Projeto Trator - A Bombástica Barafunda do Batizado
Dois malucos de São Paulo, fãs de "roque paulera" se conhecem pela internet no meio de 2006. Escolhem algumas canções e marcam alguns ensaios, somente guitarra e bateria. Influenciados principalmente por bandas de stoner rock , naturalmente, começam a pipocar composições próprias nos ensaios e o que era um possível projeto, se torna uma banda. Com uma dúzia de canções prontas, o Projeto Trator escolheu cinco músicas para o seu EP, “A Bombástica Barafunda do Batizado”, uma mistura de stoner rock, sludge, rock’n roll, blues e todo tipo de piração.
No MySpace da banda é possível ouvir os sons e baixar o EP na íntegra.
A TramaVirtual se juntou a especialistas no assunto para escolher os melhores lançamentos nacionais independentes de 2007. A lista final é eclética e vai do hip hop ao post-rock, retratando a variedade da produção independente durante o ano. Sem mais delongas, orgulhosamente apresentamos o resultado:
1. Autoramas - Teletransporte (Mondo 77) O Autoramas comemora uma década de rock independente da melhor forma possível, lançando o melhor disco de 2007. As 14 faixas do álbum mostram o amadurecimento do trio que, dentro das suas diversas influências, investiu em arranjos mais trabalhados, letras irônicas e inúmeros timbres de guitarra para mostrar que o tempo não tirou as cartas da manga da banda. Teletransporte passeia pela mistura de ritmos, como surf music e punk rock, sempre esbarrando no charme da Jovem Guarda, influência que dá ao quarto trabalho do grupo um brilho especial. (Pedro Bruno)
2. Vanguart - Vanguart (L&C / Cubo Discos) Bebendo da fonte aberta por Bob Dylan, e se alimentando das receitas preparadas por Thom Yorke, Helio Flanders e sua trupe conseguiram emplacar o primeiro disco cheio do Vanguart como um dos melhores desse ano. Melodias carregadas de suavidade e instrumental de muito bom gosto, o disco homônimo é recheado de lindas canções e uma delicadeza pop invejável. (Pedro Bruno)
3. Hurtmold - Hurtmold (Submarine Records) É impressionante como o Hurtmold consegue se superar a cada disco. O auto-intitulado quinto álbum do sexteto paulistano talvez seja seu melhor. Hurtmold apresenta uma banda ainda mais madura e segura de si, totalmente livre das amarras do post rock e pronta para enfrentar um campo aberto sem medo. A percussão, que antes parecia estar em segundo plano, dá as caras no disco com maior intensidade, tornando-se imprescindível para cada canção. Destaque para as ótimas “Saper” e “Halijascar”, essa a melhor do álbum. (Flávio Seixlack)
4. Contra Fluxo - SuperAção (Independente) A força do grupo paulistano de hip hop Contra Fluxo não está apenas em sua formação encorpada, que conta com cinco MCs e dois DJs. SuperAção, seu segundo trabalho, é uma verdadeira parede sonora e surpreende até mesmo nos menores detalhes. Assim como as rimas certeiras do grupo devem ser enaltecidas, o trabalho de Munhoz como produtor, uma verdadeira obra de arte, também deve ser mencionado. As impressionantes e grandiosas bases fazem de SuperAção um disco impossível de ser ignorado. Ainda bem. (Flávio Seixlack)
5. Bonifrate - Os Anões da Vila do Magma (Open Field / Peligro) Em seu trabalho solo, o vocalista do Supercordas comprova a qualidade de suas composições, algo já evidenciado em Seres Verdes ao Redor, disco lançado pela banda no ano passado. Aqui, gravadas em quatro canais e despidas de demais elementos, as canções evidenciam sua essência psicodélica, sem nunca perder o contato com o pop assobiável. (Dagoberto Donato)
6. Kassin + 2 - Futurismo (Ping Pong) O terceiro álbum da série +2, desta vez sob a batuta de Kassin, é o melhor deles. Bossas tortas (“O Seu Lugar”, “Quando Nara Ri”), guitarrada romântica (“Água”) e samba de teclado Casio (“Samba Machine”) são alguns dos caminhos tortuosos para a música brasileira propostos pelo trio. De quebra, o disco ainda traz participações de gente como Jorge Mautner, Adriana Calcanhotto, João Donato e todos os Los Hermanos. (Dagoberto Donato)
7. Canastra - Chega de Falsas Promessas (OutraCoisa) Disco encartado na revista OutraCoisa, Chega de Falsas Promessas, é uma aula de pop enraizado no rockabilly, country e dixieland. Liderado pela voz rouca de Renatinho (ex-Acabou La Tequila) o grupo conta, nesse segundo disco, com um fabuloso naipe de metais, dando um ar grandioso e ao mesmo tempo debochado a essas 11 ótimas canções. Se acordar nervoso e cansado depois da farra e de poucas horas de sono e, ainda assim, tiver que ir trabalhar, esse disco salvará seu dia. (Leandro Carbonato)
8. Nação Zumbi - Fome de Tudo (DeckDisc) A Nação Zumbi parece ter uma fome interminável e incontrolável pelo novo. Novos timbres e novos rumos são percebidos em Fome de Tudo, mas com o mesmo corpo que só a Nação Zumbi sabe moldar em si mesmo. Talvez seja o vocal arrastado e mono tônico de Jorge du Peixe ou os estalos únicos das alfaias praticamente arrebentadas por Bola 8, o certo é que depois de sete discos a Nação Zumbi continua se consolidando cada vez mais como um dos maiores bens da cultura nacional. (Leandro Carbonato)
9. China - Simulacro (Candeeiro Records) Simulacro é o segundo trabalho solo de China, ex-vocalista da banda Sheik Tosado e um dos músicos mais versáteis da cena atual de Pernambuco. Foram quase quatro anos se dedicando a projetos paralelos e trabalhando neste novo disco. A volta às suas raízes e a companhia de um time de primeira fez com que o rapaz lançasse um CD surpreendente, coeso e cheio de referências. Harmonioso como só ele sabe ser, do tipo que faz todo mundo se apaixonar, China está em seu auge. Simulacro vai fazer você dançar, de coração e mente aberta, com suas canções que não morrem no ar. (Fernanda Cardoso)
10. Lucy and The Popsonics - A Fábula (ou a Farsa) De Dois Eletropandas (Monstro Discos) Se apoiando numa história confusa de dois eletropandas e “liderada” por uma bateria eletrônica chamada Lucy, o duo brasiliense acabou de lançar um dos melhores discos nacionais desse ano. Electro punk com letras descompromissadas e bem humoradas, A Fábula (ou a Farsa) De Dois Eletropandas, vem carregado de sensualidade. Um disco gostoso de ouvir, fácil de gostar e feito sob medida para dançar. (Fernanda Cardoso)
Os britânicos do Klaxons e do Editors, os estadunidenses do Yo La Tengo e os brasileiros do Mombojó são os primeiros artistas confirmados para participar do Festival Indie Rock de 2008. As informações são da produtora do evento, Maria Luisa Jucá, ao jornal O Globo. O festival será realizado no Rio de Janeiro (Circo Voador, 19 de maio) e em São Paulo (Citibank Hall, 20 de maio). Em 2007, o festival trouxe Magic Numbers e a banda The Rakes. A Nação Zumbi substituiu o Mombojó, devido a morte do flautista, aos 5 minutos do 2º tempo. Rolou também Hurtmold, Moptop, Móveis Coloniais e outros nomes que não me lembro. Apesar das boas atrações, o fracasso de público foi evidente e ninguém esperava por uma segunda edição. Os caras são persistentes. No mais, Yo La Tengo (foto) é uma banda muito phóda.
Em 1995, o Gamma Ray lançou no mercado o excelente Land Of The Free. O álbum entrou direto nas listas dos melhores daquele ano e fez com que muita gente prestasse mais atenção à banda, que até então era mais conhecida por ter como criador o vocalista/guitarrista Kai Haisen, membro fundador do Helloween. Doze anos depois e com uma formação estável - além de Kai, o Gamma Ray conta com Henjo Richter (guitarra/teclados), Dirk Schlächter (baixo) e Daniel Zimmermann (bateria) - o Gamma Ray batiza seu mais novo álbum de Land Of The Free II. De cara, muitos fãs chiaram já que uma continuação sempre leva a comparações com o original e, até o momento, o primeiro era insuperável. Havia, ainda, o receio de que o novo disco repetisse o fiasco de Keeper Of The Seven Keys - The Legacy, do Helloween, álbum que é apenas uma sombra dos Keeper Of The Seven Keys I & II, lançados no final da década de 1980, quando Kai ainda fazia parte da banda. No entanto, todos os temores se mostram infundados no momento em que escutamos os primeiros acordes de "Into The Storm", faixa de abertura. Daí até o encerramento, com a épica "Insurrection", o que vemos é um trabalho bastante homogêneo. Kai e todo o resto da banda se mostram bastante inspirados e entregam um heavy metal agressivo, energético e melódico na medida certa. A exemplo de algumas poucas bandas veteranas, como o Iron Maiden, Kai Hansen e sua trupe parecem só melhorar com a idade. O álbum destila músicas que passeiam pelos mais variados estilos de heavy metal. Temos músicas ora mais agressivas, ora mais melódicas, ora flertando com o metal mais tradicional e mesmo com o hard rock. Há ainda a faixa empolgante que parece ter lugar em todos os álbuns do Gamma Ray e aqui ela aparece em "Real World", que, ao lado de "Insurrection", "Leaving Hell" e "Empress" são os destaques individuais do CD. Em um ano em que o mercado e os fãs foram agraciados com excelentes álbuns de heavy metal, Land Of The Free II é, com certeza, a chave de ouro que fecha um ano acima da média. Disparado o melhor álbum de metal de 2007.
01 - Lou Reed - Vicious 02 - David Bowie - Scary Monsters 03 - Johnny Thunders & The Heartbreakers - Pirate Love 04 - Frank Zappa - Broken Hearts Are For Assholes 05 - Neil Young and Crazy Horse - Hey Hey, My My
2º BLOCO
06 - Raul Seixas - Novo Aeon 07 - Jupter Maçã - Lugar do Caralho 08 - Mutantes - Top Top 09 - Motormama - Tudo Que Penso (Momento Beerock) 10 - A Bolha - É Só Curtir
3º BLOCO
11 - Quiet Riot - Cum On Feel The Noize 12 - Queensryche - Resistance 13 - Jeff Scott Soto - I Wan't to Take You Higher 14 - Axel Rudi Pell - Warrior 15 - Dr. Sin - Nomad
Os Haxixins é uma banda de São Paulo, de trejeitos modpyscholisérgicos, com referências nítidas de The Who, Sonics e as primeiras fases dos Rolling Stones. As músicas são em português, com baixos e teclados hipnotizantes. O compromisso com o retrô é tanto, que o primeiro disco deles - registrado com gravador de rolo e amplificadores valvulados - foi lançado apenas em vinil, pelo selo português (Groove Records). Na página da banda no MySpace é possível baixar todas as músicas e ainda encontrar um link para download do disco completo.
O Smashing Pumpkins vai lançar um EP acústico virtual no começo do ano que vem. O disco tem o título de "American Gothic", e sai em 2 de Janeiro via iTunes. A capa estará para download no site oficial da banda. O Ep foi produzido pelo próprio Billy Corgan junto com Jimmy Chamberlain, além de uma música que foi produzida por Roy Thomas Baker. Tudo foi gravado no Pass Studio em Los Angeles. Segue o track-list do álbum: 'The Rose March'; 'Pox'; 'Again, Again, Again (The Crux)'; 'Sunkissed'.
Max e Iggor Cavalera marcam data do lançamento de seu novo álbum
Foi divulgada a data de lançamento do álbum de estréia do Cavalera Conspiracy, novo projeto de Max e Iggor Cavalera: 25 de março. Separados há dez anos, desde a saída de Max do Sepultura, os irmãos entraram no estúdio em julho e adiantaram que a sonoridade do primeiro álbum do Cavalera Conspiracy deve ser algo entre o metal e o punk, gêneros que ambos adoram. Monte Conner, presidente da gravadora Roadrunner, que vai lançar o álbum, ouviu parte do trabalho e garantiu que a união dos irmãos continua rendendo uma química excelente. Logan Mader, ex-Soulfly, produz o disco. Além dos Cavalera, a banda é formada por Joe Duplantier (baixo) e Marc Rizzo (guitarra). O baixista Rex Brown (Pantera, Down) participa como convidado em uma faixa. O CD terá 11 faixas e deve trazer como bônus um cover para The Exorcist, clássico do Possessed.
Trata-se do segundo show dos nossos amigos da Whisky Bar. Na ocasião, serão apresentadas versões de clássicos do rock 70's e 80's. O "bar da sinuca" está sob nova direção. O novo administrador "Rubão" promete melhorias e novidades para comportar shows periódicos. Então fica ae a dica pra quem quer curtir música de qualidade em meio a tantas miúdezas natalinas.
Discão, lançado em 2004. Foi gravado nos intervalos da turnê, do Queens of the Stone Age, que divulgava o poderoso “Songs For The Deaf”. Pra quem não sabe Mark Lanegan e Dave Grohl, fizeram parte da formação do QOTSA que pariu um dos melhores discos desta década. Bubblegum é o sexto disco solo do ex-vocalista do Screaming Trees e contou com auxílio luxuoso do próprio pessoal do Queens, e, ainda, de PJ Harvey, Greg Dulli (Afghan Whigs, Twilight Singers), Izzy Stradlin, Duff McKagan e Alain Johannes (Eleven). Trata-se de um dos discos mais pesados da carreira do cara, que estreou solo em 1989 com The Winding Sheet, tendo Kurt Cobain e Krist Novoselic tocando guitarra e baixo (respectivamente) em Where Did You Sleep Last Night, que depois Cobain tocaria no especial Unplugged MTV Nova York, do Nirvana. É um disco perfeito, lento e pesado, com pitadas de blues e aquela voz cavernosa embebida em whisky que só o cara tem. Sem dúvida Mark Lanegan é o melhor vocalista da geração grunge, porém há tempos ele fugiu deste estigma, para a alegria de todos. Corram atrás deste disco, vcs não irão se arrepender.
O Jornalista Lúcio Ribeiro (Folha de São Paulo, IG, etc), anda dizendo por ae que é quase certa a vinda do Rage Against The Machine em 2008. Segundo ele, a banda seguirá em turnê pela America Latina, juntamente com os Deftones e o Cypress Hill, passando por São Paulo, Buenos Aires e Santiago entre março e abril do ano que vem. Por enquanto não há nada confirmado oficialmente, mas as fontes do cara são quentes.
Discos de versões são divertidos. É legal ouvir determinada banda tocando sons inusitados ou homenageando seus mestres. Nunca fui fã de Queensrÿche, aliás conheço muito pouco, mas passando os olhos pelo tracklist desse "Take Cover", bateu uma puta curiosidade de ver como ficou:
01 - Welcome to the Machine (Pink Floyd) 02 - Heaven on Their Minds (Trilha do “Jesus Cristo Superstars”) 03 - Almost Cut My Hair (Crosby, Stills, Nash, & Young) 04 - For What It's Worth (Buffalo Springfield) 05 - For the Love of Money (The O'Jays) 06 - Innuendo (Queen) 07 - Neon Knights (Black Sabbath) 08 - Synchronicity II (The Police) 09 - Red Rain (Peter Gabriel) 10 - Odissea (Carlo Marrale & Cheope, dupla italiana) 11 - Bullet the Blue Sky (Live) (U2)
O cantor e compositor Bob Dylan vai fazer shows no Brasil em 2008, segundo a revista Rolling Stone e o jornal Folha de S. Paulo. As apresentações, ainda sem data e lugar definidos, devem acontecer na primeira quinzena de março. Uma coisa é certa: Dylan estará no dia 15 do mesmo mês aqui na vizinhança... O cantor faz show no estádio do Vélez Sársfield, em Buenos Aires, Argentina. Dylan já esteve no Brasil em 1990 e 1998, e se vier no ano que vem vai se juntar a uma lista que inclui Iron Maiden, Hilary Duff, Interpol e My Chemical Romance, todos com shows programados para o primeiro semestre de 2008. O último álbum lançado por Dylan foi o elogiado Modern Times, de 2006.
Fonte: Omelete / Escrito por: Luciana Maria Sanches
01 - R.E.M. - The One I Love 02 - Supergrass - Caught by the Fuzz 03 - Primal Scream - Nitty Gritty 04 - Violins - Grupo de Extermínio de Aberrações (Momento Beerock) 05 - Radiohead - Electioneering
2º BLOCO
06 - Stone Temple Pilots - Big Bang Baby 07 - Alice in Chains - A Little Bitter 08 - Mark Lanegan - Driving Death Valley Blues 09 - PJ Harvey - Sheela-na-gig 10 - Queens of the Stone Age - Misfit Love
A revista Urbanaque disponbilizou na rede, neste sábado, o segundo volume de sua coletânea de Natal - 'Papai Noel Chegou. Desta vez, um EP com as bandas Superguidis, Trilöbit, Jumbo Elektro, Macaco Bong e Gorpiava (projeto paralelo de Tata Aeroplano). Além das músicas, a edição deste ano oferece um clipe com Trilöbit. 'Natal', com Superguidis, versão para 'Navidad en Los Santos', original dos argentinos El Mato a Un Policia Motorizado, abre o discoquinho. No melhor estilo dos gaúchos, a canção gravada e finalizada em uma tarde, com uma profusão guitarras, transforma o "mantra" da banda de La Plata e um "indie-pop". A paraense Trilöbit alucina a noite de Natal com 'Prosit Tutti', em qualquer "lingua espacial", com direito a samples de James Brown. Jumbo Elektro se diverte com 'Dylan sings Bowie' (gravado no estúdio da Trama), Macaco Bong brilha com seu imponente instrumental e, ainda, Gorpiava tira onda com a decadência natalina. A coletânea já pode ser baixada no endereço do site, com as músicas em mp3, capa em alta resolução e o vídeo especial dos paranaenses. O primeiro volume da série também segue disponível, como uma espécie de bônus-track.
Após um ano de luta, a Beerock anuncia seu 1º evento
Para quem não conhece, a Beerock é um coletivo baseado em Guaxupé, Minas Gerais, que visa a promoção e o desenvolvimento do rock, tendo como foco principal a cena independente. O coletivo edita o blog Beerock, com informações sobre as bandas, resenhas, dicas de shows, etc, e produz em parceria com a Rádio Cidade FM, um programa semanal, o “Cidade Rock”. No dia 12 de janeiro, a Beerock realizará seu 1º evento. Uma festa com 4 bandas, sendo 3 de outras cidades e uma de Guaxupé. É importante frisar, que estas bandas apresentam um trabalho diferenciado, com repertório focado em músicas próprias, algo que raramente ocorre em Guaxupé e região. A programação completa será divulgada em breve. Fiquem ligados no blog e no programa “Cidade Rock”, que vai ao ar aos domingos, às 19 horas. Para ouvir, sintonizem 105.5 Mhz ou acessem www.fmcidade.com.
O selo Travolta Discos lançou o maior e melhor registro que já fizeram sobre música independente de peso no país. Trata-se de um DVD que mostra 2 edições do festival Kool Metal, que aconteceu em São Paulo. O DVD conta com a participação de bandas como Paura, Unfaced, No Race, KDC, Questions, Point Of No Return, Envydust, Carahter, UDR, Are You God?, Fim Do Silêncio e o grande Ludovic. Além de apresentar duas músicas ao vivo de cada banda, o DVD possui vários extras, com entrevistas, making of e fotos exclusivas.
"Tudo começou em uma cabana em Belo Horizonte, ao norte da Noruega setentrional. Era uma cabana repleta de satanismo. Satanismo e calangos. Não, não. Pensando melhor, satanismo, calangos e bunkers anti-nucleares.
Nesta cabana repleta de satanismo, travestis e calangos nucleares nasceram as crianças-deus. Uma criança capaz de conquistar corações com o brilho de seu olhar. Outra responsável pelo dia virar noite e o sertão virar mar.
Estas crianças-deus cresceram e se tornaram os pré-adolescentes-deus. Então tornaram-se os adolescentes-deus. Logo em seguida, transformaram-se nos jovens adultos-deus.
Neste ponto de suas vidas, foi concedido a eles a possibilidade de uma escolha. De um lado, poderiam consagrar-se deidades absolutas como padroeiros do sertão pernambucano e da Praça Afonso Arinos.
De outro, tornarem-se gigolôs mercenários que trocam seus dotes, cavalares, por dobrões de zinco.
Com as mentes anuviadas pela difícil escolha que deveriam tomar, os jovens adultos-deus resolveram rejeitar seus criadores para reinarem absolutos em um mundo sem leis. Um mundo onde os ratos e pombas, outrora utilizados como meros adornos urbanos, eram criaturas típicas do sacrifício ritual hermético.
Após construírem seu próprio templo, os jovens adultos-deuses-caídos resolveram nomear-se a si próprios como: MC CARVÃO e PROFESSOR AQUAPLAY.
Assim surgiu a horda U.D.R., sempre imitada e jamais superada.
Aos fiéis asseclas desta horda profana de satanismo diabólico e místico deu-se o nome de WARderley.
Torcida Galo Metal promove show de aniversário em MG
A torcida organizada de futebol Galo Metal, do Atlético-MG, comemora 12 anos de vida com um show no próximo dia 15 de dezembro, em Belo Horizonte. Atrações principais: Concreto, Ozome (Nação Zumbi), Snow Blind (Pearl Jam Cover) e Valhalla (Black Sabbath Cover). O evento acontece no Stonehenge Rock Bar (Rua Tupis 1448 - Barro Preto, Belo Horizonte) e os ingressos custam R$ 6,00 (mulheres) e R$ 9,00 (homens).
01 - Thin Lizzy - Massacre (Live) 02 - Nazareth - Woke Up This Morning 03 - UFO - Doctor Doctor 04 - Whitesnake - Kittens Got Claws 05 - Van Halen - Dreams (Live)
2º BLOCO
06 - Forgotten Boys - Sem Razão 07 - Matanza - O Último 08 - Muzzarelas - Death to False Posers 09 - Motosierra - Cocaine Always Back (Momento Beerock) 10 - Hang The Superstars - Britadeira
3º BLOCO
11 - Cypress Hill - Rock Superstar (Live) 12 - Body Count - There Goes the Neighborhood 13 - Infectious Groove - Punk it Up 14 - Biohazard - Blue Bood 15 - Rage Against The Machine - Kick Out The Jams (Live - MC5 Cover)
O Queens Of The Stone Age, agora em Novembro, tocou dentro de uma mina de
sal, ou seja, embaixo da terra, na Alemanha. No concerto, o QOTSA só tocou
músicas que raramente tocam ao vivo, e o show foi exclusivo para convidados.
Para os que não puderam estar lá, a apresentação será disponibilizada no site
oficial da banda, mas enquanto ela não sai, confira o teaser-trailer do
show.
Ingressos para o Iron Maiden em São Paulo estão quase todos vendidos
Segundo os sites Maidenportal e Whiplash, cerca de 80% dos ingressos para o show do Iron Maiden, que vai acontecer em São Paulo no dia 5 de março, teriam sido vendidos em menos de 24 horas. Ainda segundo o informe, ingressos para pista especial e cadeiras cobertas já estariam totalmente esgotados. As vendas por enquanto só acontecem através do portal da Ticketmaster, sendo que os ingressos "físicos" ainda não estão disponíveis para a venda tradicional. Em uma notícia relacionada, os mesmos sites dizem que devido à grande procura de ingressos há possibilidades de que uma quarta apresentação da banda no Brasil seja viabilizada. No caso, isso aconteceria no dia 29 de fevereiro na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro. No entanto, tudo não passa de especulação - o Iron Maiden tem uma apresentação confirmada na véspera na Colômbia.
Já estão à venda os ingressos para os dois shows que o cantor Chris Cornell, ex-vocalista do Soundgarden, Temple Of The Dog e Audioslave, faz no Brasil este mês. Ele se apresenta no Rio de Janeiro (Citybank Hall) no dia 12 e em São Paulo (Credicard Hall) no dia 13. Os ingressos pro show de Sampa custam entre R$70,00 e R$200,00 e podem ser adquiridos aqui: www.ticketmaster.com.br. Na imagem acima, um set list atual do show do cara, com vários clássicos do Soundgarden e até Hunger Strike do Temple Of The Dog.
Mojo Book: The Jimi Hendrix Experience - Are You Experienced?
Autor: Bruno Falabella
Se um disco pudesse ser convertido em palavras, que história que ele contaria? Essa é a proposta da MOJO BOOKS, editora virtual que promove a junção da música com a literatura. Vários álbuns já ganharam sua versão literária através do projeto, que disponibiliza os livros para download totalmente gratuito. O mais novo rebento é nada mais nada menos que um dos maiores clássicos do rock mundial, o álbum Are You Experienced?, do power trio The Jimi Hendrix Experience, recontado por Bruno Falabella.
Segue release:
Um salto sem pára-quedas. Uma infância enigmática passada em uma casa vermelha, e o destino de James é determinado por um presente. Após um apoteótico nascimento na América o rock`n`roll cruzara o oceano e na Swinging London dos anos 60 os grandes guitarristas eram reis. Festas, gruppies, entrevistas, sets de filmagem... James viaja em busca de um desafio. Quem era aquele homem envolto em mistério? Os domínios da rainha estremecem com um impacto sem precedentes. Uma sessão de cinema. As vidas de Pete, Eric, George, Keith e Jeff nunca mais seriam as mesmas.
Sobre o autor:
Bruno Falabella é jornalista (formado pela UFJF). Publicou contos no periódico on-line Oldskoolzine e no fanzine Thorazine, onde foi também um dos editores. Mantém no ar O Exército Vermelho de Klaus (www.oexercitovermelhodeklaus.blogspot.com). Nasceu em 1982, mas queria ter nascido em 1950, para, entre outras coisas, ter visto Garrincha e Nilton Santos jogando no Botafogo.
Três perguntas para o autor:
Por que você escolheu esse disco? Por ser um grande fã de Hendrix e por considerar esse o melhor disco de estréia da história do rock.
Como foi o processo de transformar música em literatura? A história foi escrita baseada nas letras do disco e na própria vida do Hendrix.
Com qual canção do álbum você falaria para o leitor começar seu seu livro? "Purple haze". Há referência a ela no começo e no final da história, portanto terminar com "Purple haze" também é uma boa.
”1001 discos para ouvir antes de morrer” traz cronologia da música moderna
Quase dois quilos pesam os "1001 discos para ouvir antes de morrer" (Sextante, R$ 45, em média), lançado recentemente no Brasil do original inglês 1001 Albums You Must Hear Before Die. Robert Dimery e Michael Lydon são os coordenadores editoriais deste compêndio de 950 páginas. Dimery colabora com as revistas Time Out e Vogue e escreveu The Rise And Fall Of The Stone Roses. Lydon é um dos fundadores da Rolling Stone e biografou a vida de John Lennon. Para definir a lista dos 1001 discos, Dimery mobilizou 90 jornalistas e críticos de música de todo o mundo. Não é uma lista imaculada (e qual é?), mas o livro fica além de um simples inventário de música pop. Seria melhor classificado como uma excursão cronológica pela história da indústria fonográfica. Um passeio que parte do álbum In The Wee Small Hours (1955), de Frank Sinatra, e vai até Get Behind me Satan (2005), do White Stripes. Fora a variedade das informações acumuladas, uma das coisas mais legais do livro é que cada álbum citado foi contextualizado historicamente com detalhes sobre produção, design e lista de canções. Só as imagens das mais de 900 capas, artistas e bandas já valem a aquisição. A única coisa que ficou duvidosa foi a escolha de Syd Vicious para ilustrar a capa da edição brasileira. Nos tempos de Never Mind the Bollocks, único disco dos Sex Pistols que aparece no livro, Syd nem fazia parte da banda. O grande gênero privilegiado é o rock, mas todos os estilos estão lá: soul, dance, world music, hip-hop, rap, jazz, bossa nova, eletrônica, blues, punk, heavy metal, disco, música experimental e alguns estilos inclassificáveis. Para o Brasil, a lista serve de certidão de quanto a música nacional ganhou reconhecimento planetário de uns anos pra cá. São destacados cerca de 20 discos famosos da MPB. Entre eles: Francis Albert Sinatra & Tom Jobim (1967), Stan Getz e João Gilberto (Getz Gilberto - 1963), Astrud Gilberto (Beach Samba – 1967), Mutantes (Os Mutantes - 1968), Caetano Veloso (Caetano Veloso - 1968), Milton Nascimento e Lô Borges (Clube da Esquina – 1972), Jorge Ben (Africa/Brasi - 1976), Elis Regina (Vento de Maio - 1978), Sepultura (Arise – 1991/ Roots – 1996) e Bebel Gilberto (Tanto Tempo - 2000). O livro também apresenta as obviedades de sempre: What's Going On, de Marvin Gaye, The Rise And Fall Of Ziggy Stardust, do Bowie e London Calling, do The Clash, são tão previsíveis quanto uma nova tour do Deep Purple no ano que vem. O equilíbrio é possível pela inclusão de estranhices como Einstürzende Neubauten e Aphex Twin. O Radiohead é o grande excesso. Todos os álbuns da banda foram comentados - faltou apenas falar de Pablo Honey, mas isso seria demais da conta. Britney Spears e Mariah Carey são bobagens inevitáveis. Os textos são bem escritos (a edição brasileira pecou na tradução ao errar o sexo de alguns artistas) e envolventes e mesmo bandas aborrecidas como Dire Straits e Boston se tornam mais ou menos atraentes. A cada folheada, o impulso de sair correndo pro eMule e baixar o livro página por página. Uma obra para atiçar os neófitos e estimular a curiosidade dos colecionadores de rock.
Veja abaixo um dos 1001 discos, resenhado pelos autores.
Go Girl Crazy! (1975) - Dictators
Em 1975, dois rapazes norte-americanos, Legs McNeil e John Holmstrom, gastaram a maior parte do seu verão ouvindo o álbum Go Girl Crazy!, dos Dictators. Embebedavam-se todas as noites e acabavam aos gritos cantando cada uma das canções do disco. Não muito tempo depois, estes dois rapazes foram os fundadores da revista Punk, uma das bíblias desse movimento anárquico que eclodiu nos últimos anos da década de setenta. Tal como os New York Dolls, os The Dictators eram precedentes do punk. Anos antes de se ouvir falar dos Ramones, Dead Boys e dos Sex Pistols, Dick Manitoba, a "arma secreta" dos The Dictators, já cantava sobre vomitar comida no McDonalds, beber cerveja e assistir a filmes duvidosos de série B. Go Girl Crazy! foi um dos primeiros discos punk, muito antes de se ouvir falar dessa definição. Mas oferecia muito mais: sons de garage surf e heavy metal – o guitarrista Ross "The Boss" Funichello fundou muito mais tarde os Manowar. Os The Dictators conseguiram inúmeros admiradores, em parte graças ao sentido de humor da banda. O disco incluía todos os ingredientes para ser um êxito, mas os acontecimentos tomaram um rumo infeliz. Pouco tempo depois do lançamento do álbum a Epic despediu-os: má gerência, turnês mal planejadas e brigas entre os membros da banda não ajudaram. O álbum não atraiu grande interesse até 1977, momento em que bandas como os Ramones tinham já polido a sua própria marca punk. Os Dictators foram marginalizados. No entanto, Go Girl Crazy! chegou primeiro.
Piracicaba terá festival com 30 bandas de metal em pleno carnaval
Está confirmado para os dias 2 e 3 de fevereiro próximos o I Carnametal, festival que vai reunir 30 bandas de hard rock, heavy, thrash e black metal em Piracicaba (SP). O evento está sendo organizado pela Vampiria Records , que em breve vai anunciar todas as atrações do evento. O objetivo do evento é ir contra as festas de carnaval. Uma forma única de fugir da baboseira carnavalesca que acontece todo o ano em nosso país. As bandas farão a festa dos rockeiros e headbangers por dias, em mais de 10hs de música sem parada. Com certeza será um marco na cidade, visto que nunca foi realizado um evento de tamanha proporção na cidade e de duração de dois dias. O evento vai contar com grupos que se apresentarão tocando desde o Hard Rock até o Black Metal, mais uma prova de que os estilos podem estar sim em um mesmo evento, dividindo atenções e sem maiores "intrigas" que é o que a Vampiria Records deseja. Claro sempre deixando bem explícito que as bandas de white, unblack e coisas de tipo infame de música, nunca terão parte dentro dos projetos da Vampiria Records.
01 - Rolling Stones - Jump Jack Flash (Live) 02 - The Jimi Hendrix Experience - Voodoo Child (Live at BBC) 03 - Led Zeppelin - Black Dog (Live at BBC) 04 - Deep Purple - Highway Star 05 - Black Sabbath - Paranoid
2º BLOCO
06 - AC/DC - Highway to Hell 07 - Motorhead - Ace of Spades 08 - Stooges - No Fun 09 - Ramones - Blitzkrieg Bop (Live) 10 - Sex Pistols - Anarchy In The U.K.
3º BLOCO
11 - Helloween - Eagle Fly Free (Live) 12 - Ozzy Osbourne - Crazy Train (Live) 13 - Iron Maiden - Run to the Hills (Live) 11 - Judas Priest - Painkiller 15 - Megadeth - Synphony of Destruction (Live)
4º BLOCO
16 - Metallica - For Whom The Bell Tolls (Live) 17 - Pantera - Cowboys From Hell (Live) 18 - Slayer - Raining Blood 19 - Ratos - Crucificados pelo Sistema (Live) 20 - Sepultura - Roots Blood Roots (Live)
Ingressos serão vendidos a partir do dia 05 de dezembro
Segundo a versão online do jornal Gazeta do Povo, o Iron Maiden vai expandir sua turnê pelo Brasil: além dos shows já divulgados em São Paulo (02/03) e Porto Alegre (05/03), a banda também se apresentará em Curitiba, na Pedreira Paulo Leminski. E os fãs de Curitiba já podem começar a se preparar, pois a venda de ingressos começa no próximo dia 10, através do Disk Ingresso (41 3315-0808). Os ingressos custam R$ 160,00 (R$ 80,00 para estudantes e maiores de 65 anos). Informações sobre a apresentação em São Paulo também foram divulgadas. O show acontecerá no estádio do Parque Antártica e os ingressos estarão à venda a partir do dia 5, quarta-feira: R$ 250,00 (pista especial), R$ 130,00 (pista), arquibancada (R$ 100,00), R$ 130,00 (cadeira descoberta) e R$ 160,00 (cadeira coberta). Inicialmente, as vendas acontecem através da Ticketmaster ou pelos telefones 6845-6000 (São Paulo) e 0300-789-6846 (outras cidades). Em notícia relacionada, a banda de Lauren Harris (foto), filha do baixista Steve Harris, que lançou um álbum no ano passado e faz uma curta turnê européia, será a responsável pela abertura dos shows do Iron Maiden na primeira parte da Somewhere Back In Time World Tour.