BEEROCK

BLOG EM RECESSO

Devido ao feriado em comemoração ao aniversário de Guaxupé, o blog entra em recesso até o dia 04 de junho, segunda-feira. Pra galera da cidade que curte um rock n' roll, domingo (dia 03), vai rolar show com as bandas DNA do Som, Seven Keys e Eric Karan Blues Band, na faixa, em frente ao Teatro Municipal. O evento deve começar às 16 horas. Compareçam!

Escrito por ALYSSON - 13h42
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A COLMÉIA RECOMENDA!

The Bellrays é uma banda fudidaça, oriunda da California, EUA. O som é uma de mistura do pré-punk garagero, com a soul music dos anos 60 e 70. Uma mistura nervosa de Stooges e MC5, com Aretha Franklin nos vocais.  A voz da vocalista Lisa Kekaula realmente lembra a rainha da soul music. A crítica especializada os classificam como "Maximum Rock & Soul".
O Bellrays será uma das grandes atrações do festival Porão do Rock que rola em Brasília neste final de semana. Não perca o passo e corra atrás da discografia dessa fabulosa banda. Um bom começo é o álbum ao vivo Let it Blast de 2001.

Escrito por ALYSSON - 13h36
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HOMENAGEM?

Fãs querem que governo britânico dê honraria à Alan Moore

Fãs britânicos do escritor Alan Moore (Watchmen, Lost Girls, V de Vingança) querem que ele receba uma honraria oficial do primeiro-ministro inglês, em reconhecimento ao seu trabalho de vanguarda nos quadrinhos.
A requisição dos fãs está no sistema de petições do site oficial do primeiro-ministro britânico. O sistema permite que qualquer cidadão britânico crie uma petição. No caso, a referente a Moore foi criada pelo fã e apresentador de TV Gareth Jones, também conhecido como Gaz Top.
Jones defende a petição: "Alan Moore foi um líder mundial na criação de graphic novels de alta qualidade. Ele representou o Reino Unido ao tornar-se o maior escritor de graphic novels em língua inglesa. Ele dominou a indústria, exportanto roteiros britânicos para os EUA e para o mundo, mostrando que a Grã-Bretanha é líder no campo e servindo de ponta-de-lança para uma onda de escritores britânicos que tomou a cena norte-americana, incluindo o autor best-seller Neil Gaiman e Mark Millar, autor da influente Civil War. Suas criações Watchmen, V de Vingança e Monstro do Pântano são tidas como alguns dos maiores trabalhos do meio".
A petição podia ser assinada até o dia 23 de maio, somente por cidadãos do Reino Unido. Eram necessárias 200 assinaturas para iniciar o processo de transformar a petição em decisão governamental - o número foi ultrapassado. Entre os apoiadores da proposta, estão criadores de HQ como Millar, Andy Diggle e Dave Gibbons.
Gaiman, que não está entre os abaixo-assinados, comentou em seu blog que a proposta "é tocante, mas, francamente, não estou interessado a não ser que ele seja nomeado Bruxo Oficial da Inglaterra. Isso sim seria uma honraria. Uma Medalha de Honra, por outro lado, não parece ser algo que Alan precise. Ele a jogaria em algum canto e provavelmente acabaria embaixo do sofá".
Segundo o sistema de petições do site, o pedido será repassado a funcionários que trabalham com o primeiro-ministro, e todos que a assinaram receberão uma resposta oficial do governo via e-mail.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 13h33
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FESTIVAL INDIE ROCK

Magic Numbers e The Rakes são as atrações gringas

Foram divulgadas novas informações sobre os shows do Magic Numbers no Brasil em julho. A banda tocará no dia 25 no Circo Voador do Rio de Janeiro e no dia 26 na Via Funchal, em São Paulo.
As apresentações fazem parte da primeira edição do festival Indie Rock, que confirmou outra atração internacional, a também britânica The Rakes. A banda fará show no Circo Voador no dia 26 e na Via Funchal no dia 27.
Os artistas nacionais escalados para tocar no festival são Móveis Coloniais de Acajú, Moptop, Mombojó, Hurtmold e Lucas Santanna.
O Rakes surgiu em 2004, em Londres, e faz parte da nova geração de rock britânico, com um som que mistura elementos de pós-punk e rock alternativo. A banda lançou dois álbuns até agora, os elogiados Capture/Release, de 2005, e Ten New Messages, de 2006.
O quarteto The Magic Numbers, formado por duas duplas de irmãos (Michele e Romeo Stodart e Sean e Angela Cannon), também tem dois álbuns, o homônimo, de 2005, e Those the Brokes, de 2006. A banda foi convidada a abrir shows do U2 e de Brian Wilson, líder dos Beach Boys. Além disso, o Magic Numbers fez uma participação na faixa "Close Your Eyes", de Push the Button, do Chemical Brothers.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 13h25
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MOMENTO FOTOLOG

ROÇA N' ROLL 2007

FOTOS: TCHITCHO

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h33
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INJUSTIÇADOS

Deixamos aqui no protesto contra a produção do Festival Roça n' Roll, que ocorreu no último dia 26. Os caras focaram no show do Sepultura e não deram a menor atenção as bandas underground. O show do Sepultura, fez com que a dinâmica de dois palcos não funcionasse. Assim, o palco 1 ficou parado uma cara, sendo preparado e despreparado pro Sepultura. Isso atrasou o festival. Uma das melhores bandas, o Poison God (foto), não chegou a tocar. Se fossem tocar, entrariam no palco lá pras 9 da manhã. Pior que os caras são do Espírito Santo e viajaram muitos quilometros pra tocar em Varginha. Simplesmente Lastimável!

Escrito por ALYSSON - 10h09
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"O" FESTIVAL

Simplesmente o melhor festival do ano, até o momento. Acho difícil outro evento superar essa programação. Pra mim os destaques são: Garotos Podres, Inocentes, Mechanics, Satan Dealers, Born a Lion, Macaco Bong, Supergalo, Bellrays, Nação Zumbi, Sepultura e Mudhoney.

Confiram os site insano que os caras fizeram, com a programação completa e mais infos: www.poraodorock.com.br .

Escrito por ALYSSON - 09h53
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ENTREVISTA: EDGARD SCANDURRA

Edgard Scandurra, guitarrista do Ira! falou recentemente ao e-zine Scream & Yell. Na pauta, o disco novo "Invisível DJ", 25 anos da banda, rock brasuka, etc. Confiram:

Suas guitarras estão bem marcantes neste disco, você escreveu várias letras, enfim, teve uma participação destacada na elaboração do álbum. Como foi esse trabalho?
Sou o maior compositor do Ira! e, de certa forma, a banda me delega um poder. Então, entre o nosso último disco de estúdio e este, me lembrei de uma frase do Homem Aranha, que todo poder gera responsabilidade. Depois de seis anos sem um disco de inéditas, eu queria fazer um CD forte, que tivesse pegada, uma sonoridade rica, letras importantes, enfim, que não fosse um disco a mais em nossa carreira e passasse batido. Queria que fosse um disco marcante, que as pessoas pudessem ouvir por muito tempo, que influenciasse novas gerações. Isso me fez arregaçar as mangas e trabalhar muito, porque eu queria uma pegada que transcendesse a coisa simplesmente do pop. Depois do sucesso do "Acústico", você pode achar que tem que manter um status, então pode sucumbir a uma fórmula. Em vez de ser uma banda autoral, pode virar uma banda intérprete, gravando discos como se fossem cantores da MPB. Quis encabeçar esse projeto justamente para não cair a peteca, para que fosse um disco contundente, que fizesse a galera saudosa dos outros discos do Ira!, ou o público jovem, ter em mãos um trabalho autoral, de peso.

Dá para dizer então que você vestiu a carapuça do invisível DJ?
É verdade. De certa forma, o objetivo de fazer com que o disco vire uma trilha sonora da vida da gente dá munição para que se vire esse invisível DJ. É um trabalho que tem a característica de ter músicas que marquem as pessoas, que deixem registrado esse nosso momento de pesquisa. É um disco que vem tirar um certo atraso. O "Acústico" foi maravilhoso, mas ficamos quase dois anos tocando violão. É incrível ganhar dinheiro tocando violão. (Risos) É ótimo, mas a gente é muito mais que isso. É importante resgatar a nossa pegada rock'n'roll, nosso lirismo, nosso romantismo, nossos sonhos e colocar tudo isso num disco.

O "Invisível DJ" lembra um pouco o "Psicoacústica", parece retomar aquela fase. Em que contexto da discografia do Ira! você encaixaria este disco?
Ele entra num momento de muita coerência da nossa trajetória. O nosso último disco antes do acústico, o "Entre Seus Rins", veio num momento em que a gente estava numa fase muito boa como produtores. A gente tinha as nossas influências dos trabalhos solos, dentro de um disco em que tínhamos liberdade total para compor, que acabou sendo um sucesso para nós dentro do estúdio, mas ficou muito aquém na resposta do público, de vendagem. Tivemos uma turnê bacana, mas que poderia ter sido melhor. As músicas não entraram na cabeça das pessoas como a gente imaginava. A nossa gravadora era a Deck Discos da Abril, que estava fechando. Pegamos um momento difícil e acabou sobrando para nós o esquecimento muito precoce desse disco. O "Invisível DJ" resgata alguma coisa do passado, talvez o "Psicoacústica", talvez o "Meninos da Rua Paulo", mas eu o vejo como uma continuação do "Entre Seus Rins". Tem um pouco de tecnologia na música, tem uma pegada contemporânea no som. Do "Acústico", vem uma ponte que o Rick Bonadio, nosso produtor, queria que tivesse em uma ou duas faixas. O disco às vezes é um desabafo do que não conseguimos no anterior, às vezes é uma tentativa de quebrar com uma expectativa. Quisemos ter uma coerência com os últimos trabalhos aliada ao vigor de músicas inéditas.

Que diferenças você vê no Edgard de hoje e no Edgard do Ira! do "Mudança de Comportamento", nos anos 80?
Nesse período de 20 e poucos anos, a grande diferença é a vida adulta e suas responsabilidades. Quando eu tinha 23 anos, no primeiro disco do Ira!, minha vida era totalmente a música. Ficava num apartamento de um quarto, uma bagunça danada, uma zona, olhando para o teto, esperando as coisas acontecerem, podendo ter atitudes punks à vontade. Era aquele momento da juventude em que todo mundo parece seu inimigo e você fica sempre na defensiva. Ao mesmo tempo é um período muito legal, porque você está se rebelando contra as coisas e tem um discurso contundente. Neste momento, sou aquele cara só que com quatro filhos, tenho uma vida cheia de responsabilidades de pai. Na música, tenho uma visão bem mais ampla do que naquela época. Agora tenho um distanciamento. Hoje posso ver uma crítica negativa a um trabalho meu e achar até pertinente. Posso não aceitar, mas continuar mantendo isso no plano da democracia. Quando era mais novo, qualquer coisa dessas me ofendia, me magoava, me deixava arrasado. Hoje sou muito mais tolerante.

Apesar do amadurecimento, você acredita que o Ira! continua atraindo o público jovem?
A gente tem conseguido isso através dos anos. Me lembro que em 98, numa fase nossa meio obscura, com discos mais experimentais, sem muita exposição em mídia, porém com uma história, nosso fã-clube tinha um presidente de 17 anos. Era um moleque, presidente do fã-clube até hoje, que sabia tudo sobre nossa história. A gente conseguiu um público com o "Acústico" que ouve rádio, que gosta tanto da gente quanto de outra banda mais pop, mais comercial, mas a gente consegue mesmo um público mais duradouro com nosso histórico. A gente conquista um público com uma música de sucesso, mas que esquece da banda quando ouve um trabalho de que não gosta. O público forte que nos acompanha são aqueles que sabem que nossas músicas não são só flores, só maravilha, que tem um pianinho aqui, um violãozinho ali. A gente sempre fez música para a gente mesmo e, enquanto for assim, teremos o respeito do público e isso vai fazer com que apareçam novos fãs. E até seleciona um pouco, pois faz chegar até nós não só aquele público do rádio, da TV, ou que viu o pôster e veio pela beleza de um integrante.

Do alto de quem tem duas décadas e meia no rock e de quem viveu a época de glória do rock nacional, como você vê as bandas novas?
Há algumas tribos, como a do emocore, que desconheço muito. Aí eu vejo o quanto há choque de gerações, na música, na arte, no comportamento. É uma coisa que pertence ao universo adolescente e para a qual eu posso ter uma visão crítica errada. Mas acho que há duas coisas interessantes no rock agora: as bandas que vem nesse caminho meio dos anos 80, de conseguir alguma coisa através de show, de rádio, de televisão, e o pessoal mais alternativo e talvez mais antenado com a tendência mundial, que vai para o MySpace, vai para o download, que acho que tem mais possibilidade não de popularidade, mas de conseguir alguma coisa mais interessante na música.

Quais os planos do Ira!? Vai rolar DVD?
Vai rolar o DVD do CD novo, que é um trabalho muito interessante. A gente regravou as músicas do "Invisível DJ" ao vivo dentro do estúdio. No ano passado, a gente fez 25 anos e nem comemorou, porque não deu muita importância a isso. Para mim, é um dia depois do outro. Então vamos aproveitar esse DVD para marcar a data. Vai ter depoimentos de muita gente que nos acompanhou no começo da carreira, terá o making of do novo disco. Acho que vai ficar um trabalho maravilhoso. Estou ansioso para ver, porque material tem bastante.

Escrito por ALYSSON - 09h42
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SET LIST - CIDADE ROCK - 27/05/07

1º BLOCO

01 - Rush - Far Cry
02 - Van Halen - I’m the One
03 - Black Sabbath - Trashed
04 - Mudhoney - In ‘N’ Out of Grace
05 - Kyuss - Green Machine
06 - Nebula - Giant

2º BLOCO

07 - Cólera - Vivo na Cidade
08 - Replicantes - Astronauta
09 - Supergalo - Clone
10 - Devotos - Punk Rock Hardcore Alto José do Pinho
11 - Sheik Tosado - Hardcore Brasileiro

3º BLOCO

12 - Tuatha de Danann - The Dance of the Little Ones (Momento Beerock)
13 - Grave Digger - Rebellion (Live)
14 - Helloween - Murderer
15 - Testament - Jun-Jun
16 - Venom - Parasite

Infos sobre o Tuatha aqui: www.tuathadedanann.com.br

O programa vai ao ar todos os domingos, às 19 horas.

Para ouvir sintonize ou acesse a Rádio Cidade:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h55
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2º PLAY

MASSACRATION COMEÇA A GRAVAR NOVO ÁLBUM

O Massacration está entrando em estúdio para começar a gravar seu segundo álbum, sucessor de “Kings Of Metal Fried Chicken Of Hell”, que saiu em 2005.
Esse novo trabalho será gravado no estúdio Bebop, em São Paulo, sob a produção de Roy Z, que já trabalhou com nomes como Bruce Dickinson e Rob Halford.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 10h48
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CALANCA FALA SOBRE SP METAL

Luiz Calanca, idealizador e proprietário do selo/loja Baratos Afins foi entrevistado recentemente pelo portal Whiplash. Segue abaixo, trecho da entrevista em que ele fala sobre um dos grandes clássicos do metal nacional, os discos da série SP Metal.

O lançamento dos dois volumes da coletânea “SP Metal” nos anos oitenta foram fundamentais para a popularização e a consolidação da música pesada no Brasil. Conta pra nós como foi todo o processo na época, com escolha das bandas, lançamento e repercussão do disco ao longo dos anos.

A escolha foi muito natural. Acabei escolhendo as bandas que estavam mais envolvidas com o movimento. Nesta época eu andava com um gravador de rolo por todo lado e registrava tudo. Abríamos espaços para tocar no bico do coturno.
Nesse período o Antônio Celso Barbieri era um cara que empresariava essas bandas, arrumando shows nos espaços mais inimagináveis possíveis. Qualquer buraco que tinha uma tomada lá estávamos nós. O espaço maior era talvez a Praça do Rock, no parque da Aclimação. Tinha show todo último domingo do mês, e as reuniões para escolha das bandas que iriam tocar ou eram feitas na Baratos Afins ou no Jornal do Cambucí.
A escolha era honesta e justa, tanto é verdade que o espaço da Praça quem primeiramente conquistou foi o Dalam Júnior, da banda Mercúrio, que também tocou lá e ficou de fora do disco.
A Praça começou a atrair o grande público e, consequentemente, o interesse de patrocinadores. Uma companhia já estava vendendo dois caminhões cheios de cerveja e, não contente, mudou a praça para um espaço maior, que era o Parque do Carmo, na zona leste de São Paulo, contrataram bandas já famosas e passaram a pagar cachê (os fundadores e idealizadores nunca ganharam nada). Bandas como a Gang 90, que fazia sucesso na novela da Rede Globo, a “Perdidos na Selva”.
No segundo e último evento da nova praça teve o episódio em que a platéia quebrou todo o equipamento devido a não apresentação da banda Made In Brazil. Tudo porque a produção não tinha equipamento de palco e eles se desentenderam com a banda Salário Mínimo, que não quis emprestar a bateria.
Voltando ao disco, no volume dois teve a desistência de uma banda da pesada que faria o Sepultura soar como uma orquestra sinfônica, o Cérbero, e eles neste período já estavam vendendo os instrumentos que tinham para ir para os EUA. O convite foi feito e eles aceitaram, mas entre o projeto e a realização de um disco levava muito tempo e eles acabaram dando lugar ao Korzus (só para lembrar, eles estão gravando um álbum com um repertório da época e também deixaram um registro ao vivo gravado no Rainbow Bar).
O nosso disco “SP Metal Volumes 1 e 2” não tinha muita qualidade técnica, ninguém tinha boas guitarras nem amplificadores, eram aquelas carcaças de velhos Gianinnis Duovox, quase todos mexidos e remexidos pelo Hélcio Aguirra, que era um tarado por válvulas e talvez o único cara naquele momento que sabia consertar aquelas carcaças oxidadas. Era muito comum amplificadores queimarem a cada show.
Com o disco na praça fizemos muito barulho. Depois disso todo mundo era “headbanger”, até a Rede Globo virou “metaleira”, que era como eles nos tratavam, e nos taxaram de “Os Filhos do Rock In Rio”, que veio bem depois, junto com tantos outros produtores, uns legais outros oportunistas.
Comecei a perceber que o pessoal estava me usando, gozando com o meu pau, então desisti de tudo e fui fazer o jazz do Bocato e a MPB do Itamar Assumpção, e virei o traidor do movimento. Só voltei a gravar rock tempos depois, convertido pela banda The Krents, que eram uns garotos que faziam um rock bem endiabrado e energético, com uma levada para o psychobilly.

Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 10h45
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BLOG EM RECESSO

Voltaremos no dia 28 de maio, segunda-feira.

Escrito por ALYSSON - 09h47
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FACULDADE DO ROCK

Desenhin que o Alan Sieber fez pra ilustrar uma matéria sobre a Faculdade do Rock que rola em Porto Alegre. Publicado originalmente na Revista Bizz.

Escrito por ALYSSON - 09h06
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MERCHANDISE JUNKIE

Alguns novos ítens de merchandise do SLAYER foram acrescentados à loja do site oficial. Confira abaixo as fotos de canecas para cerveja, canecas para café, isqueiro e carteira, todos com logomarcas e gravuras da banda.

Pra comprar, acesse: http://slayer.shop.bravadousa.com/

Fabin - Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 09h01
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MAIS PESO

Sepultura começa a compor material "mais pesado" pro próximo álbum

O Sepultura já iniciou o processo de composição de seu próximo álbum e os primeiros riffs estão mais pesados do que nunca. Foi o que garantiu nota oficial do guitarrista Andreas Kisser (foto).
"Estamos tocando pelo Brasil e nos sentimos mais fortes a cada apresentação. Estamos preparando um grande show para nossa próxima turnê européia, que vai começar no final de junho. Alguns riffs novos já estão aparecendo durante as passagens de som e estão fodidamente pesados", garante Kisser. "Jean (Dolabella, baterista que substituiu Igor Cavalera) é um grande baterista e está trazendo elementos novos para o processo de composição."
O "novo" Sepultura já pode ser conferido em vídeos no YouTube, como a passagem de som pro Abril Pro Rock 2007 e o vídeo de Ostia (gravado na Argentina). Para lembrar os tempos antigos, também vale conferir o Sepultura executando I'm Not Jesus (Ramones) junto com o Ratos de Porão, no antigo TV Mix, 17 anos atrás. Os links seguem abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=UlChrPadVdo
http://www.youtube.com/watch?v=8tPGApVnYjQ
http://www.youtube.com/watch?v=_EtDelqzGlU

Neto - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 08h58
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BREAKNECK NA ROADIE CREW

A edição de número 100 da revista Roadie Crew está fuderosa. Contém uma seleção comentada de 100 grandes álbuns, abrangendo do classic rock ao metal. Além disso, na matéria de cobertura da Wacken Brasil, tem uma foto insana da banda guaxupeana Breakneck, na seletiva de varginha. Corra até a banca mais próxima.

Mais infos: www.roadiecrew.com

Escrito por ALYSSON - 09h56
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CRÁSSICO?

Foo Fighters comemora dez anos de The Colour and the Shape com reedição

Para comemorar o décimo aniversário do álbum mais popular do Foo Fighters, The Colour and the Shape, a banda vai lançar uma nova versão no dia 10 de julho.
Além do álbum na íntegra, a reedição terá cover de "Requiem", do Killing Joke, de "Down in the Park", de Gary Numan, e de "Baker Street", de Gerry Rafferty. Os lados B "Drive Me Wild", "Dear Lover" e "The Colour and the Shape" completam o relançamento.
O produtor de The Colour and the Shape, Gil Norton, foi escalado para trabalhar no sucessor de Skin and Bones, mais recente álbum da banda de Dave Grohl, de 2006.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 09h54
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HERESIA

Cobain, Strummer, Joey e Sid usam Doc Martens No Céu

A famosa marca de botas e coturnos Doc. Martens, usada em escala industrial por punks e skinheads em todo o mundo, iniciou uma nova campanha publicitária, onde mostra ídolos falecidos como Kurt Cobain, Sid Vicious, Joey Ramone e Joe Strummer (fotos) usando suas docs no céu. Sobre a campanha, exclusiva no Reino Unido, Andrew Petch escreveu: "Queriamos passar que as botas da Dr. Martens são feitas para durar, e descobrimos que estes músicos idolatrados usavam a bota. Mostrando-os ainda usando nossas docs no céu, dramatiza a duração da bota perfeitamente".

Fonte: Zona Punk

Escrito por ALYSSON - 09h51
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ROBERTO CARLOS, APRENDE COM O "PAI"!

Keith Richards recebe 5 milhões de dólares para escrever autobiografia

De acordo com o jornal The New York Post, Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones, recebeu 5 milhões de dólares para escrever sua autobiografia.
O representante do guitarrista, Ed Victor, não confirma, nem nega: "É muito cedo para falar sobre isso, mas a autobiografia será o melhor livro de rock de todos os tempos". Victor esteve por trás das negociações para o lançamento da autobiografia de outro guitarrista, Eric Clapton, que deve sair até o final do ano.
O jornal New York Post também lembrou que Mick Jagger teve que devolver 1,6 milhão de dólares depois de assinar um contrato para escrever a sua autobiografia e desistir porque não conseguia se lembrar de nada.
Richards deve encontrar os editores em Nova York para dar início ao projeto por volta de agosto.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 09h48
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SET LIST - CIDADE ROCK - 20/05/2007

1º BLOCO

01 - Velvet Underground - I Heard Her Call My Name
02 - David Bowie - Suffragette City
03 - Jimmy Page & Robert Plant - Burning Up
04 - Patti Smith -  Are You Experienced? (Jimi Hendrix Cover)
05 - Yeah Yeah Yeahs - Date With a Night

2º BLOCO

06 - Escola de Escândalos - Luzes
07 - Nasi - O Rebanho
08 - Dado Vila Lobos - Toda Forma de Poder (Engenheiros Cover)
09 - Exxótica - Agora (Momento Beerock)
10 - Concreto - O Medo

3º BLOCO

11 - Samson - Grime Crime
12 - Savatage - 24 Hours Ago
13 - Sodom - Electrocution
14 - Poison God - Bullets
15 - Celtic Frost - The Usurper

Infos sobre o Exxótica aqui: www.exxotica.com.br

O programa vai ao ar todo domingo, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade FM:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h39
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BIOGRAFIA DA INSANIDADE

Daqui a seis meses serão iniciadas as gravações de um filme sobre parte da vida de Iggy Pop.
Esse filme, que se chamará “The Passenger”, cobrirá o começo da carreira de Iggy com o Stooges.
O nome escolhido para o papel do cantor foi Elijah Wood, mais conhecido por ter interpretado o personagem Frodo no filme “O Senhor dos Anéis”.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 10h24
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NOVA DOS PUMPKINS

"Tarantula", primeira música a vazar de "Zeitgeist", novo álbum do Smashing Pumpkins, já pode ser ouvida on line. A banda retorna aos palcos após 7 anos no dia 22 de maio, em Paris. O álbum que marca seu retorno chegará às lojas ao sétimo minuto, da sétima hora, do dia 7/7/7.

Para ouvir acesse: www.spinner.com/2007/05/18/new-music-tarantula-by-smashing-pumpkins/

Escrito por ALYSSON - 10h16
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LITERATURA PUNK

Você Quer Ser Johnny? - Michel Stamatopoulos (Editora Olho D'Àgua)

Michel Stamatopoulos, mais conhecido como o Sukata, baixista da banda Garotos Podres acaba de lançar o livro "Você Quer Ser Johnny?", via editora Olho D'Àgua. A música "Johnny" do Garotos foi a última música censurada no Brasil pela Ditadura, e foi a inspiradora para o título do livro. Basicamente aqui Sukata conta uma histórica fictícia (mas recheada de personagens e causos bem próximos da realidade) de um personagem (ou seria ele mesmo?) e todo seu envolvimento no movimento punk e sindicalista do ABC paulista no começo dos anos 80, tudo com uma narrativa simples e agradavél, entretendo e dando uma vaga idéia aos mais jovens do que foram aqueles tempos em que o punk rock engatinhava por aqui.
Leitura altamente recomendavél.

Compre aqui: www.olhodagua.com.br

Escrito por ALYSSON - 10h14
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VANDALISMO ROCKER

Placas do AC/DC são as mais roubadas

No final de 2004, o AC/DC foi homenageado em Melbourne, na Austrália, com o nome de uma rua.
A placa dessa rua, a AC/DC Lane, foi roubada seis vezes nos últimos dois anos. É a placa de rua mais roubada da cidade.
Cada vez que uma placa é substituída, são gastos 120 dólares do dinheiro público.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 10h10
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EM RIBERÃO

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h57
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PRÓ VERDE

João Gordo cede música ao Greenpeace e critica "geração de imbecis"

João Gordo, resolveu oferecer uma música do Ratos de Porão ao Greenpeace. Gordo se reuniu no mês passado com a ONG e cedeu a canção "Amazônia Nunca Mais", escrita por ele em 1989 para o álbum "Brasil".
"Não quero dar uma de evangélico, mas o Apocalipse tá aí", disse nesta terça-feira à Folha Online. O vocalista do Ratos não sabe ainda como a música será empregada pela ONG. "Eles podem fazer o que quiserem, agora é deles." Gordo já havia contribuído para a ONG no ano passado, posando para fotos.
Sobre a causa ambiental, ele dispara: "Os capitalistas vão acordar para essas causas [ambientais] quando acontecerem umas desgraças bem fóda. Mas aí vai ser tarde demais."
De acordo com o músico, a conscientização dos jovens do novo século também é árdua. "Essa geraçãozinha de começo de século é um bando de imbecis. Para eles, tudo chega muito fácil, é só apertar um botão." Gordo nega que esteja contribuindo para a ONG para fazer marketing pessoal. "Não preciso disso, e o Ratos já se preocupava com essas causas na década de 80.”

Fonte: Folha On Line

Escrito por ALYSSON - 09h56
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QUARENTÃO

A revolução psicodélica - Há 40 anos, os Beatles gestaram aquele que foi considerado o mais influente disco da música pop no século 20

Toda revolução era antes uma idéia na mente de uma pessoa, dizia Emerson (1803-1882).
Para a música pop mundial, o ano da revolução foi 1967. Eram quatro mentes psicodélicas que gestaram a revolução, os quatro rapazes de Liverpool.
No dia 1º de junho, os Beatles lançaram o disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, que se tornou uma referência planetária da música por conta de suas ousadias formais, forçando um cruzamento entre o popular e o erudito.
A beatlemania estava levando os Beatles à doideira. Cansados das turnês e do rodamoinho midiático, eles tinham largado a estrada em 1966, após a controvérsia da declaração de John Lennon (“Somos maiores que Jesus”) e uma tumultuada turnê pelas Filipinas.
Largar as turnês deu a eles, pela primeira vez em suas carreiras, tempo para preparar com calma e inventividade um novo disco. Por conta de sua reputação, tinham acesso irrestrito a todas as maravilhas tecnológicas dos estúdios Abbey Road. Tempo, dinheiro, a melhor mão-de-obra musical possível e idéias mirabolantes na cabeça. O oitavo disco dos Beatles foi gravado num período de 129 dias entre o começo de dezembro de 1966 e o dia 1º de abril de 1967. “São os mais sábios, santos, eficazes avatares”, disse o guru do LSD, Timothy Leary, após ouvir o álbum. “Era a síntese da liberação dos anos 60”, disse o maestro George Martin, produtor da obra.
“Durou nove meses. Não foram nove meses no estúdio, mas nós trabalhávamos e então parávamos um pouco, elaborávamos, descansávamos, trabalhávamos”, contou John Lennon. “Geralmente, nossos outros álbuns consumiam três semanas intensas de trabalho.”
Foi lançado numa sexta-feira e, no domingo, Jimi Hendrix abriu seu show no Saville Theatre com a música-título do disco. Mas o agito começara um pouco antes. Segundo o livro Paz, Amor e Sgt. Pepper, de George Martin (Editora Relume Dumará), no dia 12 de maio de 1967, a estação pirata Radio London tocou o disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Oficialmente, o programa "Where It’s At", da BBC, no dia 21, tocou a canção A Day in the Life.
Quarenta anos depois de iniciarem aquela revolução, o disco permanece influente: as revistas Mojo e Guitar World já fizeram edições especiais sobre o álbum, e a EMI planeja lançar no dia 1º uma nova gravação com grandes discípulos, entre eles Oasis, The Killers, The Fratellis, James Morrison, Razorlight e outros convidados.

NETO - Fonte: Estadão

Escrito por ALYSSON - 09h54
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6.666 ACESSOS

Escrito por ALYSSON - 09h54
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SAINDO DO FORNO

Já é possível ouvir na Internet o novo álbum do Ozzy Osbourne.

Acesse: http://entertainment1.sympatico.msn.ca/Music/Artists/Articles/OzzyOsbourne

O primeiro trabalho de inéditas de Ozzy desde Down to Earth, de 2001, ganhou o nome de Black Rain e será lançado na semana que vem, no dia 22 de maio. Além de Osbourne, a banda que gravou o trabalho foi composta por Zakk Wylde (guitarra), Mike Bordin (bateria) e Rob "Blasko" Nicholson (baixo).

Confira as faixas de Black Rain:
"Not Going Away"
"I Don´t Wanna Stop"
"Black Rain"
"Lay Your World on Me"
"The Almighty Dollar"
"11 Silver"
"Civilize the Universe"
"Here for You"
"Countdown´s Begun"
"Trap Door”

Escrito por ALYSSON - 09h51
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MOMENTO FOTOLOG

SHOW: EDUARDO MACHADO TRIO

DIA 11/05 - LOCAL: BAR GAUDI

Foi uma noite alucinante. Fazia tempo que eu não via o Gaudi tão lotado. Confesso que me surpreendi, pois não imaginava que um show com este formato atrairia tanto público.
Música de qualidade, ambiente agradável e tudo mais. Os caras tocam muito. Espero que rolê novamente. Parabéns aos músicos e ao André Mariano que pôs a cara a tapa e mostrou que é possível organizar eventos de qualidade nesta terra de ninguém.

Escrito por ALYSSON - 10h18
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Uma das bandas que estou ancioso pra ver no Roça N' Roll. O Poison God é do Espírito Santo. A escola thrash/death dos 80's e algumas influências mais modernas direcionam o som da banda, resultando no que convencionaram chamar de " The New Old School ".
Neste CD/Promo, lançado em 2005, os caras destilam seu veneno em 4 ótimas músicas, sendo que na faixa título a banda orgulhosamente contou com a participação do lendário Vladimir " Korg ", eterno vocalista da seminal banda de thrash Mineira Chakal (também ex- The Mist ), onde o mesmo empresta todo seu talento e ódio num encontro ímpar no cenário musical brasileiro.

Download aqui: www.poisongod.com

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h52
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ATITUDE OU POLITICAGEM?

Al Gore anuncia o Live Earth no Rio de Janeiro

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos e um dos principais organizadores do Live Earth, Al Gore, confirmou no sábado, dia 12, no Rio de Janeiro, que a cidade será uma das oito a sediar os shows do evento.
O Live Earth acontecerá durante 24 horas a partir do dia 7 de julho em diversos países com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a crise climática mundial. O evento reunirá mais de cem artistas. No Rio, os shows acontecerão na praia de Copacabana.
Em entrevista coletiva, Gore declarou: "Estou aqui para convidar todos os brasileiros que se interessam pelo meio ambiente a assistir ao espetáculo gratuito e ao ar livre que ofereceremos na praia de Copacabana". Gore ainda lembrou que a edição do evento no Rio de Janeiro será a única gratuita e ao ar livre, e acrescentou que espera a presença de cerca de 1 milhão de pessoas em Copacabana.
Os nomes de artistas que estarão no Brasil ainda não foram confirmados.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h43
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SET LIST - CIDADE ROCK - 13/05/2007

1º BLOCO

01 - Bob Dylan - All Along the Watchtower
02 - Yardbirds - I’m a Man
03 - Lynyrd Skynyrd - I Ain't The One
04 - The Jam - In the City
05 - The Saints - I About Now
06 - Green Day - American Idiot

2º BLOCO

07 - Sonic Youth - What a Waste
08 - Screaming Trees - I All Know
09 - Jane’s Addiction  - No one's Leaving
10 - Pixies - Is She Weird
11 - ...And You Will Know Us by the Trail of Dead - Totally Natural

3º BLOCO

12 - Statik Magik - Damned (Momento Beerock)
13 - Dr. Sin - Fire
14 - Torture Squad - Pandemonium
15 - MX - Satanic Noise
16 - Sarcófago - Crush, Kill, Destroy

Infos sobre o Statik Magik aqui: www.myspace.com/statikmajikbrazil

O programa vai ao ar todo domingo, às 19 horas.

Para ouvir, sintonize ou acesse a Rádio Cidade FM:

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 13h50
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NOBRE INICIATIVA

Cidades do interior "PAULISTA" se preparam para receber a Virada Cultural

Nação Zumbi, Ultraje a Rigor e Ira! (foto) são algumas das atrações programadas para agitar a dez cidades espalhadas em diversas regiões do Estado na primeira Virada Cultural Paulista. As cidades de Araraquara, Araçatuba, Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba já estão mobilizadas para receber tanto os artistas de renome nacional como artistas de cada região, que se apresentarão entre os dias 19 e 20 de maio.
A maratona cultural promete 24h de shows e expressões artísticas de todos os gostos e gêneros. Serão mais de 300 atrações, entre shows musicais, apresentações teatrais, dança, artes performáticas, concertos, filmes e mostras de artes, dentro do que existe de mais inovador na cultura. Também compõem o painel artístico do evento apresentações de manifestações folclóricas e artes circenses.
A idéia de estender a Virada para outros municípios do Estado veio do governador José Serra que, após a assinatura do protocolo de intenções, realizada em cerimônia no dia 19 de abril em São Paulo, com a presença do prefeito Welson Gasparini e do secretário da Cultura Vicente Seixas, de Ribeirão Preto, explicou que este evento “é uma experiência-piloto, para que depois seja estendido para cidades menores. A idéia é que em 2008 o evento já esteja em 21 cidades”. Para Serra, “esta ação aproxima as pessoas da cidade, amplia a oferta de atendimento, valoriza a cultura local, fortalece o turismo e projeta a cultura de São Paulo". O governo investirá R$ 2,5 milhões nesta iniciativa, que tem a parceria das prefeituras e do Sesc-SP.
A programação artística de cada cidade já está fechada e garantida. Em Araraquara, por exemplo, o público poderá curtir a Banda Pífanos de Caruaru e grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado; Araçatuba recebe, entre tantos outros, Ultraje a Rigor e Raimundos; em Bauru, Rappin’ Hood abre a festa e Plebe Rude finaliza; os campineiros irão curtir o performático Tom Zé e passar a madrugada no agito do DJ Marcos Morcef; Presidente Prudente recebe Vânia Bastos e Chico César; Arnaldo Antunes faz show em Ribeirão Preto, que também recebe os paulistanos do Ira!; em Santos o público poderá curtir Beth Carvalho e Tribo de Jah; São José do Rio Preto apresenta Oswaldinho do Acordeon e Renato Teixeira; São José dos Campos recebe o precursores do Mangue beat, o Grupo Nação Zumbi, e também um dos maiores fenômenos da música instrumental brasileira, Yamandu Costa; por fim, Sorocaba, que terá shows de Jair Rodrigues, Paula Lima e Dominguinhos.

Escrito por ALYSSON - 11h18
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VACA LOCA

Pra votar acessem: http://www.premiotoddy.com.br

Se você é daqueles quem não tem saco pra eleições, pelo menos conheça os indicados. O site do "Prêmio Toddy" é bem completo, com infos sobre as bandas e até sons pra ouvir.

Escrito por ALYSSON - 14h49
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FORROCK E AFINS

Em Altinópolis - Hotel Fazenda Vale das Grutas

Sexta-feira, dia 01:

- Ponto de Equilíbrio
- Teatro Mágico
- E outras atrações

Sábado, dia 02 e 03:

- Alceu Valença
- Ultraje a Rigor
- Trio Sabiá
- Lança Xote
- Mercado de Peixe
- Martini Blues
- Teatro com representação da vida de Gandhi
- Motormama
- Diego Figueredo
- Macoça
- E outras atrações

Tabela de preços:

Antecipado:
**Sexta à Domingo: R$80,00 (Camping Incluso)
**Sábado Avulso: R$50,00
**Preços válidos até dia 29 de Maio

Preços depois do dia 29 de Maio:
Sexta à Domingo: R$100,00 (Camping Incluso)
Sábado Avulso: R$70,00

Sexta entrada apartir das 16hrs
Sábado entrada apartir das 19hrs

Infos: www.forrodaluacheia.com.br

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h43
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FIRE

Livro "Roberto Carlos em Detalhes" é recolhido pra queimar na fogueira

A galera do rock pode até torcer o nariz pra este post, afinal, hoje em dia, Roberto Carlos não tem nada a ver com o rock n' roll. Muitos não sabem, mas num passado distante, RC tocava rock e gravou discos bem legais, isso é lógico, na minha opinião. O fato é que um escritor lançou uma biografia não autorizada do cara. Ae o "rei" Roberto processou o escritor. O judiciário ficou do lado do "rei" e o escritor se fudeu.

A CENSURA NUNCA MORREU! ESTÁ AE NA CARA DE TODOS.

Segue uma breve fala do escritor:

"Meu livro pode ir para a fogueira - como nos amargos tempos do nazismo -, sem que os advogados do cantor tivessem questionado qualquer fato narrado nele. Foram abertos dois processos contra o autor e a editora: um na área cível, outro na criminal, mas em nenhum fomos acusados de caluniar o artista."
"A ação diz ainda que o cantor teve prejuízos financeiros porque a biografia teria prejudicado as vendas do seu último CD. Em outras palavras, quis dizer que os fãs, entre gastar dinheiro com o disco, optaram pelo livro – como se este fosse um país de leitores."
"Lamento tudo que aconteceu, principalmente por envolver um livro que, na opinião unânime de críticos e fãs, engrandece a vida e a arte de Roberto Carlos. Lamento por mim, pela história, pela justiça, pelo mercado editorial e pelo próprio Roberto Carlos. A essa cultura da carreira ele não deveria protagonizar um episódio tão lamentável. Destruir livros é barbárie. É um assassinato cultural que nos remete ao nazismo e a tantas outras ditaduras cruéis e sanguinárias.”

Paulo César de Araújo (autor do livro “Roberto Carlos em Detalhes”)
Texto extraído do Jornal de Debates

O livro pode ser baixado aqui: http://www.escriba.org/blog/2007/05/08/tai-o-que-vc-queria/

Escrito por ALYSSON - 09h38
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Hear' n Aid - Stars (1985)

Periodicamente alguma tragédia humanitária comove o mundo da música e leva artistas a organizarem projetos cujos resultados são muito mais estéticos que práticos. Nos anos 70, o mote era a Ásia, com concertos para o Camboja e para Bangladesh. Nos anos 80, os artistas de bom coração descobriram que havia fome na África – uau, impressionante como ninguém notara isso antes.
A dica foi dada pelo irlandês Bob Geldof, vocalista da banda punk Boomtown Rats – foi ele também que interpretou Pink, no filme Pink Floyd - The Wall. No final de 1984 ele mobilizou a "nata" da nova cena pop britânica e alguns veteranos (Phil Collins, Paul McCartney, Bowie) na gravação do compacto "Do they know it's Christmas Time?", destinado a arrecadar fundos para o combate à fome na Etiópia. (Parênteses: A música pop é muito cruel. Noventa por cento dos artistas que gravaram o compacto mergulharam no mais profundo ostracismo nos anos seguintes.)
Sensibilizados pela causa ou simplesmente com inveja da repercussão, artistas norte-americanos, capitaneados por Harry Belafonte, Kenny Rogers, Michael Jackson e Lionel Richie, deram o troco com "We are the world", que vendeu feito pão quente e resultou no aclamado show transcontinental Live Aid.
Moral da História? Todo mundo que ficou de fora dos dois projetos resolveu tirar sua casquinha, e a turma do rock pesado não era melhor que ninguém. Até porque, tanto o compacto britânico quanto o norte-americano eram feudo quase exclusivo da música pop, com pouca ou nenhuma participação de roqueiros. Assim, Ronnie James Dio compôs uma canção que combinava uma letra bem piegas com uma música forte e chamou meio mundo do rock pesado anglo-americano para o estúdio, sob o nome Hear 'n Aid (ouça e ajude). A faixa gravada foi chamada, modestamente, "Stars"...
Veteranos como o próprio Dio, Rob Halford, Camine Appice, Ted Nuggent, Eric Bloom e Buck Dharma misturaram-se com os nomes mais relevantes do movimento de rock pesado que emergira de Los Angeles nos dois anos anteriores. A gravação base foi feita pela banda de Dio (Vivian Campbell na guitarra, Jimmy Bain no baixo, Claude Schnell nos imperceptíveis teclados e Viny Appice na bateria) com a adição da segunda bateria de Frankie Banali (Quiet Riot) e da dupla de guitarras do Iron Maiden, Dave Murray e Adrian Smith, na base dos refrões.
A música, em que pesem todas as críticas ao projeto e à letra, é muito boa. Tem ainda, como bom metal dos anos 80, um enooorme solo nos quais os guitarristas presentes se exibem. Desnecessário dizer que Vivian Campbell, Yngwie Malmsteen e Buck Dharma sobram. Outro que brilha fazendo um solo no fim da música é Neil Schon, do Journey.
Alguns grupos foram convidados mas não puderam participar da gravação. Em vez disso, mandaram faixas ao vivo para serem incluídas no LP. A mais notável é "On The Road", do Motorhead (nada menos que "Built For Speed" com outra letra). Outra curiosidade é a inclusão de uma canção de Jimi Hendrix. Talvez "Can You See Me" esteja ali como lembrança de tudo que o metal deve ao Deus da Guitarra, ou então porque pegava mal não haver um único artista negro naquele disco para a África.
Mas qual o resultado dos projetos? Bob Geldof tornou-se mundialmente famoso, virou cavaleiro do Império Britânico (um dos responsáveis pela pilhagem da África, aliás) e candidato a santo. Mas sua maior contribuição para a música foi mesmo ter levado ao suicídio (ao menos é o que se alega) o chatérrimo Michael Hutchence, vocalista do igualmente chato INXS.
E a África? Bem, ela não melhorou muito não. Boa parte da grana arrecadada por todos esses discos e shows foi entregue aos governos locais. Ou seja, foi parar nas fortunas pessoais de diversos ditadores. Como diz o ditado, de boas intenções o Inferno está cheio.

01. Stars (Hear 'N Aid)
02. Up To The Limit (Accept)
03. Hungry For Heaven (Dio)
04. Can You See Me (Jimmy Hendrix)
05. Heaven's On Fire (Kiss)
06. On The Road (Motorhead)
07. Distant Early Warning (Rush)
08. The Zoo (Scorpions)
09. Go For The Throat (Y&T)

Fonte: Caverna do Som

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h29
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ENTREVISTA - ALEX ANTUNES

Pra quem não conhece, Alex Antunes é um dos melhores jornalistas "musicais" que se tem notícia.

Leia aqui: www.screamyell.com.br 

Escrito por ALYSSON - 11h25
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CLIPAGEM

Clipe do Roça 'n' Roll disponível para download

Já está disponível no site oficial do Roça 'n' Roll (www.rocainroll.com) o clipe do festival para donwload com cenas de quase todas as expedições e bandas.
Entre elas estão: Tuatha de Danann, Stomachal Corrosion, Zarg, Korzus, André Matos, Creedence Cover, Ventania e entre outros. Também contém cenas inclusive do 1º Roça 'n' Roll que aconteceu em 1999 e da gravação do hino em estúdio.
O clipe foi produzido pela Public Vídeo e Áudio Produções, dirigido por Paulo Henrique B. Vallim e está disponível também no You Tube (http://www.youtube.com/watch?v=3-By9V2LDJw).

Escrito por ALYSSON - 09h59
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MANGAZÓIDE

Clássico dos animês, Akira chega em DVD ao Brasil

Em 1988, o filme Akira, criado e dirigido por Katsuhiro Otomo, autor do mangá homônimo, revolucionou a animação quadro a quadro no mundo todo com inacreditáveis sincronizações de lábios, fluidez de movimentos e imagens de altíssima definição nos detalhes. Uma superprodução à altura de qualquer blockbuster animado por computação gráfica atual.
Desaparecido anos dos catálogos das locadoras brasileiras e inédito em DVD, o filme será relançado no Brasil em 2008, comemorando os 20 anos do longa, pela Focus Filmes.
A trama ocorre no ano de 2019, em Neo-Tóquio, a grandiosa metrópole construída sobre os escombros de Tóquio, arrasada pela incrível rajada de origem desconhecida que deflagrou a Terceira Guerra Mundial. A vida dos amigos, Tetsuo e Kaneda, muda radicalmente quando o primeiro começa a manifestar poderes paranormais. É quando ambos passam a ser “caçados” pelo órgão governamental responsável por impedir que uma nova catástrofe aconteça. As autoridades temem que alguém, ou algo, manifeste o poder devastador conhecido como Akira!
Para o lançamento em DVD no exterior, em 2001, uma versão remasterizada foi produzida através dos negativos originais, com todas as cores corrigidas, bem como algumas cenas restauradas por meios digitais, que removeram riscos e sujeiras. Já para o som, toda a trilha sonora e efeitos foram remixados em Dolby Surround. É essa versão que foi lançada mundialmente e que agora deve finalmente chegar por aqui.
Ainda é cedo para falar em detalhes, já que falta um ano (ou mais) para o lançamento, mas a Focus promete extras e materiais adicionais para o produto. Vale lembrar que a empresa tem realizado um dos melhores trabalhos no mercado de sell thru, com belas caixas para colecionadores de dar vergonha em algumas porcarias que as grandes distribuidoras andam lançando por aí.
Agora tomara que alguma editora nacional se anime em republicar a HQ. Está na hora!

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 09h53
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DOSE DUPLA

AC/DC PODE LANÇAR ÁLBUM DUPLO EM 2008

Segundo rumores, o AC/DC está planejando lançar no ano que vem um álbum com o material no qual vem trabalhando há anos.
Esse novo disco será o sucessor de “Stiff Upper Lip”, que saiu em 2000.
De acordo com uma declaração do vocalista Brian Johnson, esse novo trabalho da banda australiana pode ser lançado em formato duplo devido à quantidade de músicas nas quais os irmãos Malcolm e Angus Young, os guitarristas da banda, estão trabalhando.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 09h51
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SET LIST- CIDADE ROCK - 06/05/2007

1º BLOCO

01 - Geordie - Keep on Rockin'
02 - Mountain - Mississipi Queen
03 - Rainbow - Starstruck
04 - Def Leppard - High'n Dry
05 - Cinderella - Shake Me
06 - Mötley Crüe - keep Your Eye on the Money

2º BLOCO

07 - Secos e Molhados - O Hierofante
08 - Mombojó - Surrealismo Convincente
09 - Vulgue Tostoi  - Esparro
10 - La Carne - Um Brinde ao Iggy Pop! (Momento Beerock)
11 - Skylab - Inferno

3º BLOCO

12 - Vibrators - Into the Future
13 - Black Flag - Rise Above
14 - Marilyn Manson - Mobscene
15 - Slipknot - Duality
16 - Metallica - Fight Fire With Fire

Pra mais infos do La Carne: www.lacarne.com.br

O programa vai ao ar todos os domingos pela Rádio Cidade FM.

Para ouvir pela net acessem: www.fmcidade.com

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 08h49
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EM GUAXUPÉ

Pra quem não sabe, o Gaudi é o bar do Serjão.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 08h44
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MOMENTO FOTOLOG

IGGY POP EM 1972

Escrito por ALYSSON - 15h02
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Yo Ho Delic - Yo Ho Delic (1992)

Lembro que conheci essa banda através do Andreas do Sepultura. Os caras tavam no saudoso Programa Livre divulgando o álbum Arise. Ae, no quadro Fala Garoto, um cara perguntou pro Andreas, o que ele andava ouvindo de som nacional. Ele disse: Yo Ho Delic.

Não tenho muitas infos sobre essa banda, na verdade, eu tive uma cópia em k7 desse maravilhoso disco. O som é inovador pros padrões do metal nacional. Os caras misturavam, ousavam, na linha dum Faith No More. Cantavam em inglês, tiveram um clipe polêmico na MTV, "Brasil Banana Samba". Mas o público não entedeu e a banda fracassou. Dizem por ae que o Yo Ho Delic voltou à ativa este ano.

Se você esbarrar com esse disco por ae, segure-o com unhas e dentes, pq que trata-se de um clássico altamente recomendável.

Escrito por ALYSSON - 14h56
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EU RECOMENDO! - LEKO (LOTHLÖRYEN)

Confiram os discos que mais fazem a mente de Wesley Soares, o “Leko”, compositor e guitarrista solo da banda Lothlöryen.

Disco que mudou sua vida:
The Number of the Beast.
Meu irmão comprou o cd e agente num tinha nem aparelho pra ouvir. Então íamos na casa de um amigo mais playboy e ficava pirando com o Maiden até gastar a bolacha.

Pra ouvir no verão:
Slave to the Grind (Skid Row).
Baladas como In a Darkened Room ou músicas como Psycho love e livin´ on a change gang me lembram praia, mulherada, cervejas.

Pra ouvir em dias de chuva:
Wake of Magellan (Savatage).
Nada melhor que a trilha sonora da viagem do navegador espanhol Magellan pra animar os dias de chuva. Jon Oliva e Zack Stevens rules...

Pra ouvir dirigindo:
Black Album (Metallica).
O único problema é não meter o pé no acelerador em pedradas como Enter Sandmen, My Friend is Misery e Sad But True.

Pra transar:
Blaze of Glory (Jon Bon Jovi).
Acho que nem precisa falar mais nada, hehe.

Pra ouvir chapado:
The Best of (The Doors).
Jim Morrison inspira as bebedeiras. Uma vez assisti ao filme sobre ele e depois fui num show do Jethro Tull Cover. Fim da festa: Chapeira e náuseas, hehe.

Pra ouvir numa forte deprê:
The Cold White Light (Sentenced).
Pra mim e pra muitos, o Black Álbum do ano 2000, porém com uma conotação deprê e um Q de humor negro.

Disco que salvaria da sua casa pegando fogo:
Nightfall in Middle Earth (Blind Guardian).
Se tivesse que escolher uma última coisa pra ouvir na minha vida seria esse álbum com certeza.

Disco pra inspirar:
Nighfall in Middle Earth (Blind Guardian).
Se um dia eu conseguir 10% da genialidade contida nesse álbum, tenho certeza que a Lothlöryen emplaca um clássico, hehe.

Pra quebrar tudo:
The Number of the Beast (Iron Maiden).
Poderia citar qualquer outro do Iron, com exceção do Virtual XI. Sou aficcionado, pirei no álbum novo e pra mim os véinho ainda quebram tudo di cum força.

Disco pra todos os momentos:
Dark Side of the Moon (Pink Floyd).
Me diga que momento não é apropriado pra ouvir solos do mestre Gilmour, as viagens bem compostas do Wright, a coesão de Nick ou as inspirações e anseios do nosso amigo Waters?

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 11h02
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LIVE EVIL 2

Heaven And Hell confirma pra agosto lançamento de DVD e CD ao vivo

Está confirmado para o dia 28 de agosto o lançamento nos Estados Unidos de Live From Radio City Music Hall, DVD simples e CD duplo ao vivo do Heaven And Hell, projeto que revive a formação clássica do Black Sabbath com Ronnie James Dio nos vocais.
A gravação foi feita em show realizado no último dia 30 de março, no Radio City Music Hall, em Nova York. O lançamento será da Rhino Records.
Nesta apresentação, o Heaven And Hell executou 17 músicas, incluindo os clássicos Mob Rules, Children Of the Sea, Lady Evil, Neon Knights e, obviamente, Heaven And Hell.

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 08h36
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REPLAY

Rage Against the Machine retorna aos palcos com show brutal no Coachella

Estava estampado: o terceiro e último dia do festival Coachella era do Rage Against the Machine. Para onde quer que se olhasse, era fácil encontrar uma camiseta da banda. Podia ser da época em que o grupo ainda estava na ativa, ou uma recém-adquirida no próprio evento.
Formação marcada pela mistura de som pesado, rap e discurso politizado, o quarteto de Los Angeles se reuniu em Coachella depois de sete anos. Mais do que as outras voltas que aconteceram nesse festival, The Jesus and Mary Chain, Happy Mondays e Crowded House, foi a do Rage que causou mais impacto.
Zack de la Rocha, Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk começaram o show por volta das 22h40 para uma platéia que só rivaliza em número com a do Red Hot Chili Peppers, que tocou no sábado. A diferença, porém, estava nos olhos dos fãs que se espremiam próximos da grade de proteção que os separava do palco principal. A ansiedade em ver novamente o grupo era contagiante. "Rage, Rage, Rage!", gritavam.
Assim que soaram os primeiros acordes do show, parecia que os sete anos separados nunca existiram. A banda continua tão pesada, brutal, raivosa e entrosada como antes.
O vocalista De la Rocha movia-se pelo palco, apenas com uma enorme bandeira preta com uma estrela vermelha ao fundo, enquanto Tom Morello mandava os riffs característicos --scrtachs na guitarra-- que popularizaram o som do grupo. Do outro lado, o baixista Tim Commerford e o baterista Brad Wilk forneciam as bases encorpadas das canções.
Pela primeira vez no festival, os seguranças tiveram trabalho para segurar as pessoas que faziam o "crowd surf" (quando alguém é levantado sobre o público e passado para a frente de mão em mão até o palco). E muitos foram os que "surfaram" sobre a "crowd".
Sem material novo, o RATM reuniu suas canções mais emblemáticas para a apresentação, como "Bulls on Parade", "Bullet in the Head" e "Killing in The Name". Apesar de algumas delas já terem 15 anos, as músicas continuam tão atuais quanto antes. Mudam os alvos, mas permancem os problemas. Se em 2000, quando se separaram, as críticas e mensagens de justiça social caíam sobre o presidente Bill Clinton, agora elas valem também para George W. Bush, por motivos diversos.
De la Rocha pouco falou com o público e fez apenas uma intervenção perto do final do show, quando comparou o governo Bush aos nazistas.
A energia liberada pela apresentação do RATM foi uma verdadeira dose de ânimo para quem precisava de forças para chegar ao fim da maratona de três dias de shows no deserto.
Por enquanto, o grupo fará mais três apresentações, todas no festival Rock the Bells. O evento acontece em julho e agosto, em Nova York e na Califórnia, respectivamente.

NETO - Fonte: Reuters

Escrito por ALYSSON - 08h34
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CHO SEUNG SONG

Mundo Livre grava música sobre massacre nos EUA

Já está disponível no site da Monstro Discos a nova música do Mundo Livre S/A. Inédita e gravada na última sexta-feira, "Cho Seung Song" foi inspirada no massacre de 32 pessoas na Universidade da Virgínia, no últi dia 16. Com o nome do estudante coreano autor do atentado, a canção, segundo Fred 04, é uma valsa pisicodélica, com referências a Mutantes e Bob Dylan.

Download  aqui: www.monstrodiscos.com.br

Escrito por ALYSSON - 08h32
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JORNALISMO DE MIÚDEZAS

Machine Head libera sem cortes vídeo de "resposta" a jornalista conservador

Já está disponível no site oficial do Machine Head (foto) a versão completa e sem cortes do novo vídeo do grupo, intitulado Aesthetics Of Hate. Dirigido por Mike Sloat, o clipe é o primeiro do novo álbum do conjunto, intitulado The Blackening, lançado recentemente.
O guitarrista/vocalista Robb Flynn fez essa música como uma resposta ao preconceituoso artigo do jornalista William Grim, publicado na imprensa americana alguns dias após o assassinato do guitarrista Dimebag Darrell (ex-Pantera), em dezembro de 2004. Seguindo a mesma linha preconceituosa e conservadora do jornalista Arnaldo Jabor, que fez a mesma coisa no Brasil, exatamente na mesma época, Grim escreveu logo após a morte do músico que Dimebag "parecia mais um macaco do que um ser humano" e de que o músico era um "ignorante, sem talento e grosseiro dono de uma guitarra".
“Para mim, foi muito ofensivo como ele se referiu ao artista e aos fãs de metal em geral, chamando-nos de patéticos por lamentarmos (a morte de Dimebag). Ele também disse que somos todos feios e gordos. Eu quase destruí meu computador quando li o artigo na internet!", explicou Flynn, que garantiu que tanto o clipe quanto a música são um "fuck you" para o jornalista.

Pra ver o vídeo, acesse: http://machinehead1.com

NETO

Escrito por ALYSSON - 08h30
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