal Correio Sudoeste.

Escrito por ALYSSON - 10h50
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A COLMÉIA RECOMENDA

Edição com a cobertura da 1ª Festa Beerock.

Ouça aqui: http://programaintro.podomatic.com

Escrito por ALYSSON - 10h19
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FOMENTO À CENA

Em 2008 a música independente brasileira recebe o "ouro negro" da Petrobras

"Se o ano de 2007 termina sob o impacto do desmanche do mainstream musical brasileiro – e mundial, vale frisar -, ocasionado pela queda abissal nas vendas de cds e dvds (queda esta, por sua vez, gerada pela livre circulação de música na internet), 2008 promete ser bastante promissor ao menos para a nova e emergente música brasileira, aquela que já está sendo gestada, há tempos, fora do stablishment e da indústria cultural "oficial". Com as gravadoras multinacionais perdendo milhões de reais em vendas e desistindo de investir em novos artistas e em novos "modismos" musicais, músicos e produtores alternativos saíram em busca de outros caminhos para continuar produzindo música de qualidade, e também para manter seu trabalho vivo e fazer sua música chegar até novos e potenciais consumidores. Assim, criou-se toda uma enorme rede de produção e circulação de música independente no Brasil nos últimos anos. Uma rede que abarca diferentes estilos musicais (da mpb ao rock, do reggae ao hip hop, do jazz ao erudito) e que se espalhou por todo o país, através da divulgação via internet, do boca-a-boca e de festivais de música. Afinal, já se percebeu, shows de música ainda atraem bastante público e talvez sejam o único item que não foi "abalado" no espectro musical pela pirataria, downloads e troca de arquivos gratuitos através da rede mundial de computadores.
E 2008 promete ser o ano que irá consolidar de vez esta nova cena musical brasileira. Uma cena hoje já tão estabelecida e visível pelo público e pela grande mídia, que mega corporações comerciais resolveram investir nela. O maior exemplo deste investimento partiu, há dois meses, da gigante Petrobras, uma das maiores empresas de petróleo do mundo e a maior estatal do país. Através de seu Primeiro Edital de Festivais de Música, a companhia contemplou vinte e cinco festivais espalhados pelas cinco regiões brasileiras, destinando um total de R$ 2,5 milhões para a realização destes eventos em 2008 (veja a relação dos festivais contemplados no quadro nesta página). E segundo Cláudio Jorge de Oliveira, 42, coordenador de música da gerência de patrocínio cultural da Petrobras, o motivo para a empresa investir na nova música brasileira é mais do que óbvio: "os festivais constituem uma alternativa à cadeia produtiva, uma alternativa visível e concreta a todos aqueles que não estão mais inseridos no mainstream musical".
Ele sabe do que está falando: há muita gente que continua fazendo ótima música no Brasil hoje. E com as grandes gravadoras fechando suas portas para esta renovação musical, a saída foi se articular por conta própria de várias formas possíveis. Uma dessas formas ganhou corpo através da realização de festivais independentes cada vez mais bem organizados e estruturados. Como o Abril Pro Rock, por exemplo, realizado há quinze anos em Recife e que foi o primeiro evento a ganhar patrocínio da Petrobras, há dois anos. "Resolvemos olhar com mais atenção para este segmento quando patrocinamos o Abril Pro Rock em 2006 e, depois, o Porão do Rock [outro grande festival, realizado anualmente em Brasília], em 2007", se recorda Cláudio. "Fizemos estas duas experiências para 'sentir' o mercado musical alternativo, ver como ele funcionava. Aí então partimos para uma ação mais efetiva, através da criação do Edital, baseado na Lei Rouanet de Incentivo à Cultura".
O resultado deste primeiro Edital irá, portanto, injetar uma bem-vinda e importante soma em dinheiro em vinte e cinco festivais brasileiros em 2008, de um total de 259 inscritos. Destes, 233 foram habilitados a participar do processo seletivo e trinta chegaram à fase final de seleção. Alguns dos contemplados são eventos que já possuem histórico e tradição no novo cenário musical brasileiro, como o festival Goiânia Noise, realizado há treze anos na capital de Goiás. Outros não possuem tanto tempo de existência, mas deram visibilidade a regiões antes inexistentes dento do mapa musical nacional. É o caso de Cuiabá, capital do Mato Grosso, onde uma cooperativa cultural alternativa, a Cubo Planejamento, produz já há cinco anos dois festivais por ano, o Grito Rock (sempre realizado durante o carnaval) e o Calango Artes Integradas (que acontece em meados do segundo semestre e que além da música, também abre espaço durante três noites para outras linguagens artísticas como cinema, literatura e artes visuais). Ambos os festivais deram oportunidade para que uma cena pop/rock, em franca ebulição na capital matogrossense, pudesse "exportar" para o restante do Brasil nomes que hoje já são bem conhecidos de todos que acompanham a nova movimentação da música brasileira. Vanguart e Macaco Bong são dois dos principais grupos revelados pelos festivais cuiabanos.
O primeiro, um quinteto de inspiração folk e blues e com um ótimo disco lançado, já participou de programas na tv Globo e está prestes a ser contratado pela gravadora Som Livre. O segundo é um trio instrumental básico (guitarra, baixo e bateria) cujo disco de estréia sai no começo de 2008 e que mistura rock com acepções jazzísticas. O som do Macaco tem recebido tantos elogios da imprensa musical do Sudeste que o grupo já sonha, inclusive, com possíveis shows no exterior assim que o disco for lançado. Aliás, tanto o disco do Vanguart quanto do Macaco Bong são lançamentos também de um selo independente, a Cubo Discos, braço fonográfico da produtora homônima.
Foi a turma do novo rock brasileiro, inclusive, uma das mais beneficiadas pelo Edital da Petrobras. Dos vinte e cinco festivais agraciados com o "ouro negro" da empresa, sete se dedicam a revelar novos talentos do pop e do rock nacional. Esta "atenção especial" talvez se dê pelo fato de que os produtores dos festivais de rock são alguns dos mais articulados e ativos da música alternativa que se faz atualmente no país. Tão articulados que eles criaram, há dois anos, a Abrafin – Associação Brasileira de Festivais Independentes – e cujo presidente, Fabrício Nobre, além de roqueiro de carteirinha (canta à frente do grupo MQN), ainda é sócio de gravadora independente (a Monstro Discos, em Goiânia) e um dos organizadores do festival Goiânia Noise. "O Goiânia Noise é um evento tradicional dentro circuito brasileiro de festivais, tem 13 anos sempre mostrando o melhor do rock independente brasileiro, se relacionando com bandas sul-americanas e de todo mundo, com seminários já tradicionais etc. Acho que era tipo de evento que o edital da Petrobras procurava fomentar", observa Fabrício. "Afinal os apoios da estatal se caracterizam por ser para projetos realmente relevantes para cultura brasileira e acho que Goiânia Noise, sem falsa modéstia, é bastante relevante no momento. Ele aponta um novo modelo de se produzir rock e música no país, discute abertamente essa situação, traz o novo para um público maior e resgata artistas fundamentais do rock brasileiro, às vezes esquecidos, além de dialogar com os cenários de outros países", completa o músico e produtor.
O mesmo entusiasmo demonstrado por Fabrício também domina o discurso de outros produtores envolvidos nos festivais beneficiados pela Petrobras. "Este patrocínio significa, antes de mais nada, o reconhecimento pelo poder público, em nível federal, de uma demanda social que se criou a partir da movimentação gerada pelo crescente circuito de música independente" , avalia Diogo Soares, um dos organizadores do festival Varadouro, realizado já há três anos em Rio Branco, capital do Acre. "A chancela da Petrobras, além de agregar força na busca de outros patrocinadores, vai possibilitar que o projeto aconteça sem ônus financeiro para o estado do Acre, que tem sido o patrocinador mor de todas as edições anteriores, seja por meio das leis de incentivos fiscais ou por apoio direto. Essa é a maior conquista, pois mostra que o festival tem vida própria e continua crescendo", enfatiza Diogo, que além de atuar na organização do Varadouro, também é vocalista do grupo Los Porongas, outro nome que surgiu fora do eixo Rio-São Paulo e hoje é um dos conjuntos mais destacados do rock independente brasileiro.
Fora do Eixo, inclusive, é o termo que dá nome a outra cooperativa que atua em parceria com a Abrafin, com o objetivo de fortalecer o circuito de festivais que não são realizados em grandes centros como São Paulo ou Rio De Janeiro. É outra organização pioneira, também surgida em Cuiabá e cujo lema maior é promover a música que ela considera estar fora do grande eixo de público, comércio e mídia. E o "xodó" da cooperativa é o já citado Calango, hoje um dos cinco grandes festivais de música independente do país. Em sua última edição, realizada em setembro último, o Calango abriu espaço em seus dois palcos para a apresentação de 48 bandas de todo o país e em todos os estilos musicais, atraindo um público de mais de seis mil pessoas. Com um orçamento previsto de R$ 300 mil reais para sua edição de 2008, o festival recebeu com entusiasmo os R$ 160 mil que conseguiu de patrocínio da Petrobras. "O suporte financeiro é extremamente importante para qualquer atividade social. A cultura é de uma importância social sem tamanho e portanto, cada vez mais o poder público deve encarar como sua obrigação criar esse mecanismo financeiro para as atividades culturais", defende Lenissa Lenza, 27, uma das principais coordenadoras da Cubo Planejamento, do Circuito Fora do Eixo e do festival Calango. "Nesse contexto, a Petrobras vem se mostrando extremamente sensível às movimentações culturais do país todo. E quando percebe a existência de festivais independentes com um conceito diferenciado e com uma proposta fundamentada e mostra a sua responsabilidade para com essa ação, nos dá a sensação de que toda a movimentação que vem sendo criada pela música independente, está gerando bons resultados", diz ela.
E se todos os contemplados com a verba distribuída pela mega-estatal do petróleo só tem elogios para com a iniciativa da empresa, a própria Petrobras se mostra mais do que satisfeita em apoiar o nascimento e o fortalecimento de novos talentos musicais brasileiros. "Quando investimos na cultura brasileira estamos fazendo nada mais do que reforçar o fato de sermos uma empresa brasileira, o que muito nos orgulha. E a tendência é darmos continuidade a isso pois os resultados foram muito positivos até agora", diz com convicção Cláudio Jorge, da gerência cultural da companhia. Como se vê, se não há mais espaço no quase falido mainstream musical para a nova música que se faz no Brasil, azar desse mainstream. Totalmente independente, caminhando com as próprias pernas e revelando talentos que despertam a atenção até de empresas do porte da mega estatal petrolífera, a emergente música nacional prosseguirá muito bem seu caminho em 2008.

Fonte: www.rockfeminino.org

Escrito por ALYSSON - 17h18
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ACADEMIA FUDEROSA DE LETRAS

MQN - Clubs and drugs (CJ / F. Nobre)

I spent all last week night clubbin’
Bar to bar gettin' drunk
I spent all last night fuckin’
House to house havin' fun

Come on
Turn it on
Get me higher
Come on
Make me strong
Light up my fire

I spent the last 7 days asleep
Takin' everynight the red devil pills
This cursed pills made me sick
Everymorning fellin' ill

Come on
Turn me on
Get me higher
Come on
Make me strong
Light up my fire

Download aqui: www.mqn.com.br

Escrito por ALYSSON - 15h47
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SAINDO DO FORNO

O Teatro de Sombras - Lourenço Mutarelli
Editora: Devir

Não é Hq e não romance. Desta vez mestre Mutarelli desovou uma coletânea de peças teatrais. São cinco textos: Mau-olhado, Primeiro Ato, Cena 1, O Que Você foi Quando Era Criança? e Arremedo. Criador de HQs como Transubstanciação, O Dobro de Cinco e A Caixa de Areia, Mutarelli também escreveu livros de sucesso, entre eles Jesus Kid e O Cheiro do Ralo (adaptado para o Cinema) e peças de Teatro. Nesses textos teatrais, o autor mostra personagens que ocultam seus verdadeiros sentimentos e se mostram felizes aos olhares da sociedade, apesar de possuírem frustrações e até um certo medo de buscar sua própria felicidade.

Mais infos: www.mutarelli.com.br

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 15h40
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INVASÃO INDEPENDENTE

A cultura urbana se manifesta de múltiplas formas e em variadas ocasiões. Do rock ao rap, das intervenções de stencil ao graffiti, do skate ao basquete de rua. Muitas são as manifestações que evidenciam a dinâmica cultural estabelecida na contemporaneidade, seja nos festivais independentes ou mesmos em festividades populares tão tradicionais neste país de dimensões continentais como as comemorações do Carnaval.

Neste ano, as tradicionais marchinhas carnavalescas darão mais uma vez lugar aos riffs das guitarras do Oiapoque ao Chuí e do Brasil para a América do Sul. O evento será o Grito Rock Festival, que acontecerá entre os dias 25 de janeiro e 09 de fevereiro de 2008 em mais de quarenta cidades brasileiras, sem contar Buenos Aires (ARG) e Montevidéu (URU), as primeiras capitais integradas à rede de ações.

A programação completa ainda não saiu, mas muitas cidades já confirmaram suas datas.

Mais infos aqui: www.gritorock.com.br

Escrito por ALYSSON - 11h47
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NOVAS CANCIONES

Pro deleite de todos, o mestre Wander Wildner postou algumas músicas novas no MySpace.

Confere ae: www.myspace.com/wanderwildner

Escrito por ALYSSON - 11h37
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JOE LALLY DE VOLTA AO BRASIL

Integrante do extinto grupo Fugazi de pós-hardcore, o compositor Joe Lally anuncia seu retorno ao Brasil. Novamente em turnê solo, o memorável baixista irá divulgar seu mais recente trabalho, Nothing Is Underrated, lançado no final de 2007.
Lally é conhecido por tocar em conjunto com outros músicos, como o projeto Ataxia, que divide com o guitarrista John Frusciante. No Brasil, ele se apresentará com o baterista Maurício Takara (Hurtmold) e o guitarrista italiano Andrea Moscianese.

Confira as datas:

27/01: São Paulo - CCJ (Entrada gratuita)

31/01: São Paulo - Livraria de Esquina

01/02: Rio de Janeiro - Audio Rebel

03/02: Campinas SP - Bar do Zé

04/02: Limeira, SP - Kingston Bar

05/02: Mogi das Cruzes, SP - Divina Comedia

07/02: São Paulo - Livraria de Esquina

Outras datas ainda podem ser agendadas.

A foto acima é do show que o cara vez na primeira festa Groselha Fuzz que eu fui, em 2006, na cidade de Ribeirão Preto. No palco, o cara mostra que não é preciso peso e distorção para se fazer um show fuderoso. Sonzeira classuda pra se degustar com um bom whisky. Outro atrativo da apresentação é a participação do Maurício Takara, batera do Hurtmold. É sem dúvida um dos melhores shows que já vi. Simplesmente imperdível!

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h27
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EM VARGINHA - MG

Dia 19 de Janeiro de 2008
Casa de Shows FORRÓ MANIA

show com as bandas
* TUATHA DE DANANN (Varginha) - Celtic Folk Metal
* Foxtrott (Pouso Alegre) - Progressivo
* Stomachal Corrosion (Cambúí) - Grindcore
* Dark Legend (Passos) - Heavy Metal
* Satyrus (Varginha) - Gothic Metal
* Skyeart (São João Del Rey) - Heavy Metal
* Perfidus Maléficus (Três Pontas) - Death/Black
* Murder Ride (Alfenas) - Thrash Metal

INGRESSOS:
Promocional Antecipado: R$ 12,00 (até dia 12/01)
Antecipado: R$ 15,00 (até dia 19/01)

PONTOS DE VENDA:
Varginha - Gallery Lanches
Poços de Caldas - Storm Rock Store

INFORMAÇÕES:
www.rocainroll.com/descealaje

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h12
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EM SÃO PAULO

Programação bacana e ideologia discutível, com coisas do tipo sem drogas e sem álcool. No mais, é uma boa opção pra quem não curte a folia. Destaque pra exibição do filme "Zeitgeist" e os shows de Arauto, Discarga e Biggs.

Confere ae: www.carnavalrevolucao.org

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h54
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FESTIVAL PSICODÁLIA DE CARNAVAL 2008

Evento traz rock'n roll no carnaval com show da legendária Casa Das Máquinas

Neste carnaval os fãs do rock'n roll terão motivo suficiente para festejar! Serão 4 dias de acampamento com uma programação incluindo oficinas de arte, peças de teatro e, é claro, muito rock'n roll com 22 bandas vindas de diversos estados do Brasil.
A atração principal do evento é uma das maiores bandas de rock do Brasil, o Casa das Máquinas, que estará fazendo um show histórico para marcar seu retorno aos palcos. O grupo, que foi um ícone do rock brasileiro nos anos 70 e é conhecido internacionalmente, já está se preparando.
O evento contará também com as bandas Gato Preto, Sopa, Sopro Difuso, O Sebbo, Plá, Casa de Orates, Variantes, Castanhedas, Cores Berrantes, Goya, Seres Inteligíveis Vindos do Hiperurano, Tomada, Electric Trip, Apanhador Só e Fantomáticos, juntamente com as 6 bandas que se apresentarão no Palco do Sol, espaço alternativo do evento.
Além de curtir as 22 bandas, os participantes poderão participar gratuitamente de oficinas de arte e meio ambiente. Algumas já estão confirmadas, como a oficina de produção de tintas naturais, reflexologia, malabares, introdução à técnica de clown (teatro), chapéus, entre outras.
O Movimento Psicodália, organização que realiza festivais de psicodelia e rock'n roll há mais de 5 anos, afirma ser este o maior evento já produzido pelo grupo. A estrutura conta com área de shows coberta, praça de alimentação com diversas opções para compra de alimentos e bebidas, segurança, portaria 24 horas, banheiros e chuveiros suficientes para o número máximo de participantes, que é de 3 mil pessoas.
Para saber mais sobre a programação, ingressos, pontos de venda, excursões e para assistir ao documentário em vídeo gravado na edição 2007 do Festival Psicodália de Carnaval, acesse www.psicodalia.mus.br ou entre em contato por e-mail psicodalia@psicodalia.mus.br ou telefone (41) 3016-2716. ou telefone (41) 3016-2716.

Fonte: Divulgação

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h47
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ALMA MATER NA FESTA BEEROCK

Escrito por ALYSSON - 10h43
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MOMENTO FOTOLOG

1ª Festa Beerock

12/01/2008 / Donna Heliodora / Guaxupé - MG

Shows: A.A. / UDJC / Alma Mater / Flag Pops

Fotos por: Tchitcho / Marcos

Exposição de Arte Under: Gustavo Seth / Luciana Abrão

Mais fotos: www.ondetemfesta.com.br

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 15h36
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SET LIST - CIDADE ROCK - 13/01/2008

1º BLOCO

01 - Raimundos - Rapante
02 - Sepultura - Territory (ao vivo)
03 - Ratos de Porão - O Dotadão tem que morrer
04 - Nação Zumbi - Purple Haze (ao vivo)
05 - Forgotten Boys - Stoner

2º BLOCO

06 - Pavilhão 9 - Mundo Louco
07 - B Negão - Qual é o seu Nome?
08 - Mundo Livre S/A - Computadores fazem Arte
09 - Zefirina Bomba - AMN
10 - Sheik Tosado - Zum Zum Zum Pancada

3º BLOCO

11 - Cachorro Grande - O Certo e o Errado
12 - Matanza - Ela Roubou meu Caminhão
13 - Fausto Fawcett - Kátia Flávia, a Godiva do Irajá
14 - Plebe Rude - Voz do Brasil
15 - Ludovic - Você Sempre Terá Alguém a seus Pés

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 15h29
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FINALMENTE EM GUAXUPÉ

Primeiro evento capitaneado pelo coletivo Beerock, de Guaxupé - MG.

Apresentação: fABiN (Cidade Rock)

Bandas:

A.A. - Garotas Punk Rock (Serrana)
www.fotolog.com/carol_axax

UDJC - Rock n’ Roll (Guaxupé)
www.myspace.com/udjc

Alma Mater - Rock Experimental (Ribeirão Preto)
www.myspace.com/almamaterband

Flag Pops - Surf Garage Rock (Franca)
www.myspace.com/flagpops

Dicotecagem:

Tchitcho (Porrada na Orelha)
www.porradanaorelha.blogspot.com

+ Exposição de Arte Underground

Dia 12/01/08
Local: Donna Heliodora (R. Bárbara Heliodora, 142 - Centro)
Horario: a partir das 22 hs
Ingresso antecipado: R$ 5,00
Ponto de venda: Banca Martins
Infos: www.beerock.zip.net
www.lastfm.com.br/event/441065

Escrito por ALYSSON - 11h04
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VIAGEM DESPLUGADA

Alma Mater acústico e ao vivo no Programa Garagem da Cesumar FM de Maringá. Sábado, 12 de janeiro, eles estarão na Festa Beerock, plugados e com os amplis no talo.

Escrito por ALYSSON - 10h56
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SOM LIVRE APRESENTA

Retrato de um 2007 dicotômico. O mesmo ano que consagrou festivais independentes de todos os cantos do país – agora mais organizados e com patrocínio da Petrobrás e da cerveja Sol – foi o ano em que artistas do mesmo cenário alternativo começaram a sonhar com uma aproximação com as Organizações Globo. Criado pelo atual presidente da Som Livre, Leo Ganem, o selo Som Livre Apresenta é motivo de burburinho entre os indies muito antes de seus primeiros lançamentos chegarem às lojas – os discos de estréia dos cantores e compositores cariocas Jonas Sá e Mariano San Roman e o segundo CD da banda gaúcha Tom Bloch (foto).
Segundo Ganem, a idéia do selo é projetar artistas novos com trabalhos autorais. "Sei que estamos na contramão da indústria, já que hoje o investimento em artistas em começo de carreira é muito baixo", pondera. "Mas, apesar da crise, esses artistas menores ainda se movimentam muito bem. Existe criatividade."
A diferença para iniciativas mais recentes de outras gravadoras (como o selo Cardume, da EMI, que bancou EPs de Thalma de Freitas, China e outros, mas logo foi abortado) é que a música produzida pelo elenco do Som Livre Apresenta deve ser aproveitada na programação da Rede Globo. "Não chegamos a garantir isso para o artista em contrato, mas a intenção é mesmo encaixar fonogramas deles na grade da emissora, bem como fazer parcerias com rádios e casas de shows, criar uma noite Som Livre Apresenta...", explica Ganem.
Além de buscar o ecletismo dentro do selo, o presidente da gravadora fala em trabalho forte e duradouro. "Não queremos ganhar uma fortuna nem entubar uma fortuna para fazer alguém estourar. Também não quero ter cinqüenta mil artistas contratados, gente que eu nem conheça." Além dos CDs de Jonas, Mariano e Tom Bloch, a estréia do quarteto feminino Chicas ("Quem Vai Comprar Nosso Barulho?"), que já havia sido lançado de forma independente, voltou para as prateleiras com o carimbo Som Livre Apresenta.
Em 2008, o selo pretende mandar para as lojas dois discos por mês. Os de janeiro são os debutes dos grupos Companhia Itinerante (RJ) e Cof da Mu (BA). Para fevereiro está previsto o primeiro álbum do duo eletrônico Irreversíveis, integrado pela engenheira de som Carol Monte, irmã mais nova de Marisa Monte. O selo espera muito desse lançamento, mas também aposta as fichas em Tiago Iorc, cantor e guitarrista curitibano de 22 anos que seria o "John Mayer brasileiro". Uma de suas canções já está entre as mais tocadas da novela Malhação. Fecha a lista de contratados até o momento a banda de rock Voltz, de São José dos Campos (SP).
Dois destaques da cena indie em 2007 podem acabar no Som Livre Apresenta. As negociações com o quinteto cuiabano Vanguart deram uma empacada, mas o selo assedia a banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. Quem já está dentro, fala com empolgação. "O que me deixou entusiasmado não foi ter uma música na novela – apesar de eu não desprezar uma vitrine como essa –, mas o fato do selo apostar em nomes que acha que podem render num longo prazo", afirma Pedro Verissimo, vocalista da Tom Bloch. "Eles estão se estruturando, tateando. Pode pintar tanto artistas mais para o pop como esquisitices. O que eu puder fazer para defender a pluralidade dentro da gravadora, farei amarradão", diz Jonas Sá.

Fonte: Scream & Yell / Escrito por: José Flávio Júnior

Escrito por ALYSSON - 10h47
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BEATLES HOTEL

Liverpool inaugura hotel temático sobre os Beatles

A cidade britânica de Liverpool vai inaugurar o primeiro hotel temático contando a história dos Beatles. Misto de museu e hotel, o “A Hard Day’s Night”, referência a uma das músicas mais conhecidas dos Fab Four, está pronto e vai ser inaugurado no início de fevereiro, aproveitando as comemorações que acontecem na cidade, por conta de ela ter sido escolhida a capital cultural européia em 2008.
O hotel tem quatro estrelas e 110 quartos decorados, um diferente do outro, com fotos e memorabília que contam a história dos Beatles. Os quartos possuem níveis diferentes de tamanho e conforto. Há os de luxo e super luxo, e ainda duas coberturas, que têm os nomes dois dos principais compositores do grupo, Lennon e McCartney.
O hotel foi construído a partir de um prédio antigo, de 1884, protegido pelo patrimônio nacional inglês. Localizado perto do Cavern Club, casa noturna onde os Beatles tocavam com freqüência e onde foram “descobertos”, o empreendimento tem tudo para dar certo, levando-se em conta os eventos comemorativos que fazem parte do calendário do Cavern. A região é conhecida como “Quarteirão dos Beatles”.
Além de hospedagem propriamente dita, o hotel tem dois restaurantes e dois bares. Toda a decoração é temática, contando a história do quarteto. Para se ter uma idéia, um dos restaurantes está sendo ornamentado a partir da famosa capa do “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, considerado um dos melhores álbuns em todos os tempos. Já um dos bares terá destaque para a cultura indiana, baseado no tempo em que a banda passou no país.
Os preços das diárias ainda não foram divulgados, mas mesmo assim os proprietários garantem que já há reservas para o período da inauguração, em fevereiro.

Fonte: Laboratório Pop

Escrito por ALYSSON - 10h36
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007

Filmes clássicos de James Bond viram série de selos

Uma série de selos foi lançada pelo correio britânico para comemorar os 100 anos do nascimento do criador de 007, Ian Fleming. Em Nettlebed, a cerimônia de lançamento contou com a presença da família do autor. Robert e Diggory Laycock e Rose Grimond, sobrinhos-netos de Fleming, mostraram as réplicas dos selos. Em Londres, o lançamento contou com a presença de Samantha Bond, que interpretou Monneypenny em 007 Contra Gondeneye, entre outros.
A série é composta por seis selos extra-longos, ilustrados com as capas de várias edições dos livros de Fleming, e é a primeira série lançada pelo correio britânico em 2008. A capa de Cassino Royale, livro de estréia de James Bond, ilustra um dos selos de primeira classe. Além dos selos, o centenário de Ian Fleming será marcado por uma série de eventos ao longo do ano, incluindo uma exposição no Imperial War Museum e o lançamento de um novo livro do espião, Devil May Care, escrito por Sebastian Faulks.

Fonte: Omelete / Escrito por: Ederli Fortunato

Escrito por ALYSSON - 10h30
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SR. BONECO

A Ipepac Recordings, selo de Mike Patton (Faith No More, Fantomas, Tomahawk, Peeping Tom, etc, etc, etc) está lançando uma série de bonecos de seus artistas.
Os brinquedos foram criados pela UNKL, e trás 12 artistas do selo caracterizados, entre eles o Melvins, Peeping Tom, Unsane e Tomahawk.
Os bonecos são limitados, 500 peças de cada, e você pode adquiri-los através do site www.unklbrand.com.

Escrito por ALYSSON - 12h09
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EMORRÓIDAS

Escrito por ALYSSON - 10h43
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FLAG POPS AO VIVO

Um pequeno aperitivo. Sábado, 12 de janeiro, eles estarão na Festa Beerock.

Escrito por ALYSSON - 15h51
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STONES NAS TELONAS

Filme de Scorsese sobre os Rolling Stones será lançado em abril

"Shine a Light", o documentário do cineasta Martin Scorsese sobre os Rolling Stones, finalmente chegará aos cinemas ingleses em 4 de abril. O filme estava previsto para ser lançado no final de 2007 e traz cenas de bastidores e material de arquivo, além de entrevistas com a banda. As filmagens aconteceram em 2006, durante duas apresentações dos Rolling Stones no Beacon Theatre, em Nova York. Jack White e Christina Aguillera estão entre os convidados especiais do DVD.
Vencedor do Oscar de melhor direção em 2007 por "Os Infiltrados", Martin Scorsese já dirigiu filmes de rock legendários, como "The Last Waltz", considerado um marco na cinematografia do gênero, além de "No Direction Home", documentário sobre a primeira fase da carreira de Bob Dylan.
"Shine a Light" foi co-produzido por Mick Jagger. O diretor espera que o filme seja uma de suas produções mais assistidas. Scorsese e o cantor dos Stones também estão juntos em outra empreitada, o filme "The Long Play". Com previsão de estréia para 2009, o longa conta a história de dois amigos que têm suas vidas ligadas pelo rock.

Post sugerido por: Neto / Fonte: Folha Online

Escrito por ALYSSON - 15h30
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ARTE UNDERGROUND

É difícil definir arte underground. Uns rabiscos feitos no Paint podem ser expressões de arte underground. Na verdade, o nome diz tudo, a arte underground é subterrânea, feita à margem do sucesso, do estrelado, dos padrões estabelicidos. A arte underground é alternativa.

Na 1ª Festa Beerock vai rolar uma pequena exposição de dois artistas guaxupeanos: Gustavo Seth e Luciana Abrão. O trabalho dos dois tem tudo a ver com a temática da festa. Podemos afirmar que encaixou como uma luva. No dia 12, o rock e a arte serão elementos complementares.

Ilustração feita por Gustavo Seth para a capa do CD da banda Breakneck

Uma das inúmeras garotas desenhadas por Luciana Abrão

Escrito por ALYSSON - 11h34
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SAINDO DO FORNO

Please Experience Wolfmother - Live DVD (2007)

Como diria Fausto Silva, "Quem sabe faz ao vivo". O Wolfmother é uma banda nova que conta com apenas um álbum de estúdio no currículo. Lançar um DVD ao vivo tendo apenas um disco como repertório pode soar pretencioso, mas no caso dos caras não é. Lembro quando ouvi o som dos australianos pela primeira vez. A parada era em estúdio, mas tinha todo o poder de um show ao vivo. O Wolfmother emula os bons sons da década de 70, unindo a garageira de MC5 e Stooges ao hard rock blues do Led Zeppelin. Esse DVD foi gravado na terra natal dos caras, Sidney. Nos extras, clipes, faixas ao vivo e um documentário. Altamente recomendável!

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h51
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SET LIST - CIDADE ROCK - 06/01/2008

REPRISE DO PROGRAMA ESPECIAL DE 31/12/2006

1º BLOCO - TRIBUTO AO AC/DC

01 - Motorhead - It’s Long Way to the Top
02 - Twisted Sister - Sin City
03 - Zack Wild - Hell Ain’t a Bad Place to be
04 - Nashville Pussy - Highway To Hell
05 - The Hives - Back in Black

2º BLOCO - TRIBUTO AOS RAMONES

06 - Metallica - 53rd and 3rd
07 - Ratos de Porão - Commando
08 - Skid Row - Psycho Therapy
09 - Eddie Vedder / Zeke - I Believe in Miracles
10 - Backyard Babies - Pet Cemetery

3º BLOCO - TRIBUTO AO BLACK SABBATH

11 - Megadeth - Paranoid
12 - Slayer - Hand of Doom
13 - Sepultura - Symptom of the Universe
14 - Kyuss - Into the Void
15 - Bruce Dickinson - Sabbath Bloody Sabbath

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

 

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 15h49
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MOMENTO FOTOLOG

As bandas que tocarão na 1ª Festa Beerock:

A.A. (Serrana) www.fotolog.com/carol_axax

UDJC (Guaxupé) www.myspace.com/udjc

Alma Mater (Ribeirão Preto) www.myspace.com/almamaterband

Flag Pops (Franca) www.myspace.com/flagpops

Escrito por ALYSSON - 15h28
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PAÊBIRÚ

Clássico da psicodelia nacional é lançado na Alemanha

Um dos discos mais raros da história do rock e da música brasileira, na falta de interesse nacional, acabou sendo lançado no exterior, mais exatamente na Alemanha. Trata-se do álbum duplo "Paêbirú", creditado a Lula Cortês e Zé Ramalho, gravado entre os meses de outubro e dezembro de 1974, na gravadora Rozemblit, em Recife (PE). A versão digital é da Shadoks Records, com ótima qualidade de som e o encarte original, de 16 páginas.
Clássico do pós-tropicalismo, com (over)doses de psicodelia, o álbum traz quatro movimentos - no vinil, um para cada lado - dedicados aos elementos "água, terra, fogo e ar". Nesse clima, rolam canções como o medley "Trilha de Sumé/Culto à Terra/Bailado das Muscarias", com seus13 minutos de violas, flautas, baixão pesado, guitarras, rabecas, pianos, sopros, chocalhos e vocais "árabes", ou a curta e ultra-psicodélica "Raga dos Raios", com uma fuzz-guitar ensandecida.
O disco por si só é uma lenda, mas ficou mais interessante ainda pelas situações que envolveram a sua gravação. A gravadora Rozenblit ficava na beira do rio Capiberibe, e o disco, depois de gravado, foi levado por uma das enchentes que assolavam a região. Contando com a co-produção do grupo multimídia Abrakadabra, o disco trazia um rico encarte, que também sucumbiu ao aguaceiro. A partir dos anos noventa, o disco virou uma lenda, transformando-se um dos ítens mais valorizados no mercado da psicodelia mundial.

Fonte: Senhor F / Escrito por: Fernando Rosa

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 15h43
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O CARA

Alan Moore reitera que não quer nada com Watchmen e que nunca verá o filme

Autor de Watchmen, HQ que está sendo adaptada ao cinema, Alan Moore continua querendo distância do cinema. Em entrevista à Wizard, ele falou que não quer seu nome associado ao filme.
"Outro dia me mandaram um papel - eles [a Warner] devem ter aprendido algo com a discussão toda de V de Vingança - que dizia 'Eu, abaixo assinado, dou aqui minha permissão para tirarem meu nome do filme e repassarem todos meus dividendos para Dave Gibbons'. Então eu mandei o papel assinado para eles, o que significa que eu não preciso ficar reclamando do filme", começou, referindo-se ao mesmo tipo de acordo fechado para V de Vingança, no qual todo o lucro que devia a Moore com o filme passou para o desenhista David Lloyd.
"Dave Gibbons me ligou, e é sempre bom conversar com Dave, mas ele compreende que não estou interessado em Watchmen. Ele perguntou se eu estaria interessado em ser mantido informado sobre o filme, e eu respondi que era sempre bom falar com ele, mas não estava interessado. Não sei muito sobre o filme. Sei que estão seguindo em frente. Não assistirei, obviamente."
O filme estréia em 6 de março de 2009.

Fonte: Omelete / Escrito por: Marcelo Hessel

Escrito por ALYSSON - 15h41
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SAINDO DO FORNO

O Primeiro Terço - Neal Cassady
Tradução: Sá Rego Costa
Editora: L&PM
Preço em média: R$15,00

Neal Cassady (1926-1968) é o herói insano que inspirou Kerouac a criar On the Road. Sem dúvida o beat mais genuíno de todos os tempos, Cassady narra aqui o "primeiro Terço" de sua vida: as desventuras de um garoto desamparado, criado entre vagabundos no árido Oeste americano, às voltas com reformatórios e pequenos furtos.
Quanto aos dois terços restantes, Cassady morreu (de overdose, à beira dos trilhos de uma ferrovia no México) antes de poder redigi-los. Perdido durante muitos anos, esse manuscrito foi encontrado em gavetas esquecidas, em 1969, e publicado pela editora City Lights, do poeta Lawrence Ferlinghetti, em 1971.
Quem leu On the Road e conhece a geração beat sabe o papel definitivo que Cassady ocupa no livro-chave e no movimento que se seguiu. Neste volume são publicadas também várias cartas e fragmentos escritos por Neal: neles estão narrados os primeiros encontros com Allen Ginsberg e Jack Kerouac, as prisões, os roubos de carro, os paraísos artificiais e até um pequeno e precioso ensaio, "História da Geração Hip".

Fonte: Site da L&PM

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 15h36
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TEMPORADA DE CAÇA AOS INGRESSOS

Galera, o 1º lote de 100 ingressos à R$5,00 já está esgotando.

Corram, na Banca Martins restam apenas 30.

Os ingressos do 2º lote serão mais caros e assim sucessivamente.

Escrito por ALYSSON - 12h21
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EM GUAXUPÉ

Primeiro evento capitaneado pelo coletivo Beerock, de Guaxupé - MG.

Apresentação: fABiN (Cidade Rock)

Bandas:

A.A. - Garotas Punk Rock (Serrana)
www.fotolog.com/carol_axax

UDJC - Rock n’ Roll (Guaxupé)
www.myspace.com/udjc

Alma Mater - Rock Experimental (Ribeirão Preto)
www.myspace.com/almamaterband

Flag Pops - Surf Garage Rock (Franca)
www.myspace.com/flagpops

Dicotecagem:

Tchitcho (Porrada na Orelha)
www.porradanaorelha.blogspot.com

+ Exposição de Arte Underground

Dia 12/01/08
Local: Donna Heliodora (R. Bárbara Heliodora, 142 - Centro)
Horario: a partir das 22 hs
Ingresso antecipado: R$ 5,00
Ponto de venda: Banca Martins
Infos: www.beerock.zip.net
www.lastfm.com.br/event/441065

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 12h14
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SET LIST - CIDADE ROCK - 30/12/2007

1º BLOCO

01 - The Killers - When You Were Young
02 - The Strokes - Take It or Leave It
03 - Interpol - Heinrich Maneuver
04 - Raconteurs - Hands
05 - The Jon Spencer Blues Explosion - Give Me a Chance

2º BLOCO

06 - Velhas Virgens - Cubanajarra
07 - Marcelo Nova - Gothan City (Ao Vivo)
08 - Ultraje a Rigor - Independente Futebol Clube (Ao Vivo)
09 - Rock Rocket - Cerveja Barata
10 - Wander Wildner - Minha Vizinha

3º BLOCO

11 - Hellacopters - The Devil Stole the Beat From Lord
12 - Atomic Bitchwax - Hey Alright
13 - Fu Manchu - Shake It Loose
14 - BillyGoat - Soulman (Momento Beerock)
15 - Kyuss - Supa Scoopa and Mighty Scoop
16 - Kyuss - Conan Troutman (Bônus Track)

Mais infos sobre o BillyGoat aqui: http://tramavirtual.uol.com.br/billygoat

O Programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 15h36
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GRITO ROCK EM RIBEIRÃO PRETO

Zefirina Bomba (João Pessoa-PB) será a grande atração

Evento ocorrerá no dia 09/02 no Porão (Liver Power Rock)

foto: Davi Rodrigues

Pois é, a banda confirmou presença na edição ribeirãopretana do Grito Rock 2008, o maior festival integrado de música Independente da América Latina*.
Realizaremos no Porão (liver Power Rock), o espaço mais rocker da cidade!
Além do Zefirina, teremos pocket-show das bandas Interstellar (Rib. Preto), Flag Pops (Franca), Pale Sunday (Jardinópolis), Alma Mater (Rib. Preto), Verbo Perfeito (Rib. Preto) e Berrodúbio (Rib. Preto).
Em breve flyer com mais informações.

Quer ver o Zefirina quebrando tudo na calçada da mtv? http://tinyurl.com/37r8jt

*O Grito rock acontece simultaneamente durante o carnaval em mais de 50 cidades brasileiras, além da Argentina e Uruguai.
A proposta é promover o estimulo à circulação de bandas, produtores e selos, a distribuição de produtos culturais e a produção de conteúdo para todas as mídias.
A Groselha Fuzz, junto com dezenas de outros festivais, selos, coletivos, produtoras, sites, blogs, casas de shows e bandas, já faz parte da rede.

Fonte: Groselha Fuzz Fotolog / Escrito por: Tiago Fuzz

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 15h29
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SAINDO DO FORNO

Reino do Medo - Hunter Thompson
Tradução: Daniel Galera
Editora: Cia. das Letras

Em fevereiro, faz três anos que o escritor e jornalista norte-americano Hunter Thompson decidiu encerrar sua vida com um tiro de espingarda na cabeça. Conhecendo ele com intimidade, fica fácil de imaginar que onde quer que suas cinzas tenham sido lançadas no espaço - durante a cerimônia excêntrica bancada pelo ator Johnny Depp - mesmo sendo contra qualquer lei da física, deve ser agora um lugar bastante fedorento. Intimidade é uma sensação inevitável para quem nunca chegou sequer a vinte metro de distância de Thompson, mas leia agora sua derradeira obra, “Reino do Medo“.
Lançado em português (tradução de Daniel Galera, nosso próprio discípulo de Thompson) pela Companhia das Letras, o livro reúne 485 páginas de antigas reportagens, cartas, trechos de conversas e material inédito do escritor, sob o subtítulo de “Segredos abomináveis de um filho desventurado nos dias finais do século americano“. Os recortes, montados de maneira cronológica, passam a constante impressão de que estamos entrado direto na vida de Hunter Thompson, conhecendo os detalhes mais minuciosos de sua candidatura a Xerife, aos períodos que escreveu para a revista RollingStone.
Nem todos os textos são de autoria de Thompson. Entre suas cartas e reportagens, estão relatos de autoridades e amigos, quase todos de caráter oficialesco, sobre alguma experiência passada junto ao escritor. Para dar conta de tantos retalhos, a tipografia do livro muda constantemente, usando fontes diferentes para classificar as várias categorias de texto. Numa primeira impressão e para quem optar ler o livro fora de ordem, a edição é confusa; mas com a leitura em ordem direta, passa a fazer um pouco mais de sentido.
Dividido em três partes, todos os textos retratam os momentos finais da vida de Hunter Thompson. Algumas reportagens e cartas retratam períodos passados, mas como lembranças do escritor. Do período que ingressou nas políticas-norte americanas à seu trabalho como correspondente internacional. Entre as viagens, há registros de sua passagem pelo Rio de Janeiro. “Pesando tudo, o Rio chegava muito perto de ser o melhor lugar do mundo para ficar perdido e abandonado para sempre quando o Mundo finalmente encerrasse atividades“, escreveria.
Por representar seu período mais estabelecido como escritor, “Reino do Medo” é recheado do estilo Gonzo que ele criou e o consagrou no jornalismo. Linguagem direta, onomatopéias e um constante esforço de representar imagens textualmente são elementos presentes em praticamente todos os recortes do livro. Um verdadeiro deleite para relembrar (ou apresentar, aos desconhecidos) a forma como Hunter Thompson desafiava a criatividade do leitor mesmo com as coisas mais simples.
Apesar de não ter intenção biográfica, o livro cumpre um pouco dessa função pelo caráter pessoal dos textos. Entre eles, a sensação é reforçada por várias fotos de Hunter Thompson em diferentes fases da vida. Ainda bem jovem, no pequeno apartamento que ocupou no Rio de Janeiro; e em momentos mais velhos, ao lado de figurões do governo de Richard Nixon. Com a intimidade criada, parece que o suicídio de Thompson era inevitável, assim como a necessidade de celebrar o que criou em vida.

Fonte: Pop Up / Escrito por: Bruno Nogueira

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 15h22
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