BEEROCK

A COLMÉIA RECOMENDA

WATCHMEN - ALAN MOORE / DAVE GIBBONS (1985)

"Vocês não entenderam. Não sou eu que estou preso aqui com vocês. Vocês estão presos comigo"

Se você acha que tem opinião formada sobre hqs de super-heróis (contra ou a favor) e nunca leu Watchmen, está completamente por fora. É bem possível que seja olhado com estranheza se não captar alguma referência matreira à série escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons em 1985.
A idéia de Watchmen é imaginar como seria o mundo se realmente tivessem existido super-heróis. Com essa premissa, acaba fazendo uma ácida crítica dos anos da Guerra Fria. Alan Moore, com seu detalhismo obsessivo e ironia afiada em esmeril, cria esse mundo mostrando as conseqüências sociais, políticas e até tecnológicas dos heróis.
Os personagens de Watchmen são falíveis, muito falíveis. Rorschach é paranóico e esquizofrênico. Há duas personagens com o nome Espectral, mãe e filha. A velha se apraz em folhear catecismos à la Carlos Zéfiro feitos sobre ela quando era jovem. A filha faz estilo de rebelde, mas gosta da farra de bater em bandido. O segundo Coruja é um otimista que broxa quando não está fantasiado. Alguns, como o Comediante (que morre no começo da história, dando o ponto de partida para a trama), aceitam o papel de ir para a guerra, mas isso não acontece como ocorreu com os super-heróis da Marvel no extinto O Conflito do Vietnã. O Comediante tinha prazer em dar porrada, em puxar fundo o gatilho de uma metralhadora e esquecer o dedo lá, em estuprar aldeãs vietnamitas.
Foi a primeira história "séria" em quadrinhos em que se pode ver os super-heróis tomando uma cervejinha e falando mal uns dos outros e dos bandidos que espancam. Mas os dois personagens mais fascinantes da trama são o Doutor Manhattan e Ozymandias, o poder infinito e a egolatria de fins que justificam os meios. Ozymandias forjou sua personalidade espelhado nos faraós e nos grandes conquistadores da antigüidade. Mannhattan, forjado pelo átomo, tem uma visão cosmológica própria, sem lugar para distinções tão mundanas como passado, presente e futuro. Para ele, tudo é um contínuo e o fato de alguém estar vivo ou morto não importa, já que ambos os corpos são formados pela "mesma quantidade de partículas".
Watchmen não é uma série para ler uma vez só. Exatamente pela quantidade de detalhes. Na primeira leitura a gente deixa de perceber muita coisa. Alguns fragmentos de diálogo ou detalhes de cena podem ser mais esclarecedores do que se imagina de início. Um mapa-múndi casualmente exibido em uma cena sugere que o Brasil teria anexado a Argentina e o Uruguai, embora tivesse entregue uma enorme fatia da Amazônia. O tema do holocausto nuclear é onipresente, e a idéia que embasa a arquitetura da história parece ter saído direto da música "A Paz", de Gilberto Gil. Não deixe de ler com muita atenção os textos publicados nos finais das histórias. Por mais insignificantes que pareçam, eles trazem chaves para entender melhor o que vem depois. Aliás, em Watchmen nenhum detalhe é insignificante. Num gibi do Monstro do Pântano publicado originalmente em 1984 (traduzido aqui em Superamigos 33), Moore escreveu que "a coincidência é o fio secreto que amarra o mundo". Em Watchmen, ele transformou isso em técnica narrativa.
Apesar de o final ser deixado em aberto, não significa que seja necessária uma continuação. Há anos o pessoal tem cobrado de Alan Moore que faça uma continuação de Watchmen. Talvez uma série dos Minutemen, os heróis dos anos 40. Há anos, Moore solenemente se recusa a fazer isso. Nunca tinha convencido muito, até que Frank Miller, em sua pífia continuação do Cavaleiro das Trevas, deu os argumentos definitivos para ele prometer seriamente que não vai não fazer isso e a gente poder acreditar seriamente que ele não pretende fazer.

Fonte: Marca Diabo

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 11h31
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PLANT NEGA VOLTA DO LED

O ex-vocalista da banda Led Zeppelin, Robert Plant, negou durante conversa com jornalistas para o Rockwave Festival, que será realizado entre os dias 29 de junho e 3 de julho em Atenas, na Grécia, que a banda se reunirá para uma turnê em 2008.
Plant foi irônico ao comentar o boato: "se houvesse uma reunião, não teriam médicos suficientes para dar conta".
Os rumores de um retorno da banda começaram quando o site World Entertainment News Network afirmou que a lendária banda poderia se reunir para um show em homenagem ao falecido fundador da Atlantic Records, Ahmet Ertegun, antes de embarcar em uma turnê mundial.

NETO - Fonte: UOL

Escrito por ALYSSON - 11h28
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1º SARAU “BALAIO DE GATO”

- Declamação e audição de textos em verso e prosa;
- Pocket Show com o duo “Estação Lunar”;
- Exposição Fotográfica “Um Novo Olhar Sobre a Cidade”;
- Intervenções culturais e afins.

Neste balaio, não há restrições. Qualquer pessoa poderá participar com textos próprios ou de outros autores. Poesia, contos, fragmentos de romances, letras de música, enfim, tudo será aceito.

Obs: Leve sua bebida!

Serviço:
1º SARAU “BALAIO DE GATO”
Dia: 29/06/2007
Horário: a partir das 22 horas
Local: Foyer do Teatro Municipal
Entrada Franca

Apoio: Prefeitura de Guaxupé - Divisão de Cultura

Escrito por ALYSSON - 14h02
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SERÁ QUE DECOLA?

Rumores sobre reunião do Led Zeppelin

Segundo rumores, o vocalista Robert Plant, o guitarrista Jimmy Page e o baixista John Paul Jones toparam fazer um show de reunião do Led Zeppelin em homenagem a Ahmet Ertegun, fundador da gravadora Atlantic Records, falecido no último mês de dezembro.
De acordo com essas especulações, Jason Bonham, filho do falecido John Bonham, tocará bateria nessa reunião.
Esses tais rumores não se limitam a um único show, mas também apontam a possibilidade de uma turnê de reunião.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 13h58
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A COLMÉIA RECOMENDA

O Bad Brains postou na internet todas as músicas de seu novo álbum, intitulado “Build A Nation”.
Para conferir o disco na íntegra, utilize o seguinte endereço:

http://www.myspace.com/badbrains

“Build A Nation” foi lançado no dia 26 de junho.

Pra quem não conhece, trata-se de uma das maiores bandas de hardcore que se tem notícia. Inventaram o estilo junto com Dead Kennedys e Exploited no início dos 80.

Escrito por ALYSSON - 13h51
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PONTE AÉREA

Confira as datas e a programação:

O festival Indie Rock será realizado em dois dias no Rio de Janeiro (Circo Voador) e em dois dias em São Paulo (Via Funchal).
No Rio, o evento acontece nos dias 25 e 26 de julho. Na capital paulista, o Indie Rock rola nos dias 26 e 27.

Rio de Janeiro
25/07 – Lucas Santanna & Selação Natural, Hurtmold e Magic Numbers (foto)
26/07 – Mombojó, Móveis Coloniais de Acaju e The Rakes

São Paulo
26/07 – Hurtmold, Moptop e Magic Numbers
27/07 - Mombojó, Móveis Coloniais de Acaju e The Rakes

No Rio os ingressos custam R$ 100,00 (inteira). Em São Paulo, custam R$ 100,00 (pista), R$ 120,00 (camarote) e R$ 140,00 (mezanino).

Escrito por ALYSSON - 15h52
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HORROR FASHION WEEK

Marilyn Manson volta ao Brasil depois de dez anos

Lúcio Ribeiro
Colaboração para a Folha

Feche portas e janelas. O polêmico e extravagante cantor Marilyn Manson traz sua banda homônima de rock horror show para o Brasil em setembro, quando se apresenta com maquiagem borrada, cinta-liga e banhado com sangue falso no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Marilyn Manson, cujo nome saiu da mistura da angelical Marilyn Monroe e do satânico Charles Manson, toca no dia 25/9 na Fundição Progresso (Rio), e no dia seguinte no Via Funchal, em SP.
O cantor, 38 anos, vem pela segunda vez ao Brasil, desta vez com a turnê do recém-lançado "Eat Me, Drink Me", seu sexto CD, disponível em edição nacional.
O disco novo é puxado pelo single "Heart-Shaped Glasses", cujo vídeo ganhou discussão nos blogs americanos pela dúvida se nele Manson estaria apenas encenando ou realmente fazendo sexo com sua nova namorada, a atriz teen Evan Rachel Wood, 19.
Marilyn Manson surgiu no rock nos anos 90 com fama de "anticristo". Junto com seu som pesado vinham as histórias de que ele fumava ossos de pessoas mortas e havia extraído costelas para praticar autofelação. Desnecessário dizer, alguns shows foram banidos em cidades americanas. O "Feche portas e janelas" do começo do texto foi usado nesta mesma Folha para apresentar o show de 1997 no Brasil. Na ocasião, alguns grupos religiosos chiaram contra a presença do cantor no país.
Os ingressos para o show de MM em SP começam a ser vendidos até o fim desta semana no site e nas bilheterias do Via Funchal.

NETO

Escrito por ALYSSON - 15h43
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ANDREAS & HUDSON

Andreas Kisser grava com sertanejo Hudson

Matéria do Agora SP (disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL) relata que um artista sertanejo chamado Hudson, que faz dupla com o irmão de nome Edson, está se preparando para lançar um álbum "totalmente dedicado ao Rock", que terá treze músicas, sendo onze instrumentais, e todas com Hudson na guitarra.
Mas como o músico é iniciante no Rock, chamou Andreas Kisser, guitarrista do SEPULTURA, para dar uma força. “Colocar ele nesse projeto é um ‘upgrade’ no disco”, diz Hudson, que foi apresentado a Andreas por um amigo em comum.
“Tentei umas idéias, que funcionaram e ficaram muito boas. Lembro que toquei, de brincadeira, a música ‘O Menino da Porteira’ na guitarra distorcida”, conta Andreas, que participa efetivamente de duas músicas e relata que esta versão infelizmente não foi gravada.
A matéria afirma que Hudson era considerado "a ovelha negra da família" desde criança, por gostar de Rock. “Meus pais achavam que isso era coisa do diabo”, brinca o cantor, que se diz influenciado por PINK FLOYD, e aponta ser fã de GUNS N´ ROSES, ALICE COOPER, BON JOVI, ANTHRAX, STEVE VAI e JOE SATRIANI, dentre outros. "O rock’n’roll tem muita energia e emoção, e como sou muito emotivo, é uma forma de espantar meus demônios (...) [este disco] vai agradar muito aos fãs de Heavy Metal e também aos que gostam de Edson & Hudson”, diz.

FABIN - Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 15h34
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SET LIST - CIDADE - 24/06/2007

1º BLOCO

01 - Hamble Pie - Stone Cold Fever 
02 - Cream - Spoonful
03 - The Jimi Hendrix Experience - Spanish Castle Magic
04 - Funkadelic - Super Stupid
05 - Bellrays - Kill the Messenger (ao vivo)
06 - Dirtbombs - Don't Break My Heart

2º BLOCO

07 - Restos de Nada - Desequilíbrio
08 - Garotos Podres - Eu não Gosto do Governo
09 - Zumbis do Espaço - Enquanto Eu Defecar
10 - Phobia Punk Rockers - Brasil Ano 2000 (Momento Beerock)
11 - Porcos Cegos - Geração Domesticada

3º BLOCO

12 - Exploited - Safe Below
13 - D.R.I. - The Five Year Plan
14 - Faith no More - Surprise! You're Dead!
15 - Nuclear Assault - Critical Mass
16 - Destruction - Curse the Gods

Mais infos sobre o Phobia Punk Rockers aqui: www.phobiapunk.hpg.ig.com.br

O programa vai ao ar todo domingo, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h23
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FUN HOUSE

Iggy Pop incita público de Glastonbury e Ron Asheton tem guitarra roubada

O cantor e ex-líder da banda The Stooges, Iggy Pop, quebrou todas as regras ao convidar seu público a subir no palco do festival de Glastonbury durante sua performance ocorrida nesse sábado, no Reino Unido. Cerca de 400 pessoas invadiram a cena, e o guitarrista da banda de Iggy teve sua Fender roubada.
Tudo começou no momento em que Iggy deixou que um fã ultrapassasse a barreira entre o palco e a platéia e se juntasse a ele.
Em questão de minutos, cerca de 400 fãs encheram o palco, e Iggy Pop se viu em apuros. Teve de ser escoltado por vários seguranças.
O guitarrista Ron Asheton, da banda de Iggy, teve sua guitarra Fender roubada durante a invasão, que durou cerca de dez minutos. Iggy ainda tentou acalmar a multidão, que se recusava a descer do palco.
Segundo o site Function Pix, um fã deu a seguinte declaração: "Foi uma loucura. Em um minuto o Iggy estava cantando e, um minuto depois, havia entre 300 e 400 pessoas no palco." Uma pessoa ficou ferida e outra foi presa por atentado ao pudor.
Paul Williams, um segurança do festival, disse que "Iggy quebrou as regras de forma a colocar sua segurança em risco".
Com a ajuda de uma dúzia de seguranças, Iggy Pop novamente pediu ao público que se retirasse. "Preciso de meu palco de volta. Acalmem-se." Só então o palco se esvaziou. Iggy, que fez 60 anos em abril, continuou a apresentação.

NETO - Fonte: Terra

Escrito por ALYSSON - 09h17
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SEM COMENTÁRIOS

Escrito por ALYSSON - 10h22
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A COLMÉIA RECOMENDA

CHARLES BUKOWSKI

Foram setenta e quatro anos de muita bebida, mulheres, e poesia. Charles Bukowski é hoje conhecido como um dos melhores escritores da geração Beatnik, apesar de nunca ter se associado com Jack Kerouac ou Allen Ginsberg, escritores mais conhecidos dessa geração. Mas o que realmente importa na obra de Bukowski não é classifica-la, mas sim beber da sua escrita com a sede de quem quer entrar a fundo no mundo dos bebâdos, mendigos, prostitutas, das brigas de bar, da criminalidade, dos empregos servis, enfim, do mundo underground de Bukowski. O autor construiu uma obra que possui energia, um senso de negação às estruturas formais, um realismo que tem seus momentos de surrealidade.
Charles Bukowski nasceu em Adernach, na Alemanha, filho de um alto, pesado e feio primeiro sargento americano com uma alemã. Três anos após seu nascimento, muda-se com a família para os Estados Unidos, e passa a morar no subúrbio de East Holywood, um condomínio de baixa renda na periferia de Los Angeles. Bukowski passou a maior parte de sua infância durante a Depressão, e experimentou a miséria e os abusos de seu pai. Depois de terminar o segundo grau, ele estudou jornalismo durante algum tempo no L.A. City College, mas abandonou o curso em 1941 antes de conseguir qualquer graduação. É justamente nessa época que começa a vida bebâda e intinerante de Bukowski, pulando de um emprego ruim para o outro, até que em 1956, cansado da vida na estrada, aceitou um emprego nos correios, emprego este que manteria por uma década e serviria de inspiração para o seu primeiro livro de prosa, Cartas na Rua (1971), sobre a sua experiência nos correios. É também neste livro que Bukowski introduz Henry Chinasky, seu narrador fiel e presente em todos os seus livros exceto um. Boa parte da obra de Bukowski é autobiográfica, exceto talvez por alguns detalhes introduzidos pelo autor para romantizar a estória. Aí está a graça de ler este autor: Nunca saberemos o que é verdade e o que é ficção. Por mais fantástica que pareça, uma estória de Bukowski pode ser história, não há como sabermos.
Não só na prosa este autor fez excelência. Bukowski era também um poeta, e dos bons, tendo publicado diversos livros de poesia. Foi um escritor bastante prolífico, tendo exatamente quarenta e quatro livros, entre poesia e prosa. Seu último livro foi Pulp (1994), terminado pouco antes dele morrer. Durante muito tempo Bukowski foi bem mais conhecido na Europa que nos Estados Unidos, mas isso mudou um pouco com o filme Barfly (1987) cujo roteiro foi produzido por ele através de uma colagem de contos de Henry Chinasky. O escritor também era pintor amador, e muitas de suas obras encontram-se espalhadas pelo mundo e alcançam valores razoavelmente altos.
Entrar em contato com a prosa e poesia de Bukowski é mergulhar na dura vida de um alcoólatra de tempo integral, um escritor que trata a sua miséria com muito humor, mas também com muita sensibilidade. Bukowski morreu em 94, em sua casa em San Pedro, na Califórnia. Vale a pena conhecer a obra do homem que foi chamado de "maior poeta americano" por ninguém mais que Jean-Paul Sartre.

Texto sugado do site da Faculdade de Comunicação da UFBA

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 10h20
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EMO COMICS

 

Escrito por ALYSSON - 09h31
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CÉLULA EMBRIONÁRIA

“On Parole”, primeiro disco do Motörhead, gravado em 1976 e lançado oficialmente em 1979, ganhará nova edição em versão remasterizada, e inclusive será lançado no Brasil pela primeira vez. O Cd contará também quatro versões alternativas como bônus: 'On Parole', 'City Kids', 'Motorhead' e 'Leaving Here'.
O lançamento está previsto para este mês. Quem tá acostumado com a pancadaria insana do Motor pode estranhar um pouco a sonoridade do álbum. O disco é mais leve e contêm uma produção enxuta, uma espécie de célula embrionária do que seria futuramente o Motorhead.

Escrito por ALYSSON - 09h30
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DONNAS NO BRASIL

Sob a alcunha da tradicional produtora Ataque Frontal, as belas garotas da banda The Donnas acabam de ter confirmadas sua vinda ao Brasil, o que ocorrerá no mês de Agosto. As datas da tour estão sendo fechadas, mas já está agendada uma apresentação em São Paulo, que deve ser dia 25/8, no Clash Club. Mais infos em breve.

Escrito por ALYSSON - 09h29
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REPLAY

Relançamento do Slayer virá com inédita

No final do próximo mês, o Slayer relançará seu álbum mais recente, "Christ Illusion", lançado originalmente em julho do ano passado.
A nova edição do disco virá acompanhada de um DVD, além de conter uma música inédita, chamada "The Final Six". "Black Serenade", que saiu na versão original, terá uma nova versão nesse relançamento.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 09h27
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ASSASSINA POR NATUREZA

Tim Festival confirma The Killers e Juliette & The Licks na edição deste ano

A organização do Tim Festival confirmou nesta terça-feira (19) a participação das bandas norte-americanas The Killers e Juliette & The Licks na edição deste ano.
Além dos ingleses Arctic Monkeys, cuja escalação já havia sido anunciada no site oficial da banda na segunda-feira (18), essas são as primeiras atrações internacionais divulgadas pelo evento.
O festival acontece entre os dias 25 e 31 de outubro. Como no ano passado, terá edições em quatro cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Vitória.
Os locais também serão os mesmos da última edição. No Rio, a Marina da Glória. Em São Paulo, o Auditório Ibirapuera e a Arena Skol Anhembi. Em Curitiba, a Pedreira Paulo Leminski. Vitória terá uma versão compacta do festival no Teatro da UFES. A organização promete alterações no formato do evento, que serão anunciadas em breve.
Um dos grandes sucessos do rock alternativo nesta década, os Killers já venderam mais de oito milhões de cópias de seus dois álbums, "Hot Fuss" (2004) e "Sam's Town" (2006).
Entre os hits da banda estão "Mr. Brightside", "Somebody Told Me", "Smile Like You Mean It" e "When You Were Young".
Liderado pela atriz Juliette Lewis, estrela de filmes como "Cabo do Medo" (1991) e "Assassinos Por Natureza" (1994), o Juliette & The Licks já provou que se garante com seus próprios méritos. O mais recente disco, "Four on the Floor", foi lançado no ano passado na Inglaterra, onde tem recebido elogios da imprensa local.
O álbum, já disponível no Brasil, só terá seu lançamento oficial nos Estados Unidos no dia 27 de julho.

TCHITCHO - Fonte: Uol

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 08h45
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EM CACONDE

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h00
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OZZY GAME

VH1 lança game online com lenda de Ozzy

É lendário o episódio em que Ozzy Osbourne teria arrancado a cabeça de um morcego com a boca. Milhões de versões da história já vieram a tona, inclusive algumas em que envolviam pombos e galinhas. A VH1 Online Arcade resolveu colocar online o game Ozzy's Bat Bite, uma brincadeira em Flash que revive o famoso e lendário momento. No game, você é o próprio Ozzy e seu objetivo é morder os morcegos. Simples e bobo, mas viciante.

Jogue aqui: http://games.vh1.com/gameinfo.php?gid=96

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 09h58
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SET LIST - CIDADE ROCK - 17/06/2007

1º BLOCO

01 - Raul Seixas - A Verdade Sobre a Nostalgia
02 - Rita Lee & Tutti Frutti - Esse Tal de Roque Enrow
03 - Júpiter Maçã - Lugar do Caralho
04 - Cachorro Grande - O Certo e o Errado
05 - Rock Rocket - Por um Rock and Roll mais Alcoólatra e Inconseqüente (Momento Beerock)

2º BLOCO - TRIBUTO AOS STOOGES

06 - Sex Pistols - No Fun
07 - Guns n’ Roses - Raw Power
08 - Red Hot Chilli Peppers - Search and Destroy
09 - Rage Against the Machine - Down on the Street
10 - Hellacopters - I Got Right

3º BLOCO

11 - Megadeth - You're Dead
12 - Forbidden - Chalice Of Blood
13 - Carcass - Incarnated Solvent Abuse
14 - Napalm Death - Siege of Power
15 - Morbid Angel - Immortal Rites

Mais infos sobre o Rock Rocket: www.rockrocket.com.br / http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=5825

O programa vai ao ar todo Domingo, às 19 horas.

Para ouvir sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 13h39
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VI ARARAQUARA ROCK

Segue abaixo as bandas selecionadas para se apresentar no VI Araraquara Rock:

13 de Julho - Sexta-feira

KALI - Rio de Janeiro
ENNE - Belo Horizonte
DZAP - Araraquara
BARANGA – São Paulo
TOMADA – São Paulo
AMOS – Mato Grosso do Sul
BLECAUTE – Araraquara
KEYS OF THE LIGHT – São Paulo
EXORDIUM - Campinas
ODD JOB - Araraquara

14 de Julho - Sábado

JOLLY JOKER – Belém do Pará
ADREM – Leme
HEIGHTEEN – Araraquara
TORMENTA – Ribeirão Preto
SLOT – São Paulo
LIBERTÁRIA – Motuca
SOBREVIVENTES DO I.D.R. – Caruaru
TOXSINA – Araraquara
THE DROOGIES – Londrina
HORRÍSONO - Araraquara

15 de Julho – Domingo

THE NAME – Sorocaba
ALMA MATER – Ribeirão Preto
TERMINAL GUADALUPE – Curitiba
ALTA VOLTAGEM - Araraquara
THE PLAYBOYS – Recife
CANÇÕES PARA UM MUNDO SEM HUMANOS – São Carlos
SANGUE DE BARRO – Caruaru
MAMMA CADELA – São Paulo
ACIDO GROOVE – Uberaba
JARDIM ELÉTRICO - Araraquara

Este ano o festival conta com as seguintes bandas convidadas:

RATOS DE PORÃO, MATANZA, VANGUART, TUATHA DE DANANN, RELESPÚBLICA, LOBOTOMIA, CORRÉRA e VIOLETA DE OUTONO.

Mestre de cerimônia: KID VINIL

ENTRADA FRANCA

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 13h35
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TRIBUTO AOS STOOGES

Neste domingo, o programa "Cidade Rock" vai transmitir um mini especial dedicado aos fabulosos Stooges. Vocês terão a oportunidade de conferir grandes nomes do rock mundial interpretando clássicos de Iggy e sua trupe. Não percam!

O programa vai ao ar domingo (17/06/07), às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Escrito por ALYSSON - 11h01
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JESUS BUNGEE JUMP

Black Metal na passarela do SP Fashion Week

O segundo desfile do estilista Alexandre Herchcovitch no São Paulo Fashion Week, realizado ontem, 14 de junho, teve como inspiração nada menos que o Black Metal, conforme explicou Alexandre nos bastidores: "A inspiração é muito clara, é um Black Metal norueguês, um Heavy Metal um pouco mais pesado, um movimento que fala de morte, é bem agressivo'.
De acordo com Fernanda Ezabella, da Reuters: "o desfile foi praticamente todo em preto, com exceção dos looks finais em branco(...) Ao contrário dos homens quase angelicais que costumam frequentar as passarelas da semana de moda, o estilista escolheu modelos profissionais e amadores, todos cabeludos, com uma maquiagem borrada de preto na boca e olhos. Eles caminhavam rápido e com cara fechada, quase assustando os convidados".
O estilista ainda disse: "Não faço nada para chocar, eu faço roupa e foi a melhor maneira que encontrei para mostrar o tema Black Metal. Foi bem desafiador imaginar como seria o Black Metal no verão, porque geralmente se pensa nesses movimentos pesados para o inverno".

Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 10h54
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Cream - Fresh Cream (1966) / Disraeli Gears (1967)

Power trio fuderoso formado por Eric Clapton (Guitarra), Jack Bruce (Baixo e Vocal) e Ginger Baker (Bateria). Tiveram vida curta, com apenas 3 anos de atividade. Sonzeira que mistura blues, rock n' roll e psicodelia. O Fresh Cream é mais pesado. O Disraeli Gears é mais lisérgico. Jimi Hendrix pagava pau pros caras e vivia fazendo cover do Cream em seus shows. Corra atrás que vale a pena.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h47
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INOVANDO

White Stripes lançam álbum em pen drive personalizado

A banda The White Stripes está lançando seu novo álbum, Icky Thump, de forma inusitada. Jack e Meg White colocarão no mercado dois modelos de pen drive (dispositivo para armazenamento de dados) personalizados com os rotos dos dois irmãos.
Serão 3.333 cópias de cada um dos modelos, que vêm com chapéus removíveis que cobrem a entrada para conexão USB para computador.
Dentro de cada pen drive estão todas as faixas do novo álbum em formato digital. Uma vez que o álbum esteja instalado em seu computador, o drive de 512 Mb pode ser usado para transportar outros arquivos.
No entanto, o produto só será disponibilizado para os Estados Unidos por US$ 57,50 cada. Quem quiser comprar os dois pagará US$ 99.

NETO - Fonte: Terra

Escrito por ALYSSON - 10h38
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SAINDO DO FORNO

Geraldão 2 - A Genitália Desnuda
Autor: Glauco / Editora: L&PM
Preço em média: R$9,00

Glauco, com seu traço único e seus personagens inconfundíveis, está de volta. Neste segundo volume, o ecológico Geraldão vai com a mãe para um acampamento, depois de atacar as vizinhas e receber dicas sobre sexo de seu primo Máximo. Dona Marta, a secretária solteirona, não dá sossego para os colegas de trabalho e ataca desde o chefe até os boys. Vicente Tarente, o tarado carente, dá em cima da empregada, da mulher dos amigos, das amigas e no fim seus gatos é que seguram o mico.

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 10h36
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I LOVE ROCK N' ROLL

Por Mariângela Carvalho

O amor, talvez o sentimento mais perigoso nutrido por homens e mulheres, tem sempre aquela alta parcela de dor, às vezes de raiva, saudade, arrependimento ou simplesmente o melhor motivo para se acordar todas as manhãs.
Pensando nisso, o Urbanaque (zine virtual) intitulou sua nova coletânea como “Love Hurts” e lança, em plena época de Dia dos Namorados, sua terceira compilação virtual com bandas que sentem de perto as agruras do amor mas, melhor que sofrer calado, exprimem seus sentimentos através das músicas que você pode baixar agora.
Como o amor depende do coração de quem sente, “Love Hurts” vem cheia de faixas autorais, em diversos graus de sentimentalismo e com uma variedade absurda de estilos.
De um lado reunimos nomes como Wander Wildner, Relespública, Madame Saatan e Sebastião Estiva, que estão com disco novo pronto e prestes a lançar. Do outro, Poléxia, Impar, Snooze, The Playboys, Lasciva Lula, Z.G.R., Stereoscope e Superquadra, que entraram com faixas de seus últimos discos lançados. Todas as músicas, você vai ouvir, falam, cada qual a sua maneira, das mazelas e percalços de manter-se em meio às inquietudes amorosas.

Bônus

Junto à coletânea, você ainda pode ouvir 3 faixas bônus interpretadas por Vanguart e Ludovic.
Altamente refinado, o Vanguart compôs “Soon We’ll Be Nothing” especialmente para o lançamento. Passional, o Ludovic cedeu a faixa “Unha e Carne”, presente em seu segundo disco “Idioma Morto”.
Juntos, Vanguart e Ludovic, interpretam “Leonor”, música do Mundo Livre S/A. A releitura também foi pensada para integrar o contexto love hurts e vem intimista, lamentosa.

Você pode afundar em dores recorrentes ou encontrar algum consolo nestas 15 músicas. Para deixar tudo ainda mais dolorido e pesaroso, leia o faixa-a-faixa de “Love Hurts” e tente entender alguns dos porquês de tanto sofrimento.

Lembre-se que o amor machuca, então vá com calma...

Download aqui: www.urbanaque.com.br/love/lovehurts.zip

Urbanaque na net: www.urbanaque.com.br

Escrito por ALYSSON - 10h16
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SAINDO DO FORNO

O Queens Of The Stone Age disponibilizou seu novo álbum, Era Vulgaris, na íntegra na Internet para ouvir por streaming. O disco chegou ontem às lojas da América do Norte e da Europa.

Ouça aqui: www.qotsa.com/news/default.aspx?nid=8085

No começo do mês foi colocado à venda um single especial de "Sick, Sick, Sick", primeira faixa de trabalho de Era Vulgaris. A edição limitada tem covers de Tom Waits e Elliott Smith.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h13
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STONER MADE IN BRAZIL

Pros amantes do Stoner Rock e rock n’ roll em geral, tá rolando na net, uma coletânea virtual dos infernos, só com nomes da cena nacional.

Download aqui: http://brstonerrocknroll.no.comunidades.net/

A coletânea conta com as seguintes bandas:
 
*Lesbian Toys
*Trator
*Statik Majik
*Kali
*Cesar Achon (Ex Guitarrista - Performances,Karisma,Mammoth ,Made in Brazil e atual Tarkus)
*Barra Pesada
*Percy's Band (Ex- Vocal - Made in Brazil,Patrulha do espaço e Harppia)
*.50
*Chumbo Dirigível
*Tublues
*Exxótica
*Tomada
*Goldfish Memories
*FBO
*Carbura
*Sunroad
*The Envy Hearts
*Sonicvolt
*Mandrágora

Cortesia do Tchitcho. Valeu brou!

Escrito por ALYSSON - 10h11
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OS ÚLTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS

Festival João Rock anuncia ordem dos shows

A organização do Festival João Rock, que será realizado neste sábado em Ribeirão Preto, anunciou a ordem dos shows, previstos para começar às 16h.
A primeira banda a entrar no palco é NX Zero, que estourou nas rádios do Brasil com o hit Razões e Emoções. O Cidade Negra é o segundo grupo a tocar.
No início da noite, por volta das 18h30, o Skank se apresenta, seguido de Pitty e Charlie Brown Jr. A sexta atração é o rapper Marcelo D2, que abre o palco para Os Mutantes.
Segundo a organização do festival, a expectativa é que pessoas de todas as idades compareçam, devido à presença dos Mutantes, banda formada no final dos anos 1960. Em 2006, Rita Lee, que participava da antiga formação do grupo, reuniu fãs nostálgicos de Ribeirão Preto e outras cidades do interior.

Serviço
Festival João Rock 2007
Onde: Estádio do Comercial - Ribeirão Preto - SP
Horário: Abertura dos portões à partir das 13h
Preços: De R$ 25 a R$ 120

NETO

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 14h32
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DOMINGO NO PARQUE

Ae, galera esse evento rola anualmente em Serrana, interior de Sampa. Nomes como Ludovic e Cólera já tocaram em edições anteriores. É muito massa, rola teatro, mostra de vídeo, dança e muito som no melhor clima de festa junina. Eu destaco o domingo, com boas bandas, demonstrando todo o eclétismo da parada. O ingresso pros 3 dias é R$10, então estimo que pro domingo será uns R$5. Quem organiza é o Sindicato do Rock, uma espécie de Beerock já estabilizada. Vale a pena conferir.

*ALMA MATER:
Formada em 2006, em Ribeirão Preto, a banda segue a escola dos tempos de "Just" do Radiohead e "Blue" do the Verve mas ao mesmo tempo respira o rock inglês e outras coisas viajantes, tipo Mogwai. A colméia já conferiu os caras ao vivo, abrindo pro Joe Lally (ex-Fugazi) em Riber. Showzão chapante e pesado. São bem melhores no palco do que em estúdio.
para ouvir: http://www.myspace.com/almamaterband

* CANE'S FOOT:
Camisa de flanela, botinas, guitarras e distorção!
Não é Seattle! É Serrana, a cidade da cana-de-açúcar, dos usineiros e das queimadas!
Formada em 2003, a banda mergulha em influências que vão do blues ao rock alternativo dos anos 90. Dizem que os shows são alucinantes.
Vale o confere: http://www.myspace.com/cane39sfoot

* FUZZLY:
Stoner Rock de Cuiabá, Mato Grosso. Som grave e pesado que flui das profundezas das bandas setentistas. São presença  constante nos grandes festivais do país, tocando ao lado de bandas como MQN e Mechanics.
Ouça alto: http://www.myspace.com/fuzzlymusic

* SAMBA DE BARRO:
Bandássa de Caruaru, Pernambuco. Sangue de Barro é som agreste, da caatinga, do Alto do Moura, do povo que veio do barro e que dele vive. Som das bandas de pífano, dos emboladores, dos repentistas e poetas populares. Som da feira de Caruaru, do Metre Vitalino, do Mestre Galdino. Tudo isso, em simbiose com um rock n’ roll dos infernos.
Baixem: http://sanguedebarro.palcomp3.cifraclub.terra.com.br

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h20
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CAPOTE

Os grandes também caem. E para cada tombo, um fã com uma câmera para registrar os momentos mais embaraçosos de seus ídolos.
A vítima da vez foi o vocalista Bruce Dickinson no domingo passado, durante uma apresentação do IRON MAIDEN no Download Festival na Inglaterra.
O vídeo da queda apareceu, obviamente, pouco depois do YouTube. Para conferi-lo, basta clicar aqui: http://www.youtube.com/watch?v=EneD2PnL0Fw

Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 11h11
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SET LIST - CIDADE ROCK - 10/06/07

1º BLOCO

01 - Thin Lizzy - Whiskey In The Jar 
02 - AC/DC - Dog Eat Dog
03 - Motorhead - (We are) The Road Crew
04 - Grand Funk Railroad - Got This Thing On The Move
05 - Blue Cheer - Just a Little Bit

2º BLOCO

06 - Alice in Chains - We Die Young
07 - Stone Temple Pilots - Down
08 - Queens of the Stone Age - A Song for the Dead
09 - Down - Temptation's Wings
10 - Monster Magnet - Dops to Infinity

3º BLOCO

11 - Scars - Return to the Killing Ground (Momento Beerock)
12 - Dorsal Atlântica - Recycle Yourself
13 - Chakal - Terminal Brain
14 - Holocausto - Ilusão Armada
15 - Krisiun - Ravager

Mais infos sobre o Scars aqui: www.scars.com.br

O programa vai ao ar todo domingo, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 11h09
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"O" CARA

Stephen Dalton, do Times Online, recentemente conduziu uma entrevista com o vocalista do MOTÖRHEAD, Lemmy Kilmister.

Sobre a manutenção do som primário do MOTÖRHEAD, com ênfase no baixo inflexível e constante:
"Fazemos o mesmo tipo de música porque gostamos. Qual outra porra de razão existe pra se fazer música? Dentro deste invólucro, nós nos esforçamos. Nós fizemos músicas em que nós nos distanciamos dessa idéia original. Mas se você tem uma boa idéia, por que não encará-la desta forma?"
Sobre seu pai, que o abandonou pouco após seu nascimento:
"É necessário ouvir a opinião dos dois no casal para saber o que aconteceu e a única versão que eu conheço é da minha mãe. Eles eram jovens quando se casaram, no final da guerra, a coisa toda de romance de guerra. Ela provavelmente foi fisgada pelo seu uniforme e pela sua santidade, ele provavelmente foi fisgado pelas pernas e pela bunda dela. Quem vai saber?"
Sobre o reencontro com seu pai no início dos anos 70:
"Ele me ofereceu referências para me tornar um caixeiro viajante, então eu me levantei e parti. Eu nunca mais o vi. Ele está morto agora."
Sobre ter trabalhado como roadie de Jimi Hendrix, ficando oito meses viajando no "melhor ácido (LSD) do mundo," que na época era legal:
"Jimi era como um velhote extremamente gentil. Incrivelmente educado à moda antiga. Se uma garota entrasse no recinto, ele se levantava na hora, não importava se ela era uma puta velha ou coisa do tipo. Ele puxava as cadeiras para as garotas, abria portas para as garotas. Eu faço isso e as pessoas riem da minha cara. Não custa nada ter boas maneiras."
Sobre ser um colecionador de antigüidades nazistas:
"Eu não sou racista de forma alguma. Eu simplesmente gosto do aspecto estético dos Nazistas. Eu gosto da ostentação, da pompa. Eu adoro uma parada. Os caras maus sempre têm os melhores uniformes."
Sobre ser contrário ao governo, à religião e às guerras, mas a favor do direito de escolha em assuntos como o aborto:
"Viva e deixe viver é a pedra fundamental da minha vida. Eu sou essencialmente um anarquista – não dá pra se confiar em pessoas, sabia? Se você desse para todos do mundo a mesma quantidade de dinheiro amanhã, em duas semanas alguém em algum lugar estaria com a maioria desse dinheiro".
Sobre a descoberta dos benefícios do Viagra:
"Eu ainda uso de vez em quando. Se o 'Bráulio' não está apontando para a beleza então ele precisa de um empurrãozinho. Qual é o problema com isso?"
Sobre sua afirmação de já ter levado cerca de 1.000 parceiras para a cama:
"As oportunidades estão rareando agora já que estou tão velho. Mas não estou reclamando, eu ainda tenho o suficiente pra continuar alegre."
Sobre sua visão sobre o amor:
"Não dá pra alguns caras serem fiéis. Se as pessoas querem se casar e ficar na putaria, isso é desonesto. Se você vai se casar, se case e pronto. Eu nunca conheci uma garota que conseguisse me fazer parar de olhar para as outras, então não me casei".
Sobre o fato de que ele pode nunca conhecer a Sra. Lemmy perfeita:
"Eu ainda estou procurando de uma maneira lânguida e mórbida. Mas eu provavelmente a perdi enquanto estava na estrada ou coisa parecida. Isso não mudou em 61 anos, então provavelmente não vai mudar agora."
Sobre o fato de que ele não vê razão para parar de tocar a partir do seus sessenta anos ou mais:
"Se você está bem como eu estou, por que não? Eu não me lembro de haver um limite de idade quando eu comecei. Não tocarás depois de 59? Foda-se isso. A única coisa que vai me parar é se eu me tornar fisicamente incapaz. Mas o que há na aposentadoria que seja possivelmente melhor do que eu tenho?”

Fonte: Whiplash / Traduzido por: Rívia Coimbra

Escrito por ALYSSON - 10h58
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SAINDO DO FORNO

"TODOS OS TEMPOS"- CACHORRO GRANDE (Deck)

Uma coisa que dá medo no rock nacional atual é saber se as bandas de hoje em dia vão continuar tendo assunto para mais dois, três, quatro, cinco, dez discos. O rock dos anos 90, em alguns casos, se esgotou por conta disso - os Raimundos viram o tal forró-core se espatifar no chão, o Charlie Brown Jr. virou uma péssima caricatura de si mesmo e Marcelo D2 ameaça ir para o mesmo caminho. Por outro lado, muitos grupos recentes parecem crescer a cada disco, abarcando mais idéias e influências. O Cachorro Grande, até agora, vem demonstrando jogar nesse time.
Todos os tempos é rock´n roll do bom, às vezes demonstrando partir de onde o primeiro disco parou - no segundo disco o grau de doideira fizeram as gravações chegarem a níveis altos demais de peso e maluquice, e o terceiro, já pela Deck, mostrava uma banda mais "evoluída", mas nem por isso pior. Repleto de músicas individuais dos cinco membros, o CD novo pode ser o sinal de que há personalidades se desenhando dentro do grupo - o lado mais garageiro de Marcelo Gross como autor em "Conflitos existenciais" e de Rodolfo Krieger em "Deixa fudê", a faceta mutante de Beto Bruno em "Roda-Gigante", a cara experimental do batera Gabriel Azambuja em "Nada pra fazer", etc. Tudo convergindo para uma lisergia bem feita e elaborada - que ainda inclui um countryzinho em "Na sua solidão", um belo instrumental unindo U2 e anos 60 em "Hoje meus domingos não são mais depressivos"
O fato do Álbum branco aparecer como uma das referências, no release distribuído pela gravadora, não deixa de ser signfiicativo - Todos os tempos tem uma mistura de referências antigas de rock que pode remeter ao disco duplo dos Beatles. Não há uma preocupação, ao que parece, em atingir a tal "unidade" tão querida por críticos musicais. Há o compromisso de abarcar tudo o que a banda considera digno de valor no gênero rock e de fazer um disco que os fãs de rock possam gostar - tem riffs assemelhados à levada de "Fire", do Jimi Hendrix, corais lembrando The Who, sons voltados à união rock-soul ("Nunca vai mudar"), o lado mais easy-listening do rock sessentista ("Quando amanhecer"), etc. Dá para cada fã de rock se achar numa das faces de Todos os tempos. Pode curtir.

Fonte: Discoteca Básica / Escrito por: Ricardo Schott

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h54
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DISSECANDO O STONER ROCK

Impossível descrever o impacto que o cometa Black Sabbath provocou na nossa terra após assombrarem os anos 70 com pérolas do calibre do disco homônimo, de Master of Reality ou Sabbath Bloody Sabbath, o impacto foi devastador, uma explosão que se perpetuou infinitamente, ou pelo menos até os dias de hoje e parece não ter mais fim. Tonny iommy parece ter sido o inventor dos riffs mais poderosos e procriados na história de nosso infame rocknroll. A prova disso é um movimento musical que deu seus primeiros sinais durante a cena grunge de Seattle (principalmente em focos como soundgarden, tad e big chief) e explodiu em meados dos anos 90 graças ao surgimento do Kyuss, os primeiros filhos bastardos do Black Sabbath e da era setentista que fizeram história se auto proclamando uma banda de desert rock, Stoner Rock é o nome da cena, ou pelo menos o apelido que mais pegou.
A tradução literal da palavra já diz tudo: "é rock chapado", exatamente como nos moldes setentistas (confira a coletânea "suck the 70's") retro, vintage, saudosista, largadão, hipnótico, viajandão...
Mas nem tudo se resume ao Sabbath quando se fala em stoner, embora a banda de Ozzy (porque só essa fase é reconhecida pelo movimento) seja a influência mais perceptível, outras bandas servem de referência explicita a ele, entre elas blue cheer, hawkwind, hendrix, blue oyster cult, stepenwolf, grand funk, deep purple, cream, iron butterfly, mountain, led zeppelin, pentagram, atomic rooster, mc5, stooges e fuzz box, muito fuzzbox no talo!.
Depois da aterrisagem do kyuss na terra o movimento tomou corpo e deu cria pelos 4 cantos, a pequena discografia da banda foi suficiente para decretar a revolução, e alguns dos pilares do cenário começaram a se erguer calçadas no aparecimento de bandas como monster magnet, fu manchu, spiritual beggars, orange goblin, nebula, mushroom river band, alabama thunder pussy sem contar as crias geradas pela dissolução do kyuss tais como unida, che, slo burn, eagles of death metal, desert sessions, mondo generator, hermano e a maior banda stoner da atualidade, os queens of the stone age, uma verdadeira máquina de fazer (e vender) ótimos discos seguindo a cartilha, entre eles obras primas como "songs for the deaf", o vocal e líder Josh homme é, sem dúvidas, uma das figuras principais do movimento (sem esquecermos do também ex-membro do kyuss, John garcia, que volta e meia aparece metido em bons projetos como o unida e o excelente "hermano") hoje em dia e talvez a mais criativa também, e não dá pra deixar de citar a figura de phil anselmo (nosso velho conhecido do pantera) que volta e meia envereda pela sonoridade stoner e doom, em projetos como o down e o superjoint ritual.
O problema de cada movimento musical bem sucedido é o enxame de bandas que surgem no meio da história, muitas delas não conseguem fugir do lugar comum, da sensação de já termos ouvido isso antes, pelo fato de serem muito iguais e não buscarem diversificação para a sonoridade própria, coletâneas como a "high volume", "might desert rock avengers", "stone deaf forever" e "the stoner rock compilation", trazem inovações, são boas formas de entender o cenário, mas ao mesmo tempo apontam uma certa falta de originalidade e vontade de soar como uma continuação da obra do kyuss em grande parte das bandas mostradas.
Porém o cenário já demonstra sinais de evolução e ousadia necessárias a sua sobrevivência no aparecimento de grupos como o oneida (que soa fortemente inspirado em pink floyd), nova driver, 35007(mix de stoner e batidas eletrônicas), boris, mystik krewe of clearlight, firestone, big elf, atomic bitchwax(derivado do monster magnet), bottom, gas giant, clutch, black mountain (séria canditada a nova sensação stoner), dozer, firebird (setentista até o talo!), dixie witch, grand magus, turbo negro, altamont, earthlings, raging slab entre dezenas de outros que estão tentando dar uma nova roupagem ao movimento stoner. A sonoridade setentista também está presente(e isso normalmente associa as bandas ao cenário)em projetos mais voltados ao rocknroll básico em grupos como os hellacopters, gluecifer e backyard babies, supersuckers entre outros que também possuem um culto em torno de si mesmos, com influências que vão do kiss ao thin lizzy, a recém extinta gluecifer era uma das mais fortes candidatas ao podium, principalmente depois de terem cometido o irretocável "automatic thrill".
Não tem como deixar de citar a proximidade que as bandas de doom metal tem em relação ao stoner rock, porém é bom saber separar o joio do trigo, o doom metal é mais denso e pesado, já o stoner se concentra bastante em sua timbragem, mais grave e vintage, menos preocupada em soar como banda de metal, o doom é arrastado na maioria das vezes, porém também tem o black sabbath como inspiração máxima, especialmente na temática mais sombria, o doom é um movimento cultural bem anterior ao stoner e tem no oitentista trouble outra de suas fontes, o trouble foi, talvez a primeira banda a soar semelhante ao sabbath nos últimos tempos. A diferença básica está no descompromisso que o stoner rock tem em seguir uma métrica pré estabelecida, na maioria das vezes os stoner curtem mesmo é falar de muito sexo, drogas, festas, bebedeiras, carros envenenados, invasões alienígenas e tramas surreais.
As fusões de estilo e transformações também acompanham a história do movimento um exemplo bom de citar nesse apanhado geral é o corrosion of conformity, que começou, ainda nos oitenta, como uma banda hard core e que aos poucos foi acrescentando outros rumos musicalmente, chegando a lançar trabalhos calçados na linha do southern rock de grupos como o lynynrd skynyrd. Porém o mais recente trabalho lançado por eles, o "in the arms of god" possa ser classificado como uma excelente obra puxada para o stoner, outra das bandas que podem ser inseridas nesse tópico é a celestial season.
No brasil o movimento também vai ganhando corpo e o satélite destaca duas das grandes novidades do cenário dito stoner, uma delas é a Kratera de Florianópolis, novo projeto musical de Gastão Moreira, a outra é a Sonicvolt, que vem se consagrando nos principais eventos e festivais alternativos no país.

Fonte: Marka Diabo

Escrito por ALYSSON - 10h57
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UM SATÉLITE NA CABEÇA

Nação Zumbi troca de gravadora e prepara novo álbum

A banda pernambucana Nação Zumbi anunciou que trocou a gravadora Trama pela Deckdisc (Cachorro Grande, Pitty, Matanza) e que vai entrar em estúdio em julho para gravar o novo álbum da banda, sucessor de Futura, de 2005.
Há rumores indicando o nome de Mário Caldato Jr. como produtor do novo trabalho da Nação, mas até agora nada foi confirmado. Caldato já produziu discos dos Beastie Boys, de Beck e Planet Hemp, além de ter participado dos remixes do álbum duplo CSNZ da Nação.
Em maio, o guitarrista da banda, Lúcio Maia, lançou Homem Binário, primeiro álbum solo do projeto Maquinado, com colaboração de Dengue e Jorge Du Peixe (também da Nação Zumbi), Speedy, Rodrigo Pfunk, Rica Amabis e Scotth Hard (responsável pela mixagem dos dois últimos álbuns da Nação), entre outros.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h49
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MOMENTO FOTOLOG

PORÃO DO ROCK 2007 (BRASÍLIA)

FOTOS: NETO (CIDADE FM)

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h46
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MAIS UM BUK NAS TELONAS

Guitarrista dos Strokes quer adaptar livro de Bukowski pro cinema

Ao contrário do restante do Strokes, que anunciou férias temporárias, o guitarrista da banda, Albert Hammond Jr., continua a toda. Além de estar em turnê divulgando seu primeiro álbum solo, Yours to Keep, Hammond Jr. está adaptando Pulp, livro de Charles Bukowski, para o cinema.
O livro é descrito por Hammond Jr. como uma comédia dark adulta e o músico adiantou que já tem alguns atores em mente para trabalhar no filme, mas não quis dar maiores detalhes. O guitarrista do Strokes também declarou que não pretende se responsabilizar pela direção, mas que espera que ninguém arruíne o roteiro que está desenvolvendo.
Pulp conta histórias do detetive particular Nicky Belane e suas investigações a serviço de Lady Death. Charles Bukowski, nascido na Alemanha, mas criado nos Estados Unidos, é um dos poetas e romancistas mais influentes das últimas décadas. Escrevendo romances regados a sexo, bebida e desilusões. Pulp foi seu último livro, lançado em 1994, mesmo ano de sua morte.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 16h07
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Down - Nola (1995)

Em 1995, Phil Anselmo (vocal) do PANTERA, Pepper Keenan (guitarrista) do CORROSION OF CONFORMITY, Kirk Windstein (guitarra) do CROWBAR, Todd Strange (baixista) também do CROWBAR, e Jimmy Bower (baterista) do EYEHATEGOD juntaram-se para tirar um som que remetia aos primórdios do metal, batizando este projeto paralelo de DOWN. Os caras entraram em estúdio e registraram um disco tão bom e talvez até superior aos álbuns gravados com suas bandas originais. O play em questão, batizado de “Nola” é uma espécie de celebração ao rock pesado. As referências são as melhores possíveis: Grand Funk, Blue Cheer, Black Sabbath, e demais embriões do heavy metal. “Nola” tem uma sonoridade stoner, com clima pesado e passagens psicodélicas. Phil Anselmo canta ao invés de berrar.
Depois aproximadamente 13 shows ao vivo, os membros se separaram e retomaram os trabalhos com suas respectivas bandas.
Em 2001, o DOWN retornou com Rex Brown do Pantera no baixo e gravaram mais um play: “Down II”. Neste disco, os caras exploram um novo território. As músicas são muito elaboradas e cheias de violão. É muito inferior ao debute, mas mesmo assim é um bom disco.
Andam dizendo por ae, que o Down lançará um novo disco em 2007. Por enquanto, corra atrás do 1º álbum, simplesmente um dos melhores discos de rock pesado que se tem notícia.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 16h03
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PORÃO DO ROCK 2007: 10 ANOS E MENOS PÚBLICO

O Porão do Rock comemorou 10 anos de história neste fim de semana (1 e 2 de julho), na capital do país, com grandes performances, mas um público em declínio. Em dois dias o festival reuniu 30 mil pessoas no estacionamento do estádio Mané Garrincha, uma redução de 50% no público por noite em comparação a 2005. O evento amadureceu, ganhou notoriedade nacional, conta com medalhões do rock mundial, mas perdeu um pouco de sua identidade e o chamariz para multidões.
É contraditório: como é possível trazer Mudhoney, Sepultura, Nação Zumbi, Inocentes e BellRays, entre outros figurões, e amargar uma queda de público tão acentuada? A resposta pode ser questão de sobrevivência para o maior festival independente do país. Tanto a estrutura quanto as atrações têm se mantido em um nível elevado nos últimos três anos, mas falta alguma coisa para atrair os brasilienses ao "velho" Porão.
Não seria arriscado afirmar que as atrações internacionais mais atrapalham que ajudam. Afinal, elas encarecem o ingresso e pouco acrescentam para os fãs. Este ano, por exemplo, se apresentaram bandas internacionais de qualidade indiscutível, mas pouco identificadas com os freqüentadores do festival. É o caso de Born a Lion (Portugal), Satan Dealers (Argentina) e BellRays (EUA). Tiveram uma grande passagem pelo palco, mas pouco empolgaram. Até o Mudhoney, um dos responsáveis pela sobrevivência do rock nos anos 90, viu um estacionamento esvaziado ao final da maratona de 26 shows.
E por falar em maratona, talvez esse seja um segundo ponto a ser tratado. Afinal, 13 bandas por noite exigem um preparo físico de triatleta. Em resumo, talvez os caminhos para atrair a galera de volta sejam: ingresso mais barato, menos atrações internacionais, programação mais enxuta e a volta das grandes bandas nacionais.
 
Os shows
 
Os Garotos Podres fizeram o melhor show de abertura de um Porão nos últimos cinco anos. Irreverentes, levantaram a galera para a noite punk-emo-metal, cantando hinos de protesto como "Aos fuzilados na CSN" e "Papai Noel Filho da Puta". Foram muito superiores aos Inocentes, que horas depois tiveram uma apresentação correta, mas pouco vibrante.
A banda brasiliense Galinha Preta, com uma performance cômica, arrancou risos e aplausos, a ponto de a música ficar em segundo plano. Ou seja, Garotos Podres e Galinha Preta levaram ao palco um pouco do espírito que faz do rock o maior fenômeno cultural dos últimos 50 anos.
Os portugueses do Born a Lion mostraram um metal puxado no blues e bons arranjos. Com personalidade cativaram uma molecada pouco habituada a esse tipo de som. Principal atração da primeira noite, o Angra não decepcionou. Fez um show para fãs mesmo, tocando os clássicos para aqueles que esperaram a banda até as 3h da madrugada.
No sábado se destacaram as bandas chamadas pequenas, como os gaúchos do Superguidis, os pernambucanos do Vamoz! (sem baixo, mas com pegada), e os cariocas do Moptop, muito aplaudida. Os brasilienses do Móveis Coloniais de Acaju, atração obrigatória no Porão, mais uma vez colocaram a galera para dançar energicamente. No final, alguns integrantes desceram do palco e fizeram uma das maiores rodas de pogo da história do rock nacional. Quiçá mundial.
Os californianos dos BellRays, com um punk soul de primeira, ajudaram a esquentar 20 mil pessoas para o Nação Zumbi, esse sim um dos melhores shows desta edição. Teria sido o melhor da noite, extremamente dançante e interativo, uma verdadeira carga de adrenalina, mas para o azar dos pernambucanos a banda que viria a seguir era ninguém menos que Sepultura.
E o Sepultura fez o que deles se espera: arrebentaram. Os fãs enlouquecidos cantaram cada sílaba das músicas, recebendo de braços e corações abertos o novo baterista, Jean Dolabela, substituindo com segurança seu antecessor e ídolo, Igor Cavalera. O fato de Derrick Green ter sido muito simpático, anunciando as músicas em português, só ajudou a fazer deste o melhor show na comemoração dos 10 anos de Porão. A banda seguirá agora para uma turnê de três meses por toda a Europa, comprovando a condição de artistas brasileiros mais conhecidos no exterior nos últimos 15 anos.
Para encerrar, subiu ao palco a banda que deu o pontapé inicial ao movimento grunge, em Seatle: Mudhoney. Grande parte do público deixou o estacionamento do Mané Garrincha após o show do Sepultura, mas os fãs do quarteto americano, ainda vestindo roupas flaneladas, se concentraram fielmente na frente do palco até depois das 4 horas da matina.

Fonte: Omelete / Escrito por: Rafael Imolene

Escrito por ALYSSON - 16h01
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E O PREÇO DOS CDS COMEÇA A CAIR ...

Uma vez, alguns anos atrás, assisti a uma palestra de André Midani, um dos poderosos presidentes de majors no País entre os anos 60 e 90. Na época (2004, acho), Midani estava em evidência por uma excelente entrevista concedida ao jornalista Pedro Alexandre Sanches, que escancarava o jabaculê, pagamento clandestino feito por gravadoras para que emissoras de rádio e televisão tocassem determinadas músicas. No meio do papo, muito interessante, questionei: "Por que o preço final de um CD de major no Brasil é tão caro?" O argumento do ex-presidente de gravadora era de que as majors haviam padronizado os preços, e que um CD de R$ 39 no Brasil custava US$ 13 nos Estados Unidos (em tempos de dólares a R$ 3). É lógico que não me convenci. Na época, Wander Wildner vendia o seu CD solo, "Paraquedas de Coração" (prensado em fábrica, com encarte e acabamento profissional), por R$ 15, e gravadoras como a Trama e a (falida) Sum Records chegavam ao mercado com lançamentos, no máximo, a R$ 23. Enquanto isso, a Universal lançava um álbum de PJ Harvey no Brasil por R$ 39. Falei sobre tudo isso para o empresário, além, claro, do óbvio: não dá para comparar a renda norte-americana com a brasileira. Ele, lacônico, disse que – além da padronização de preços – os compradores de CDs pagavam as viagens dos executivos para vários lugares do mundo, hotéis cinco estrelas e jantares regados a tudo que existe de melhor. E você achando que só estava comprando um CD, certo.
O tempo passou, a crise das gravadoras frente à música digital virou pauta de grandes revistas, a venda de CDs caiu assustadoramente (será que ninguém mais "consome" música?) e muitos futurólogos de boteco anunciaram o fim do disquinho prateado aos quatro ventos no mesmo momento em que artistas pop comemoravam 1 milhão de downloads pagos de suas canções. Mesmo assim, os benditos CDs continuavam chegando às lojas, e, pasmen, algumas gravadoras começam a baratear seus preços. Nos últimos dois meses, os lançamentos da Universal (Kaiser Chiefs, Klaxons, Amy Winehouse) chegaram ao patamar dos R$ 23, máximo R$ 25 em uma loja honesta. Na sua cola, a Sony/BMG (Travis, Beyoncé, Avril Lavigne) também baixou a tabela, e suas novidades estão chegando as prateleiras entre R$ 26 e R$ 28. Na seqüência, a EMI (Stooges, Arctic Monkeys, The Good, The Band and The Queen) ultrapassa a barreira dos R$ 30 batendo nos R$ 32, e a independente Slag Records colocou "Néon Bible", dos canadenses do Arcade Fire, no mesmo patamar.
Penso comigo: R$ 30 em um CD é pra lá de abuso. Mas tem como piorar: a Warner (Bloc Party, Linkin Park, White Stripes) chega às lojas com CDs entre R$ 38 e R$ 42. A Warner deve acreditar realmente que a renda do público comprador equivale ao do mercado norte-americano. Mas em tempos de dólares abaixo dos R$ 2, comprar CD importado com frete gratuito se tornou uma vantagem para os fãs de música dispostos a ter o disquinho em casa (e os MP3 no computador): recebi nesta semana uma edição especial do álbum "At San Quentin", de Johnny Cash, contendo dois CDs (31 músicas), mais um DVD com um documentário da época (1969), pela bagatela de US$ 19,95. Pelo dólar de hoje, esse pacote bonitinho com um CD duplo mais um DVD me saiu mais barato que o novo disco do White Stripes, que será lançado pela Warner por algo em torno de R$ 40.
Apesar da falta de noção da alta cúpula da Warner, a atitude da Universal e da Sony/BMG mostra que as gravadoras estão apostando as poucas fichas que lhes restam na redução do preço do CD. E a última tenta uma cartada a partir do próximo dia 28: o CD Zero, um formato de álbum que trará cinco músicas, preço de R$ 9,99 estampado na capa, e que será uma espécie de "versão resumida" do disco (que será lançado em seu formato "cheio" ao mesmo tempo). Opinião deste colunista: o formato vai fracassar miseravelmente. Não é má vontade, juro. Tenho mais de 5 mil CDs em casa, continuo comprando CDs (apesar de começar a achar o ato muito mais vício do que necessidade) e acho essa idéia tremendamente tola e canibalizadora. Se você comprar o CD Zero, você irá se animar a desembolsar seu dinheiro suadinho para comprar um disco do qual você já tem cinco músicas? Mais: Para que pagar R$ 9,99 em um CD com cinco músicas se o CDR cheio estará sendo vendido nos camelôs por R$ 5, máximo R$ 10? Mais: os donos de loja vão mesmo vender o CD por R$ 9,99? Testes anteriores de singles com preço fixo não vingaram. Ou seja, esse CD Zero é um bebê morto no parto.
Nos planos da Sony/BMG, no entanto, depois de Vanessa da Mata, estão os CDs Zero dos novos lançamentos de Capital Inicial e Lobão, que fracassaram em suas primeiras semanas nas lojas. Lobão anda cantando aos quatro ventos que seu disco é um sucesso de crítica e público, mas seu "Acústico MTV" não comoveu as massas. Com um show agendado para Curitiba, duas semanas atrás, após ter marcado (alugado?) presença por meia hora no Domingão do Faustão, e suas músicas terem voltado misteriosamente a tocar nas rádios, Lobão fez uma apresentação para 600 pessoas em um local preparado para receber 2.500, um fiasco tão retumbante quanto as vendas pífias do novo álbum do Capital Inicial. Se no caso Lobão, o ouvinte pode argumentar que nem se lembra do velho lobo após tanto tempo fora da mídia, com o Capital Inicial a coisa é bem diferente. Uma das principais bandas dos anos 80 em atividade no País, o Capital viu seu público rejunescer, foi abraçado pela geração MTV, e a pouca procura dos CDs nas lojas é muito mais sinal de crise econômica do que de esquecimento dos fãs.
Não bastasse o fantasma das trocas de arquivos de MP3, e os camelôs descolados que diversificam cada vez mais seu leque de "ofertas" para o público, as grandes gravadoras nacionais voltam a enfrentar outro vilão: a queda do dólar. Com a moeda norte-americana batendo R$ 2, o novo disco do Wilco, "Sky Blue Sky", que a gravadora EMI está prestes a lançar no mercado nacional (por volta de R$ 30/32), pode chegar as mãos do consumidor brasileiro em uma versão importada por R$ 29 em uma loja virtual internacional isenta de frete. Se o comprador quiser pagar um pouco mais do que a edição nacional, por R$ 38 ele assegura a versão limitada com CD e DVD do mesmo produto, inédita no País. A vida é dura, meu amigo, mas poderia ser mais fácil. Se as gravadoras abrirem o olho, diminuírem a margem de lucro, e entregarem um CD em preços competitivos para as lojas, é possível que ainda exista um próximo round nesta dura batalha das gravadoras contra o avanço da tecnologia (e da pirataria). Do jeito que as coisas estão, infelizmente, o nocaute está bem próximo.

Agora, me conta caro leitor(a): você ainda compra CDs? Qual o preço que você consideraria justo pagar por um CD? Se o CD fosse mais barato, você compraria? O MP3 veio para ficar? Os comments estão a sua disposição.

Rapidinhas - justiça seja feita: a ST2, que acabou de lançar o álbum da atriz e duble de roqueira Juliette Lewis com sua banda The Licks, bate na casa dos R$ 20. E independentes como a Monstro Discos e a Mondo 77 quase sempre não passam desse valor. E "Send Away The Tigers", disco do Manic Street Preachers que foi tema desta coluna algumas semanas atrás, só chegará ao Brasil como download pago (?!?).

Escrito por: Marcelo Costa (Coluna Revolution do IG)

Escrito por ALYSSON - 17h09
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PROPAGANDO

MAMELO SOUND SYSTEM E NAÇÃO ZUMBI

Dia 28 de Junho (quinta-feira)
Horário: Às 21h
Local: teatro de Arena (alto do morro do São bento, s/ nº)
Informações: Sesc Ribeirão (3977 4477)
Acontece: Mamelo Sound System e Nação Zumbi no show Balanço Br-07.
O evento será aberto pelo DJ Paulão, com seus sets recheados de Baden Powell, Dom Salvador & Abolição, e com raridades de Jorge Ben, Tim Maia e outros bambas do samba-soul. Na seqüência, o grupo Mamelo Sound System traz sua experiência de hip-hop and school com sabores afro-brasileiros, com os MC’s Lurdez da Luz e Rodrigo Brandão, no vocal conta com o prof. M. Sterio (beats, efeitos e vocal) e o Dj PG (scratches), e os elementos visuais ficam por conta dos Vjs Embolex. Encerrando a noite, como atração principal, o palco será tomado pela Nação Zumbi.

Preço Ingressos:
R$ 20,00 (inteira)
R$ 10,00 (usuário matriculado, estudante e idoso)
R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado)

Apoio: Secretaria Municipal da Cultura

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 16h57
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SET LIST - CIDADE ROCK - 03/06/07

1º BLOCO

01 - The Rolling Stones - Paint it Black
02 - Neil Young - Piece of Crap
03 - The Cult - Wild Flower
04 - MC5 - Gotta Keep Movin’
05 - Johnny Thunders and Heartbreaks - Born to Lose
06 - The Dead Boys - I Need Lunch

2º BLOCO

07 - Simon Chainsaw & Forgotten Boys - Basta
08 - MQN - Burn Baby Burn
09 - Muzzarelas  - The Hog
10 - Retrofoguetes -  Leve-me ao Seu Lider (Momento Beerock)
11 - Hang the Superstars - She’s My Dynamite

3º BLOCO

12 - Ozzy Osbourne - I Dont Want to Stop
13 - Manowar - Outlaw
14 - System of a Down - Holy Mountains
15 - Yo-Ho-Delic - Shut Up 
16 - Anthrax - Only

Mais infos sobre os Retrofoguetes aqui: www.myspace.com/retrofoguetes

O programa vai ao ar todo domingo, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade:


Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h33
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EU RECOMENDO! - RICARDO (POISON GOD)

Ricardo “Those” Sarcinelli. Vocalista e letrista da banda Poison God.

O Poison God lança em julho seu primeiro álbum. “Daemoncracy” apresenta uma banda perigosa, técnica e pesada. Podemos afirmar sem erro que hoje o Poison God pratica um som único, resultado do encontro de suas influências do death e thrash metal dos 80’s aliadas a uma concepção vanguardista.
As letras e todo o ambiente criado para “Daemoncracy” passeiam por um Estado totalitário e opressor que controla a população através do medo, da ignorância e do uso desmedido da força bruta.
As obras “V de Vingança” (Allan Moore e David Lloyd), “1984” (George Orwell) e “Admirável Mundo Novo” (Aldous Huxley) serviram de base para a criação do conceito do álbum.
Nada será como antes. Bem-vindos ao novo governo!

Disco que mudou sua vida: KISS “Creatures Of The Night”: na época o heavy metal era um estilo marginal e o KISS iria tocar no Brasil. “Creatures...” estava estourado em todo o mundo e lembro que na escola montei  uma “bandinha cover” com mais 3 colegas...devíamos estar na primeira série! Numa apresentação para os pais lembro-me de ter levado bombinhas, destas de São João, no bolso que joguei no meio dos pais. Minha maquiagem era do Gene Simmons....sempre gostei mais do “lado negro da força”. Esse disco é a pedra fundamental da minha opção musical.

Pra ouvir no verão: Bon Jovi “Slippery When Wet”. Esse é o típico álbum clássico de Hard Rock “Farofa” que eu adoro. O Bon Jovi é uma das bandas que eu mais gosto pois eles constróem as músicas de forma proposital para serem hits e isso é muito difícil. Além do  mais Jon e Dave são exímios vocalistas. Bon Jovi é foda!

Pra ouvir em dias de chuva: Pink Floyd “The Final Cut”. Apesar de “The Wall” ser uma unanimidade quando o assunto é Pink Floyd, meu álbum favorito é o “The Final Cut”. Roger Waters conduziu um álbum conceitual,  intimista e cheio de nuances depressivas. Excelente disco!.

Pra ouvir dirigindo: AC/DC “Back In Black”. Porra, esse muda a toda hora pois adoro dirigir ouvindo álbuns de Hard Rock e este é um dos favoritos. Mas dependendo da duração da viagem pode rolar algo mais leve ou mais pesado. De qualquer forma o AC/DC destrói!

Pra transar: Marvin Gaye “What’s Goin On”. Marvin Gaye é um artista incomum. Só de botar um cd dele pra tocar a mulher já vai abaixando as calcinhas! E vc ainda marca pontos no quesito “bom-gosto” porque isso aqui é música de altíssimo nível.

Pra ouvir chapado: Motörhead “Ace Of Spades”. Poderia ser qualquer um do AC/DC também, mas o Motörhead é foda! Poderia também ser qualquer album dos caras, só escolhí este por ser clássico absoluto , mas o que vier junto com cerveja e whiskey é bem-vindo!

Pra ouvir numa forte deprê: Depeche Mode “Songs Of Faith And Devotion”. Depeche Mode é uma das minhas bandas favoritas. Dave Gahan é meu vocalista predileto. Obviamente  isso nada tem a ver com metal, mas meu universo musical não se limita a estilos. Também não sei o que é depressão, mas quando estou “meio pra baixo” gosto de ouvir este álbum fantástico.

Disco que salvaria da sua casa pegando fogo: No caso de só restar uma cópia: Poison God “Daemoncracy”. O caralho que eu vou deixar pegar fogo no meu disco. Os outros  eu compro depois!

Disco pra inspirar: Carcass “Heartwork”, Morbid Angel “Blessed Are The Sick” e Obituary “Slowly We Rot”. Antes dos shows costumo escutar  estes albums . Prá mim os melhores trabalhos de Death  Metal já produzidos.

Pra quebrar tudo: Slayer “Reign  In Blood. Banda e álbum dispensam maiores comentários. Deuses.

Disco pra todos os momentos: The Beatles “Abbey Road”. O melhor álbum já lançado, em todos os tempos.

ACESSEM: WWW.POISONGOD.COM

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 09h25
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