BEEROCK

A COLMÉIA RECOMENDA

Guitar Wolf - Jet Generation (1999)

"One, Two, Three, Four! Allight, Lock n' Loll!" Aqui está, diretamente do Japão, uma das bandas mais barulhentas do mundo. Imagine se você e seus amigos gravam uma fita num gravadorzinho de mão num quarto sem acústica nenhuma com todos os amplificadores saturados e no volume máximo. É assim a qualidade sonora do disco, uma barulheira dos infernos. O estilo é um rock n' roll lo-fi com uma forte pegada punk/proto-punk. Uma mescla de Stooges, Rolling Stones e Ramones, algo mais ou menos nessa linha. Destaque para "Jet Generation", "Fujiyama Attack", "Gakulan Rider" (a mais barulhenta de todas) e o cover do clássico de Eddie Cochran, "Summertime Blues".
O Guitar Wolf foi formado em 1987, auto-intitulando seu som com “Jet Rock n’ Roll”. Em 2003 foram a grande atração do festival Goiânia Noise, um dos principais festivais do Brasil.
Em 2005, o baixista Billy, um dos fundadores da banda, morreu de ataque cardíaco. Hoje o Guitar Wolf é formado por Seiji (Guitar Wolf), U.G. (Bass Wolf) e Toru (Drums Wolf).
Jet Generation é o único play dos caras lançado na brasilândia.

Pra quem não conhece o som, segue um aperitivo:

www.youtube.com/watch?v=DKMWT6zK4Lc

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h13
[ ] [ envie esta mensagem]

MANOWAR NA ROADIE CREW

Por Thiago Sarkis

Joey DeMaio e Eric Adams, respectivamente baixista e vocalista do MANOWAR, concederam entrevista à revista Roadie Crew (No. 103, capa: Max Cavalera), na qual falaram, dentre outras coisas, do recorde que detinham no Guinness Book, e da polêmica que ele gerou quando comentado por Liam Gallagher do OASIS. Confira alguns trechos.

O que representou para o grupo aquele lugar no livro dos recordes e quais são as lembranças daquela turnê do álbum Sign Of The Hammer (1984)?
Eric Adams: Havíamos lançado dois álbuns em 1984, e aquele foi um ano de muitas atividades para nós. Tínhamos bastante material inédito para apresentar ao vivo e a fama do MANOWAR por seus shows foi crescendo por toda a Europa e o mundo. Aí veio aquilo que lhe dissemos anteriormente, sobre a vontade e o poder de realizar coisas que nenhum outro grupo consegue fazer. Então confirmamos nossa reputação da banda que toca mais alto no planeta em Hanover na Alemanha frente a todas as pessoas que coordenam e organizam o Guinness Book. Elas testemunharam o recorde quebrado, registraram e o publicaram no livro. Alguns idiotas contestaram e ainda hoje duvidam daquilo. Porém, não se discute com 130 decibéis (risos).

129.5 mais exatamente, não?
Joey DeMaio: Isso. Para os caras do Guinness aquilo foi algo impressionante. Nós, no entanto, sempre tocamos assim, e nossos fãs também não se surpreenderam. O MANOWAR é essa muralha de Heavy Metal inigualável.
Eric Adams: Porém, atualmente maneiramos um pouco com isso, por leis, e porque realmente àquele ponto ficava até perigoso para a saúde das pessoas. É interessante ver como este recorde marcou época e é tão lembrado até hoje.
Joey DeMaio: Lembrado até por quem não devia. Sempre tem um músico infeliz fazendo comentários sobre isso.

Você se refere ao vocalista do Oasis, Liam Gallagher, que afirmou que este posto era da banda dele, certo?
Joey DeMaio: Sim, mais um idiota que tentou ofender o MANOWAR e os nossos fãs. Quero mais é que ele se foda com sua bandinha de merda.
Eric Adams: Falar que o Oasis é a banda que toca mais alto no mundo só pode ser uma piada. Ele disse isso? Eu nem vi. Não presto atenção ao que poseurs dizem.
Joey DeMaio: Dane-se esse lixo. Quero vê-lo sair vivo depois de dizer isso na frente dos fãs do MANOWAR no Brasil. (N. do E.: os guitarristas Laurent Barnard e Stephen Carter do Gallows, banda britânica de Punk Rock, quebraram este recorde no final de junho de 2007, atingindo 132.5 decibéis. Porém, o Guinness Book adotou a política de não listar mais esta categoria a fim de evitar influenciar danos à audição).

No decorrer de quatro páginas, Eric Adams e Joey DeMaio falaram minuciosamente sobre o EP "The Sons Of Odin", o novo CD "Gods Of War" e o futuro da saga nele iniciada, o trabalho com a orquestra filarmônica Bohuslav Martinu Philharmonic Orchestra e o coral BRNO Philharmonic Choir & Masaryk University Choir, ambos da República Tcheca, o contato com o ator Christopher Lee, o DVD "The Absolute Power", e os DVDs da série "Hell On Earth". Além disso, comentaram e relembraram "Hail To England" (1984), "The Triumph Of Steel" (1992), "Warriors Of The World" (2002), a histórica reunião ao vivo com David Shankle, Ross ‘The Boss’, Ronnie Hamzik e ‘Rhino’ Edwards, e as perspectivas para a próxima visita da banda ao Brasil.

Fabin - Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 10h08
[ ] [ envie esta mensagem]

R.I.P.

Morre Hilly Kristal, Fundador do CBGB (1931-2007)

Faleceu ontem Hilly Kristal, fundador e proprietário do maior antro sagrado da história do punk rock mundial, o CBGB OMFUG (Country, Bluegrass, Blues and Other Music For Uplifting Gourmandizers). Ele tinha 75 anos, e sua morte ocorreu devido a sérias complicações da doença que o acompanhava há alguns anos, o câncer de pulmão.
Kristal comandou o lendário clube rock nova-iorquino durante o período de 1973 a 2006, ano em que o mesmo fechou suas portas e planejava mudar-se para Las Vegas. O CBGB revelou ao mundo nomes como Ramones, Patti Smith, Television, Blondie, Talking Heads, Agnostic Front e muitos outros.

Fonte: Zona Punk

Escrito por ALYSSON - 10h05
[ ] [ envie esta mensagem]

NESTE SÁBADO EM FRANCA

Escrito por ALYSSON - 10h21
[ ] [ envie esta mensagem]

A COLMÉIA RECOMENDA

Uma Espécie em Extinção (1980)

Direção: Art Linson

Filmim de 1980, que acaba de ganhar edição nacional em DVD. Dizem que é tão bom quanto “Medo e Delírio em Las Vegas”.
Em “Uma Espécie em Extinção”, o ator Bill Murray apresenta o seu trabalho mais selvagem no papel do principal jornalista "Gonzo" americano, Dr. Hunter S. Thompson, o lendário repórter subversivo cuja paixão por escrever perdia apenas para o seu amor por químicas esquisitas, álcool, violência e insanidade. Junto de seu melhor amigo (Peter Boyle), Murray oferece um olhar irreverente aos anos 60 e 70, como testemunha de tudo o que estava acontecendo de importante na época, desde um julgamento de drogas aberto a todos em São Francisco, até uma entrevista cara-a-cara no banheiro, com o futuro candidato à presidência dos Estados Unidos, Richard Nixon.
Detalhe: o filme conta com trilha sonora composta por Neil Young e roteiro do próprio Thompson.

Escrito por ALYSSON - 10h20
[ ] [ envie esta mensagem]

EMORRÓIDAS

Escrito por ALYSSON - 10h18
[ ] [ envie esta mensagem]

DVD DUPLO DO AC/DC SAI EM OUTUBRO

A banda australiana AC/DC vai ganhar um DVD duplo com lançamento previsto para 16 de outubro.
Com cinco horas de apresentações ao vivo e participações inéditas em programas de TV, o DVD intitulado Plug Me In ainda vai ganhar uma edição limitada com um terceiro disco composto por 21 músicas ao vivo.
Destaques: a apresentação dos primórdios do AC/DC e o início de seu sucesso internacional, incluindo uma participação em um programa holandês em 1979, que contou com a estréia ao vivo de "Highway to Hell"; entrevistas com a banda em 1976 e uma individual de 1977 com o então vocalista Bon Scott, falecido em 1980; a chegada do vocalista Brian Johnson à banda; uma jam com o Rolling Stones e trechos de shows em Detroit, Moscou, Paris, Munique e Toronto.
O último álbum lançado pelo AC/DC foi Stiff Upper Lip, em 2000.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h16
[ ] [ envie esta mensagem]

EM RIBEIRÃO

A Groselha Fuzz, além das festas, promove e agencia algumas bandas da região de Rib.Preto-SP em que acredita, bota fé e a mão no fogo!
Neste semestre, teremos o primeiro lançamendo pelo selo Groselha Fuzz com a banda Alma Mater e o disco "Soundtrack Fields", que está em fase de produção.
Para comemorar os novos rumos do projeto, dia 31 de agosto teremos uma festa especial com todas as bandas e djs da casa no Penélope Bar.

Serviço:

SEXTA, 31/08
FESTA GROSELHA FUZZ
noite especial com as bandas e djs da casa

PALE SUNDAY (jardinópolis)
indie/pop
http://www.myspace.com/palesundayband

ALMA MATER (rib. preto)
experimental
http://www.myspace.com/almamaterband

CANE'S FOOT (serrana)
garage-rock caipira
http://www.myspace.com/cane39sfoot

INTERSTELLAR (rib. preto)
post-punk
http://www.myspace.com/interstellar9

djs:
AZ (studio11djs)
CLay x Valtim
Sineval (Pale Sunday)

Local: Penélope Bar
(Rua Conde Afonso Celo, 1500 - ao lado do Pão de Açúcar da av. Independência)
R$ 10,00 (preço único)

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h14
[ ] [ envie esta mensagem]

HISTÓRICO

A Rhino Records vai lançar um novo DVD ao vivo dos Ramones.
O DVD duplo chamado "It’s Alive: 1974-1996" chega às lojas dia 2 de Outubro.
Serão quatro horas de material inédito, trabalho supervisionado por Tommy Ramone, com sets em ordem cronológica, com mais de 100 músicas ao vivo, incluindo ai filmagens do show de ano novo de 1977, o qual deu origem ao clássico cd ao vivo "It's Alive".
Como o set list é muito grande, segue abaixo as 18 músicas que abrem o disco 1:

CBGB - New York, NY (9/15/74)
1. Now I Wanna Sniff Some Glue
2. I Don't Wanna Go Down To The Basement
3. Judy Is A Punk
Max's Kansas City - New York, NY (4/18/76)
4. I Wanna Be Your Boyfriend
5. 53rd & 3rd
The Club - Cambridge, MA (5/12/76)
6. Chain Saw
Max's Kansas City - New York, NY (10/8/76)
7. Havana Affair
8. Listen To My Heart
My Father's Place - Roslyn, NY (4/13/77)
9. I Remember You
10. Carbona Not Glue
CBGB - New York, NY (6/11/77)
11. Blitzkrieg Bop
12. Sheena Is A Punk Rocker
13. Beat On The Brat
14. Now I Wanna Sniff Some Glue
15. Rockaway Beach
16. Cretin Hop
17. Oh Oh I Love Her So
18. Today Your Love, Tomorrow The World

Fonte: Zona Punk

Escrito por ALYSSON - 11h12
[ ] [ envie esta mensagem]

CLÁSSICOS DO ROCK AO SOM DA VIOLA CAIPIRA

Ocorreu nesta última quarta-feira, 22/08, no Teatro Adamastor em Guarulhos, uma apresentação do Violeiro Ricardo Vignini da banda Matuto Moderno.

Na apresentação Ricardo mostrou um pouco do seu trabalho como violeiro, com as músicas instrumentais "Capuxeta" e "Alvorada", com a participação do também violeiro e professor do Conservatório Municipal de Artes de Guarulhos "Zé Helder".

Ricardo contou um pouco da história do instrumento no Brasil, e sua importância para a música Brasileira, e mostrou toda sua técnica executando clássicos do rock com arranjos especiais para viola caipira de "Master Of Puppets" do Metallica, "Kashimir" Led Zeppelin, "Aces High" do Iron Maiden alem de "Voodoo Child" do Jimi Hendrix.

Ricardo diz, que com essas versões visa despertar o interesse de novos músicos pelo instrumento.

Mais infos sobre o músico:
www.myspace.com/vignini
www.matutomoderno.com.br

Abaixo alguns vídeos da apresentação:

Iron Maiden - Aces High:
www.youtube.com/watch?v=XgtuZJ6XGpc&eurl=http%3A%2F%2Fpontozeroblog%2Ezip%2Enet%2F

Led Zeppelin - Kashimir:
www.youtube.com/watch?v=CHlIT4Da1u0&eurl=http%3A%2F%2Fpontozeroblog%2Ezip%2Enet%2F

Metallica - Master of Puppets:
www.youtube.com/watch?v=X6Oqd3cjxlM&eurl=http%3A%2F%2Fpontozeroblog%2Ezip%2Enet%2F

Fabin - Fonte: Ponto Zero

Escrito por ALYSSON - 11h07
[ ] [ envie esta mensagem]

SET LIST - CIDADE ROCK - 26/08/2007

1º BLOCO

01 - Elvis Presley - Hound Dog
02 - Chuck Berry - Johnny B. Goode
03 - Little Richard - Long Tall Sally / Tutti Frutti (ao vivo)
04 - Jerry Lee Lewis - Sweet Little Sixteen
05 - Crazy Legs - Bad Luck Girl (ao vivo - Momento Beerock)
06 - Stray Cats - Rock this Town

2º BLOCO

07 - Plebe Rude - Voz do Brasil (ao vivo)
08 - Ira! - Nasci em 62
09 - Prot(o) - Blecaute Suburbano
10 - Lobão - Panamericana (ao vivo)
11 - Ludovic - Atrofiando / Recém-convertido / Ex-futuro diplomata

3º BLOCO

12 - Nine Inch Nails - The Beginning of the End
13 - Ministry - Jesus Built My Hot Rod
14 - Superjoint Ritual - Everyone Hates Everyone
15 - Speedealer - Drink Me Dead
16 - Voivod - The Getaway
17 - White Zombie - Children of the Grave (Black Sabbath Cover)

Mais infos sobre o Crazy Legs aqui: www.crazylegs.com.br

O programa vai ao ar aos domingos, às 19:00 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 13h56
[ ] [ envie esta mensagem]

FESTIVAL MÓI VARGINHA

Cast fechado, inauguração de site oficial e tarde de autógrafos com Matanza

A banda carioca MATANZA se apresenta pela primeira vez no sul de Minas no festival MÓI VARGINHA, que acontece neste sábado, 1 de setembro, em Varginha Rock City no salão nobre do Automóvel Clube a partir das 16h.
Outras 8 super bandas também estarão se apresentando, entre eles estão: ZARG de Pouso Alegre, que retorna a Varginha após grande sucesso em 2 edições Roça 'n' Roll; a banda de um homem só, o NEVERKNOW, de BH; a novidade MURRO NA CARA, o CORPSE GRINGER de Machado que está divulgando seu novo CD, NORTHREND de Lavras, os retardados do BLACK JACK BONES de Três Pontas, o MR. ZÉ de Varginha e o HAHNEMANN de Campo do Meio.
A banda MATANZA também receberá o público na sessão de autógrafos que acontece no local do festival a partir das 15h.
O festival MÓI VARGINHA também contará com stand exclusivo da STORM ROCK STORE de Poços de Caldas.
Os ingressos antecipados podem ser adquiridos também na SHADOWS STORE e PROSAS & DADOS CYBERCAFÉ BAR em Varginha e na STORM ROCK STORE em Poços de Caldas.
Todas as informações podem ser encontradas no site oficial do evento http://moi.rocainroll.com ou através do e-mail imprensa@rocainroll.com.

SERVIÇO:
Festival MÓI VARGINHA
Atrações: MATANZA, Zarg, Neverknow, Murro na Cara, Corpse Grinder, Northrend, Black Jack Bonés, Mr. Zé, e Hahnemann
Dia: 1º de Setembro a partir das 16h
Local: Automóvel Clube de Varginha (Av. Princesa do Sul)
Ingressos: R$ 15,00
Pontos de Venda:
Storm (Poços de Caldas),
Shadows Store (Varginha)
Prosas & Dados Cybercafé Bar (Varginha)
TARDE DE AUTÓGRAFOS A PARTIR DAS 15h.

 

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h01
[ ] [ envie esta mensagem]

MOJO BLOG

SAIBA DAS NOVIDADES PRIMEIRO

Está no ar a versão beta do blog oficial da MOJO Books.
Pra quem não conhece, a Mojo é uma editora virtual, que lança regularmente, livros de download gratuito, tendo como tema discos que possuem relevante importância na cena musical.

Agora você já pode acompanhar tudo o que está acontecendo na MOJO, através do blog.
 
Já ficou na dúvida se deveria baixar um livro por que você não conhece bem banda ou o autor? Quer saber qual é o processo criativo dos livros e também das capas? Mais. Quer saber o que a MOJO Books está planejando para o futuro e quais serão os novos livros lançados?

Os editores Danilo Corci e Ricardo Giassetti apresentam todas as bandas, os autores, dos processos criativos de capas e livros e falam também das novidades que estão prestes a rolar na MOJO! Visite e participe.

Blog: www.mojobooks.com.br/blog
Site: www.mojobooks.com.br

Escrito por ALYSSON - 09h59
[ ] [ envie esta mensagem]

NOVO DO HELLOWEEN

O HELLOWEEN divulgou nesta semana a arte gráfica do novo álbum de estúdio, "Gambling With The Devil", com lançamento agendado para 31 de outubro (data do Halloween).
A banda está preparando uma surpresa agradabilíssima para seus fãs sul-americanos: o livreto do novo álbum virá com um prêmio surpresa e quem encontrá-lo, ganhará estadia e vôo para os vindouros shows que a banda fará na América do Sul.
No lado musical, o álbum trará a participação do vocalista do SAXON, Billy Byford, na intro do CD, “Crack The Riddle”. Além disso, o disco terá um épico dividido em três partes: “The Bells Of The Seven Hells", "Falling To Pieces" e "I.M.E.", que trará à tona a temática que envolve o trabalho todo. “No fim das contas, a vida é um jogo de risco com o demônio [N. do T. tradução para ‘Gambling With The Devil’]”, explica o vocalista Andi Deris. O primeiro single será “As Long As I Fall”, disponível apenas para download, cujo videoclipe será gravado em Monique nas próximas semanas.

Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 10h27
[ ] [ envie esta mensagem]

SAINDO DO FORNO

Geração Beat - Jack Kerouac
Editora: L&PM
Preço em média: R$10,00

Kerouac escreveu Geração Beat em apenas uma noite em sua casa, na Flórida. O ano era 1957, o mesmo da publicação de On the Road. Aproveitando a repercussão da obra, enviou a peça a diversos produtores, que a recusaram. Chegou inclusive a enviá-la à escritora Lilian Hellman e a Marlon Brando, que também nunca deram retorno. E assim o projeto ficou engavetado por mais de 50 anos, sendo descoberto por Sterling Lord, agente de Kerouac até sua morte, somente em 2005, em um galpão de New Jersey.
A peça narra um dia na vida do boêmio Jack Duluoz, alter ego do próprio autor, e de um grupo de amigos que sobrevivem de pequenos trabalhos, tomam o primeiro gole de bebida ainda pela manhã e passam o dia na rua apostando em cavalos e jogando conversa fora. Esse grupo reunido em um apartamento em Nova York na década de 1950 foi inspirado nos próprios amigos de Kerouac, as lendas beat Allen Ginsberg e Neal Cassady.
Geração Beat é permeada pela sonoridade da conversação, à qual a escrita de Kerouac confere um ritmo quase musical. A peça é sobre viver a vida no limite, se despir de amarras e alcançar a liberdade plena, de corpo e espírito. Na introdução, a escritora A. M. Homes afirma: “Geração Beat é sobre conversas, sobre a amizade, sobre enfiar o pé na jaca; é sobre a maior questão de todas – a existência.” Esta edição da peça reproduz com o máximo de exatidão possível o manuscrito original datilografado, completo, mantendo a pontuação, a ortografia e as inimitáveis palavras inventadas de Kerouac.

Fonte: www.lpm-editores.com.br

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 10h25
[ ] [ envie esta mensagem]

A COLMÉIA RECOMENDA

Black Stone Cherry - Black Stone Cherry (2006)

Roadrunner Records

Nos últimos anos, tenho observado um bom crescimento da cena Stoner Rock, com bandas como Monster Magnet ou Nebula deixando de ser guerreiros quase solitários, resistindo em manter a bandeira erguida. Novos nomes têm surgido, bandas de qualidade inquestionável e com forte possibilidade a se tornarem os mais representativos no estilo.
Temos, por exemplo, o grande Spiritual Beggars, que álbum após álbum foi assumindo o status de “mestres do Stoner”, estando para o gênero como o Dream Theater está para o Prog Metal ou o Ramones para o Punk Rock. Outro nome que estourou foi o The Hellacopters, mostrando um lado mais festivo e comercial do negócio, fazendo a cabeça da crítica e dos fãs.
Gosto do som de ambos (Spiritual Beggars e The Hellacopters), mas nenhum dos dois chega aos pés do comemorado mais novo nome da cena: Black Stone Cherry. O motivo? Simples. Este quarteto – que certamente vai dar muito o que falar – teve a manha de encontrar o equilíbio perfeito para o Stoner Rock, acertando na veia, no centro do alvo. De alguma forma, eles conseguiram neste auto-intitulado álbum mesclar com perfeição todas as características valiosas para os fãs do estilo, ficando num meio-termo entre as bandas supracitadas.
Acidente ou brilhantismo? Bom, pra mim, pouco importa. O importante é que eles saibam preservar a fórmula mágica que desenvolveram, para uso em futuros trampos. E, melhor ainda, que eles passem de servir de inspiração – e efetiva influência – para muitas outras formações do gênero.
Não tem como não se envolver, não se sentir contagiado ao ouvir qualquer uma das treze faixas de Black Stone Cherry (o álbum) – claro, a não ser que não se aprecie este tipo de som. Mas será absolutamente irresistível para os fãs desta sonoridade em particular, que surgiu inspirada no Black Sabbath (digamos que se pegou o clima carregado que Tony Iommi & cia aplicavam às suas músicas, acrescentando doses generosas de Rock ‘N Roll e podando o lado sombrio do negócio).
O Black Stone Cherry (a banda), em suma, faz um trabalho vigoroso, visceral, denso e contagiante. Todas as músicas tem sua própria “cara”, mas todas também possuem a mesma pegada viciante, que nos leva a chacoalhar os ossos, cantar junto (mesmo ainda não conhecendo as letras) e querer ouvir por vezes e vezes consecutivas. Além do instrumental enérgico, pleno em sensibilidade artística e respeito aos padrões do estilo, ainda podemos contar com os vocais magistrais de Chris Robertson.
O cara tem um timbre encorpado, uma postura de quem está se dedicando de corpo e alma à interpretar as canções, além de uma técnica onde a voz sai ligeiramente trêmula e deliciosamente melodiosa - tudo contribuindo para conferir à sua performance o poder de congelar nossa espinha em puro deleite auditivo. Momentos particularmente inspirados da banda, com destaque especial para seu fabuloso vocalista, são “Rain Wizard”, “Tired Of The Rain”, Rollin’ On” e, em maior grau, “When The Weight Comes Down” e a obra-prima “Hell And High Waters”.
E olha que este é o primeiro álbums dos caras! Cá entre nós, se isto não é uma estréia com o pé direito, não sei o que mais seria.
Por fim, um aviso: se você é fã do Stoner Rock e ainda não conheceu este monumental Black Stone Cherry (a banda ou o álbum), tome logo providências à respeito. Se demorar demais a usufruir deste material, jamais irá se perdoar pelo vacilo.

Confere ae:

www.blackstonecherry.com
www.myspace.com/blackstonecherry

Fonte: PoppyCorn / Escrito por: Alessandro Oliveira

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h23
[ ] [ envie esta mensagem]

SAINDO DO FORNO

BARÃO VERMELHO - AO VIVO NO ROCK IN RIO I (CD E DVD)

O Barão Vermelho original está de volta em CD e DVD com a apresentação no Rock in Rio de 1985. Uma show histórico que poderia ter jogado a banda no mesmo patamar de sucesso que os Paralamas do Sucesso alcançaram depois do festival, não fosse a saída do vocalista Cazuza seis meses depois. A apresentação lançada é a primeira, de 15 de janeiro, dia da eleição indireta de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil desde 1964. Daí a saudação de Cazuza ao final de "Pro dia nascer feliz": "Que o dia nasça lindo pra todo mundo amanhã. Com um Brasil novo, com a rapaziada esperta. Valeu!".
Como diz Roberto Frejat no documentário "Aconteceu em 85", nos extras, o Barão representava uma nova geração que acreditava num Brasil que ia acontecer: "E até hoje não aconteceu, mas isso é outra história", diz ele. Frejat ecoa as palavras que Herbert Viana disse em 1985 no microfone do próprio Rock in Rio, que foi a força do rock nacional que deu o toque a Roberto Medina, da Artplan, de que seria viável realizar um festival de rock. O Barão tocou no mesmo dia de Kid Abelha, Eduardo Dusek, os grupos de metal Scorpions e AC/DC. Kid e Dusek foram vaiados, mas o som vigoroso do Barão agradou. A banda estava em sua melhor forma, consagrada com o terceiro LP, "Maior abandonado", já disco de ouro quando chegaram ao festival, como lembra Guto Goffi (bateria).
O som é diferente do Barão atual, mais próximo do estilo dos Rolling Stones com bastante punch. Eles mostram que se o quarto LP tivesse acontecido com aquela formação, o sucesso seria estrondoso. Ter esta formação num DVD é um resgate da primeira fase da banda, encerrada meses depois quando foi embora levando metade do repertório do novo disco.
O valor histórico é reforçado por conter registro único de duas músicas: "Um dia na vida" entrou em Declare guerra, o quarto LP, já na voz de Frejat. "Mal nenhum", parceria de Cazuza com Lobão, foi parar no primeiro LP solo de Cazuza. "Subproduto de rock" não consta de nenhum disco do Barão, foi composta para o especial infantil da Rede Globo "Plunct plact zuum 2", de março de 1984, e é uma das melhores do DVD com solo alucinado do saxofonista Zé Luíz. Destaque ainda para "Narciso" um rockão com solos de Zé Luis, Frejat e Maurício Barros (teclados), incluindo riffs chuckberrianos de Frejat.
Das 14 músicas, sete são do LP "Maior abandonado", a turnê que faziam na época. Do primeiro disco pinçaram o hino ''cazuziano'' "Down em mim" com os versos chupados de Bukowski sobre o banheiro ser a igreja de todos os bêbados, e "Todo amor que houver nesta vida" ainda com andamento rápido. No todo um show de rock dinâmico e enxuto por uma banda afiada. A imagem muitas vezes é escura porque a captação obedeceu à luz do show, não houve iluminação especial para a TV.

Fonte: O Globo

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 13h57
[ ] [ envie esta mensagem]

VERSANDO

POÇO DE HOMBRIDADE

Desde que eu me entendo por gente, volta e meia eu tenho o mesmo sonho. Quer dizer, são dois os meus sonhos recorrentes, mas um deles nem é tão ruim assim. Nesse outro, que é o mais perturbador de todos, eu me vejo conversando com um pequeno grupo de pessoas quando, de repente, eu sinto todos os meus dentes se soltando na minha boca, sem qualquer explicação aparente, todos eles tentando avançar na direção da minha garganta.

Sem outra opção, eu encerro a conversa imediatamente e saio andando com pressa pela rua, tentando fazer com que ninguém perceba o que está acontecendo. O que se revela um esforço completamente inútil, porque os dentes, surpreendentemente brancos, volumosos e arredondados, começam a escapar da minha boca, empurrados por uma violenta cachoeira de sangue, e espalhafatosamente caem na palma da minha mão.

Desesperado, eu tento pedir socorro e o sonho acaba. Exatamente aí. Eu acordo sempre nessa parte.

Jair Naves - Ludovic

Escrito por ALYSSON - 13h54
[ ] [ envie esta mensagem]

NESTA SEXTA EM GUAXUPÉ

Escrito por ALYSSON - 11h14
[ ] [ envie esta mensagem]

EM SERRANA

Atenção aos que apoiam e fazem cultura alternativa, independente ou livre...

Vai acontecer nos DIAS 07,08 e 09 DE SETEMBRO, mais uma edição do FESTIVAL INDEPENDENTE OU MORTE!.

Bandas, oficinas de fanzines, exposições, filmes, bate-papos e amizade em três dias. Tudo isso na grande Serrana. Lá no CECAC - PARQUIM.

Programação:

dia 07/09 feriado sexta-feira às 16 hs

filmes
Oficina de Fanzines (I-parte)
Breckneck - Guaxupé-MG
AA - Serrana
Espaço em Branco - Rib.Preto
UDJC - Guaxupè-MG

dia 08/09 - sábado às 20 hs

Oficina de Fanzines (II-parte)
Bate-papo com Scarnio e Osso
Visitantes - Sampa
Íbis - Serrana
The Flag Pops - Franca

dia 09/09 - domingo às 16 hs
filmes
Oficina de fanzines (III-parte)
Berrodubio - Rib.Preto
Dias Mortos - Serrana
Plug in Out - Serrana
Alma Mater - Rib.Preto

local_cecac - parquim
serrana ao lado do serrana esporte clube
rua barão do rio branco s/n - centro

Convite antecipado com direito à adesivo: R$6,00 (pros 3 dias)

Na porta: R$3,00 (por dia)

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h14
[ ] [ envie esta mensagem]

SAINDO DO FORNO

DVD: PERFORMANCE

Filmado em 1968 e lançado apenas em 1970, Performance, dirigido por Donald Cammell e Nicholas Roeg, tem o stone Mick Jagger como um de seus atores principais e ainda era mais conhecido apenas pelos fãs dos Rolling Stones, ou por quem curtisse a estética dos filmes psicodélicos dos anos 60. E acabou se tornando um dos raros exemplares deste tipo de filme a ser lançado por uma grande produtora, a Warner. Se a idéia original era que a película fosse um equivalente dos filmes dos Beatles (tinha muita gente da produtora que achava que o resultado ia ser algo próximo de A hard day's night), o resultado foi um filme artístico, repleto de referências musicais e literárias que não podem ser captadas logo de cara - com sexo, drogas, rock´n roll, perversão e tortura psicológica no último volume. Mais: as histórias por trás de sua realização são tão ou mais turbulentas e interessantes do que o próprio Performance.
Para quem quiser conferir o filme - que até pouco tempo só podia ser visto, sem legendas, em mostras de cinema experimental ou de filmes de rock - a Warner acaba de lançá-lo no Brasil em DVD, numa edição que ainda contém um telefilme antigo falando da "carreira solo" de Mick como músico e ator e um documentário explicando como foi realizado o filme. Bom, explicando, é maneira de falar: há fatos que foram deixados de fora, e vale citar que o próprio Mick Jagger não foi entrevistado para os extras do DVD.
O enredo de Performance já o coloca tranquilamente numa espécie de "lado negro da força" do cinema experimental dos anos 60. Não há nada de flower power, muito menos do espírito comunitário de Woodstock. O filme inicia mostrando o estilo de vida do gângster Chas (interpretado por um ator conhecido na época, James Fox), cujo trabalho gira em torno de mulheres, espancamentos, ameaças, torturas, tiros e muita truculência - tudo mostrado na tela com realismo. Após ser jurado de morte, ele tem que se esconder e, por vias completamente tortas, acaba indo parar na casa de um rockstar aposentado, Turner (Mick Jagger), que vive com duas amantes: a diabólica Pherbe (Anita Pallenberg, modelo e atriz ítalo-germânica que era casada com o também stone Keith Richards) e a gracinha Lucy (a atriz francesa Michele Breton).
A aproximação de Turner e Chas acaba sendo o estopim para mudanças nas personalidades de ambos – especialmente quanto Turner e Pherbe oferecem a Chas, sem avisar, uma sessão de degustação de cogumelos que um cozinheiro jamais colocaria numa pizza... Sons estranhos, colagens desconexas, cortes bruscos e seqüências sinistras já aparecem desde o começo do filme, mas é aí que o bicho pega de vez, ganhando ares de verdadeira bad trip. Especialmente para Chas, que praticamente vira um hippie doidão e decadente nas mãos de Turner e suas concubinas.
Bastidores: A verdade estava do outro lado das câmeras. Se você não achou nada de estranho ao saber que Anita Pallenberg, mulher de Keith Richards, contracenava com o também Stone e brother de Keith, Mick Jagger, saiba que as cenas de sexo e de uso de drogas são bem reais – especialmente no que diz respeito ao trio Jagger-Michele-Anita. Pelo que consta, durante as gravações, os atores realmente usavam drogas para manter o clima chapado e decadente do filme.
No documentário, são relatados detalhes de como uma das cenas de sexo foi feita – e Anita, hoje uma senhora, sorri e explica que “foi bem divertido”. Bom... a suposta dor-de-corno de Keith teria dado em pelo menos duas músicas dos Stones (“You got the silver” e “Gimme shelter”) e em sua recusa a participar da trilha de Performance – quem toca guitarra em “Memo from Turner”, que Mick canta ao conseguir “penetrar na mente” de Chas, é o guitarman Ry Cooder. Segundo Anita, Keith, já prevendo problemas, ofereceu a ela o mesmo cachê do filme só para que ela não o fizesse. “Mas eu queria mesmo fazer o filme”, enfatiza ela.
A lista corrida de histórias bizarras a respeito do filme é bem grandinha – dentre elas, há o fato de James Fox ter largado o cinema para se dedicar à vida religiosa, o fato de Anita ter metido o pé na jaca das drogas furiosamente após Performance e o desaparecimento de Michele (que, dizem, teria morrido de overdose, virado prostituta ou estaria incógnita na Alemanha). O que vale afirmar é que Performance é um baita relato de uma época, e que qualquer pessoa que queira entender o que foi a doideira cultural-existencial dos anos 60, precisa dar uma olhada no filme. Além do caráter psicodélico, a película inclui desde teorias malucas sobre “demônios internos”, a referências a gente como o bluesman Robert Johnson (cuja “Come on in my kitchen” é tocada por Jagger ao violão) e o papa do realismo mágico, o escritor Jorge Luís Borges, que inspirou boa parte do roteiro e cuja imagem chega a aparecer no filme.
O clima de Performance não passou batido. Além de censurado no Brasil dos anos 70, ele chegou a ganhar classificação de “pornográfico” no EUA, e isso porque dizem que boa parte do material filmado, de tão sexualmente explícito, não chegou nem mesmo a ser revelado. Ultrajados, os chefões da Warner só liberaram o filme após ele passar por quatro montagens - e ainda assim, a fita foi lançada sem muito alarde. Só agora, após quase quarenta anos, Performance sai da maldição e se revela um grande filme, para além de qualquer polêmica.

Fonte: Nitideal / Escrito por: Ricardo Schott

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h05
[ ] [ envie esta mensagem]

VOCALISTA COMENTA O FIM DO MINISTRY

Al Jourgensen comenta projetos solo enquanto saem os últimos lançamentos da banda

O líder do Ministry, Al Jourgensen, falou à MTV a respeito do final da banda surgida em meados dos anos 80, e confessou que prefere trabalhar por trás dos projetos, na produção principalmente, do que na linha de frente.
Para explicar melhor, Jourgensen fez uma analogia dizendo que sempre quis ser Jimmy Page (guitarrista do Led Zeppelin), mas acabou se tornando Robert Plant (vocalista da banda): "Eu sou um rato de estúdio, sempre quis ser. E agora conseguirei fazer, sei lá, seis projetos por ano, então me sinto bem melhor. Vocês certamente ficarão mais saturados de Al Jourgensen agora do que quando eu estava no Ministry. Então encaro tudo isso como uma segunda carreira, não uma aposentadoria".
Para quem ainda não assimilou a idéia do final do Ministry, fica a notícia do lançamento do álbum de covers Cover Up, que terá colaborações como as de Wayne Static, do Static-X, na versão de "I Want You (She´s So Heavy)", originalmente dos Beatles, de Robin Zander, do Cheap Trick, em "Radar Love", do Golden Earring, e de Burton Bell, do Fear Factory, em "Under My Thumb", dos Rolling Stones.
Para quem acompanha a banda não é novidade a ruidosa cover de "Supernaut", do Black Sabbath, e de "Lay Lady Lay", do Bob Dylan. Ambas serão incluídas no trabalho, assim como "Roadhouse Blues", clássico do Doors, e "The Light That Pours Out of Me", do Magazine.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 11h02
[ ] [ envie esta mensagem]

PROJETO DE MAX E IGOR MUDA DE NOME

Devido a problemas legais, o projeto no qual os irmãos Max e Igor Cavalera trabalham atualmente terá que mudar de nome.
A banda, que se chamava Inflikted, agora se chama The Cavalera Conspiracy.
Acompanham Igor e Max no novo projeto os músicos Marc Rizzo (Soulfly) e Joseph Duplantier (Gojira).

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 11h00
[ ] [ envie esta mensagem]

EM CAMPINAS

VI SETEMBRO NEGRO FESTIVAL com as bandas:

GORGOROTH (Black Metal / Noruega)
BELPHEGOR (Death Metal / Austria)
TORTHARRY (Death Metal / Rep. Tcheca)
DARKEST HATE WARFRONT (Black Metal / Rio de Janeiro)

Horário: 19:00 horas
Ingressos:

R$ 50,00 ANTECIPADOS (Promocional e Estudante)
R$ 70,00 NO DIA

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h50
[ ] [ envie esta mensagem]

NOVO DO BURTON

Sweeney Todd, The demon barber of Fleet Street, adaptação para o cinema do musical de Stephen Sondheim, com direção de Tim Burton, será lançado na gringa no dia 21 de dezembro.
No filme, Johnny Depp interpreta o lendário barbeiro Benjamin Barker, que, depois de ser injustamente expulso de Londres e ver sua esposa e sua filha caírem em desgraça, retorna adotando o pseudônimo de Sweeney Todd para consumar sua vingança. Ao lado da quituteira Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter), o vingador arma um plano infernal: na cadeira do barbeiro assassina seus clientes, enquanto ela usa os restos mortais para assar tortas que viram a sensação de Londres.
Alan Rickman, o Severo Snape da série Harry Potter, interpreta o Juiz Turpin, responsável pela condição de Barker. Sacha Baron Cohen (Borat) vive o barbeiro italiano Adolfo Pirelli. Timothy Spall vive um comparsa do juiz. John Logan (O aviador, O último samurai) escreveu o roteiro.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h49
[ ] [ envie esta mensagem]

YEAR ZERO NAS TELAS

O líder do Nine Inch Nails, Trent Reznor, acometido por um surto de grandiosidade, pretende levar as mensagens do álbum conceitual Year Zero às telinhas e às telonas!
Em uma entrevista concedida à revista alemã Kerrang!, Reznor conta que já tem um produtor interessado no projeto de transformar o álbum mais recente do NIN em um seriado de TV e que já se encontrou com alguns roteiristas para conversar a respeito do enredo.
De acordo com ele, nas próximas semanas haverá discussões com pessoas mais influentes da TV estadunidense e aí "vamos ver o que acontece". Reznor adiantou que existe a idéia de gravar uma trilha sonora especialmente para a série, enfatizando, no entanto, que a história deve girar em torno de Year Zero.
Lançado em abril deste ano, o trabalho mais recente do Nine Inch Nails versa sobre questões como paranóia, a crescente censura nos Estados Unidos, uma suposta ditadura de direita, religião, meio-ambiente e outros assuntos sociais e políticos transferidos para um futuro próximo.
De acordo com o site Blabbermouth, os planos de Reznor não acabam por aí. Supostamente, o vocalista do Nine Inch Nails estaria pretendendo levar Year Zero também para os cinemas.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h47
[ ] [ envie esta mensagem]

SKID ROSE

Segundo rumores, Axl Rose gravou participações especiais nas músicas “(Love Is) A Bitchslap” e no cover para “Back In The Saddle”, do Aerosmith.
Essas músicas aparecerão em “Angel Down”, novo álbum solo que Sebastian Bach (ex-Skid Row) lança em novembro.
E o Chinese Democracy? Já era?

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 10h45
[ ] [ envie esta mensagem]

SET LIST - CIDADE ROCK - 19/08/2007

1º BLOCO

01 - The Beatles - Taxman
02 - ELF - Aint it All Amusing
03 - The Doors - Break On Through (live)
04 - Ted Nugent - Cat Scratch Fever
05 - Nazareth - Changin' Times
06 - Budgie - Crash Course in Brain Surgery

2º BLOCO

07 - Titãs - Será que é isso que eu necessito?
08 - Wander Wildner - Rato de Porão
09 - Matanza - Clube dos Canalhas
10 - Nihilo - Nihilo (Momento Beerock)
11 - Virna Lisi - Hiena Ria

3º BLOCO

12 - Stratovarius - Hunting High & Low (Live)
13 - Primal Fear - Kiss of Death
14 - Helloween - Perfect Gentleman
15 - Iced Earth - The Reckoning (Don't Tread On Me)
16 - Blind Guardian - Another Holy War

Mais infos sobre o Nihilo aqui: www.nihilo.com.br

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h25
[ ] [ envie esta mensagem]

A COLMÉIA RECOMENDA

Site/blog com foco na cena independente brasileira.

Acesse: www.meiodesligado.com

 

Escrito por ALYSSON - 10h19
[ ] [ envie esta mensagem]

SAINDO DO FORNO

Electrafixion - “Burned Extended”

Em 1994, Ian McCulloch, líder de uma das maiores bandas do rock inglês na década de 80, estava sem rumo no rock and roll. Ian havia deixado o Echo & The Bunnymen em 1988 para seguir carreira solo. Em 1994, no entanto, o vocalista já havia lançado dois álbuns solo ("Candleland" e "Mysterio") que não repercutiram, e assim como Will Sargeant, guitarrista do Echo, estava boquiaberto com um fenômeno chamado Nirvana. O reencontro destes dois heróis da pós-punk resultou no projeto Electrafixion e em um dos grandes álbuns do rock nos anos 90, "Burned", que está sendo relançado no mercado europeu em versão dupla extendida, com vinte músicas a mais do que o lançamento original, de 1995.
Se o Echo & The Bunnymen sempre soou como uma mistura bem azeitada de Beatles, Doors, Velvet e Stones, passados pelo furacão punk, o Electrafixion nada mais é do que o próprio Echo & The Bunnymen (e todas as influências supracitadas) passado pela tempestade grunge. Teclados, climatizações e orquestração saem de cena. A sujeira das guitarras impera. Will se coloca quilômetros à frente de outros guitarristas, tamanho a gama de efeitos, improvisos e riffs impossíveis que inventa.
Entre as 11 poderosas faixas do lançamento original há espaço para a demência em forma de barulho ("Fell My Pulse"), show particulares de Will ("Sister Pain", "Lowdown", "Never"), rocks dançantes ("Zephyr"), baladas psicodélicas ("Whose Been Sleeping In My Head?") e a poesia amargurada de Ian, em um estado de perda de fé e direção. "Pensei que tivesse as respostas, agora não sei", canta ele em "Never". "Preciso de uma surpresa nova, preciso de redenção", diz a letra de "Mirrorball".
Neste relançamento estão inclusos todas as faixas inéditas relegadas a b-sides (algumas, sensacionais, como a faixa título, ou apenas excelentes, como as longas "Holy Grail" e "Land Of The Dying Sun"; as dançantes "Subway Train" e "Razor's Edge"; ou as psicodélicas e barulhentas "Not Of This World" e "Work It On Out") além de nove faixas registradas ao vivo no Shepherds Bush Empire, em outubro de 1995, que foram lançadas à época no single triplo "Live Album Box", da qual se destaca uma poderosa versão de "Loose", dos Stooges, que o Echo pós-Electrafixion tocou no Brasil, em 1999.
Em 1995, um crítico escreveu que esse era o disco que Blur e Oasis se matariam para fazer. Vou além: esse é o disco que toda galera grunge ficou devendo após o estouro da cena. Porém, o projeto acabou exatamente neste álbum. Quando se preparavam para o segundo disco, o baixista Les Pattinson topou a volta e Ian e Will retomaram o Echo & The Bunnymen, melodioso e apaixonado, e colocou na praça o excelente "Evergreen". Mas o estrago já estava feito.

Fonte: Coluna Revolution / Escrito por Marcelo Costa

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h12
[ ] [ envie esta mensagem]

A GRANDE VENCEDORA

JULIETTE LEWIS - "MUSA DO CIDADE ROCK 37"

Escrito por ALYSSON - 15h36
[ ] [ envie esta mensagem]

NOSTALGIA OITENTISTA

Novo Porky's pode ser filmado já em outubro

Comentada desde 2002, a refilmagem de Porky's, clássico do besteirol sexista de 1982, pode finalmente sair.
O site /Film conversou com o radialista escrachado Howard Stern, detentor dos direitos do filme, e ouviu dele que a produção pode começar a ser rodada em outubro. "Deram o sinal verde e parece que agora vai. Parece que em outubro, mas não sei se isso é verdade", disse Stern.
"Tínhamos dois roteiros produzidos ao mesmo tempo e agora vamos juntar para escolher as melhores piadas e ver qual fica melhor. Tem saído um negócio engraçado até agora", completou.
Ainda falta escalar o elenco e anunciar um diretor. Outubro está um pouco em cima da hora...
Como no original, o filme contará as cômicas desventuras de seis estudantes que estão desesperados para encontrar a satisfação sexual na Porky's, uma famosa boate onde há shows de strip-tease. Quando eles são expulsos de lá e atirados para fora pelo dono do local, eles arquitetam um inesquecível plano de vingança.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 11h23
[ ] [ envie esta mensagem]

SAINDO DO FORNO

'Vanguart': Canções com asas de fogo (... mais alto!)

(Não tem como não começar assim) ... Era uma vez, pelos idos de 2004, no palco do Gate’s Pub, em Brasília, um garoto franzino, como se Bob Dylan tivesse saltado fora da capa de “Freewheelin ...”, encantou o público com suas canções. Junto com ele, um “bando” de amigos, cúmplices e solidários, como toda grande banda de rock, davam vida às melodias emocionantes que brotavam uma atrás da outra. Ainda cantavam apenas em inglês mas, depois, no ano seguinte, vieram novamente com sua mala de canções, desta vez exibindo um dos clássicos do rock desta geração, a música “Semáforo”. Os cinco garotos atendiam pelo nome de Vanguart e vinham de Cuiabá, no Mato Grosso, prenunciando a mudança de direção dos ventos da nova música jovem brasileira.
Hoje, depois de rodar o país inteiro e mais maduros musicalmente, os cinco – Hélio Flanders (voz e violão), David Dafre (guitarra e voz), Reginaldo Lincoln (baixo e voz), Luiz Lazarotto (teclados) e Douglas Godoy (bateria), chegam ao primeiro disco com uma obra digna da estréia de grandes artistas. O disco traz clássicos que marcaram a carreira da banda até aqui e novidades como “Cachaça”, “Beloved”, “Los Chicos de Ayer”, “Para Abrir os Olhos” e a belíssima “Cosmonouta”. Em todas as canções, cantadas em três línguas, a verve autoral de Hélio Flandres e a qualidade instrumental da banda traduzem emoções cotidianas em melodias e poesias – das melhores de sua época - capazes de emocionar uma geração inteira, de Norte a Sul. São 14 canções, entre folks, baladas e até mesmo bossa novas, que fazem deste disco um divisor de águas na história do rock nacional desta década.
Antes de “condenada” pela falência do atual modelo fonográfico, esta geração vive um mundo de possibilidades que faz com que surjam artistas geniais além dos limites dos grandes centros. Vanguart é um desses fenômenos que dá voz a uma realidade que, em outras circunstâncias, não teria espaço no cada vez mais multicolor universo da cultura nacional. Mais do que apenas mais um disco de um grupo da cena independente, o álbum de estréia do Vanguart aponta para uma nova realidade que, a cada dia, se impõe sobre a ditadura do “top 40” e outras excrescências. A sua audição é um sopro de vida, um alento para a alma e todas “essas pieguices” que ainda dão sentido as relações humanas. Algo que somente aqueles que têm amigos que “voam com asas de fogo” sabem e, por isso, assumem seu papel de geração e contam suas histórias. Mais alto!

Por: Fernando Rosa / Senhor F

Ps: O disco tá encartado na Revista Outracoisa deste mês. A revista mais o disco por R$16,90.

Fóda-se as grandes gravadoras!

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h21
[ ] [ envie esta mensagem]

FESTIVAL MINEIRO SELECIONA BANDAS

O Jambolada, um dos festivais de rock mais importantes de Minas Gerais, está selecionando bandas para a próxima edição do evento, nos dias 14, 15 e 16 de setembro. Os grupos interessados devem se inscrever para participar das prévias, que acontecem nos dias 16 e 17 de agosto, em Belo Horizonte, e 30 e 31 do mesmo mês, em Uberlândia. Das 20 bandas que se apresentarem nas prévias, quatro serão selecionadas para o Jambolada 2007. As inscrições podem ser feitas até os dias 5 (BH) e 15 de agosto (Uberlândia). Mais informações em www.jambolada.com.br/seletivas.

Escrito por ALYSSON - 11h16
[ ] [ envie esta mensagem]

ENQUETE: MUSA(S) DO CIDADE ROCK 37

VOTEM!

The Runaways (Obs: foto de 1976)

Girlschool (Obs: foto dos anos 80)

Biggs

Juliette and the Licks

Donnas

Sahara Hotnights

Escrito por ALYSSON - 10h11
[ ] [ envie esta mensagem]

CD PAC

Por: Marcelo Costa / Coluna Revolution

Três meses atrás, neste mesmo espaço, relatei a chegada do CD Zero, da Sony/BMG, com uma previsão de que ele fracassaria miseravelmente. Não, isso ainda não aconteceu, mas a Sony parece ter encontrado um concorrente a altura: o CD Music Pac, tentativa interessante da Universal Music de combater as baixas vendas com um produto mais barato. Enquanto o CD Zero custa R$9,99 e traz apenas cinco músicas, o CD Music Pac traz o álbum inteiro, mostrando sua diferença na parte gráfica e na apresentação: é uma caixinha simples (estilo CD single) num envelope com capa e contracapa, sem encarte. Este último, se o comprador quiser, poderá baixar gratuitamente em uma área do site oficial da gravadora, e imprimir em sua própria casa. O preço final deve variar entre R$12 e R$15 para o catalogo internacional, e R$10 e R$12 para os nacionais.
A primeira conclusão que chego após analisar o produto é: os diretores das grandes gravadoras encontraram o vilão dos altos preços dos CDs: o papel. Sem encarte e sem o invólucro de plástico tradicional parece possível baratear o preço. Como é que eles não tinham pensado nisso antes, não é mesmo? Santa-Inteligência, Batman. E isso, aliado a ferramenta web, que permite que os compradores baixem o encarte em suas próprias casas e o imprimam, acaba soando uma idéia perfeita para se concorrer como a grande sacada do ano no quesito "não conheço nada sobre o meu público". A primeira fornada do Music Pac traz o álbum "Frank", estréia de Amy Winehouse (inédita até então no País); "Under The Iron Sea", do Keane; "From This Moment On", da Madeleine Peyroux; "PSD", das Pussycat Dolls; e mais Babado Novo, Ivete Sangalo, Zeca Pagodinho, Jeito Moleque, Planta & Raiz, Sandy & Júnior e Marjorie Estiano, entre outros.
"Qual o problema com o Music Pac?", você deve estar se perguntando, caro leitor. O problema é que ele se apóia em uma falsa premissa. Selos independentes como a Mondo 77, de São Paulo, colocam os CDs de seus artistas (Ludov, Autoramas) no patamar dos R$ 15. E ambos os lançamentos ("Teletransporte", dos Autoramas e "Disco Paralelo", do Ludov) trazem encartes caprichados. Por que uma gravadora independente consegue vender um CD por R$ 15 e uma major precisa diminuir a qualidade de seu produto para colocar o mesmo material na mesmíssima faixa de preço? O CD Music Pac funciona contra o gosto de quem consome música, oferecendo um produto de terceira qualidade por um preço "mais em conta". Não bastasse a capa e o porta-CD constrangedores, é de se imaginar a qualidade das impressões do material baixado em PDF do site oficial. Quem terá uma boa impressora e papel em casa para imprimir os encartes e cortá-los corretamente?
No fundo, projetos como o CD Zero e o CD Music Pac tentam esconder o óbvio: o CD (como produto de consumo) teve seu preço superfaturado quando surgiu (equiparando-se ao vínil), e com o passar dos anos não acompanhou o avanço tecnológico (que diminiu os custos) nem as mudanças na forma de vender e produzir música, que poderiam ter barateado o produto final. O CD permaneceu caro demais sendo que tudo em sua volta barateou. E com o advento da internet e a distribuição desenfreada de MP3, para comprar um CD, o comprador precisa ter um diferencial que valorize o produto de tal forma que o iniba a ficar apenas com o disco baixado ilegalmente na web. Ele precisa de um material exclusivo, especial, que consiga aliar novidade e bons preços. Naquela mesma coluna de maio, quando perguntados do preço ideal de um CD, leitores se manifestavam comentando que este preço seria entre $18 e $20. Ou seja, o público quer comprar CDs originais, mas quer fazer isso pagando um preço justo, sem perder qualidade. Mesmo porque, se for para perder qualidade, compra-se em um camelô ao preço de três por R$10.

Escrito por ALYSSON - 09h54
[ ] [ envie esta mensagem]

CONEXÃO JUÍZ DE FORA

Por: Cristiano "Tchitcho" Oliveira de Sousa

Show: Forgotten Boys / Jolly Rogers

Ontem fui ao Café Muzik em Juiz de Fora para assistir ao show da banda Forgotten Boys e tive uma agradável surpresa. Não com relação ao bar (que é um espaço muito legal, onde já tinha ido antes), e também não em relação ao show principal da noite (o forgotten faz um rock`n`roll indiscutivelmente legitimo e empolgante). Minha surpresa foi com a banda de abertura chamada Jolly Rogers, uma banda aqui de Juiz de Fora mesmo. Segundo informações do Orkut da Banda, "a Jolly Rogers foi iniciada em 21 de abril de 2006, com a intenção de trazer um som diferente para a cidade de Juiz De Fora de onde saíram seus 4 integrantes.Formada por Luiz (baixo e backing vocal), Hermano (guitarra e backing vocal), Rogério (bateria) e Joel (guitarra e voz), buscaram influências de bandas do fundo do baú como The Who, The Beatles, The Animals, Elvis Presley, Led Zeppelin e outras mais recentes como Franz Ferdinand, The Strokes, Cachorro Grande, Raul Seixas e outras mais...As criações musicais da JolLy Rogers tem um estilo bem alternativo que varia entre o rock 60´s e entre 70's. O nome da banda, inspirado na antiga bandeira pirata Jolly Rogers, foi bem recebido pelo público que conhece a historia e acha um tanto quanto criativo".
A banda tocou varios covers (Strokes, Franz Ferdinand, The Who, Elvis, Cachorro Grande, etc) e uma música própria (disponivel para download em: http://www.buscamp3.com.br/artists_profile_musicbr.asp?id=58619 ) bem interessante. Realmente a apresentaçao da banda segurou legal o publico e foi um ótimo aquecimento para o Forgotten Boys.
O show do Forgotten foi fantastico, energia a mil do inicio ao fim...Rock`n`roll puro, sem frescuras...excelente...O interessante aconteceu também por parte do público que ficou gritando "Stoner, Stoner, Stoner" e a banda atendeu aos pedidos mandando um stoner rock ao inves do classico Stooges, como cover. Foi muito bom...Os caras são muito gente boa, troquei uma ideia com o Chuck (que também me deu uma palheta) e com o Flavio, que estava bem loko depois do show...eles ficaram circulando de boa pelo bar, conversando com todo mundo e tomando umas...foi muito legal...
Dia 18/08 agora tem UDORA e abertura de The Fusers. Se alguem animar vir...
Um abraço!

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h47
[ ] [ envie esta mensagem]

DOSE DUPLA

Dois excelentes lançamentos de Iggy & The Stooges

Dois excelentes lançamentos vão deixar os fãs do Iggy & The Stooges bem animados.
O primeiro, um DVD duplo de cinco horas e meia com um show recente da banda no festival belga Lokerse, sairá no dia 17 de setembro. Intitulado Escaped Maniacs - Live at Lokerse, o DVD virá acompanhado por um CD. Nos extras entrevistas com os membros da banda e uma retrospectiva do vocalista, Iggy Pop.
Depois, no dia 1º de outubro, é a vez de um material raro ganhar um lançamento oficial. Metallic K.O., o pirata mais famoso dos Stooges, registra a passagem da banda pelo Michigan Palace de Detroit, em 1974 - a última e caótica apresentação antes da reunião em 2003.
Apesar da qualidade - podem-se ouvir ruídos da platéia e outras interferências - Metallic K.O. virou item de colecionador e no lançamento oficial vai ganhar 12 páginas de encarte com conteúdo sobre a apresentação, incluindo comentários de Nick Kent, referência musical dos anos 70, e do crítico Lester Bangs. Um deles é: "Metallic K.O. é o único álbum de rock que eu conheço em que você pode realmente ouvir garrafas de cerveja se quebrando nas cordas da guitarra".
A promessa é que o áudio também tenha sido melhorado, com a correção da velocidade de gravação pela primeira vez.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h42
[ ] [ envie esta mensagem]

SAINDO DO FORNO

Paura - Reverse The Flow (2007)

Gravadora: Liberation Music

Pioneirismo custa caro. Há quem pague com a própria história. Mas não adianta explicar isso ao Paura.
Reverse The Flow, seu novo álbum, mostra em 10 músicas porque uma banda que leva pavor no nome não tem medo de puxar a fila. Ali estão novas visitas a velhas (e obrigatórias) referências de um gênero que muita gente ainda hoje pena para definir. Hardcore New School? Metalcore? Death Metal melódico de Gotemburgo?
Aqui, chamamos só de Paura.
Com Reverse The Flow, a banda que nos anos 90 surgiu como uma espécie de Dream Team da recém-nascida cena local promoveu uma briga de foice entre Slayer e Sick Of It All e torceu por muito sangue. Desacelerou as partes rápidas do Sepultura e tocou mais rápido o que o Bad Brains faria em quatro tempos em 1979. Afinou tudo em si e entregou a chave deste quarto escuro ao guitarrista Alexander Dietz, do poderoso Heaven Shall Burn, para o carimbo final de "2007" na porta.
Em Source of Violence, a quinta faixa do disco, é como se um Angus Young em overdose de anabolizantes decidisse que o negócio dele é Hatebreed. E assim segue RTF. Em 10 atos, temos a trilha sonora perfeita para uma tomada de governo. Em nenhum outro disco do Paura há letras tão engajadas e amargas, com o melhor do que o gosto ruim na boca pode ter. Death Is A Gift, Back And At War e Insurgence são títulos auto-explicativos.
Reverse The Flow foi gravado em duas partes, entre janeiro e julho deste ano. A bateria ganhou o pé direito alto do Vibe Estúdio. Quem ouve percebe a diferença. Baixo, voz e um container de guitarras invadiram os HDs do Estúdio Pucci, com gravação e mixagem pela terceira vez consecutiva a cargo do próprio baterista da banda.
Reverse The Flow marca a estréia oficial do Paura na Liberation. É o encontro de duas forças veteranas num cenário em que bandas, selos e posturas 'till death' duram um verão. Com RTF, o Paura passa a fazer parte do cast da gravadora responsável por prensar e distribuir na América do Sul CDs de pesos-pesados do peso (e neste caso, nunca é demais repetir ‘peso’): Hatebreed, Sick Of It All, Killswitch Engage, Shadows Fall e Madball, entre outros gigantes do gênero.
O lançamento oficial de Reverse The Flow será no dia 2 de setembro, no Hangar 110, em São Paulo, junto com a gravação do DVD de outra banda da Liberation, os americanos do Walls Of Jericho.
Se você já conhece o Paura, talvez se surpreenda com a criatividade deles para tocar com mais uma roupa nova no velho baile de confraternização do Clube da Luta.
Se você vai conhecer só agora, com certeza vai se surpreender e, quem sabe, não se desculpar pelo atraso.
Pioneirismo, como se sabe, custa caro.

Texto de Pablo Toledo

Mais infos:

www.paura.com.br

www.myspace.com/paura3rdworld

www.liberationmc.com

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h39
[ ] [ envie esta mensagem]

SET LIST - CIDADE ROCK - 12/08/2007

1º BLOCO

01 - The Runaways - Cherry Bomb
02 - Girlschool - Demolition Boys
03 - Sahara Hotnights - Out Of The System
04 - The Donnas - Take it Off
05 - Biggs - Fake Kiss (Momento Beerock)
06 - Julliete and the Licks - Smash and Grab

2º BLOCO

07 - Sex Pistols - God Save the Queen
08 - The Clash - What's My Name? (ao vivo)
09 - Radio Birdman - Aloha Steve & Dano
10 - Bad Brains - Jah People Makes the World go Round
11 - Sublime - New Thrash

3º BLOCO

12 - Psychic Possessor - T.V. Sucker
13 - Ratos de Porão - Igreja Universal (ao vivo)
14 - Korzus - Mass Illusion
15 - Mutilator - Into the Strange
16 - Sepultura - Mass Hypnosis
17 - Torture Squad - Horror and Torture (ao vivo)

Mais infos sobre o Biggs aqui: www.myspace.com/thebiggsrock

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 11h26
[ ] [ envie esta mensagem]

DE VOLTA AOS ANOS METÁLICOS

Imagine-se em um cenário onde a internet competia com os Jetsons nas conversas de como seria o futuro. Onde a importação de discos e revistas só poderia acontecer pelo mercado negro. MP3, troca de arquivos? Esqueça. Em meados dos anos 80, estar antenado com a música que vinha do exterior era tarefa para alguns obstinados.
Entrincheirados nessa terra deserta e sem perspectivas, cinco moleques vindos da classe média paulistana formaram o Viper, em 1985. Regurgitando o heavy metal de Judas Priest e Iron Maiden e adicionando melodia e compassos eruditos à música, o grupo nasceu competindo cabeça à cabeça com o melhor do metal melódico mundial.
A banda, que foi forjada no mesmo ano do Rock in Rio - e conseqüentemente da explosão do heavy metal no Brasil - ressurge 22 anos depois com um novo petardo.
All My Life retrata uma nova formação, uma nova cabeça, mas ao mesmo tempo resgata aqueles sentimentos que desenharam a estrada metálica do grupo em outrora. 'Achamos que era tempo de voltar às origens', fala Pit Passarell, baixista e fundador do Viper. Pois a origem não apenas volta aos riffs de cavalgada, aos solos gêmeos ou ao falsete do novo escolhido para substituir - o insubstituível - André Matos. 'Tivemos um cuidado extremo ao gravar este disco', afirma Ricardo Bocci, 31, o novo vocalista.
A tarefa de entrar na pele do que seria o chamariz do novo disco assustou Bocci no início: 'Eu tive aula de canto com o André. Claro que no início foi difícil, especialmente nos shows ao vivo. O público do heavy metal sempre espera que eu cante as músicas da época do André igual a ele', justifica Bocci.
Pit, que transformou-se em vocalista após a saida de Matos, também dá o crédito ao novo integrante: 'Quando encontramos ele por um anúncio na internet, sabíamos que o disco tinha que voltar àquela sonoridade anterior da banda'.

Montanha russa

Se no início dos anos 90, o Viper foi coroado rei em países como Hungria, Alemanha e Japão, o último respiro da banda no mercado nacional gerou uma tremenda polêmica. Tem pra Todo Mundo, álbum de 1996, foi gravado em português e recebeu um verniz pop em sua produção.
Para os fiéis do gênero metal, uma traição. 'Não me arrependo do álbum. Acho um trabalho muito ousado', fala Pit, que após o trabalho compôs músicas para o Capital Inicial. Para tirar a uruca dos últimos anos, convidados como André Matos e Yves Passarell (atual Capital Inicial) foram convocados para colaborar na nova empreitada. 'É claro que nesse hiato de 11 anos surgiu uma conversa com o André para ele voltar a cantar na banda. Mas sempre quando estávamos bêbados', completa Passarell.
Já André vislumbra um retorno: 'Se fosse uma turnê com todos os membros originais, eu acharia bem positivo', afirma. 'Seria legal reviver aquele começo das nossas carreiras.'O vocalista prepara seu álbum solo para o segundo semestre e também dá o seu aval ao atual vocalista do Viper: 'É um novo momento para a banda e eles estão com um grande vocalista'.
Matos também participou do DVD de comemoração de 20 anos do grupo, lançado em 2005. 20 Years Living for the Night traz imagens, vídeos e entrevistas de todos os integrantes em diferentes épocas, além de um show no Japão.
Histórias eles têm para contar. E o melhor de tudo. O novo disco não recebeu imposição de gravadora, pressão de empresário ou nada que estrague a atual indústria musical. Heavy metal na essência, especialmente para aqueles que viveram a época de ouro do metal.

Fonte: Jornal da Tarde / Escrito por: Marco Bezzi

Escrito por ALYSSON - 11h17
[ ] [ envie esta mensagem]

EM FRANCA

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h15
[ ] [ envie esta mensagem]

EM GUAXUPÉ

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h14
[ ] [ envie esta mensagem]

SAINDO DO FORNO

Livro: The Ghost of Cain - New Model Army

Autor: Gastão Moreira

Gastão Moreira decidiu encarar o desafio de escrever um livro baseado em um disco e disponibilizou, no dia 05/08, o Mojo Book número 35, tendo como inspiração o álbum "The Ghost of Cain", do New Model Army, banda que aporta em São Paulo para dois shows na próxima semana (07 e 08/08). A Mojo Book é uma coleção baseada na internet, em que uma pessoa escreve uma história tendo como foco um disco, e os editores do projeto, após cuidadosa edição, disponibilizam o livro para download gratuito no próprio site. Discos famosos como "Revolver" (Beatles), "Thriller" (Michael Jackson), "Racional" (Tim Maia), "Like a Prayer" (Madonna) e "Transformer" (Lou Reed) são alguns dos 35 discos que viraram livros, e estão disponíveis para download no site oficial do projeto: www.mojobooks.com.br .
Após seu elogiado documentário "Botinada" (2006), um precioso registro do movimento punk no Brasil, que foi eleito o melhor DVD de 2006 em votação com jornalistas e convidados no Prêmio Scream & Yell, Gastão Moreira aproxima-se novamente da temática punk em sua recriação de "The Ghost of Cain". O livro narra – com tom urgente e muita propriedade – as conseqüências de uma rixa de gangues na São Paulo do começo dos anos 90, cujo final apoteótico acontece na porta do famoso show dos Ramones, em 1991, que entrou para a história pela superlotação da primeira noite, e que registrou a morte de um garoto esfaqueado na porta. Gastão aproveita os fatos reais para criar uma história ficcional pontuada por uma narrativa esperta e inteligente.
Além de seu Mojo Book e do documentário, Gastão já tocou no Rip Monsters, que lançou dois CDs independentes (e segue na ativa sem Gastão como os Corações em Fúria de Daniel Belleza), e atualmente assume o baixo no Kratera, que acabou de lançar seu segundo CD. Na TV, foram oito anos como apresentador da MTV e outros quatro no comando do saudoso Musikaos, na TV Cultura. Atualmente, Gastão comanda um programa na Ipanema FM de Porto Alegre, o Usina do Gastão.

Segue entrevista com o cara:

Gastão, por que "The Ghost of Cain", do New Model Army?
Porque considero "The Ghost of Cain" o álbum mais completo do New Model Army. Contém todos elementos que sintetizam a música praticada pela banda: crueza, boas letras, baixo no comando e belas melodias de voz.
Você já tinha escrito algum texto assim, mais longo e de ficção? Como foi o processo?
Foi um processo lento e doloroso. Nunca valorizei tanto os escritores de ofício. É muito difícil escrever bem. Acho que foi como um salto de bungee jump no escuro, algo muito instigante. gostei da experiência, nunca havia escrito uma ficção.
Dos escritores que você já leu, quem você acha que te influenciou neste Mojo Book?
Foram brasileiros: Edyr Augusto, Rubem Fonseca, Marçal Aquino e Patrícia Melo.
Qual a sua música preferida do New Model Army?
Talvez seja "Heroes" do "The Ghost of Cain".
A história tem como pano de fundo um show do Ramones. Você foi nesse show?
Não fui neste show no Dama Xoc em SP, pois o clima estava pesado. Um cara foi morto num confronto. Uma semana depois teve o New Model Army no Dama. Foram dois shows e eu fui em ambos. A segurança limitou o número de convites, assim o local parecia um pouco vazio. Assisti o primeiro ao lado do Max Cavalera, outro apreciador da banda.
O Sepultura até fez uma cover de uma das canções poderosas do "The Ghost of Cain", a "The Hunt".
Gosto muito da versão do Sepultura. Ficou pesada e fiel à original. Eles escolheram muito bem, pois "The Hunt" é top 5 para mim. Em 94 eu dei uma camiseta do New Model Army para o Andreas, em Phoenix, durante um especial da MTV.
A temática do seu Mojo Book aproxima o livro do seu DVD, "Botinada", que conta a história do punk no País e teve uma ótima repercussão. Como foi o seu envolvimento com a cena punk?
A atmosfera do "Botinada" serviu de habitat para minha história. Alguns nomes são verdadeiros, mas os personagens são absolutamente fictícios. Desde 1981 acompanho a cena punk (nacional e gringa) de perto. Compro CDs, fui muito em shows. Os punks representam a ruptura mais significativa na história da música pop. Se hoje temos milhares de bandas espalhadas pelo mundo, muito se deve ao punk. Todo garoto ficou instigado para fazer uma banda.
Se esta história tivesse uma trilha sonora, além de New Model Army, o que teria na trilha?
"Troops of Tomorrow", do Exploited; "Symptom of the Universe", do Black Sabbath; e "The Hunt", na versão com o Sepultura;
Se você fosse escrever sobre um outro disco, qual seria o escolhido?
"Highway To Hell", do AC/DC.

Fonte: Scream & Yell

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 10h05
[ ] [ envie esta mensagem]

PRÉ-PROGRAMAÇÃO

A organização do Tim Festival, costumeiro alvo de especulações durante o ano inteiro, anunciou uma data para revelar a escalação completa da edição 2007.
Na manhã do dia 21 de agosto será revelada a lista oficial de atrações, preços dos ingressos e o novo formato do festival, que deve ser alterado. Enquanto esse dia não chega, confira abaixo a listona com os possíveis nomes que sobem ao palco do Tim em outubro, entre confirmados e não-confirmados, e as datas de alguns dos shows.

Antony & The Johnsons
25/10, São Paulo (Auditório Ibirapuera)
26/10, Rio de Janeiro
Arctic Monkeys
26/10, Rio de Janeiro
28/10, São Paulo (Skol Arena)
31/10, Curitiba
Björk
26/10, Rio de Janeiro
28/10, São Paulo
Cat Power
25/10, São Paulo (Auditório Ibirapuera)
26/10, Rio de Janeiro
Cecil Taylor
cirKus
Craig Armstrong
26/10, Rio de Janeiro
28/10, São Paulo (Auditório Ibirapuera)
Crookers
Count of Monte Cristal

26/10, Rio de Janeiro
DJ Daniel Haaksman
26/10, São Paulo
27/10, Rio de Janeiro
Del Rey
26/10, Rio de Janeiro
Diplo
27/10, Rio de Janeiro
Edu K
Eldar
Feist
26/10, Rio de Janeiro
Girl Talk
26/10, São Paulo (The Week)
27/10, Rio de Janeiro
Hot Chip
27/10, Rio de Janeiro
28/10, São Paulo (Skol Arena)
31/10, Curitiba
Joe Lovano
27/10, Rio de Janeiro
28/10, São Paulo (Auditório Ibirapuera)
Joey DeFrancesco
25/10, São Paulo
27/10, Rio de Janeiro
Juliette & The Licks
The Killers
27/10, Rio de Janeiro
28/10, São Paulo (Skol Arena)
31/10, Curitiba
Montage
26/10, Rio de Janeiro
Sinden
26/10, Rio de Janeiro
Spank Rock
25/10, Rio de Janeiro
Toni Platão
25/10, São Paulo (Auditório Ibirapuera)
Vanguart
26/10, Rio de Janeiro

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 09h59
[ ] [ envie esta mensagem]

NOVELA

Futuro da turnê do Van Halen com David Lee Roth será decidido no dia 13 de agosto

É um assunto sobre o qual dá até medo de falar. A volta do Van Halen para uma série de shows com David Lee Roth assumindo os vocais já foi dada como certa, cancelada por problemas de saúde do guitarrista Eddie Van Halen e novamente volta à tona como uma das notícias musicais mais importantes do momento.
De acordo com a respeitada - mas falível - Billboard, a turnê de reunião do Van Halen será anunciada na próxima segunda-feira, dia 13 de agosto no Four Seasons Hotel de Los Angeles. Ainda segundo a Billboard, a turnê deve começar em outubro e será cumprida em 50 datas em cidades da América do Norte.
Se realmente acontecer, a turnê será a primeira com Roth à frente da banda em vinte anos. Além dele e de Eddie Van Halen, Alex Van Halen (bateria) e Wolfgang Van Halen (filho de Eddie, baixo) completam a formação da banda.
A última turnê do Van Halen foi em 2004, com Sammy Hagar nos vocais, e alcançou uma renda de 40 milhões de dólares.
Hagar e Michael Anthony (baixista anterior do Van Halen) estão ensaiando com o baterista do Red Hot Chili Peppers, Chad Smith, e consideram a possibilidade de gravar um álbum do projeto, intitulado Chicken Foot.

Fonte: Omelete / Escrito por: Luciana Maria Sanches

Escrito por ALYSSON - 09h54
[ ] [ envie esta mensagem]

EM PROL DO ROCK

BINGO EM PROL DOS ROQUEIROS DO SK SEQUENCIAL (ANTIGA DNA DO SOM)

O bingo ocorrerá neste Domingo (dia 12/08) a partir das 14 horas no Clube dos Macacos.
O Preço é 10 reais, com direito a jogar todas as rodadas e a concorrer aos seguintes prêmios:

1º prêmio - 01 computador
2º prêmio - 01 TV 29"
3º prêmio - 01 DVD
4º prêmio - 01 fogão
e prendas diversas

A renda é destinada a ajudá-los na gravação de seu cd de estréia.

A galera (roqueira ou não) está convidada. Haverá cerveja e outras coisitas mais...

Maiores informações com Adalberto (3552- 4486 e 8818-9532).

Obs: O Clube dos Macacos fica próximo ao Parque de Exposições, em Guaxupé. É só perguntar nas redondezas, que é fácil encontrar.

Escrito por ALYSSON - 16h47
[ ] [ envie esta mensagem]

OBRA PRIMA

Da Wikipéia:

Blowup (ou Blow-up - Depois daquele beijo) é um polêmico filme ítalo-britânico de 1966. O primeiro filme em língua inglesa de Michelangelo Antonioni (morto recentemente), trouxe ao mundo a primeira cena de nudez frontal (da cantora-atriz Jane Birkin) feminina em um filme não-erótico e dirigido ao grande público. A banda The Yardbirds interpreta uma canção antes do final do filme. Ganhou o Grand Prix no Festival de Cannes em 1967.

Pra quem nunca viu o filme segue o vidizim com a participação dos Yardbirds. Me lembro a primeira vez que vi essa maravilhosa seqüência: de como eu fiquei absolutamente aturdido.

Reparem no que o Jeff Beck vai fazer, sob o olhar juvenil de Jimmy Page… isso foi há 41 anos.

http://www.youtube.com/watch?v=jSJGEn4FDys&eurl=http%3A%2F%2Fimpostor%2Ewordpress%2Ecom%2F

Escrito por ALYSSON - 10h59
[ ] [ envie esta mensagem]

MUSTANG NO ATITUDE.COM

Nesta sexta-feira, 10/08, o trio carioca de rock and roll Mustang se apresenta no programa Atitude.com (TVE / Rede Brasil), às 18 horas. O grupo liderado por Carlos Lopes (ex-Dorsal Atlântica) tocará quatro faixas selecionadas dos seus 3 discos: "Sexo Virtual", "Febem", "Rosana Está?" e a faixa inédita "Sem Noção". Confira!!

Escrito por ALYSSON - 10h45
[ ] [ envie esta mensagem]

RAIMUNDOS NOVAMENTE NA ESTRADA

Quem esperava pelo fim do grupo Raimundos teve uma surpresa na última semana, com o anúncio de que a banda brasiliense estava de volta à estrada. Apesar do guitarrista Digão estar envolvido num projeto paralelo, formando dupla com Dênis (ex-Mr. Sombra), ele continua com seu antigo quarteto, ao lado de Caio Cunha (novo baterista do grupo, vindo da cena underground de Brasília), Marquim (guitarra) e Canisso, baixista da formação original, que volta ao grupo após um afastamento de cinco anos. Com quase 20 anos de carreira, o Raimundos deve realizar shows por todo o Brasil nos próximos meses. E os integrantes já estudam a possibilidade de, brevemente, gravar um CD com material inédito.

Fonte: Revista Sucesso

Escrito por ALYSSON - 10h41
[ ] [ envie esta mensagem]

SAINDO DO FORNO

SMASHING PUMPKINS - ZEITGEIST

Um dos maiores riscos a que um apaixonado por música pode passar com o decorrer dos anos é a elitização de seu gosto. A pessoa acha que já ouviu tudo, encontra seu nicho pessoal, e começa a atirar farpas para todos os outros lados que não sejam o seu. Ela acredita, do alto de seu conhecimento adquirido, que ouve a melhor música, e que todo o resto (e quase sempre o rock) não passa de grande porcaria. Acontece muito, assim como também acontece o contrário: jovens que transpiram testosterona e se acham os donos da verdade com seus conhecimentos limitados amparados pelo "não gosto disso" sem argumentação. São duas atitudes validas, mas que escorregam em suas próprias ranhetices (racionais ou irracionais).
"Zeitgeist", primeiro álbum do Smashing Pumpkins em sete anos, chegou aos meus alto-falantes em uma manhã de domingo, e bateu de frente com meu elitismo, mal-acostumado que estava com os arranjos inteligentes do Polyphonic Spree. O careca Billy Corgan chutou a porta do som, enfileirou riffs portentosos de metal, jogou sua voz de taquara por cima do barulho, e transformou o retorno de sua banda (dele, e ninguém que ouse tentar roubar-lhe) na maior epopéia do rock burro em 2007. Não compreendi. Passei o ouvido em algumas faixas, franzi a testa, e aposentei a pasta de MP3 em algum lugar do computador sem dó nem pena. O Smashing Pumpkins não tinha mais nada para me dizer.
Uma pequena pausa para descansar os ouvidos do mundo no alto da Cordilheira dos Andes, e quando volto, mais calmo e de coração aberto para novos sons, encontro a pastinha dos Pumpkins intacta. Abro e cada MP3 que surge parece esbofetear o meu gosto musical pretensamente elitista: "Zeitgeist" é um corajoso álbum de retorno que deixa de lado a fase grandiosa, inteligente e grandiloqüente dos Pumpkins (os clássicos "Siamese Dream", 1993, e "Mellon Colie And Infine Sadness", 1995) para abraçar – e não largar – o rock burro de guitarras altas sem muito polimento. Da faixa de abertura, o atropelo "Doomsday Clock", até o encerramento, com a climática "Pomp and Circumstances" (uma das poucas no álbum a namorar climas), os Pumpkins ostentam a coroa dos reis do barulho.
Quando lançou seu confuso álbum solo, Billy Corgan deve ter pensado que estava enterrando a sete palmos do chão da história da música pop seus anos de esmagador de abóboras. O fracasso solo, porém, foi retumbante. E é preciso ter muita cara de pau para se reerguer diante de uma derrocada pessoal, recuperar um dos grandes nomes do rock mundial na década de 90 chutando para fora da formação o guitarrista James Iha e a baixista D'Arcy (mas colocando em seus lugares quase sósias), e mantendo na banda apenas o parceiro mão pesada Jimmy Chamberlin nas baquetas. Como pose de dono do mundo, Corgan assume o Smashing Pumpkins como seu, e tenta deixar o mundo surdo com guitarras afiadas.
Em termos de barulho, antes que você o faça, adianto que não há como comparar os Pumpkins com o Queens of The Stone Age. Mesmo não sendo um álbum perfeito, "Era Vulgaris", novo CD do combo comandado por Josh Homme, exibe mais daquilo que transformou o QOTSA nos reis do inferno no mundo atual: barulho, mas com charme; porrada, mas com detalhes. Homme faz de seu inferno de barulho uma viagem por paisagens sonoras. O QOTSA bate com violência, mas o faz de uma maneira primorosamente artística, se é que você me entende. Billy Corgan vai por outro lado. Ele desenha riffs na atmosfera sem detalhes. É tudo na cara, sem romance, sem charme, sem perdão. A opção funciona em um mundo que pode lhe atropelar na faixa de pedestres em pleno sinal vermelho, mas quem se acostumou com a voz de Corgan irá sentir falta do apuro melódico e dos arranjos suntuosos vistos em outras eras smashingpumpkianas. O passado condena é uma frase que parece saltar aos ouvidos a cada segundo executado de "Zeitgeist".
É injusto, eu sei, mas comparar é preciso, e em termos de comparação, "Zeitgeist" é o ponto mais baixo da carreira dos Pumpkins; uma das grandes bandas do rock nos anos 90, os Pumpkins parecem um zumbi caminhando sobre uma terra de mortos, o que parece soar proposital. Em seu retorno no diálogo com as massas (depois da chafurdada carreira solo), Billy Corgan parece não querer se relacionar com seu público de quase quinze anos atrás. Ele parece mais interessado na molecada gótica apaixonada por barulho, e que transformou bandas como Linkin Park, Deftones e Korn em grandes nomes do rock nos anos 00.
Imagino que você, assim como eu, torça o nariz para as bandas citadas acima, mas sempre lembro de uma aula na faculdade, em que o professor analisava uma propaganda de sabão em pó, e finalizava seu pensamento sobre o desinteresse de todos os alunos com a frase: "vocês não são o público alvo dessa propaganda". E talvez seja isso mesmo: Billy Corgan não quer falar com quem o ouvia quinze anos atrás, e por isso fez um disco de rock burro para afastar os fãs de "Tonight, Tonight" e "Disarm". Se você é um desses fãs, tente ouvir "Zeitgeist" com o distanciamento necessário. Não é um dos grandes discos do ano (acho que não vai entrar nem num Top 100), mas é um ótimo exercício de deselitismo. É pouco, eu sei, mas basta para mim (por enquanto, por enquanto). E para você, leitor?

"Zeitgeist" foi lançado na gringa no dia 09 de julho, em várias versões diferentes (Purple, Brown e outras) incluindo bonus tracks, e ainda não ganhou lançamento nacional.

Escrito por: Marcelo Costa / E-zine: Scream Yell

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h32
[ ] [ envie esta mensagem]

SERÁ?

De acordo com o site MaidenFans.com, o IRON MAIDEN pode fazer uma turnê pela América do Sul em fevereiro de 2008. Apesar do giro não estar oficialmente confirmado, já estariam certos shows no Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. Os shows estariam marcados para acontecer no Maracanã, Rio de Janeiro, Parque Simon Bolívar, Colômbia, e no estádio River Plate, na Argentina.
É sabido que em 2008 o IRON MAIDEN lançará a segunda parte do DVD “Early Days”, que cobrirá a trajetória da banda inglesa nos álbuns “Powerslave”, “Somewhere In Time”, “Seventh Son of a Seventh Son” e “No Prayer For The Dying”. A turnê em suporte a este DVD contará com músicas desses trabalhos.

Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 10h29
[ ] [ envie esta mensagem]

ANDRÉ MATOS ESTRÉIA SOLO ESSE MÊS

Está marcado para o dia 22 de agosto o lançamento do álbum de estréia solo de André Matos, que já foi vocalista das bandas Viper, Angra e Shaaman.
O novo trabalho, que conta com a produção de Roy Z e Sascha Paeth, se chamará “Time To Be Free”.
Além do guitarrista Hugo Mariutti e do baixista Luis Mariutti, acompanham André nesse projeto o baterista Rafael Rosa, o tecladista Fábio Ribeiro e o guitarrista André Hernandes.
“Time To Be Free” foi gravado em São Paulo e na Alemanha.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 10h26
[ ] [ envie esta mensagem]

MIXANDO

Tá ae a capa do debut da banda capixaba Poisongod. Foi feita pelo desing carioca Gustavo Sazes. O disco está em fase final de gravação. Tudo indica que será um dos melhores discos de thrash metal de 2007.

Infos: www.poisongod.com

Escrito por ALYSSON - 09h29
[ ] [ envie esta mensagem]

BERLINDA

Entrevista exclusiva realizada pela revista Metal Hammer, com Lars Ulrich, do METALLICA:

Metal Hammer: Vocês já gravaram as partes de bateria, guitarra e baixo para o novo álbum e o resto será gravado ainda em agosto.
Lars: "A base das músicas está pronta, sim. Mas o Rick (Rubin, produtor) gosta de manter as coisas orgânicas e trabalhar de uma forma que pode ser descrita como 'de momento'. Se retomarmos o trabalho ainda em agosto, pode ser que lá pra outubro já tenhamos concluído tudo".
MH: Rubin não é conhecido por estar sempre presente. Qual foi o papel dele nas gravações?
Lars: "Até agora ele esteve presente todos os dias. Ele sempre olha o todo, não vai analisar coisas como tempo de bateria ou dizer ao James para tocar em Lá sustenido. Ele se preocupa mais com o 'feeling': todos estão tocando juntos? O Rick é um cara que se liga em climas".
MH: E pra você tem algum problema em Rick chegar e falar que algo que você fez ficou uma bosta?
Lars: "De forma alguma. E acredite, ele fala. Pra ele não tem meio termo. Ele realmente diz o que pensa. Ou algo é ótimo ou é uma merda".
MH: Foi fácil pra vocês descartar o Bob Rock?
Lars (franzindo a testa): "Esse não é um termo que eu gostaria de usar. Gravamos com ele por quase 20 anos. Foi uma relação tão criativa quanto possível, seja em música, filme... Qualquer coisa. Mas chegou a um ponto em que um já sabia o que o outro pensava. Sentimos a necessidade de procurar em outro lugar pela nossa sanidade, sobrevivência e satisfação".
MH: Como vocês falaram para ele que a relação estava acabada?
Lars: "Nós falamos muito pelo telefone, esse é o segredo. Eu já disse muitas vezes: Bob sempre foi primeiramente um amigo, depois um produtor. E a amizade não diminuiu de forma alguma".
MH: Ao contratar Rubin, o que vocês esperavam alcançar?
Lars: "Até um certo ponto, teve a ver com 'limpar a casa' no que se refere ao processo de compor e gravar discos. Eu conheço o Rick faz muitos anos mas nós nunca trabalhamos juntos. Ele trouxe uma nova energia e uma nova dinâmica".
MH: Apresentando como argumento o fato de que vocês têm tocado ao vivo a faixa título do "...And Justice For All", os últimos boatos da internet dão conta de que algumas das músicas novas serão longas.
Lars: "Eu não diria que são mais longas do que coisas que já fizemos. Já fizemos músicas longas no passado. A maioria das músicas novas fica entre seis e oito minutos. Tem uma com cinco minutos. Estamos gravando 14 músicas e planejamos terminar as 14 porque gostamos de todas. Mas só nove ou dez vão aparecer no novo álbum".
MH: Kirk Hammett disse que ainda que este seja o décimo-primeiro álbum do METALLICA, parece que é o sexto. Há alguma parte de você que considere o "St. Anger" um erro?
Lars: "Não. O erro foi a jaqueta de couro branca (vestida na infame fase rock star do baterista, na época da turnê por estádios com o GUNS N' ROSES em 1992). A disputa contra o Napster não foi um erro, mas nos pegou desguarnecidos. A música sempre foi pura. Foi a coisa certa a se fazer em 2003. Dito isso, eu ouvi o disco há alguns meses e é um trabalho difícil, eu consigo ver isso. Mas quando eu o terminei, me deu o mesmo tipo de arrepio na nuca que todos os outros discos me deram".
MH: Você deve ter ficado sabendo que após o "Some Kind of Monster" algumas pessoas - incluindo-se aí o Kerry King, que chamou vocês de "velhotes frágeis" - nunca mais levariam a banda a sério novamente.
Lars: "Oh, olha, a razão pela qual nós fizemos o filme foi pra irritar o Kerry King. É ótimo ser a fonte de irritação dele!"
MH: Por mais que tenha sido fascinante na tela, será que não teria sido melhor ter mantido todas aquelas coisas em portas fechadas?
Lars: "Esse argumento tem sentido. Mas desde o começo o METALLICA sempre foi uma banda que se relaciona com os fãs. Ao contrário de bandas como o LED ZEPPELIN, que sempre tentou manter uma aura mística, nós sempre procuramos nos manter tão acessíveis quanto fosse possível. Nossas raízes são mais punk do que isso. 'Some Kind of Monster' foi a conclusão lógica dessa linha de pensamento".
MH: Então eu presumo que você discorde dos argumentos geriátricos do Kerry?
Lars: "É claro que sim. Se ele odiou o 'Some Kind of Monster', esse é o único selo de aprovação que eu preciso".
MH: De qualquer maneira, o filme levantou uma série de questões sobre sua coesão como banda. Como vocês estão se relacionando agora?
Lars: "Certamente que algumas questões importantes foram levantadas. Mas tenha em mente que foi uma fase que ocorreu há cinco anos atrás. Phil (Towle, terapeuta ocupacional) não está mais conosco e nos damos todos muito bem. E mencionar o nome do Phil me fez lembrar, ele sempre nos dizia que a nossa música iria brilhar de novo no disco sucessor do 'St. Anger'. Eu acho que ele estava certo sobre isso".
MH: Nem todo mundo aprovou as novas músicas que vocês tocaram na turnê.
Lars: "Olha, o que é que nós podemos fazer? Fazer uma pesquisa com as pessoas que saem no meio dos shows? Parar de tocar as músicas? Eu acabei de sair do fórum do METALLICA, tem muita lamentação sobre todo tipo de coisa rolando. Mas também tem gente falando que o show da noite passada (o show no Estádio de Wembley, ocorrido em 8 de julho de 2007) foi o nosso melhor show até hoje na Inglaterra".
MH: Você considera que o novo álbum é um álbum de thrash metal?
Lars: "Oh, peraí, deixa eu pegar meu dicionário... checar minha terminologia".
MH: Não é isso que os fãs querem que vocês façam?
Lars: "Alguns querem, sim. Mas é mais fácil dizer o que o novo álbum não é. Não é 'St. Anger' parte dois. Este álbum tem dinâmica. Tem partes lentas, partes muito, muito rápidas. Tem partes melódicas e partes bem pesadas. O Rick está focando bastante nos vocais do James, mas musicalmente o álbum detona. Então você pode até dizer que ele se encaixa nessa categoria que você mencionou, mas, seguindo essa mesma linha, qualquer um que siga a banda vai saber, nós sempre olhamos para a frente, não pra trás".
MH: Você acha que deve algo para as pessoas que adoravam o METALLICA nos primórdios mas não gostam muito da música da banda desde o "Black Album"?
Lars: "Hm, não. Não mesmo. Eu tenho reponsabilidade com meus filhos e com minha esposa para ser um bom companheiro. Também comigo mesmo, para criar música honesta, real e que deixe o meu pau duro. É claro que é ótimo que tenhamos nosso trabalho apreciado por tantas pessoas quanto possível. Mas quando colocamos violões na 'Fade To Black', há uns duzentos anos, foi aí que as reclamações começaram. Nós acabamos por nos acostumar com a idéia de que esse tipo de pessoa sempre vai estar por aí, não importa o que fizermos. Então, basicamente, faz tempo que nós paramos de tentar agradar essas pessoas".

Escrito por ALYSSON - 09h13
[ ] [ envie esta mensagem]

INFLIKTED

Reunião de Iggor e Max Cavalera já rende duas músicas na web

O novo projeto de Max e Iggor Cavalera, ex-Sepultura, já tem duas faixas prontas, que podem ser ouvidas no MySpace do Soulfly, banda de Max.
Uma das músicas leva o nome do projeto, "Inflikted", e a outra se chama "Eye for an Eye". Além disso, boatos sugerem que o primeiro show da banda está marcado para 31 de agosto.
Separados há dez anos, desde a saída de Max do Sepultura, os irmãos entraram no estúdio no dia 8 de julho e adiantaram que a sonoridade do primeiro álbum do Inflikted deve ser algo entre o metal e o punk, gêneros que ambos adoram. Uma cover de "The Exorcist", da banda Possessed, também deve entrar no trabalho.
Logan Mader, ex-Soulfly, foi escalado para produzir o álbum, que deve sair até o final deste ano ou no início de 2008. Além dos Cavalera, o Inflikted é formado por Joe Duplantier (baixo) e Marc Rizzo (guitarra).
Iggor deixou o Sepultura no ano passado e vem se dedicando à carreira de DJ desde então.

Para ouvir as músicas acesse: http://www.myspace.com/soulfly

Escrito por ALYSSON - 10h29
[ ] [ envie esta mensagem]

VOLTANDO EM GRANDE ESTILO

No final de 2006, a legendária banda norte-americana Bad Brains voltou à ativa com a formação original. Pra quem não conhece, trata-se de uma das mais influentes bandas de hardcore quem se tem notícia.
O Bad Brains foi formado em 1977, misturando o peso do Hardcore com reggae roots e dub.
No primeiro semestre de 2007, a banda  lançou um álbum de inéditas, Build A Nation, produzido por Adam Yauch, integrante do Beastie Boys. O primeiro vídeo clipe desse disco foi produzido pelo Shavo do System of a Down e já está disponível na net.

Para assistir acesse: www.youtube.com/watch?v=oX8m6hmOL-k

Escrito por ALYSSON - 10h27
[ ] [ envie esta mensagem]

MADE IN BRAZIL

O Torture Squad venceu a disputa do Wacken Metal Battle, concurso realizado dentro do festival alemão Wacken Open Air.
Como prêmio, a banda brasileira leva para casa um troféu e uma guitarra. Mas o prêmio principal ainda está por vir: um contrato com a gravadora alemã Armageddom Music.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 10h25
[ ] [ envie esta mensagem]

STEPPENWOLF NO BRASIL

O Steppenwolf marcou duas apresentações no Brasil para o mês de outubro.
A banda, famosa pelo clássico “Born To Be Wild”, toca em Brasília no dia 07 de setembro, e em São Paulo no dia 09.
Em Brasília, o Steppenwolf, apenas com o vocalista John Kay representando a formação original, participa do Brasília Music Festival Moto, no Autódoromo Internacional. O show em São Paulo ainda não tem local definido.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 10h23
[ ] [ envie esta mensagem]

SET LIST - CIDADE ROCK - 05/08/2007

1º BLOCO

01 - David Bowie - The Man Who Sold The World
02 - T.Rex - 20th Century Boy
03 - New York Dolls - Chatterbox
04 - Skid Row - Riot Act
05 - Velvet Revolver - Let it Roll

2º BLOCO

06 - Cascadura - Se Alguém o Vir Parado
07 - Barão Vermelho - Invejo os Bichos
08 - Camisa de Vênus - Bete Morreu (ao vivo)
09 - Borderlinerz - Bula (Momento Beerock)
10 - Autoramas - Muito Mais

3º BLOCO

11 - S.O.D - Speak English or Die
12 - Biohazard - Dogs of War
13 - Damageplan - Fuck You
14 - Madball - Down by Law
15 - Metallica - Some Kind Of Monster

Mais infos sobre os Borderlinerz aqui: www.borderlinerz.com.br

O programa vai ao ar aos domingos, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h57
[ ] [ envie esta mensagem]

MUTANTES NO PORTA CURTAS

http://www.portacurtas.com.br/filme_abre_pop.asp?cod=%205055&exib=2636#

Os fabulosos Mutantes, no auge da loucura, da lucidez e da beleza. Um registro histórico em plenos anos 60, imperdível!
Uma brincadeira mutante improvisada por Arnaldo Dias, Sérgio Batista e Rita Lee, Os Mutantes, num dia único pelas ruas de São Paulo.

Fabin

Escrito por ALYSSON - 09h56
[ ] [ envie esta mensagem]

ENQUETE: DEUSAS DO METAL

A GRANDE VENCEDORA:

CRISTINA SCABBIA - LACUNA COIL

E já está online no YouTube a performance (com filmagem profissional) do Lacuna Coil no festival Wacken Open Air, que aconteceu neste final de semana, na Alemanha. No vídeo, o grupo italiano aparece executando a música Our Truth. A cobertura completa do festival feita pela equipe da revista Rock Brigade será publicada  na edição de setembro.
Para os fãs da banda, vale conferir também o vídeo da faixa Within Me, além de um vídeo feito por um fã durante a apresentação do conjunto no festival Frozen Rock Open Air, na Itália, no último dia 14 de julho.

Pra ver os vídeos acessem:

http://www.youtube.com/watch?v=fKZxlNG3keo

http://youtube.com/watch?v=rGSgOF020C8

http://youtube.com/watch?v=BN66EywEmU8

Escrito por ALYSSON - 09h53
[ ] [ envie esta mensagem]

TESTÍCULOS

"Os asnos preferem a palha ao ouro. Os asnos sabem de tudo."

"Há três regras: 1. Sempre há uma vítima. 2. Procure que não seja você. 3. Não se esqueça da segunda regra."

"Todo o mundo pode fingir o amor, mas o ódio é muito mais real. O ódio é como um filho retardado, como um morcego voando de dia.”

"Não tenho sentimentos nem ideais profundos, só quero escovar os dentes e torcer para que não caiam.”

"O sexo não precisa do amor mas se beneficia dele, o amor precisa de todo o possível e algum impossível.”

"Você não sabe que o diabo não existe? É só Deus quando está bêbado.”

(Efraim Medina Reyes)

Escrito por ALYSSON - 14h12
[ ] [ envie esta mensagem]

MOMENTO FOTOLOG

SHOW: PELVS

ONDE: PENÉLOPE BAR / RIBEIRÃO PRETO - SP

QUANDO: 02/08/2007

FOTOS: ALYSSON

 

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 12h09
[ ] [ envie esta mensagem]

HOJE EM RIBER ROCK CITY

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h53
[ ] [ envie esta mensagem]

O VÉIO EM QUADRINHOS

Disco de Neil Young sobre Guerra do Iraque vira história em quadrinhos

O selo de quadrinhos adultos Vertigo, da editora americana DC Comics, anunciou neste final de semana que irá lançar uma graphic novel baseada no disco Greendale, do canadense Neil Young.
O roteiro da HQ seguirá a história contada em algumas músicas do álbum conceitual lançado por Young em 2003, que fala sobre uma adolescente de uma pequena cidade que tenta descobrir seu lado ativista às vésperas da Guerra no Iraque.
A transposição do disco para os quadrinhos ficará a cargo de Joshua Dysart, artista responsável pela HQ Make 5 Wishes, que traz a cantora Avril Lavigne como personagem. Uma data para o lançamento da HQ ainda não foi divulgada pela DC.

Neto

Escrito por ALYSSON - 09h51
[ ] [ envie esta mensagem]

SAINDO DO FORNO

Red Rocket 7 - Mike Allred

Editora Devir - 216 páginas / Preço em média: R$60,00

Ele é um ALIENÍGENA! Ele é um CLONE! E ele tem uma GUITARRA!

Fugindo de uma galáxia distante sob o domínio de impiedosos conquistadores extraterrestres, o RED ROCKET ORIGINAL fez uma aterrissagem forçada na TERRA. À beira da morte, seu guarda-robô criou seis clones para garantir que sua linhagem continuasse a existir. Cada um deles recebeu uma característica especial da personalidade do original, e o RED ROCKET SETE desenvolveu sua criatividade, além de uma paixão por boa música. Começando na metade da década de 50 e prosseguindo até os anos 90, Sete acompanha num constante estado de mutação a história do ROCK, de ELVIS PRESLEY e os BEATLES até DAVID BOWIE e T. REX, seguindo em frente até o final do século 20.
Mas a vida não é simplesmente uma festa, pois os malignos ENFINITOS estão na sua cola o tempo todo. Eles querem encontrar o original, e chegam à conclusão de que seus clones são a melhor solução para descobrir seu paradeiro.
Embarque numa extraordinária aventura de ficção cientifica que atravessa espaço, tempo e, de alguma forma, consegue pular a ERA DA DISCOTECA!
Finalmente no Brasil, uma das HQs mais cultuadas pelos curtidores de bons quadrinhos e fãs do Rock! Escrita e ilustrada por MIKE ALLRED (de X-Force/X-Statix e Madman), RED ROCKET 7 nos dá uma verdadeira aula de HISTÓRIA DO ROCK num ambiente retrô cheio de foguetes, alienígenas e pistolas de raios.
Numa fórmula criativa parecida com a que foi usada em FORREST GUMP - O CONTADOR DE HISTÓRIAS, você acompanhará nosso herói roqueiro participando de todos os grandes momentos do Rock, vivenciando fatos dos bastidores e descobrindo novas facetas que a História não nos contou.
Idealizada num formato quadrado proporcional ao dos saudosos discos de vinil, esta obra reúne a mini-série completa de 7 partes publicada originalmente em 1997-1998, apresenta um prefácio exclusivo escrito pelo cineasta Robert Rodriguez, todas as capas originais, diversos pin-ups de celebridades do Rock, curiosidades por trás da criação da série e perfis dos grandes nomes musicais que desfilam pela obra.
Uma edição para os colecionadores, roqueiros e alienígenas de todas as idades e galáxias!

Fonte: www.devir.com.br

Escrito por ALYSSON - 17h05
[ ] [ envie esta mensagem]

KOMBI PUNK

Ae galera, todo ano o portal Zona Punk promove um festival itinerante que passa por várias cidades do Brasil. São várias bandas que se unem pra tocar e se divertir. Em 2005 parte da produção do Cidade Rock conferiu a edição que rolou em Ribeirão Preto. Este ano, a tour rola entre agosto e setembro com participação do grande Mukeka Di Rato.

Mais infos aqui: http://www.zonapunk.com.br/vzpt/

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 16h51
[ ] [ envie esta mensagem]

EM CAMPINAS

Escrito por ALYSSON - 09h27
[ ] [ envie esta mensagem]

EM VARGINHA

Matanza será a grande atração do festival Mói Varginha

O Matanza será a principal atração do festival Mói Varginha, que será realizado no dia 01 de setembro no Automóvel Clube, em Varginha, Minas Gerais.
A banda carioca ainda deve fazer uma tarde de autógrafos no dia do festival, na loja Shadows Store. O horário ainda não está definido.
Também estão confirmadas para o evento as bandas mineiras Neverknow e Azmodan.
Mais cinco bandas serão anunciadas para o festival. As bandas interessadas devem entrar em contato com a produção do evento através do e-mail imprensa@rocainroll.com.
Os ingressos antecipados para o Mói Varginha começam a ser vendidos no dia 10 de agosto na Shadows Store e no Prosas & Dados Cybercafé Bar, em Varginha, e na loja Storm Rock, em Poços de Caldas.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 09h27
[ ] [ envie esta mensagem]

DEPOIS DE TANTA POLÊMICA

Nightwish confirma lançamento mundial do novo álbum pra setembro

O Nightwish confirmou para o dia 28 de setembro o lançamento mundial de seu novo álbum, Dark Passion Play, através do selo alemão Nuclear Blast Records na Europa (na Finlândia o lançamento é da Spinefarm) e Roadrunner Records nos Estados Unidos. O disco marca a estréia da nova cantora do conjunto, Anette Olzon, que substitui Tarja Turunen, mandada embora do conjunto através de uma carta em outubro de 2005.
O tecladista Tuomas Holopainen está dando muitas entrevistas e já é capa de muitas revistas européias, fato que antes não ocorria porque a imprensa mundial só procurava pela cantora Tarja. Holopainen inclusive respondeu às perguntas de fãs no VG Nett, da Noruega, e tem uma entrevista online junto com Anette, na rádio norueguesa Metal Express.
Antes do novo álbum, o Nightwish solta no dia 22 de agosto o single Amaranth.

Neto

Escrito por ALYSSON - 09h25
[ ] [ envie esta mensagem]

[ ver mensagens anteriores ]

© Todos os direitos reservados.