BEEROCK

"CARREIRA" SOLO

Sascha e Roy Z produzindo solo de Andre Matos

O álbum solo de estréia de Andre Matos já começou a ser gravado e encontra-se em processo de finalização. O título e a capa ainda são mantidos em segredo.
As gravações ocorreram entre novembro de 2006 e fevereiro de 2007 nos estúdios Ultra Sonica e Brainless Brothers, ambos em São Paulo e no Gate Studio, em Wolfsburg, Alemanha. A produção e a gravação ficaram a cargo do renomado Roy Z (Bruce Dickinson, Halford, Judas Priest) e Sascha Paeth (Rhapsody, Kamelot, Edguy) é o responsável pela finalização - pela primeira vez, lado a lado, vemos estes que são considerados dentre os melhores produtores do mundo na atualidade. Segundo Sascha, “é um prazer trabalhar com um grande nome como Roy Z”. Já Roy, por sua vez, considera que “esta pode ser uma grande parceria agora e no futuro”.
Tanta dedicação e entusiasmo não é para menos: todos aqueles que já tiveram acesso ao material não o consideram menos que “fantástico”. São 10 faixas ao todo, 9 delas inéditas - mais uma nova interpretação de uma canção original que vai surpreender aos fãs.
A previsão de lançamento, dentro dos próximos 5 meses, tem alcance mundial e o CD será lançado simultaneamente nos cinco continentes.
Em breve, Andre Matos anunciará sua pré-turnê, que vai começar pelo Brasil e se estenderá por outros países, onde o público já poderá sentir o que encontrará no CD de estréia. “Mal posso esperar”, diz o vocalista – “depois de tanto trabalho, será um grande prazer colocar o pé na estrada novamente trazendo todas essas surpresas. Tudo acontece na hora certa e a expectativa de todos será correspondida!”

Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 14h47
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RECICLAGEM

OUÇA NOVA ROUPAGEM DE CLÁSSICO DO MEGADETH

O Megadeth disponibilizou na internet a nova versão que gravou para “A Tout Le Monde”, cuja versão original apareceu em “Youthanasia”, álbum que saiu em 1994.
Para conferir a nova versão, que conta com um dueto de Dave Mustaine com Cristina Scabbia, vocalista do Lacuna Coil, clique no endereço abaixo:

http://media.roadrunnerworld.com/Megadeth/Megadeth-AToutLeMonde.wma

Essa nova roupagem de “A Tout Le Monde” será o primeiro single de “United Abominations”, novo álbum que o Megadeth lança no dia 15 de maio.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 14h39
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GERIATRIA IN CONCERT

NAZARETH CONFIRMA QUATRO SHOWS NO BRASIL

O Nazareth anunciou uma turnê pelo Brasil para o mês que vem. A banda escocesa confirmou quatro apresentações para a ocasião.

Confira a agenda da passagem do quarteto pelo País:

18/04 – Porto Alegre – Opinião
19/04 – Curitiba - Hellooch
20/04 – Florianópolis – Floripa Music Hall
21/04 – São Paulo – Espaço Lux

O Nazareth gravará um CD/DVD ao vivo durante sua apresentação em São Paulo.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 14h37
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OLD SCHOOL

Homenagem aos 25 anos do primeiro disco de Heavy Metal lançado no Brasil

No evento "Stay Heavy Metal Stars 2007", que acontecerá no próximo domingo, dia 1º de abril, a partir das 18h no Blackmore Rock Bar (Moema/SP), será realizada uma homenagem aos 25 anos do lançamento do primeiro disco de Heavy Metal feito no Brasil, gravado em 1982. Ao contrário do que muitos pensam, não foi Sepultura, Viper, Harppia ou as lendárias coletâneas "SP Metal" responsáveis pelo primeiro registro do Heavy Metal brasileiro, mas o álbum de estréia da banda de Thrash Metal "Stress", de Belém do Pará. A banda será homenageada nessa segunda edição do "Stay Heavy Metal Stars 2007", que terá a presença de integrantes da formação original do Stress, que virão de Belém especialmente para esta homenagem e ainda tocarão alguns de seus clássicos. Definitivamente um momento histórico para a cena do Heavy Metal no Brasil.

O evento reunirá cerca de cinquënta personalidades do cenário metálico nacional em jams inéditas, destacando integrantes de bandas como ANGRA, TORTURE SQUAD, KORZUS, TUATHA DE DANANN, VIPER, DR. SIN, ANCESTTRAL, SHADOWSIDE, KING BIRD, MONSTER, THREAT, HENCEFORTH, ANDRALLS, KRUSADER, GENOCIDIO, MINDFLOW, SUNSETH MIDNIGHT, HARD ROCKET, SCARS, BLACK COFFEE, STRESS e outros músicos de renome nacional, como os vocalistas Mário Pastore (DELPHT, Projeto HAMLET, ex-TAILGUNNES, ACID STORM) e Nando Fernandes (HANGAR, CAVALO VAPOR), o baterista Fernando Schaefer (ENDRAH, KIKO LOUREIRO, ex-RODOX, TRETA, KORZUS), Bruno Sutter e Nando Lima (DEATH Tribute, MASSACRATION) e o excêntrico apresentador e baterista Vitão Bonesso (Backstage/Eletric Funeral).

Por se tratar de um evento histórico, o "Stay Heavy Metal Stars 2007" já é destaque no "Blabbermouth", um dos maiores sites de Heavy Metal do mundo (http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsitemID=69298) e será registrado pela equipe canadense comandada pelos diretores Sam Dunn e Scot que estão produzindo o documentário "Global Metal" e que já passou por países como Índia, Irã, Japão, entre outros, e tem como finalidade mostrar a cena do Rock/Heavy Metal diversas localidades do planeta. "Global Metal" é o sucessor de "Metal: A Headbanger's Journey" (www.metalhistory.com), o qual foi disponibilizado no Brasil pela Europa Filmes.

Vale lembrar que os ingressos são limitados e ainda podem ser adquiridos na Galeria do Rock em São Paulo, nas lojas: Die Hard (11-3331-3978); Consulado do Rock (11-3229-8813); e no próprio Blackmore Rock Bar (11-5041-9340), por apenas R$ 20,00.

Mais informações: http://www.stayheavy.com/pt/eventos.php / stayheavy@stayheavy.com

Fonte: Portal Roça n' Roll

Escrito por ALYSSON - 14h37
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Dentes Guardados - Daniel Galera (2001)

Daniel Galera escreve pacas. Esse livro saiu em 2001 pela Livros do Mal e encontra-se totalmente fora de catálogo. É uma raridade. Os contos "Triângulo", "Escrava Branca" e "Manual para Atropelar Cachorros" são fuderosos. Na real o livro inteiro é ótimo. Um clássico da nova safra.

Download em PDF aqui: www.ranchocarne.org/pdf/dentes.pdf

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 16h38
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Tool - Undertow (1993)

Há séculos uma banda de metal não me surpreendia dessa forma. Esse disco foi lançado em 93 e de cara sofreu várias censuras. Algumas lojas trocaram a capa original (um desenho de uma escultura do guitarrista Adam Jones, uma espécie de caixa toráxica vermelha com costelas em forma de tentáculos) por um código de barras gigante. A parte interior e traseira do encarte ainda traziam fotos como uma mulher extremamente obesa nua, sozinha, e uma outra foto da mesma mulher com um homem nu deitado sobre ela, além de uma radiografia com um enorme vibrador dentro de uma cavidade anal. Em edições não censuradas, existem também fotos de uma vaca lambendo suas genitálias e um porco empalado por uma série de garfos.
Os clipes da banda são verdadeiras obras de arte, tudo feito em animação pelo próprio Adam Jones. O clipe de Ratamahatta do Sepultura foi feito pelo cara.
Quanto ao som, é um metal inovador, moderno e denso, sem cair nos clichês do nu metal e coisas afins. São músicas grandes, trabalhadas ao extremo. Altamente recomendável! Destaque pras faixas Prision Sex e Sober.

Download em 2 partes nos coments.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 16h26
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INTELIGÊNCIA BRUTA

Heavy metal é estilo preferido dos superdotados

Pesquisa foi feita com "mentes brilhantes" do Reino Unido.
Jazz e música erudita não agradam os "geninhos".

A música "heavy metal" é a preferida pelas crianças superdotadas do Reino Unido, que encontram neste som visceral uma forma de catarse, segundo uma enquete feita entre estudantes da Academia Nacional para Jovens de Talento.

Grupos de rock pesado como Slayer e Slipknot estão entre os favoritos entre os maiores intelectos do país, que parecem gostar também das letras com mensagens políticas e de forte carga emocional.

Uma pesquisa feita entre estudantes da academia, à qual têm acesso apenas 5% dos jovens com mentes mais brilhantes do país, revela a predileção destes pela "brutalidade visceral" do "heavy metal".

Mais de um terço dos entrevistados incluiu o "heavy metal" entre seus estilos favoritos.
Os responsáveis pela pesquisa reconheceram sua surpresa ao ver que os estilos menos populares entre os superdotados eram os que tradicionalmente são associados às mentes mais privilegiadas, como jazz e música clássica.

O responsável pela pesquisa, Stuart Cadwallader, da universidade de Warwick, disse que os resultados obtidos mostram que estes jovens encontram no "heavy metal" uma espécie de "catarse", de forma particular os que, apesar da inteligência superior, têm baixa auto-estima.

Esse tipo de música agressiva serve também para que canalizem suas frustrações e insatisfação, disse Cadwallader, em conferência realizada na British Psychological Society, na cidade inglesa de York.

De acordo com Cadwallader, "as pressões associadas à condição de superdotado talvez possam ser esquecidas, temporariamente, com a ajuda desta música".

FABIN - Fonte: G1

Escrito por ALYSSON - 14h34
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ENTREVISTA MQN

Nessa entrevista concedida ao blog do programa Jam, a banda de Goiânia, fala sobre a opção de não gravar mais cd e trabalhar com suas músicas apenas na internet... confira:

Jam - Porque vocês optaram por não lançar mais CD e apenas MP3 e vinil?
MQN - Na verdade é um manifesto para lançar no formato livre, como a banda achar melhor, é um lance de liberdade formato, e de mandar se foder o que está posto...

Jam - Vocês acham que outras bandas nacionais adotarão essa postura? Quais? Por quê?
MQN - Não sei, mas acho que a cena indie já pautada por, liberdade para criar, então nada mais justo do que utilizar as mais variadas mídias, não só o album em cd para se colocar, entende?!

Jam - Vocês acham que no futuro o CD vai virar um item de colecionador assim como o vinil?
MQN - Acho que talvez nem isso... acho que vai continuar existindo, mas o fetiche do colecionador por vinil é bem maior.

Jam - Quando e porque vocês acham que o CD começou a se tornar obsoleto?
MQN - Porque é facilmente replicavel, qualquer pessoa com computador e uma impressora um pouco melhor podem piratear 90% dos CDs, ao contrario do vinil... e música, só pela música, é melhor o arquivo digital, e o site com informações e contactos da banda.

Jam - Aproveitando, conta pra gente, quais são as influências do MQN?
MQN - stooges, kiss, acdc, mudhoney, grand funk, sonics, rocket from the crypt, nebula... etc...

Jam - E quais bandas nacionais merecem ser ouvidas e por quê?
MQN - Walverdes, Ambervisions, Prot(o), Pata de Elefante, Super Hi-Fi, Superguidis, Mechanics, Fossil, Karine Alexandrino, Vamoz, Macaco Bong... vixi, tem um monte!

Jam - Quais as principais vantagens e desvantagens do MP3?
MQN - vc pode colocar 10.000 no bolso... cara, isso é muito revolucionário...você tem acesso a qualquer música em qualquer lugar...Desvantagens... vc pode ver, ouvir, mas não pode pegar... hehehehecara, na boa... melhor do que isso, só a banda ao vivo, o som alto na cara mesmo, suor e cerveja, melhor que MP3, ou a experiência auditiva, visual e táctil do vinil, só AO VIVO MESMO! Um show ao vivo supera tudo!

Jam - Todas as músicas do mqn estão disponíveis para download gratuito?
MQN - TODAS! Com capa, ficha técnica, letras, fotos, video, tudo!FREE! http://www.mqn.com.br/ Agora você paga apenas para colecionar os discos (cds, ou compactos), ou para ver a gente em cima do palco, poder nos acertar com uma lata, ganhar um banho de cerveja... para isso tem que pagar!!!

Escrito por ALYSSON - 14h30
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MOTORHEAD NO BRASIL

Foram confirmadas para o final de abril duas apresentações do Motorhead pelo Brasil.
A banda, liderada por Lemmy Kilmister, passará pelo Rio de Janeiro (Fundição Progresso) no dia 28 de abril, e por São Paulo (Via Funchal) no dia 29.

Ingressos:
Rio de Janeiro – R$ 50,00 (primeiro lote, com filipeta, 1 kg de alimento ou carteirinha de estudante)
São Paulo – R$ 60,00 (sem limite para estudantes)

Fonte: Revista Dynamite

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 14h23
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PINÓQUIOS LIVE

Produtora desmente data do show do Guns n' Roses no Brasil

Depois da produtora Opinião, de Porto Alegre, dar esperanças aos fãs do grupo Guns n' Roses, apontando o dia 15 de maio como data do show da banda no Brasil, a Mondo Entretenimento e a gravadora Universal disseram em nota que as datas de possíveis shows de Axl Rose no País ainda estão indefinidas.
A nota afirma que "os agentes procuram conciliar a agenda do grupo com a disponibilidade dos locais onde os shows serão sediados no Brasil".
A nota diz ainda que na data anunciada, 15 de maio, não há a possibilidade de um show do grupo no país.
A Mondo Entretenimento deve divulgar as datas, locais, e preços de ingressos assim que as negociações com a banda forem encerradas. Por meio de sua assessoria de imprensa, a empresa disse que nunca se pronunciou sobre possíveis datas de shows do grupo no País, e que divulgou a nota para esclarecer os boatos de que o Guns n' Roses tocaria na capital gaúcha em maio.

NETO - Fonte: Terra

Escrito por ALYSSON - 14h18
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SET LIST - CIDADE ROCK - 25/03/2006

1º BLOCO

01 - Creedence Clearwater Revival - Born on the Bayou
02 - Peter Frampton - Breaking All the Rules
03 - Pink Floyd - In The Flash
04 - Joy Division - Love Will Tear us Apart
05 - Jesus and Mary Chain - I Hate Rock n’ Roll

2º BLOCO

06 - O Som Nosso de Cada Dia - Bicho do Mato
07 - A Bolha - Sem Nada
08 - Violeta de Outono - Dia Eterno
09 - Pata de Elefante - Soltaram (Momento Beerock)
10 - Golpe de Estado - Aqui na Terra

3º BLOCO

11 - Dead Kennedys - Too Drunk to Fuck
12 - Exploited - Don’t Play the Poll Tax
13 - Accept - Metal Heart
14 - Judas Priest - Hell Patrol
15 - Kreator - Violent Revolution

Mais sobre a Pata de Elefante aqui: www.patadeelefante.com

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 11h09
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LUDOVÍTICO

Entrevista com o Jair Naves, vocalista do Ludovic:

www.rockpress.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=1410&mode=thread&order=1&thold=0

Escrito por ALYSSON - 11h00
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VINIL DOS INFERNOS

MQN lança “Fuck CD Sessions vol.2”

Enquanto bandas de todo o país buscam o formato careta de lançar um disco em CD, os roqueiros goianos do MQN mais uma vez inovam indo à contramão do óbvio e chegando a seu segundo vinil em sete polegadas, com o lançamento de Fuck CD Sessions Vol 2. Gravado no estúdio da Trama e lançado pela Monstro Discos em parceria com o selo TramaVirtual e a Revista Decibélica, o disco conta com duas faixas: o single “Cobra” e “Let It Explode”, ambas disponíveis para download no site do quarteto.
O intuito de Fuck CD Sessions é lançar cinco discos em vinil – cada um com duas faixas – num período de pouco mais de um ano. “Se eu quiser lançar um álbum em vinil e MP3, dividido em seis singles em dois anos, tudo ótimo!”, diz Fabrício Nobre, vocalista da banda. “É mais uma bronca com a coisa de ter que ter sempre como lançamento novo, a cada um ano, que acabam virando três, um álbum em CD. É isso que estamos dizendo”, emenda.
O primeiro volume, Buzz In My Head, saiu no ano passado e foi gravado no estúdio Rock Lab, cujo proprietário é Vazquez, baixista da banda. “Foi muito massa de fazer, gravamos uma música que tem a letra do Mini dos Walverdes, que é um grande parceiro. A receptividade do primeiro single e de todo o projeto ainda está muito boa”, conta Nobre. “O disco saiu também na Europa, o que deu um novo gás para banda também, nos planos”.
Já Cobra, o segundo volume, foi gravado em São Paulo. Depois das gravações do quadro “Ao Vivo + Entrevista” no programa da TramaVirtual no Multishow, a banda foi convidada pela Trama a usar as instalações de seu estúdio para registrar Fuck CD Sessions Vol. 2. “A gente achou sensacional, uma vez que conectamos de cara com o Rodrigão, que foi quem fez a engenharia de tudo”, diz. “Gravar nesse estúdio foi bem bom para gente, estrutura foda, equipamento que quase não se tem a chance de tocar. Foi massa, experiência única, acho que Rodrigão e Iuri tiraram o som que a gente queria para estas músicas”.
Pra deixar a coisa toda mais bonita – e, claro, bem colecionável – cada 7” virá com uma bela capa feita por designers convidados pela banda. “A primeira foi feito pelo pessoal da Nitrocorpz, que fez, entre outras coisas, o nosso disco anterior, vinhetas para MTV, o último trampo do Goiânia Noise, desenhos para Burton Snowboards, etc. O segundo quem fez foi Douglas do grupo Bicicleta Sem Freio Design, que sempre faz cartazes para gente aqui na Monstro, e fez todo o material de divulgação recente da Abrafin”.
O vinil de Cobra já está à venda no site da banda e também será lançado fisicamente na festa de um ano da revista goiana Decibélica, que entrou com uma parte das prensagens. “A matéria da capa foi feita pelo Fernando Rosa (com fotos de Eugênio ‘Cosko’ Vieira) e trata dos 10 anos do MQN. Velhos!”, brinca. A idéia agora é dar continuidade ao projeto Fuck CD Sessions, “gravando em novos lugares, com novos produtores e estúdios”. E, como o próprio Nobre costuma dizer: “rock sempre!”

Download aqui: www.mqn.com.br

Fonte: Trama Virtual

Escrito por ALYSSON - 10h54
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DE VOLTA AS ORIGENS

SOULFLY - DARK AGES (2007)

Esse é o bom e velho Max...

Desde que deixou o Sepultura e investiu no Soulfly, Max Cavalera vem alternando bons e maus momentos em seus trabalhos na batuta da banda. Se analisamos numa forma geral a sua obra, vemos que, por exemplo, em seu álbum de estréia, auto-entitulado, de que sutil e as vezes,aparentemente, tenta dar uma continuidade ao direcionamento iniciado em “Roots”, último trabalho de estúdio com sua banda anterior. Ou seja, uma banda com um som voltado a elementos da cultura brasileira; porém essa fórmula acabou se desgastando através de músicas chatas, extrapolando todos os limites e excessos de instrumentos, mensagens e convidados.
Não que essa visão do Max seja algo ultrapassado, errado, mas ficou maçante. Acredito que ele mesmo tenha notado isso. Outro assunto que foi executado à exaustão foi os temas das músicas, voltadas a religião, Brasil e a um tributo (ora vingança, ora justiça, ora saudade) a seu enteado, D-Low. Isso cansou alguns fãs. E o tempo passou.
O Soulfly que ouvimos em “Dark Ages” é completamente diferente, amadurecido. Max se voltou ao seu passado, bebeu da fonte da sabedoria, e retornou de lá como um guitarrista renovado, compondo riffs, que – pasmem – relembram firmemente as poderosas composições de seus tempos de “Schizophrenia”, “Beneath the Remains” e “Arise”.
Pegue o álbum e ouça “Babylon”, fã das antigas, e ouça uma banda com identidade, mesclada a uma pegada incrível, diferente, segura. Outro grande momento é “Arise again”, onde temos a oportunidade ouvir um Max tocando muito próximo daquele que saiu de Belo Horizonte para conquistar o mundo todo. A música seguinte, “frontlines” é vigorosa, mezzo trashão, feita sob medida para as rodinhas de mosh.
Não há muito que se falar de Max e seu novo rebento, a não ser: excelente.

Fonte: Poppycorn / Escrito por: André Bisk

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h49
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"O" CARA

Bush, não estamos à venda", "Ordem e progresso?", "Medo constrói muralhas", é o que estava escrito no porco voador, nos shows de Rogers Waters no Brasil.

Roger Waters deixa público de São Paulo em êxtase com clássicos do Pink Floyd

O músico inglês Roger Waters fez na noite deste sábado o segundo e último show da turnê "Dark Side of The Moon" no Brasil. A apresentação aconteceu em São Paulo, no estádio do Morumbi, para cerca de 45 mil pessoas. O ex-pink floyd também tocou na sexta-feira (23) no Rio de Janeiro. A apresentação carioca foi marcada por um problema técnico com o som, que não se repetiu na capital paulista.

Waters, de 62 anos, deixou a platéia extasiada com clássicos do Pink Floyd, canções de sua carreira solo e todas as faixas do álbum "Dark Side of The Moon", lançado em 1973. Foram cerca de duas horas e meia de música com ótima qualidade de som, efeitos e visual caprichado nos telões que ficavam no fundo e aos lados do palco.

O baixista e cantor apareceu com sua banda às 21h05 para a primeira parte do espetáculo. A música "In The Flesh" abriu o repertório, que contou ainda com grandes sucessos do Pink Floyd, como "Mother", "Shine on You Crazy Diamond" e "Wish You Were Here", cujas letras foram cantadas pela platéia, bastante empolgada e variada em idade.

A segunda metade desse início de show reuniu canções de caráter político e antiguerra. Durante "Southampton Dock", o telão exibia imagens de tanques, bombardeiros e cenas de combate. "Fletcher Memorial" foi acompanhada por fotografias de líderes políticos como George Bush, Joseph Stálin e Saddam Hussein. Em "Perfect Sense" um boneco inflável em forma de astronauta flutuou em frente ao telão, que mostrava imagens da lua.

Em seguida, Roger Waters tocou uma canção nova, "Leaving Beirut", sobre o período em que o cantor passou na capital libanesa aos 17 anos. A música é dedicada à família local que o acolheu após o carro em que viajava ter quebrado. "Nunca esqueci como fui bem tratado", disse. A letra pacifista e o episódio vivido por Waters eram contados em forma de história em quadrinhos no telão. Apesar de ser a música menos conhecida do show, ganhou impacto graças a esse recurso visual.

Quando começou a última música, "Sheep", o famoso porco inflável cor-de-rosa surgiu sobre o estádio, puxado por cabos. Frases de protesto como "O Brasil está sendo vendido", "Assassinos, deixem nossas crianças em paz" e "Salve a Amazônia" estavam escritas no balão em forma de animal. Ao final da canção, enquanto a banda tocava em meio a labaredas de fogo que saíam do chão do palco e de uma das colunas laterais, o porco foi solto e subiu sob os aplausos da platéia.

"Dark Side of The Moon"
Após 15 minutos de intervalo, Roger Waters voltou para apresentar as músicas do disco que dá nome à turnê. Considerado a obra-prima do Pink Floyd e um dos principais álbuns do rock, "The Dark Side of The Moon" já vendeu mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo desde seu lançamento.

Apresentadas na mesma ordem em que aparecem no disco, algumas das canções foram encurtadas, como a instrumental "Brain Damage", que acabou soando como uma introdução à seguinte, "Eclipse".

Waters dividiu os vocais com os demais integrantes da banda, que cantaram as músicas interpretadas originalmente por David Gilmour, guitarrista do Pink Floyd. Entre elas estão "Money", cantada pelo guitarrista Dave Kilminster, e "Us and Them", que ficou a cargo do tecladista e guitarrista Jon Carin.

O clássico prisma que ilustra a capa do disco surgiu sobre a banda na canção "Eclipse". Um feixe de luz branca e lasers vermelho e verde saíam do aparato em direção às arquibancadas do estádio, para delírio do público.

Após apresentar os músicos que o acompanhavam e agradecer a fervorosa acolhida do público paulistano, Waters deixou o palco por alguns instantes, até retornar para o bis que encerraria a noite.

A primeira música foi "Another Brick in The Wall pt.2", que provocou uma verdadeira catarse na platéia. Para cantar com Roger Waters, entraram no palco 15 integrantes do projeto Guri, organização social na área da cultura. Com camisetas em que se liam "O medo constrói muralhas", os jovens foram cumprimentados, um a um, por Waters ao final da canção.

Em seguida vieram "Bring the Boys Back Home" e outro ponto alto do repertório, a bela "Comfortably Numb", que fechou a noite com o coro do estádio.

Fonte: UOL / Escrito por Fernando Kaida

Escrito por ALYSSON - 10h46
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O NECTAR DA NOVA SAFRA

O próximo álbum do Arctic Monkeys, Favourite Worst Nightmare, sairá no Brasil simultaneamente ao lançamento lá fora, no dia 23 de abril. Confira a capa do disco:

Favourite Worst Nightmare é o aguardado segundo álbum do Arctic Monkeys, creditada como uma das bandas responsáveis pelo atual sucesso do rock alternativo britânico. O trabalho de estréia, Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not, foi um dos mais vendidos de 2006, além de ser o disco de estréia com venda mais rápida da história, impulsionada por uma intensa campanha via internet, com a distribuição de demos da banda a amigos e fãs que foram naturalmente se espalhando.
O segundo trabalho do Arctic Monkeys tem produção de James Ford e Mike Grossey, traz Nick O´Malley no baixo, substituindo o baixista original, Andy Nicholson, e foi gravado em Londres, o que, segundo declarações de Matt Helders (bateria), "pode ser sentido nas batidas do tambor".
No comunicado oficial, a banda ainda contou as histórias por trás de algumas das faixas do álbum, explicando inclusive o curioso título do primeiro single, "Brianstorm": "Conhecemos um cara chamado Brian e, quando ele deixou o quarto, nós estávamos um pouco assustados com sua presença, então fizemos um tipo de brainstorm de como ele era. Ele era muito esquisito. Simplesmente apareceu com um cartão de visitas e com uma camiseta de gola redonda com uma gravata meio solta, nunca tinha visto alguém assim antes. Parecia que ele queria entrar em nossa mente. Ele podia ser um mágico. Ele pode até mesmo estar aqui agora. Mas se descobrirmos quem ele é, pode estragar tudo".
"Flourescent Adolescent" fala das memórias de adolescente: "É a história de alguém que você pensou ser incrível, mas que acabou mostrando que não era. E o que começou como uma música de ‘pausa para ir ao banheiro’ que estávamos fazendo apenas por diversão transformou-se em uma canção maior do que poderíamos imaginar".
Nas palavras do vocalista Alex Turner, o disco é bastante acelerado. Segundo ele, a banda tinha músicas lentas, mas preferiu dispensá-las porque "elas nunca era muito divertidas na hora de ensaio, então por que gravá-las? Eu prefiro fazer um álbum assim, empolgante. Não quero que soe como se tivéssemos 'amadurecido'".

Fonte: Omelete

 

Escrito por ALYSSON - 10h52
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MORTE ANUNCIADA

Guitarrista do Doors diz que pressentiu morte de Jim Morrison

Em uma cerimônia que comemorou os 40 anos do Doors, Robby Krieger, guitarrista da banda, declarou que a viagem de Jim Morrison a Paris - apontada como motivo da separação do grupo - tinha como objetivo a cura do alcoolismo do cantor. Jim Morrison morreu aos 27 anos em uma banheira na capital francesa. Especula-se que a causa da morte tenha sido overdose.
Se Morrison não tivesse morrido, disse Krieger, eles certamente teriam feito um novo álbum. O guitarrista ainda acrescentou que o Doors já tinha novas músicas e que se sentiu aliviado com a viagem de Morrison a Paris, porque não suportava mais as loucuras em que a banda se metia. Ele citou o polêmico show em Miami, em que Morrison foi acusado de atos obscenos, como uma espécie de gota d'água.
Entretanto, o guitarrista confessou que a morte do vocalista não foi uma surpresa. Segundo ele, ao receber um telefonema do empresário da banda avisando que Morrison estava morto, ele chegou a comentar que já havia pressentido que isso aconteceria.
Krieger se reunirá com o tecladista Ray Manzarek em junho para um evento em Londres intitulado Riders on the Storm, que terá pessoas tocando músicas do Doors e lendo poesias. Há boatos sugerindo que o vocalista do Oasis, Liam Gallagher, participará do evento.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h49
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INSANO

Jackass 2 chega ao Brasil direto para locação

Assim como fez com Jackass: Cara-de-Pau - O Filme, a Paramount lança direto em DVD Jackass 2 - O Filme, sem dar chance aos fãs da série verem na telona as barbaridades de Johnny Knoxville e companhia.
O filme entrou em cartaz nos Estados Unidos quatro anos depois do fim da série na TV. Agora, com um orçamento maior, Johnny Knoxville, Bam Margera, Steve-O, Chris Pontius e toda a turma de Jackass levaram às telas as mais absurdas idéias que suas mentes poderiam conceber. Não basta cair, socar ou pregar peças em inocentes. Em Jackass 2 conhecemos o lado mais primitivo do humor, gerado por situações bizarras, atitudes infantis e comportamentos pouco sociáveis. Tudo em nome de uma boa gargalhada!
O filme chega às locadoras semana que vem, a partir do dia 28 de março.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h47
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SINCRONISMO

Esses dias, conversando com o Fabin, ele me disse que tinha visto uma entrevista com o Ronnie Von no programa do Jô. Disse que nos anos 60 e 70, o cara era muito louco e tal, psicodelia pura, etc. Ae surge um projeto que paga tributo à essa fase da carreira do cantor, com ótimas bandas da cena independente. Tae mais um fato sincrônico em nossas vidas.

Quanto ao tributo, é um bom disco. Segue abaixo a nota extraída da Revista Dynamite. Marquei de vermelho as bandas que conheço e que são verdadeiramente boas. Detetives até já rolou no quadro Momento Beerock do programa Cidade Rock.

BANDAS GRAVAM TRIBUTO A RONNIE VON

30 bandas de diferentes regiões do País regravaram músicas de Ronnie Von para um tributo ao artista, intitulado “Tudo de Novo – Tributo ao Ronnie Von”.
Esse tributo, idealizado pela jornalista Flávia Durante, é duplo. O primeiro disco traz novas roupagens para músicas do álbum “Ronnie Von” (capa acima), que saiu em 1968. O segundo conta com versões para músicas que Ronnie lançou entre 1966 e 1972.

O tributo completo pode ser baixado aqui: www.ronnievon.com

Participaram desse tributo: Os Insertos, Royale, Plato Divorak & Clepsidra, Astronauta Pingüim, Superlego, A Banda de Um Amigo Meu, Videodrome, Continental Combo, Vini F., William Laxtons, Batucada Valvulada, Ecos Falsos, Profiterolis, Hype Quino, Telerama, Malachai, Mário Broz, Quartzo, OVNI, Os Vilsos, Rádio de Outono, Naiti, Os Almeida, Fantastic 5, Les Sucettes, Detetives, Cactus Cream, Clube da Luta, Leux Perdis e Os Skywalkers.

Escrito por ALYSSON - 10h57
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FILÉ DE PEIXE

"QUEM DERA SER UM PEIXE
PARA EM TEU LÍMPIDO AQUÁRIO MERGULHAR
FAZER BORBULHAS DE AMOR PRA TE ENCANTAR
PASSAR A NOITE EM CLARO, DENTRO DE TI
UM PEIXE, PARA ENFEITAR DE CORAIS TUA
CINTURA FAZER SILHUETAS DE AMOR À LUZ
DA LUA, SACIAR ESSA LOUCURA
DENTRO DE TI..."

Assisti já tem um tempo e posso afirmar:
É verdade, certo, muito verdadeiro que este filme é fuderosíssimo. O Tim Burton se superou.
Uma fábula para crianças crescidas como nós.

Escrito por ALYSSON - 10h46
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RIDERS ON THE STORM

Ex-Vocalista do Fuel no projeto dos Doors

O ex-vocalista da banda Fuel, Brett Scallions, assume o microfone do projeto dos membros remanescentes do The Doors denominado de Riders On The Storm.

O tecladista Ray Manzarek e o guitarrista Robby Krieger estavam à procura de um novo vocalista desde a saída de Ian Astbury. Brett foi escolhido devido à sua grande voz e carisma. Jim Morrisom nunca poderá ser substituído, mas esse projeto nunca foi sobre isto. É sobre dar voz ao corpo do trabalho que criamos com Jim”, explica o guitarrista.

Brett não esconde a sua felicidade por ter sido escolhido: “Ter a oportunidade de dividir o palco com esses grandes músicos é mais excitante do que qualquer coisa que eu já fiz. Estou muito orgulhoso de fazer parte disso”, explica.

Este ano a banda The Doors comemora o seu quadragésimo aniversário.

Fonte: Whiplash

Escrito por ALYSSON - 10h39
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ABRIL PRO ROCK 2007

Confira abaixo a programação confirmada para o festival Abril Pro Rock.

13/04 (sexta):

Mutantes (SP) - Palco 1
Nação Zumbi (PE) - Palco 1
Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta (BA) - Palco 2
Quarto das Cinzas (CE) - Palco 2
MopTop (RJ) - Palco 2
Canivetes (PE) - Palco 3
Os Bonnies (RN) - Palco 3

14/04 (sábado):

Sepultura (MG) - Palco 1
Marky Ramone (EUA) & Tequila Baby (RS) - Palco 1
Ratos de Porão (SP) - Palco 1
Korzus (SP) - Palco 1
Dance of Days (SP) - Palco 2
Carbona (RJ) - Palco 2
Udora (MG) - Palco 2
Mechanics (GO) - Palco 2
Fiddy (PE) - Palco 3
Rabujos (PE) - Palco 3

15/04 (domingo):

Lee 'Scratch' Perry (Jamaica) - Palco 1
The Film (França) - Palco 1
Los Alamos (Argentina) - Palco 1
Mestres do Forró (Nordeste) com Azulão (PE), Biliu de Campina (PB), Valmir Silva (PE) e Messias Holanda (CE) - Palco 1
The Playboys (PE) - Palco 2
Canto dos Malditos na Terra do Nunca (BA) - Palco 2
Orquestra Contemporânea de Olinda (PE) - Palco 2
Rebeca Matta (BA) - Palco 2
Monomotores (PE) - Palco 2
Êxito d'Rua (PE) - Palco 3
Valentina (GO) - Palco 3

Serviço:
Abril Pro Rock 2007
Quando? 13, 14 e 15 de Abril de 2007
Onde? Pavilhão do Centro de Convenções (Olinda)
Quanto? Ingresso inteiro - R$ 50,00 (e ganha a compilação do festival)
Ingresso Social - R$ 30,00 + 1 kg de Alimento
Meia entrada - R$ 25,00
Passaporte para os 3 dias - R$ 70,00 (e ganha a compilação do festival)
Mais info? www.abrilprorock.com.br

Escrito por ALYSSON - 09h48
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FOLK CONAN

Lothloryen disponibiliza single para download

A banda mineira de Folk Metal LOTHLÖRYEN disponibilizou para download em seu site o single “Hobbit’s Song”, música que fará parte do novo álbum “Someways back no More”, ainda sem data prevista de lançamento. “O intuito do single é mostrar a nova cara da banda que agora conta com dois integrantes novos: Michel Aguiar, baixo (que já tocou ao lado de nomes como Victoria, Fábio Laguna do Angra, etc.), e Marcelo Benelli na bateria.... além de acalmar os anseios da galera que vem nos cobrando material novo.”
O grupo também conta com Denis Souza, teclado; Leonaldo Oliveiras, voz e guitarras e Wesley Soares na guitarra e backing vocals. Além do single, o site oficial também recebeu uma roupagem nova e mais profissional que ficou à cargo da empresa Pocchini Web Solutions (www.pocchini.com.br).
O LOTHLÖRYEN é oriundo de Machado/MG, e em 2002, a banda solta sua primeira demo com menos de um ano de estrada, intitulada "Thousand Ways to the Same Land". Este trabalho contou com a participação do amigo Bruno Maia (TUATHA DE DANANN) em duas músicas e obteve ótimas críticas em revistas especializadas.
Em 2005, é lançado o tão aguardado “... of Bards and Madmen”, um álbum que surpreendeu a todos, obtendo excelente repercussão da mídia tando no Brasil quanto exterior, levando os “loucos bardos do metal brasileiro” às listas de Banda revelação do ano de 2005 (Valhalla), (Roadie Crew), (and Heavy Metal for All) e melhor álbum de Heavy Metal do ano (Dynamite).
Entre 2005/2006 a banda realiza a tour “Bards and madmen on the Road” que incluiu apresentações nos renomados Roça n´ Roll (Varginha), Vamp Festival (SP), Blackmore Rock Bar (SP), Arena (Osasco), Matriz (BH) ente vários shows ao lado de bandas como KRISIUN, TUATHA DE DANANN, TORTURE SQUAD, THRAM, VELHAS VIRGENS e várias outras, sempre obtendo uma receptividade calorosa por parte do público.
Para fazer o download da música do single “Hobbit’s Songs basta acessar o site oficial: www.lothloryen.net.

Sites Relacionados
Fotolog - www.fotolog.net/lothloryen
Comunidade Orkut - www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1163044.

Escrito por ALYSSON - 09h46
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STOMACAL VOMIT

De tanto vomitar nos fãs, vocal do Skitzo sofre hemorragia estomacal

As performances do vocalista Lance Ozanix (foto), da banda californiana de death/thrash metal Skitzo, sempre foram caracterizadas por uma nojeira sem fim, que culminava com o cantor vomitando em si mesmo e, em algumas oportunidades, em cima dos fãs – veja a foto acima. O resultado de anos desse tipo de performance teve um preço, que veio ser "cobrado" nesta semana: Ozanix foi internado em um hospital da Califórnia com dores de estômago insuportáveis, causadas por uma hemorragia interna na mucosa que fica entre o esôfago e o estômago.

"Ficamos muito chateados com o ocorrido a Lance, ele é um grande cara e um excelente performer. Esperamos que melhore logo", disse James Mattern, diretor da Open Grave Records, selo do conjunto.

Por conta do problema de saúde de Lance Ozanix, o novo álbum da banda, intitulado Five Point Containment, teve seu lançamento adiado para junho, uma vez que o vocalista ainda precisa finalizar algumas de suas partes na gravação.

Além de ser vocalista do Skitzo, Lance também já participou de diversos filmes da TV e do cinema norte-americanos, além de ter sido atração do ultragore Jim Rose Circus Sideshow, grupo teatral que fazia apresentações de sado-masoquismo e podreiras splatter em turnês itinerantes pelos Estados Unidos.

NETO

Escrito por ALYSSON - 09h44
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BATALHA DE EGOS


Filme de Tarantino faz Jello Biafra e Dead Kennedys brigarem em público

Na semana passada, o vocalista Jello Biafra (foto) criticou publicamente a decisão de sua antiga banda Dead Kennedys de licenciar a música Too Drunk To Fuck para a trilha sonora de Grindhouse, novo filme do diretor Quentin Tarantino. Em resposta às críticas de Biafra, a banda sugeriu que ele doasse sua parte dos direitos para a caridade.

"Os comentários públicos de Jello Biafra demonstram que ele está mais interessado em chamar a atenção para si mesmo e se achar um mártir do que fazer algo realmente concreto para entidades beneficentes. Como sempre, tudo gira em torno dele, só dele", ironizou a nota oficial do Dead Kennedys. "Ao contrário do que ele diz, essa música não é só dele, pois East Bay Ray, Klaus Flouride e D.H. Peligro também contribuíram com ela. Jello não compôs 'todas as notas da música', como afirma, e isso já foi provado na Justiça, onde, por sinal, ele foi acusado de fraude."

A banda também carrega nas tintas para dizer que, financeiramente, seu ex-cantor não tem do que reclamar. "Jello está sendo extremamente bem pago e nós o desafiamos a pegar esse dinheiro e doar para a caridade, já que ele está tão preocupado com isso."

NETO

Escrito por ALYSSON - 09h42
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BATALHA DE CONANS


WACKEN METAL BLADE
 
Evento que aconcerá em Varginha-MG, e servirá como uma das seletivas para o WACKEN OPEN AIR 2007.
Acontecerá em outras cidades como Santos, Salvador e Porto Alegre e a final será em Campinas no dia 24 de abril; a banda vencedora irá tocar no Wacken Open Air ainda este ano na Alemanha.

Data: 24/03/07
Horário: a partir das 14h
Ingresso: R$12.00 (limitados)
Local: Aeronave(proximo à Av. Princesa do Sul)

COM AS BANDAS:
BARANGA (Rock n roll) São Paulo-SP

Breakneck (Thrash) Guaxupé-MG
Deadliness(Heavy) Itaúna-MG
Drowned (thrash/death) BH-MG
Escarpus (heavy 80's90's)Contagem-MG
Funeratus (death/extreme) Mococa-SP
Hargos (Heavy) BH-MG
Krueger (Death) RJ- RJ
Meat (Thrash) Poços-MG
Paradise In Flames(black death) BH-MG
StomachalCorrosion(grindcore)Camanducaia-MG

Realização: ROADIE CREW & CANGAÇO PRODUÇÕES.

De Guaxupé vai sair buzão, R$ 35,00 (ingresso e passagem), contato com os caras da Breakneck, o link tae do lado.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h23
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SEPULNATION

Inspiração pro Roça n' Roll deste ano:

www.sepulnation.kit.net

Tem todos os álbuns pra baixar na faixa (com exceção do Dante), além de vários bootlegs e vídeos raros.

 

Escrito por ALYSSON - 09h21
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CLÁSSICA²

Guitarra de Jimmy Page é produzida após 36 anos

A clássica guitarra que Jimmy Page usava no Led Zepellin (com braço duplo) será produzida novamente após 36 anos. Os instrumentos, réplicas idênticas do original, terão apenas 25 unidades. Cada guitarra, à venda já na próxima semana por US$ 33,5 mil, terá uma assinatura do artista. Page explicou para o semanário New Musical Express como surgiu a guitarra-dupla. Ele tinha de registrar o clássico Stairway to Heaven ao vivo. E a música utilizava dois tipos de guitarras de 12 cordas - acústicas e elétrica.

Fonte: Rock Life

Escrito por ALYSSON - 09h16
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DE TRÁS PRA FRENTE

Primeiro baterista do Nirvana anuncia nova banda

Antes de Dave Grohl dar suas marteladas no Nirvana, a bateria do grupo era responsabilidade de Chad Channing (centro da foto). Agora, o músico que comandou as baquetas no disco de estréia, Bleach, vai para a linha de frente e canta com sua nova banda, Before Cars.
Com o grupo, a carreira de Channing tem um novo início. A música de estréia do novo projeto, Old Chair, se tornou um single com tiragem de apenas 500 cópias.
Além disso, o roqueiro planeja gravar no meio do ano com Jack Endino (não por acaso produtor de Bleach) para soltar um CD completo. "Vamos fazer uma coisa por vez e ver o que acontece. Estou adorando fazer essa música", disse o agora vocalista, que também toca guitarra.

NETO - Fonte: Terra

Escrito por ALYSSON - 09h13
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SET LIST - CIDADE ROCK - 18/03/2007

1º BLOCO

01 - Whitesnake - Sweet Talker (ao vivo)
02 - Backyard Babies - Star War
03 - Sebastian Bach - Slave To The Grind (ao vivo)
04 - Stooges - ATM
05 - Primal Scream - Accelerator

2º BLOCO

06 - Titãs - Medo
07 - Vzyadoq Moe - Não há morte
08 - Wander Wildner - On the Road
09 - Hurtmold - Sem Problemas (Momento Beerock)
10 - Ludovic - Desova

3º BLOCO

11 - Gamma Ray - Land of the Free
12 - Edguy - Save Us Now
13 - Fear Factory - Replica
14 - Filter - Hey Man Nice Shot
15 - Paradise Lost - Enchantment

Mais infos sobre o Hurtmold aqui: www.myspace.com/hurtmold

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h21
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SERÁ? 2

Esta semana circulou um email nos meios indies, dando conta que a operadora Claro está prestes a anunciar a escalação da edição 2007 de seu festival Claro que É Rock.

O festival este ano seria realizado em três dias, na cidade mineira de Poços de Caldas. Por isto e pela escalação que "vazou" pela imprensa, não dá pra acreditar muito nisto. Mas que seria o melhor festival em todos os tempos, seria...

Confira a escalação "oficial" do Claro que É Rock 2007 que circulou por aí:

Claro Q É Post Rock, sexta-feira (06/07) [7 bandas]
20:00 - Vanguart (MT)
21:00 - Gram (SP)
22:00 - Patife Band (SP)
23:00 - Nação Zumbi (PE)
00:00 - Los Hermanos (RJ)
01:00 - Mutantes (SP)
02:00 - Radiohead (UK)

Claro Q É New Rock, sábado (07/07) [11 bandas]
16:00 - Hats (SP)
17:00 - Ludovic (SP)
18:00 - Walverdes (RS)
19:00 - Rock Rocket (SP)
20:00 - Zefirina Bomba (PB)
21:00 - Cachorro Grande (RS)
22:00 - Moptop (RJ)
23:00 - Autoramas (RJ)
00:00 - Gossip (UK)
01:00 - Artic Monkeys (UK)
02:00 - Bloc Party (UK)

Claro Q É New Rave, domingo (08/07) [9 bandas]
18:00 – Freak Plasma (SP)
19:00 - Multiplex (SP)
20:00 - Digitaria (MG)
21:00 - Montage (CE)
22:00 - Jumbo Elektro (SP)
23:00 - Bonde do Rolê (PR)
00:00 - CSS (SP)
01:00 - Klaxons (UK)
02:00 - Le Tigre (US)

Fonte: Site do Programa Alto Falante

Escrito por ALYSSON - 10h10
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SERÁ? 1

Do fórum do QOTSA:

Durante o feriado prolongado paulista, aquele da revolução constitucionalista, rola o Claro Q É Rock 2007 - Nas Montanhas (O nome é por causa do local onde vai rolar, em pleno inverno brasileiro, na montanhosa cidade sul - mineira; Poços .."Vulcão Adormecido.." de Caldas - 260Km de SP, 380Km de BH e 440Km do RJ), dentro do estádio municipal, o .."Ronaldão..", pra público entre 5 e 7 mil pessoas. Naquele esquema: um palco em cada lado do campo, sempre tem show, uma vez em cada gol.

Claro Q É Hard Rock, segunda-feira (09/07) [5 bandas]

15:00 - Pilotus (SP)
16:00 - MQN (GO)
17:00 - Forgotten Boys (SP)
18:00 - Wolfmother (AUS)
19:00 - Queens Of The Stone Age (USA)

Escrito por ALYSSON - 10h07
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BRUCUTUS

Stooges retornam crus e estúpidos com "The Weirdness"

A influência dos Stooges para o rock é inversamente proporcional à quantidade de discos vendidos nos anos 60/70, na primeira encarnação da banda. Muito devido à crueza e agressividade de suas músicas. Após mais de 30 anos, engana-se quem imaginava que as arestas seriam lapidadas. "The Weirdness", que acaba de chegar às lojas brasileiras, é tão bruto e direto quanto os seus antecessores.

Este quarto álbum interrompe uma hibernação que durava 34 anos, desde o problemático lançamento de "Raw Power", em 1973. Se na época a banda estava se esfacelando, com Iggy Pop sendo consumido pela heroína, hoje os Stooges voltaram reabilitados -Iggy Pop disse no mês passado ao "New York Times" que seu abuso são duas taças de Bordeaux por dia. Em 1974, os Stooges terminavam uma história que havia começado em 1967 e gerado discos ("Stooges", de 1969, e "Fun House", de 70) e faixas ("1969"; "TV Eye", "I Wanna Be Your Dog") emblemáticas.

Em retrospectiva, entende-se por que os Stooges não vingaram nos anos 60/70 -eram totalmente diferentes do que havia na música pop da época.

Estavam distantes da sofisticação melódica dos Beach Boys, das inovações propostas pelos Beatles, das viagens psicodélicas, das transformações impulsionadas pela contracultura. Os Stooges não entraram no sonho flower power -eram céticos, cínicos e valentões.

"Raw Power" levou ao fim dos Stooges e empurrou Iggy Pop em carreira solo. O vocalista voltou a se reunir com os irmãos Asheton (Scott na bateria) nas gravações de "Skull Ring" (03). Pipocaram convites para um retorno da banda, e o trio voltou aos shows, com Mike Watt no baixo.

"Não tinha mais o que fazer sozinho", disse Iggy, sobre a volta. "Nós conseguimos permanecer numa banda por um bom período em que estávamos por baixo", disse, lembrando o início dos Stooges. "São os únicos caras que conheço."

Para fazer "The Weirdness", contrataram Steve Albini, um produtor conhecido por seu dogmatismo: grava tudo ao vivo, sem mascarar falhas com truques e sem utilizar efeitos.

Se os Stooges já faziam música bruta, aqui o resultado é um rock intencionalmente primário. Mas música primária e bruta é muito mais comum hoje, e sente-se falta no álbum da sensação de urgência das canções, de riffs realmente marcantes.

Sem falar nas letras, quase todas bobas e estúpidas ("Meu pinto está se transformando numa árvore"???). Um bom achado é "My Idea of Fun": áspera sem ser simplória. Como nos velhos tempos.

NETO - Fonte: Folha de São Paulo

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 09h58
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MIOLO

Tae uma das páginas do livro do Zappa, by Allan Sieber:

NETO

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 09h53
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LITERATURA MUSICAL SURREALISTA

Zappa - Detritos Cósmicos - Fábio Massari

Quantos rockstars que você conhece viraram nome de planeta? Bom, não muitos, na verdade apenas um: Frank Zappa, que batizou o planetóide 3834 Zappafrank, localizado no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter. Além de um segundo asteróide, Zappa serviu de inspiração na hora de nomear uma nova espécie de aranha, uma recém-descoberta água viva... As homenagens ao músico, morto há 13 anos, seguem também fora do mundo científico, como este livro-tributo Zappa – Detritos Cósmicos, organizado pelo reverendo Fábio Massari, o maior especialista, deste lado do Equador, no bigodudo de Baltimore.
São 38 colaboradores, entre ilustradores, músicos, jornalistas, quadrinistas, escritores e outros fãs de carteirinha de Zappa, cada um contribuindo com a sua parte: reminiscências históricas, teorias descabidas, lembranças de adolescência, tudo girando em torno da obra e lenda de um dos músicos mais criativos da cultura pop.
André Chistovam volta aos anos 70 e lembra de Zappa ao vivo em Los Angeles, Dagomir Marquezi nos leva por um roteiro à geografia zappiana, Allan Sieber nos lembra das melhores frases e máximas do mestre (“A maioria das pessoas não reconheceria uma boa música nem se ela viesse e as mordesse na bunda”, entre elas), Evandro Mesquita encara um show de Zappa de três horas no Palladium, em Nova York, Rogério Skylab tenta promover o encontro entre Zappa e o compositor erudito Pierre Boulez e a banda-tributo Central Scrutinizer Band lembra do show com Ike Willis (um dos principais colaboradores de Zappa), entre muitas outras homenagens prestadas pelos mais diversos súditos.
Tudo coroado pelas duas entrevistas brasileiras de Zappa, uma dada a José Carlos Nogueira, outra ao próprio Fábio Massari, uma série de artigos sobre Zappa assinados pelo reverendo, além de uma Zappagrafia – misto de discografia, bibliografia e compilação de outros objetos/ troféus/ produtos que fazem parte da mitologia zappiana. Mais que um tributo, Zappa – Detritos Cósmicos mostra que, assim como em sua obra, a influência de Zappa transcende a música – mas nunca deixa de estar ligada a ela, afinal, “música é o melhor”.

O autor:

Nascido em 1964, o paulistano Fábio Massari é formado em Comunicação pela FAAP. Trabalhou a 89 FM durante oito anos, no Programa Rock Report. Na MTV, foi apresentador dos programas Lado B, Mondo Massari e Jornal da MTV, entre outros. Publicou os livros Rumo à Estação Islândia (Conrad) e Emissões Noturnas (Grinta Cultural).

NETO

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 09h48
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FÉDIS

Banda lança CD com cheiro de carne apodrecida

O trio norte-americano de goregrind (uma ramificação do metal) The County Medical Examiners irá lançar o álbum "Olidous Operettas" com aroma de carne em decomposição.
Usando a tecnologia "raspe-e-cheire", uma das faces do CD irá exalar cheiro de carne em fase de putrefação ao ser manuseado. Boatos rolam por aí de que os integrantes da banda seriam médicos legistas e por isso assinam como Dr. Morton Fairbanks (guitarra e vocal), Dr. Guy Radcliff (baixo e vocal) e Dr. Jack Putnam (bateria e vocal).
O vocalista Morton Fairbanks admitiu que sua idéia foi considerada ofensiva demais por várias gravadoras, que por isso se recusaram a lançar o álbum, cujas letras falam de doenças e violência. A procura foi longa, mas valeu a pena: a Sony concordou em usar essa tecnologia para impregnar o CD com o odor de carne podre. "Esse álbum vai feder", completa o cantor. O som deles é bem parecido com Carcass e General Surgery. O site oficial da banda ainda está em construção.

www.thecountymedicalexaminers.com

Fonte: Rock Press

Escrito por ALYSSON - 09h43
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ALIENS CONFEITEIROS

Seita celebra ETs e música eletrônica em Goiás

Uma seita criada há 2 anos no interior de Goiás, na Chapada dos Veadeiros, chama a atenção por adorar discos voadores e música eletrônica. Conforme a Folha de S.Paulo, a Igreja do Trance Divino (ITD) chega a reunir 3 mil pessoas em festas mensais, mas apenas cerca de 10 em reuniões semanais.

Apesar de não adotarem nehuma definição oficial para sua adoração, entende-se que a ITD defende a elevação espiritual pela dança de música trance.

Os fundadores, auto-intitulados "pastor" Veet Prayas, 32 anos, e "profeta" Gauthana, 29 anos, desde então tentam colar o nome da igreja às festas. Os dois dizem levar a coisa a sério. Pedem doações, pois não há dízimo. Conduzem cultos "a qualquer dia, qualquer hora" na casa da "ministra da fé" Kuyana, 42 anos.

Segundo os próprios, os eventos se resumem a "bater os calcanhares no chão" e vivenciar a música. "O importante do trance é a experiência, e não alguma idéia por trás", diz a "ministra", longo decote, taróloga, corte de cabelo estilo recruta.

Tranceísmo
A história começou quando o "pastor" Veet Prayas via o papa João Paulo 2º na TV. Ele julga ter ouvido o pontífice balbuciar "Juju é Jha", o que viu como senha para o nascimento da ITD. "Juju é Jesus, que desceu da cruz e foi bombar. Não tem nada a ver cultuar a imagem de sofrimento, de alguém pregado na cruz", diz Prayas.

A ITD seria um vértice do tranceísmo, religião em que as batidas do trance estimulariam o DNA e o movimento da dança levariam ao estado de "mente vazia". O nirvana seria atingido nas raves.

Depois do "anúncio" de João Paulo 2º, veio a confirmação: Gauthana achou uma moeda de 1937 num copo onde bebia catuaba. Jogou longe a relíquia, mas voltou a achá-la no mesmo lugar depois de mais uma dose.

Fonte: Laboratório P.

Escrito por ALYSSON - 09h02
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REC

Metallica começa gravação de seu nono álbum nos arredores de Los Angeles

O Metallica finalmente iniciou a gravação de seu nono álbum de estúdio. E será a primeira vez que o grupo não grava em San Francisco desde o Black Album, de 1991.

"A banda já está gravando seu novo álbum em um estúdio nos arredores de Los Angeles", informou nota oficial do conjunto. "Os últimos dias foram dedicados a ajustes dos equipamentos dos músicos. O botão vermelho foi apertado e a espera (pelo novo CD) começou."

O Metallica deve gravar 14 músicas para o novo álbum e, ao contrário do tulmutuadíssimo processo de gravação do último disco, St. Anger (2003), o clima agora é de absoluta calmaria. "Nós quatro nos encontramos, nos divertimos muito. Não há nenhum psiquiatra ou equipes de filmagens por lá (como visto no filme Some Kind Of Monster), apenas os músicos, exatamente como era antes", garantiu o baterista Lars Ulrich, em entrevista a uma rádio nova-iorquina, na semana passada. "O ambiente está mais maduro agora. Tudo aquilo visto no St. Anger parece coisa de um filme antigo agora."

O Metallica ficará em estúdio até junho, quando interrompe as gravações para fazer uma turnê pelos festivais de verão da Europa. Retorna pra Califórnia e pretende terminar tudo até agosto. O lançamento do álbum deve acontecer apenas no início de 2008.

A foto acima é do primeiro dia de gravacão do novo álbum, na semana passada.

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 08h56
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INSANO

Queens of the Stone Age acelera o rock em novo CD

O novo disco do grupo americano Queens of the Stone Age, Era Vulgaris, que chega às lojas em junho, será mais rápido que os anteriores e com pitadas de psicodelia.
De acordo com a revista Billboard, músicas como Sick, Sick, Sick e Battery Acid têm guitarras poderosas, enquanto Suture Up Your Future arrisca experimentações.
Novamente sob o comando do vocalista e guitarrista Josh Homme, Era Vulgaris chega ás lojas dois anos depois de Lullabies to Paralyze, álbum que vendeu mais de 342 mil cópias apenas nos Estados Unidos.

NETO - Fonte: Terra

Escrito por ALYSSON - 08h53
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APERITIVO

Já estão na web vídeos de show do Heaven And Hell da última terça-feira

Já caiu na rede uma série de vídeos do show realizado pelo Heaven And Hell na última terça-feira, dia 13 de março, na cidade de Alberta, Canadá. Os vídeos disponíveis são para as músicas  Mob Rules, After All (The Dead), Children Of The Sea, Ear In The Wall, The Sign Of The Southern Cross, The Devil Cried, Neon Knights e Lonely Is The Word.

O Heaven And Hell é um projeto que reúne uma das formações clássicas do Black Sabbath, com Ronnie James Dio (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Vinny Appice (bateria). Alguns shows da atual turnê pelo Canadá estão sendo filmados e especula-se que a banda lançará um DVD ao vivo no segundo semestre deste ano.

Confira na próxima edição da Rock Brigade uma entrevista exclusiva com todos os quatro integrantes do Heaven And Hell contando todos os bastidores da criação desse projeto com a formação clássica do Black Sabbath.

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 08h51
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RIBER ROCK CITY

 

Escrito por ALYSSON - 11h24
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MAIS ON THE ROAD

Tae o manuscrito original do On the Road, datilografado em papel de rolo. Diz a lenda, que o Kerouac começava a escrever e não parava mais, nem pra trocar as folhas de papel. Escreveu o livro em poucos dias, no gás, espontaneamente.

Pra quem não sabe, sem On the Road, Bob Dylan não seria Dylan, o Doors não seria Doors e por ae vai.

Escrito por ALYSSON - 11h22
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A COLMÉIA RECOMENDA!

ON THE ROAD - JACK KEROUAC (1957)

Poucos livros tiveram o impacto e a importância que On The Road, de Jack Kerouac, publicado em 1957, teve ao retratar a geração que surgia nos pós-guerra americano: os beatniks. No auge do "american way of life", que estava sendo importado para o mundo todo, uns garotos americanos - leitores de Céline, Kafka, William Carlos Williams e, principalmente, Walt Whitman - saíram, em busca de sua individualidade e de uma América que estava se perdendo na história.
É impressionante que esta busca da individualidade perdida - e tudo que isso implica: sexo livre, drogas e muito jazz - no fundo tenha tido como por objetivo a busca de um País que estava se perdendo. No fundo, creio que os famosos libertários beatniks nostálgicos da época em que Whitman saía pelas ruas escrevendo sobre as pessoas que vira, conhecera e sobre si mesmo. Na época que a América era mais ingênua e genuína.
Porém, a ingenuidade havia partido e os EUA estavam entrando no ápice de um frenético consumismo que, por fim, tomaria conta do País. Os baby-boomers nasciam com a TV na frente da cara, o mundo estava encaretando e tudo começava a ficar chato. Neste cenário cômodo os beatniks eram os deslocados. Hipsters. Gente como Kerouac, Ginsberg, Ferlinghetti, Burroughs, Soloman, Corso, o mito Neal Cassady e tantos outros como os poetas marginais paulistas: Roberto Piva, Cláudio Willer e Jorge Mautner. Homo e bissexuais, drogados, amantes de um estilo de vida que o "american way of life" não conseguiria comportar. Talvez seja neste ponto que alguns caras (como Kerouac) tenham encontrado a "saída" no zen-budismo enquanto outros (como Ginsberg) chegaram no LSD, em busca de experiências humanas e estéticas autênticas e profundas.
On The Road não é um romance que revoluciona a linguagem, e nem é esse seu intuito. A grande sacada é o modo como ele é escrito, datilografado. Como criticou Truman Capote. É tudo isso e mais um pouco o que o faz ter vida. Parece que Kerouac sentou a frente de sua máquina ouvindo Miles Davis e começou a escrever da mesma forma que Miles tocava. Frases longas, improvisadas, sem pontuação. Ele não podia cortar as frases, se as cortasse, jorraria sangue.
O livro retrata quatro grandes viagens que Kerouac fez procurando a verdadeira América. Logo no começo somos apresentados a Dean Moriarty, guru da geração beat. Rebelde louco anarquista amante da vida preso várias vezes porra louca mor. Encantou a todos. O livro conta as aventuras destes dois amigos e de tantas pessoas que eles encontraram no caminho pelas estradas da América. Estradas que até o tradutor brasileiro, Eduardo Bueno (o Peninha) percorreu ouvindo Bob Dylan. Não há como não se apaixonar por Dean Moriarty, como não querer conhecer pessoas como ele, simplesmente para escrever sobre.
O mais impressionante é a vitalidade da literatura aliada à vontade de viver e de estar na estrada, em movimento. Por mais que, para os desavisados, a literatura de Kerouac seja descuidada, cada pequena palavra que se desenha em cada frase retrata um pouco da geração na qual ele, mesmo não querendo, tornou-se seu guru. É um modo de viver e de escrever que se baseava no movimento, no não estagnar-se, no buscar algo novo sempre, mesmo não sabendo exatamente o que se está procurando. Simplesmente indo.
Estávamos maravilhados, deixávamos a confusão e o absurdo para trás, e executávamos a única função nobre de nossa época: manter-se em movimento. E nos movíamos. Jack Kerouac lançou muitos outros livros, como Os Subterrâneos, The Dharma Bums e The Town and The City, que não foram tão bem aceitos pela crítica. Diziam que sua prosa jazzística estava se tornando uma fórmula. Amargurado, o escritor morreu alcoólatra e com raiva de todos.
Se você é jovem e ainda não leu este livro, está perdendo seu tempo, mas ainda há como recuperar, a não ser que você prefira ficar estudando para o vestibular, ou tentando passar naquela matéria idiota da faculdade ou simplesmente esteja vivendo cada dia a espera do próximo, um morto-vivo flutuando entre pares. On The Road é uma experiência literária e humana. Quando terminei de lê-lo, deitado na rede de casa, simplesmente fechei-o e saí por aí andando pela cidade. Não dá pra ficar parado. Talvez o livro não tenha inventado uma geração, mas, com certeza, reinventa cada um que o lê.

Fonte: Scream & Yell / Escrito por: Leonardo Barbosa Rossato

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 11h14
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A COLMÉIA RECOMENDA!

VZYADOQ MOE

Origem: Sorocaba - SP

O Vzyadoq Moe foi uma banda muito peculiar, a começar pelo seu nome que nada significa a não ser um sorteio de letras, seguindo a receita de Tristán Tzara para se fazer um poema dadaísta. Na realidade o sorteio de letras deu Vzyadoq Mof, devidamente corrigido pela banda. O significado era: 'O primitivismo, o começar do zero, o novo em nossa arte'.
As influências iniciais, que moldaram a música do Vzyadoq Moe, vieram do cinema expressionista alemão, da poesia de Augusto dos Anjos e dos livros de Clarisse Lispector, que definem toda a teatralidade do som e das apresentações da banda. Havia também o Heavy Metal, a poesia e o lirismo de Nelson do Cavaquinho, junto com o turbilhão musical dos anos 80 onde o rock domina a tecnologia e expande suas fronteiras através de fusões com a música africana, jamaicana, indiana, entre outras. O punk atinge o mainstream musical e a banda leva ao termo o lema do movimento “Faça você mesmo”. A música na época é item secundário na equação do Vzyadoq Moe, pois a proposta inicial da banda é a de romper os paradigmas do pop mundial arrebatando o cetro de Londres.
Iniciam os ensaios na garagem do baterista Peroba. A falta de dinheiro proporcionou o inusitado set de percussão onde latas de óleo, caixas de papelão de eletrodomésticos, chapas de zinco de ferro-velho formam uma sonoridade particular, muitas vezes confundida com a música industrial dos anos oitenta. A falta de prática instrumental foi substituída inicialmente por muita criatividade em abordagens não tradicionais da famosa tríade do rock: baixo, guitarra e bateria.
Em 1987 começam a gravar seu primeiro LP (sim na época o CD estava engatinhando) nos estúdios Eldorado no centro de São Paulo, pela Wop Bop Discos com a produção de José Augusto Lemos, o Scot. O resultado é o primeiro disco do Vzyadoq Moe chamado “O Ápice”, lançado em março de 1988.
O disco recebe destaque na imprensa saindo até em matéria na revista californiana Spin de junho de 1989, assinada pelo jornalista Biron Coley. Foi destaque também nos cadernos de cultura dos principais jornais e revistas do país.
Em meados de 1989, devido a compromissos estudantis do guitarrista Jacksan que sai da banda, entra o Fernandão acrescentando a sua formação bastante ligada ao blues para a sonoridade do Vzyadoq Moe. Inicia-se uma nova fase com músicas que misturavam o samba, o rock e o próprio blues.
Neste ano gravam sua participação no disco tributo ao mutante Arnaldo Baptista, “Sanguinho Novo”, lançado pela Gravadora Eldorado com a produção de Carlos Eduardo Miranda e Alex Antunes.
Em 1990, o New Music Seminar de Nova Iorque, convida a banda para show no Cat Club em Manhattan. Por falta de dinheiro a banda foi abrigada a recusar o convite. Para compensar a frustração o Vzyadoq Moe volta para o estúdio SoftSynch e com produção própria e a engenharia de som de RH Jackson grava os seus cinco maiores hits dessa época.
Parando um ano para recompor as baterias em 1992. A banda volta em 1993 como um quarteto com Fausto, Acabado, Degas e Peroba e um som de muita força e energia, onde abandonam o samba agregando elementos de speedy metal a já característica sonoridade do grupo.
Mais maduros e melhores músicos, depois de anos de estrada, o Vzyadoq Moe grava com produção própria duas músicas no estúdio Big Bang no bairro de Pinheiros em São Paulo, capital.
No segundo semestre de 1993 realizam seu primeiro videoclipe “Rompantes de Fúria”, com produção da Digital Group e direção de Sérgio Martinelli e Gilberto Caserta, chegam assim a MTV.
Tocam a maior parte do tempo na capital São Paulo, onde a maioria da banda se mudou por motivos profissionais. A dissonância sai das músicas e atinge o grupo, que encerra suas atividades.
Em 1999, na ocasião do lançamento de uma rádio on-line, é lançado informalmente o CD “Hard Macumba”, com material gravado e ainda não publicado e mais algumas faixas do show realizado em 1991 no Aeroanta em São Paulo.
Em 2001, a Gorila Records relançou em CD “O Ápice”, em edição que se esgotou rapidamente.
Muitos hits se perderam no tempo por falta de registro: “Ele está só”; “O duo e seus dons”; “Seu puro ouro, vi”; entre tantos outros, que estão na memória daqueles que puderam ver e ouvir o som inovador e único da banda.

Ouça aqui: http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=4771

Escrito por ALYSSON - 11h06
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CAPITÃO PRESENÇA

NETO

Escrito por ALYSSON - 08h43
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"O" MUTANTE

Entrevista recente com o mutante Sergio Dias:

www.rockpress.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=1371

Escrito por ALYSSON - 08h39
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F******!!!!!!!!!!

Sepultura está confirmado para a 9ª expedição do Roça 'n' Roll

É com muito prazer que a Cangaço's Produções Artítiscas, realizadora e idealizadora do Roça 'n' Roll, oficializa a tão comentada e esperada apresentação do Sepultura na 9ª expedição do Roça 'n' Roll que vai rolar no dia 26 de maio na Fazenda Estrela, em Varginha Rock City.

Fato este que só foi possível devido ao crescimento da cena underground no sul de Minas em geral, e ao número cada vez maior do público no Roça 'n' Roll, que é hoje o maior evento do Estado de Minas e um dos mais respeitáveis festivais do País.

Esta é a primeira vez que o Sepultura se apresenta no sul de Minas, desde a sua formação em 1985, criada pelos irmãos Max Cavalera e Iggor Cavalera, juntamente com amigos Paulo Jr. e Jairo Guedez em Belo Horizonte. Com influências diversificadas como quase nenhuma outra banda da cena, que vai desde o black e death metal, passando pelo thrash metal, até inspirações externas ao metal, como hardcore, música tribal africana e japonesa, música indígena, entre outros diversos estilos musicais.

Em 1986, Jairo Guedez se afasta da banda, dando lugar a Andreas Kisser que está na banda até hoje juntamente com o americano Derrick Green como vocalista, o baixista Paulo Jr. e o baterista Jean Dolabella ocupando a vaga deixada recentemente por Iggor Cavalera, que após a sua saída, surgiram rumores de uma possível volta com declarações marcantes de seu irmão Max Cavalera na imprensa. Mais tarde Andreas Kisser desmente essse boatos.

O Sepultura é considerada a banda brasileira de maior repercussão no mundo, à frente de outras como Angra, Krisiun, Tuatha de Danann e Torture Squad.

Na 9ª expedição do Roça 'n' Roll, que acontece no dia 26 de maio, o Sepultura divide o palco com outras 17 grandes bandas, entre elas:

- Harlequim (Brasília / DF), que também disputa uma vaga no Wacken Metal Battle na seletiva de Salvador;
- Poison God (Colatina / ES)
- Pleiades (Belo Horizonte / MG)
- Foxtrott (Pouso Alegre / MG)
- Imago Mortis (Rio de Janeiro / RJ)
- Statik Majik (Rio de Janeiro / RJ)
- Exxotica (São Paulo / SP)
entre outros que serão anunciados aos poucos pelo portal www.rocainroll.com. Mas, "O cast está fechado, e este ano estaremos fazendo o melhor Roça de todos os tempos... aqui o bicho vai pegar..." garante Bruno Maia, idealizador e organizador do projeto.

Agora é só aguardar o grande dia.

Fonte: Portal Roça n' Roll

Escrito por ALYSSON - 11h15
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ImI

Dio diz que Heaven And Hell é "continuação" do Black Sabbath clássico

A criação do projeto Heaven And Hell é como uma continuação do Black Sabbath da formação clássica com Ronnie James Dio (foto) no vocal. Foi o que garantiu o próprio Dio, em entrevista publicada pelo site Sun Media, dos Estados Unidos.

"É como se nunca tivéssemos parado. Quando você trabalha com pessoas que são muito boas, que são profissionais diferenciados, o resultado no final do dia vai ser sempre muito bom", garantiu ele. "Nós fazemos bobagens, cometemos erros, mas a diferença é que hoje em dia nós rimos da cara um do outro, ficamos apontando uns para os outros e dando gargalhadas como se fôssemos crianças."

"Queríamos fazer uma abordagem mais refrescante do que era e, não importa o que façamos, será sempre Black Sabbath. Mesmo que a banda se chamasse Barney's Beanary, os shows seriam anunciados como 'O Novo Black Sabbath' ou algo assim. Eu não ligo para o nome, quero apenas fazer o mesmo grande sow que fazíamos antes", defende Dio. "É uma questão de fazer o que fazemos e deixar um legado para a música. Não é como na turnê do Dehumanizer, em que estava tudo desabando. Agora, tudo foi muito bem planejado."

Uma gigantesca entrevista completa, fantástica e exclusiva com todos os músicos do Haeven And Hell – Dio, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice – está na edição de abril da revista Rock Brigade, que está atrasada por problemas técnicos, mas que será lançada nos próximos dias.

NETO

Escrito por ALYSSON - 08h47
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CAOS FUTURISTA

'Mad Max' voltará às telas, mas sem Mel Gibson
 
O diretor da série Mad Max, o australiano George Miller, pretende voltar a levar às telas o herói, desta vez será sem seu intérprete original, Mel Gibson, que ele acha muito velho para o papel.
"Não será Mel. Ele tinha 21 anos quando fez o primeiro filme. Agora está muito mais velho e sua paixão é dirigir filmes", disse Miller, citado pela agência australiana AAP.
Miller acaba de receber o Oscar de melhor animação, por seu filme Happy Feet-O Pingüim. Ele ainda não decidiu quem substituirá Gibson no papel.
O novo Max Rockatansky será um ator jovem, com potencial para ser um astro, disse o cineasta, sem citar possíveis candidatos. "Tenho vários projetos em mente, um de animação, mas quero fazer outro Mad Max e me envolver de corpo e alma no projeto", disse o diretor.

NETO - Fonte: Terra

Escrito por ALYSSON - 08h45
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SUPERGRASS

Pra quem ainda não conhece o Capitão Presença, trata-se deste cara ae debaixo:

Pra saber mais, acessem o blog do seu criador: www.gardenal.org/mauhumor

Escrito por ALYSSON - 14h12
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PROS FRANQUEADOS

Escrito por ALYSSON - 08h08
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OBSERVANDO BALEIAS

Courtney Love deixa clínica de reabilitação sem pagar

A cantora Courtney Love, 42, viúva de Kurt Cobain, foi denunciada por um luxuoso centro de reabilitação norte-americano por não ter pago uma conta de US$ 180 mil após um tratamento de desintoxicação, que realizou em 2005.
O Beau Monde Center, que oferece a seus clientes - a maioria celebridades - massagens, pratos refinados e até a possibilidade de observar baleias, denunciou a cantora, alegando ter recebido dela apenas US$ 10 mil.
Em várias entrevistas concedidas recentemente, a viúva Kurt Cobain tem falado sobre o tempo que passou no Beau Monde, localizado na praia de Newport.
O Beau Monde recusou-se a comentar o caso com a agência Reuters, citando seu compromisso de confidencialidade.
O advogado de Love, por sua vez, Howard Weitzman, disse ao jornal "Los Angeles Times" que o centro e sua cliente divergem sobre o montante da dívida, mas que o problema deve ser resolvido em breve.

Neto - Fonte: Folha on Line

Escrito por ALYSSON - 08h07
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SET LIST - CIDADE ROCK - 11/03/2007

1º BLOCO - HOMENAGEM ÀS MULHERES

01 - Jefferson Airplane - Somebody to Love
02 - Janis Joplin - Down on Me
03 - Demolition Doll Rods - Move to the Music
04 - Hole - Celebrity Skin
05 - PJ Harvey - This is Love

2º BLOCO

06 - Marcelo Nova – Quando Eu Morri (ao vivo)
07 - BillyGoat - Amor (Secos e Molhados Cover)
08 - Tianastácia - Viradão na Feira Hippie
09 - Rockz - Colorbar (Momento Beerock)
10 - Plebe Rude - Dançando no Vazio

3º BLOCO

11 - Iron Maiden - Flash of the Blade
12 - Street Bulldogs - Cant’t Hear you Call my Name (ao vivo)
13 - Danzig - Brand New God
14 - Anti Nowhere League - So What
15 - Death -  1.000 Eyes

Link do Rockz: www.rockz.com.br

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h05
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Marcelo Nova - O Galope do Tempo (2005)

Segue resenha escrita pelo Marcelo Costa do E-zine Scream & Yell em 2005:

O Galope do Tempo "é um disco autobiográfico e existencialista. Começa no útero e acaba no cemitério". A definição é do próprio Marcelo Nova, em entrevista, cerca de um ano e meio atrás, quando o roqueiro se preparava para lançar um DVD ao vivo do Camisa de Vênus, e começou a maturar este que é apenas seu quarto disco solo totalmente de inéditas em vinte e cinco anos de carreira.

Solo, Marcelo Nova lançou o mediano Marcelo Nova & Envergadura Moral (1988), o excelente (e acústico) Blackout (1991) e o ótimo Sessão Sem Fim (1994), além do clássico A Panela do Diabo (1989), dividido meio a meio com Raul Seixas. O Galope do Tempo iguala o trabalho com Raul, e supera qualquer outro disco que Nova tenha gravado em toda a sua história, batendo qualquer um dos discos do Camisa de Vênus, inclusive.

Cincoentão, Nova precisou esperar o tempo certo para parir O Galope do Tempo. "Esse é um disco que diz respeito ao tempo e a minha passagem através dele. Custou-me 13 anos desse tempo precioso para concluí-lo em meio a essa jornada mortal do útero ao caixão". Assim o roqueiro descreve o álbum no encarte do CD, e as 16 músicas honram as viradas que os ponteiros do relógio deram em todos estes anos. O Galope do Tempo, com todas as músicas e letras assinadas por Marcelo, é um registro de vida e também um tremendo álbum de rock and roll.

Nova sabe que por mais que as bandinhas de moleques tentem inovar, o rock é algo extremamente básico. Uma guitarra, um baixo e uma bateria resolvem a história. Até vale recorrer a um arranjo de violoncelo para dar um charme, mas nada tira a urgência de uma canção do que uma boa melodia... e uma boa letra. Tematicamente, O Galope do Tempo é o grande momento do Marcelo Nova escritor, um cara que já pediu dinheiro para Deus (Deus Me Dê Grana), já descreveu a destruição do sonho da classe média via indústria automobilística (Simca Chambord), e já elogiou todas as Silvias do mundo carinhosamente em uma canção.

Neste disco, Marcelo Nova parte do nascimento (Fecundado, canção que abre o álbum) em direção ao caixão (A Canção da Morte, música que fecha o disco e é um reencontro do músico com seu pai). Entre as duas, melodias densas convivem lado a lado com esporros roqueiros. Um bom exemplo dos dois vértices é a letra da faixa título, que ganha uma versão pesada logo no início do álbum, e depois reaparece em arranjo voz e violoncelo no final do disco, apelidada de O Sonho. "Sinto raiva do tempo, mas adoro esse vento que ele insiste em soprar", canta Marcelo nas duas letras.

O violoncelo carrega ainda a bela Um Passo Pra Frente, Dois Pra Trás ("Alguém perdeu a hora / Horas não param de passar"), a sublime Angel ("Sempre foi tão difícil esconder / Tudo o que eu não sabia / Não deixar a mão esquerda saber direito / O que a direita fazia") e a acelerada Poeira No Chão, um atestado de realidade em três acordes: "Qual a importância se foi sonho ou foi real / Quando estivermos mortos será tudo tão igual / O tempo ri, o tempo passa, o tempo vai, o tempo esquece / E o vento ao seu redor é só o que permanece / Um dia todos vamos ser apenas poeira no chão".

Porém, se nos blues e baladas Marcelo mostra continuar afiado, os grandes momentos do disco são mesmo os rocks porretas. A deliciosa Outubro de 65 atualiza Simca Chambord com humor, sarcasmo e fina ironia ("Pela manhã minha mãe virava a chave mas o DKV não queria pegar / Meu pai mexia no motor e no platinado que acabou de trocar / Na traseira, um plástico grudado com a bandeira do Brasil / Era Outubro de 65, Minutos antes do ano 2000 // Domingo, o sol pela janela derretia a minha preguiça / Só que pra chegar na praia, tinha antes que ir à missa / Então pegava a minha revista e entrava no banheiro / Meia hora apreciando Raquel Welch de corpo inteiro // O jantar era na casa do vô, que me abraçava e contava histórias / Fazia mágica, estalava os dedos, no rádio o Bahia dava no Vitória / Então logo eu ia dormir, meus discos e desejos espalhados no chão / Sonhava com uma namorada e beijava o travesseiro na escuridão).

Na mesma linha, Ninguém Vai Sair Vivo Daqui paga tributo para Aldous Huxley enquanto O Deus de Deus sarreia um Deus que foi abandonado pelo seu superior ("Então, Deus perguntou ao seu Deus / Se ele abençoaria esse mundo / E só obteve como resposta um silêncio profundo"). Entre as porradas, destaque ainda para Algumas Vezes e a cruel Fim de Festa ("Ás vezes não é bom lembrar / De algumas escolhas que fiz / O fantasma das decisões erradas / Sempre fez pouco de tudo o que eu quis"). Mas o grande momento do álbum, e quiçá da carreira de Marcelo Nova, surgiu de audições ininterruptas de Bob Dylan.

"Eu estava ouvindo o Time Out Of Mind, e traduzindo as letras. Eu nunca fiz inglês, sempre fui eu e o dicionário, e acho isso legal porque você acaba descobrindo a letra, uma relação muito mais pessoal. É algo especial. Mas eu estava lá ouvindo o disco, e tem uma música, Tryn' To Get To Heaven, em que o Dylan diz que está tentando entrar no céu antes que fechem a porta. E eu fiquei dias pensando nisso até concluir: eu não quero entrar no céu. Daí surgiu A Balada do Perdedor". O diálogo acima está sendo transcrito de memória, de um show que Marcelo Nova fez no teatro do Sesc Consolação, em 2004, apresentando a canção, inédita naquela época. E A Balada do Perdedor é exatamente isso, as memórias de um cara que está às portas do paraíso, mas sem nenhuma vontade de entrar.

Se me pedissem como exemplo uma letra de música para explicar o que é o rock and roll, eu usaria A Balada do Perdedor. Quer coisa mais rock do que um lugar cheio de mulheres bonitas, mas o cara está mais preocupado com o isqueiro que não funciona? Mas isso é apenas rock and roll, baby. O Galope do Tempo, mais do que qualquer outra coisa, é o disco de uma vida, a de Marcelo Nova, um cara que já fugiu de fãs como os Beatles em A Hard Days Night, já teve músicas gravadas por Eric Burdon, e um dia escreveu, genialmente: "E como está tudo acabado / Deite aqui do meu lado / Eu vi o futuro, baby, e ele é passado".

Baixa ae: http://d.turboupload.com/d/316955/2006_-_Galope_do_Tempo.zip.html

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 09h57
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OLD SCHOOL

Megadeth detalha novo álbum

Quase três anos depois de The System Has Failed, de 2004, o Megadeth anuncia o lançamento do 11º álbum de sua carreira, intitulado United Abominations.
O novo CD sai no dia 15 de maio nos Estados Unidos e marca o primeiro lançamento pela nova gravadora da banda liderada por Dave Mustaine, a Roadrunner Records. Na empreitada os companheiros de Mustaine, único membro original do Megadeth, são o guitarrista Glen Drover, o baterista Shawn Drover e o baixista James Lomenzo.
As expectativas de Mustaine para United Abominations são grandes: "o metal está novamente precisando de um álbum da velha escola realmente bom, e eu acredito que fiz isso", declarou o cantor e guitarrista no release enviado para a imprensa.
Em 2002, o Megadeth declarou que estava chegando ao fim por problemas de saúde de Mustaine, que o impediam de continuar tocando. Mas a banda retornou em 2004 com o elogiado The System Has Failed.
Formado em 1983, logo após Mustaine ser demitido do Metallica por problemas recorrentes de abuso de álcool, o Megadeth inicia uma turnê no próximo final de semana com o Heaven & Hell, a versão do Black Sabbath que está excursionando com Ronnie James Dio nos vocais.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 09h47
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FOI TARDE

Capitão América é assassinado nos quadrinhos

Não é todo dia que um símbolo nacional morre. Por isso, o assassinato do Capitão América na edição 25 da sua série, lançada nos EUA na semana passada, foi praticamente a notícia do dia para toda a mídia norte-americana.
A morte nos quadrinhos chegou a ofuscar notícias do mundo real, como o julgamento de Lewis Libby, assessor do vice-presidente acusado de mentir ao FBI em caso de segurança nacional.
A ótima campanha de assessoria de imprensa da Marvel fez com que jornais de quarta-feira – dia de lançamento de Captain America 25 - já trouxessem a manchete da morte na capa. A partir daí, a notícia se espalhou por redes de TV, pela Internet e pelo mundo.
A primeira conseqüência, obviamente, foi o esgotamento da revista. Donos de comic shops reclamaram à Marvel que não tinham sido avisados que a edição seria especial, e por isso não tinham cópias suficientes em estoque. Mas pararam de reclamar quando registraram, segundo o site ICV2, recordes de público em suas lojas, comprando vários tipos de quadrinhos. Além disso, a revista terá uma segunda impressão, que chega às lojas no fim do mês.
Em sua coluna no site Newsarama, o editor-chefe da Marvel Joe Quesada falou que a morte do Capitão foi arquitetada há um ano e meio, na reunião de criadores que definiu Civil War e todo o futuro do Universo Marvel.
Quanto à insistente dúvida sobre a "realidade" da morte – afinal, todo fã conhece o ditado "nos quadrinhos de super-heróis, quem é morto sempre reaparece" – Quesada respondeu: "Cara, não sei como responder essa pergunta. Eu não sei? O que eu posso dizer é que alguém vai substitui-lo, pois o Universo Marvel não funciona sem um Capitão América".
O escritor da edição, Ed Brubaker, disse em seu blog que teve um dos dias mais agitados da sua vida, dando entrevistas para várias rádios, numa maratona jornalística que seguirá pelos próximos dias.
"O mais estranho foi quando saí da cabine de entrevistas da National Public Radio, e vi que uns funcionários tinham ido à comic shop mais próxima e compraram cópias da edição para eu autografar. Foi fantástico. O que não foi fantástico: o número de pessoas que me chamou de idiota e disse que eu era muito ruim e que devia ser despedido etc. etc. etc. Nenhuma ameaça de morte ainda, mas estou cruzando os dedos", comentou Brubaker.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 09h45
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VELHA GUARDA

Ira! comemora 25 anos de carreira com novo CD

O Ira!, comemorando 25 anos de atividades, está lançando um novo álbum, chamado “Invisível DJ”.
Esse novo trabalho traz uma parceria de Edgard Scandurra com Arnaldo Antunes e composições de Walter Franco e Rodrigo Koala.
É de Koala, vocalista do Hateen, a música “Eu Vou Tentar”, escolhida para ser o primeiro single desse novo trabalho.

Fonte: Dynamite

Escrito por ALYSSON - 09h40
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"O" DISCO


"Sgt. Peppers" é eleito disco essencial dos últimos 50 anos. Concorda?

A Associação Nacional de Produtores de Discos dos EUA elaborou uma lista com os 200 álbuns essenciais dos últimos 50 anos. Em primeiro lugar ficou "Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band", dos Beatles, disco de 1967. A banda de Liverpool emplacou ainda outros quatro trabalhos.
"A lista não é apenas sobre vendas, é sobre a paixão que os compradores de música mostraram por esses títulos e o potencial dos álbuns em manterem sua popularidade atualmente com os novos públicos", explicou Jim Donio, presidente da associação. A lista destaca artistas consagrados como Pink Floyd, Michael Jackson, Led Zeppelin, U2, Rolling Stones e Nirvana.
"Sgt. Peppers" é eleito o disco mais essencial dos últimos 50 anos. Você concorda?

NETO - Fonte: Uol

Escrito por ALYSSON - 10h08
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BOTA PRA F***

Camisa de Vênus anuncia volta e turnê pelo Brasil

Com esta simpática montagem, postada em seu blog oficial, o Camisa de Vênus anunciou hoje sua volta aos palcos. Com os reforços de Luiz Carlini na guitarra e Denis Mendes na bateria, a banda capitaneada por Marcelo Nova dá partida a uma turnê nacional no fim de abril, quando toca no palco principal do Festival da Cerveja de Divinópolis, em Minas Gerais. Tocam também Pitty, Engenheiros do Hawaii, Capital Inicial, Roupa Nova, Marcelo D2, Inimigos da HP e Rapazolla.
A banda promete divulgar novas datas em breve no www.camisadevenus.net.

NETO - Fonte: Bizz

Escrito por ALYSSON - 10h06
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DUAS EM UMA

Guns N'Roses fará três apresentações no Brasil, no mês de maio

O grupo Guns N'Roses voltará mais uma vez ao Brasil para um turnê brasileira no mês de maio com shows nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Por enquanto, a única data confirmada foi a dos gaúchos: 15 de maio, no Estádio do Gigantinho, de Porto Alegre.
Nos próximos dias, deverão ser informados, pela produtora que está trazendo a banda de hard rock, os locais e as datas nas outras duas cidades e, possivelmente, os valores dos ingressos.
O Guns N'Roses vem pela quarta vez ao país, sendo que as outras três foram em ocasião do Rock In Rio II (1991), de sua turnê mundial (1992) e do Rock In Rio III (2001).
No mês de abril, os ex-companheiros de Axl Rose - Slash, Duff McKagan e Matt Sorum - desembarcam no país com o grupo Velvet Revolver para shows no Rio de Janeiro e para a abertura da apresentação do Aerosmith em São Paulo.

Revoltados com atraso de CD, fãs tiram site do ar
 
Os constantes atrasos no lançamento do álbum Chinese Democracy já causam revolta entre os admiradores do Guns n' Roses. O fã-clube virtual GNRonline, por exemplo, decidiu encerrar suas atividades em protesto.
A atitude foi tomada depois de a banda confirmar a chegada o CD às lojas em 6 de março - data que foi desmentida pela gravadora dos artistas, alguns dias depois.
Os fãs colocaram uma mensagem no ar explicando o fim do site. Eles consideram que o Guns não teve "respeito", "clareza" e "lealdade".
"Ainda queremos acreditar em Axl Rose e em seu disco. E realmente esperamos que Chinese Democracy seja lançado antes de fevereiro de 2008", disseram os fãs, deixando isso como condição para uma possível reabertura da página.

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 10h03
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PAGO PAU

HILDA HILST - 1930 - 2004

Algumas mulheres são capazes de coisas incríveis.

Site oficial: www.angelfire.com/ri/casadosol/hhilst.html

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 15h23
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HOMENAGEM ÀS MULHERES

Elas falam demais
Mas têm o que a gente quer

E elas torram nosso saco
E fingem que não ligam
Mas têm o que a gente quer

Elas sabem ser chatas quando querem
Mas têm o que a gente quer

A gente faz papel de besta
Porque elas têm o que a gente quer

E a gente cai na lama e come grama
Porque elas têm o que a gente quer

Elas fazem com a gente o que elas querem
Porque elas têm o que a gente quer

A gente briga na rua
Porque elas têm o que a gente quer

E a gente larga a bebida (Não!!)
Porque elas têm o que a gente quer

Até mesmo a boêmia a gente deixa
Por que elas têm o que a gente quer

Pode até ser gordinha
Mas tem o que a gente quer

Banguela, fedida, fodida
Mas têm o que a gente quer

Apesar dos defeitos, todas elas,
têm o que a gente quer

Elas põem chifres na nossa testa
Mas nós temos o que elas querem

Elas chutam nosso saco e fingem que não ligam
Mas nós temos o que elas querem

Por mais formais ou feministas que pareçam
Nós é que temos o que elas querem

E o que é que elas querem?

PAULÃO (VELHAS VIRGENS)

A música acima foi editada para se evitar a censura. Parabéns mulherada.

Escrito por ALYSSON - 10h38
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DOIDEIRA HI-TECH

Nine Inch Nails inventa jogo apocalíptico para divulgar novo disco

Para promover o CD Year Zero, que sai nos EUA em 17 de abril, a banda estadunidense Nine Inch Nails criou uma campanha viral que está mobilizando fãs através da Internet. É uma espécie de jogo que prevê o futuro mundial - um possível aumento da opressão do governo dos Estados Unidos, uma conspiração envolvendo drogas que controlam a mente, a Igreja tomando controle do Estado e uma presença divina descendo dos céus para transformar a humanidade.
Websites, números de telefone, camisetas da turnê e até cartões de memória USB deixados nos banheiros dos locais onde a banda toca fazem parte do jogo.
Tudo começou com a camiseta utilizada pela equipe da última turnê, que, em código, trazia a frase "i am trying to believe" ("estou tentando acreditar"). A frase, algum fã descobriu, é um site que fala da droga Parepin, que estaria sendo colocada nos reservatórios de água de grandes cidades estadunidenses para proteger os cidadãos de ataques bioterroristas.
A partir daí começam a surgir pistas que levam a outros sites, a partir dos quais começa a se montar uma história: em 2022 a humanidade terá renascido, num processo que começa agora. A invasão do Irã pelos EUA, o governo do país controlando a mente de seus cidadãos, a Igreja tomando conta do Estado e, enfim, uma estranha coisa chamada "A Presença" (a mão de quatro dedos unindo Céu e Terra, representada na capa de Year Zero) que é vista por várias pessoas em diferentes partes do mundo.
Novos sites e novas pistas vão surgindo a cada dia, às vezes envolvendo o lançamento exclusivo de algumas músicas da banda. Ainda não se sabe se o jogo terminará com o lançamento do CD.
Uma das últimas novidades é do site ArtIsResistance.com ("arte é resistência"), que distribui cartazes e flyers para serem impressos e colados pela cidade. O ícone vem aparecendo por diversas cidades dos EUA, distribuído por fãs entusiasmados com o jogo.
O site Nine Inch Nails Hotline (www.theninhotline.net) está concentrando informações sobre o desenvolvimento do jogo. Até agora, os sites que fazem parte da campanha viral, descobertos pelos fãs, são os seguintes:

http://iamtryingtobelieve.com/
http://anotherversionofthetruth.com/
http://churchofplano.com/
http://105thairbornecrusaders.com/
http://bethehammer.net/
http://www.consolidatedmailsystems.com/nooneimportant/
http://www.uswiretap.com/71839J/
http://www.artisresistance.com/

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 10h13
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DISCO NOVO E TURNÊ PELO BRASIL

Testament finaliza novas composição antes de desembarcar no Brasil

O Testament já está debruçado nas composições para seu novo álbum de estúdio com sua formação atual, Chuck Billy (vocal), Nick Barker (bateria, ex-Dimmu Borgir e Cradle Of Filth), Alex Skolnick (guitarra), Greg Christian (baixo) e Eric Peterson (guitarra).

"Estamos trabalhando duro no novo material, que vai ter algumas coisas bem old school ao lado de idéias mais modernas. Estamos agora esperando o chefe (Chuck Billy) trazer as letras para encaixarmos no instrumental e correr para o estúdio para gravar", diz informe assinado pelo guitarrista Eric Peterson.

A banda deve começar a gravar apenas em junho, mas desembarca no Brasil em abril para alguns shows. As datas e os locais constam no cartaz acima.

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 10h11
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PLAGIANDO

O HAMMER ROCK BAR, em Campinas - SP, apresenta:

MONSTERS OF ROCK COVER 3 com as bandas:

THE MIRROR (DREAM THEATER Cover)
DISINTEGRATORS (MEGADETH Cover)
METLLICA (METALLICA Cover)
SLAYTANIC (SLAYER Cover)

Horário: à partir das 16:00 horas, e os shows começarão pontualmente às 17:00 horas *******

Entrada: R$ 5,00

Escrito por ALYSSON - 11h03
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A VOLTA DA BOLHA

"É SÓ CURTIR" - A BOLHA (Som Livre)

O rock setentista tem sido responsável pelos mais lastimáveis "revivals" dos últimos anos, do que são exemplos "zumbis" de Credence Clearwater Revival, Deep Purple ou mesmo The Doors, que perambulam pelas periferias do primeiro (?) mundo. Um pouco, talvez, pela linguagem do "hard rock", que tornou-se mais "datada" do que qualquer outro estilo do rock mais moderno.
Daí, quando se falou na "volta" da lendária Bolha, a cavaleiro do filme "1972", de José Emílio Rondeau e Ana Maria Bahiana, imaginou-se que o fenômeno poderia acabar se repetindo em terras tupiniquins. Mas, diferente disso, em 'É só Curtir', a "velha" Bolha manteve acesa o seu espírito inovador original, que fez da banda uma das mais importantes do rock brasileiro de todos os tempos.
O quarteto – Renato Ladeira, Pedro Lima, Arnaldo Brandão e Gustavo Schroeter – produziu um disco atual, com timbragens modernas, mas fiel à sonoridade original da banda, dona de uma profunda identidade à sua época. Uma operação difícil, mas que, ao final faz justiça à trajetória da banda que deixou os palcos em meados dos anos setenta, depois de dois discos gravados e alguns singles.
Mas, o mais importante de 'É Só Curtir' é o resgate de um rico repertório que, ou nunca foi registrado em disco, ou ficou perdido em singles, como a rara e genial 'Sem Nada', lançada em compacto, em 1971. Canções inéditas como 'É Só Curtir', 'Não Sei' e 'Cecília', entre outras, que fizeram parte da vida da banda e fãs em memoráveis shows, agora ganham vida, perenidade.
Pelas mãos do quarteto, formado por quatro músicos talentosos e experientes, as músicas ganharam "atualidade", sem no entanto perder o espírito original – algo difícil de se alcançar. O resultado final, portanto, é um disco que, tirando a desnecessária e deslocada 'Você Me Acende', pode ser ouvido entre um Wolfmother e um Cream reativado. E que dá até vontade de "curtir" um show da banda por ai...

* Fernando Rosa é editor de Senhor F

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h08
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BIOGRAFIA MASCARADA

KISS: POR TRÁS DA MÁSCARA - DAVID LEAF E KEN SHARP

Chegou às livrarias brasileiras, no fim de 2006, a biografia oficial autorizada “Kiss: Por Trás da Máscara”, contando toda a história da banda americana desde a sua criação, antes mesmo de ter o nome definitivo, passando por mais de três décadas de história e chegando ao reencontro em 1996, com “Psycho Circus”.

Mas o livro, lançado pela Companhia Editora Nacional, não se apresenta como uma biografia tradicional, principalmente quando levado em conta o formato usado pelos autores David Leaf e Ken Sharp. Isto porque a maior parte da obra, traduzida por Áurea Arata e Marina Garcia, consiste em depoimentos das pessoas envolvidas. E só.
Para explicar melhor, o livro quase todo é apresentado entre aspas e com poucas narrações dos autores. Isso pode ter um efeito positivo, já que as frases são das pessoas envolvidas na história da banda (músicos, produtores, executivos de gravadora) e ninguém tem maior credibilidade que elas neste caso. Porém, esse “desaparecimento” dos autores prejudica na medida em que o livro poderia fluir com maior facilidade. Eles teriam a chance de ditar o ritmo do texto e evitar informações repetidas que vão aparecendo no decorrer da leitura.
Mas vamos à biografia propriamente dita. “Kiss: Por Trás da Máscara” é uma mistura de dois momentos diferentes, relacionados ao momento em que cada autor fez sua pesquisa. O primeiro foi David Leaf – um escritor e produtor de TV, que fez a biografia oficial dos Bee Gees –, responsável pelo primeiro terço do livro. Em 1979, ele teve uma série de encontros com os músicos do KISS com o objetivo de produzir uma biografia. Mas o resultado nunca havia saído do papel até que, em 1990, Ken Sharp, um músico reconhecido por saber tudo sobre a banda, ficou sabendo de sua existência e sugeriu que ambos concluíssem o livro. Sharp, então, levantou informações por meio de entrevistas e, treze anos depois, o trabalho estava pronto.
Como não podia deixar de ser, Leaf conta detalhadamente os primeiros passos do Kiss, bem antes de a banda explodir no cenário norte-americano e mundial e se tornar uma das maiores do mundo. Nas conversas com os músicos, ele fala da infância de cada um, mostrando como, desde o início, as vidas de Gene Simmons, Paul Stanley, Peter Criss e Ace Frehley convergiram para chegar ao quarteto que gravaria seu primeiro álbum, auto-intitulado, em 1974.
Antes disso, passa pelas dificuldades enfrentadas por cada um no sonho (bem maluco para os padrões da época) de alcançar a fama na música, indo das bandas de garagem à fase pré-Kiss do Wicked Lester. É claro que todo o visual que os músicos decidiram usar, um dos pilares que os levaram ao estrelato, e as influências para isso, como de Alice Cooper e o New York Dolls, não poderiam passar batido.
Numa linguagem bem simples e carregada de declarações dos personagens da época, Leaf não deixa escapar detalhes e traz um material que os fãs, que querem conhecer como tudo começou por dentro e as razões que explicam o rumo que o quarteto acabou seguindo, não podem deixar de ler.
A segunda parte, escrita por Sharp, consiste num apanhado de 350 páginas (segundo ele, o resultado bruto era de 500) com entrevistas das mais diversas. E se na primeira, o outro autor quase só coloca frases, esta é feita exclusivamente delas. Membros da banda (não sendo esquecidos os que se passaram na fase sem pinturas, na década de 80, como Eric Carr, Bruce Kulick e companhia), produtores, técnicos de som, músicos convidados/contratados e executivos, alternam-se para retomar histórias do começo e chegar à reunião de 1996.
Num primeiro momento, chamado “E por falar em línguas...”, Sharp apresenta trechos das entrevistas, falando de apresentações em televisão, os filmes da banda (“Kiss Meets the Phantom of the Park” e “Detroit Rock City”) e dá um bom enfoque na volta do grupo em “Psycho Circus”. No fim do capítulo, ele “abre os gravadores” para outras personalidades e mostra como a banda influenciou gerações de músicos em declarações de artistas como Joe Perry, Ian Gillan, Geddy Lee, etc.
Um dos momentos mais interessantes é a última parte. Nela, a discografia da banda é passada faixa por faixa. Além de os fãs saberem como surgiram tanto os clássicos quanto as músicas que ficaram esquecidas no meio deles, sutilmente se tem uma noção de como foi o caminho da banda na época não abrangida por Leaf. Entende-se, por exemplo, como a vontade de Gene Simmons seguir uma carreira de ator o afastou do KISS nos anos 80 e fez com que o trabalho recaísse em sua maioria em Paul Stanley. Por sinal, nem tudo são maravilhas. Saber que muitas vezes músicos contratados assumiram os instrumentos nas horas das gravações faz com que a magia do KISS suma um pouco e os aproxime das “bandas mortais” por alguns momentos.
Mas esta é só uma das revelações (pode-se falar até em surpresas) que esta biografia conta. Com as ressalvas já feitas, frutos da escolha dos autores, e mais uma, já que a morte de Eric Carr poderia ter um espaço bem maior, “Kiss: Por Trás da Máscara” faz por merecer em ser a biografia autorizada de uma das maiores bandas da história da música. Para quem acha que já sabe tudo de Kiss, melhor repensar e ler o livro para ver se não está faltando nada!
Vale citar o material gráfico de alta qualidade, com fotos inéditas. Mas faltaram imagens de quem passou pelo quarteto nos anos 80, assim como a capa dos álbuns para ilustrar melhor a última parte.
Ah, para que ninguém tenha dúvidas, sim: Ace e Peter estão bêbados na foto de capa, tirada no alto do Empire State Bulding, em Nova York, em uma das diversas maluquices de Gene e Paul. Mas, alguém teria dúvidas?

Fonte - Whiplash

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 09h56
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SAINDO DO FORNO

The Stooges - The Weirdness (2007)

O novo álbum dos Stooges já se encontra a venda no Brasil em edição nacional. São mais de 30 anos sem gravar um disco inteiro de inéditas. No último play solo do Iggy os caras já haviam comparecido com 4 músicas, mas agora a parada é outra, trata-se de um disco inteiro. Não espere músicas melhores que as clássicas do final dos 60s início dos 70, apenas relaxe e curta o rock n’ roll primitivo dos caras que é du caralho. 

Faixas:

1. Trollin'
2. You Can't Have Friends
3. ATM
4. My Idea of Fun
5. The Weirdness
6. Free and Freaky
7. Greedy Awful People
8. She Took My Money
9. The End of Christianity
10. Mexican Guy
11. Passing Cloud
12. I'm Fried

Ouça “My Idea of Fun” aqui: www.myspace.com/iggyandthestooges

Escrito por ALYSSON - 09h22
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GERIATRIA CORROSIVA (PARTE 2)

Mais um trecho da entrevista que a Guitar Player fez com Keith Richards em 2006:

Guitar Player: vamos fazer um jogo de perguntas e respostas curtas. Você falaria de outros roqueiros? Isso te incomoda?

Keith Richards: nenhum problema, cara.

GP: então vamos lá: Mick Jagger...

KR: o maior vocalista de todos os tempos. E, quando quer, um pé no saco (risos).

GP: Hendrix...

KR: um alienígena. Aquilo não podia ser deste mundo.

GP: U2...

KR: um grupelho, um bando de afetados.

GP: grupelho? Sério?

KR: sério.

GP: Beatles...

KR: uma grande banda composta por 3 idiotas e George (risos).

GP: Led Zeppelin...

KR: eram muito bons, muito bons... Deram azar de nos encontrar pela frente (risos).

GP: Sex Pistols...

KR: quem?

GP: Sex Pistols...

KR: ah... É, fizeram um bom disco...

GP: alguma coisa especial para se despedir dos leitores?

KR: é, bem... Vou viver até os 110 anos. Vou ao seu enterro, cara (risos)!

Escrito por ALYSSON - 09h18
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GERIATRIA CORROSIVA (PARTE 1)

Entrevista realizada pela revista Guitar Player com o guitarrista dos Stones Keith Richards em 2006:

GP - ainda te incomoda a pecha de junkie no mundo do rock?

Keith Richards: junkie (risos)? Bem, cara, eu passei mais de dez anos me picando TODOS OS DIAS, me picando até não achar um ponto no braço pra enfiar a agulha. Cheirei tudo o que me davam - tudo mesmo - e fumei mais maconha que Bob Marley e Peter Tosh juntos... Se me incomoda ser visto como um junkie? Não, cara, não mesmo, até porque não conheço nenhum ex-junkie: os ex-junkies estão todos mortos, sacou? Você so é um ex-junkie depois que morre.

GP - a heroína ainda está na sua vida? Como era gravar e excursionar sendo um junkie pesado?

KR: cara, não sei como era, simplesmente era. Eu não deixei de gravar e compor nada - e estamos falando de algumas das melhores músicas do rock de todos os tempos - por conta da heroína. Claro, havia momentos de muita chapação e mergulho num poço escuro, mas eu SEMPRE estava no palco ou no estúdio na hora marcada. De algum jeito, estava (risos). A heroína, hoje? Digamos que somos amigos um pouco distantes (risos).

GP - como são hoje as drogas na sua vida?

KR: não penso nelas, elas chegam e eu as uso de acordo com o momento. Não vejo porque deixar completamente de lado alguma coisa que me satisfaz. Claro que hoje sei o quanto estou perto do risco e as chances de cair de cabeça e me danar são muito menores, mas odeio ver esses velhos roqueiros cuspindo no prato em que comeram e sendo hipócritas. Alguém acredita mesmo que esses caras não usam mais nada?

GP - algum toque pra garotada de hoje?

KR: eh... Não sei... Bem, se vocês forem usar alguma coisa da pesada, perguntem a quem é do ramo. Falar sobre drogas com gente careta é como falar de sexo com um padre. Pensando bem, padres sabem um bocado de sexo (risos)...

GP - pra fechar: como foi gravar "Piratas do Caribe"?

KR: é... Foi bacana, você sabe... Johnny é um grande cara e me puxou pros sets. E gravar com esqueletos que rebolam não é diferente de estar num palco com Mick Jagger (risos).

Escrito por ALYSSON - 09h11
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DIREITA VOLVER

Extrema direita usa rock para atrair jovens na Alemanha

O rock é o novo instrumento da extrema direita da Alemanha para atrair partidários mais jovens, principalmente os que vivem no campo ou em zonas socialmente menos desenvolvidas.

Melhor do que qualquer manifesto de partido, é por meio das letras de canções que grupos com nomes como Terrorkops ou Endloeser (Formações Terroristas ou Exterminadoras) produzem discos intitulados "Câmara de Gás" e "No Quartel-general do Führer". Assim, a nova extrema direita alemã que já faz parte de quatro parlamentos estaduais-- procura propagar ideais neonazistas.

O resultado dessa "campanha" foi a presença de deputados neonazistas nos conselhos estaduais de Brandeburgo, Bremen, Meclemburgo-Pomerânia Ocidental e Saxônia.

O ministério da Família em Berlim proibiu a venda a menores de 18 anos de 99 discos (entre eles os dois citados acima) devido ao conteúdo racista e à apologia ao nazismo. Para evitar que a polícia impedisse apresentações de bandas consideradas perigosas, a data e o local dos shows são divulgados geralmente em cima da hora.

A palavra "ódio", a saudação hitlerista e a ameaça de "mandar os inimigos para o campo de concentração" são mais freqüentes nos ambientes musicais de extrema direita, de acordo com responsável estadual de antiterrorismo, Wienfriede Schreiber.

Schreiber também apresentou uma pesquisa que, só no ano passado em Brandeburgo, a grande região ao redor de Berlim, o número de reações com origens de extrema direita aumentou para 1.399 (cem a mais), mas diminuiu para 90 (sete a menos) o número de reações violentas iniciadas pela extrema direita.

A política alemã, no entanto, lançou um sinal de alerta em relação à difusão de discos pela Internet, que possui um papel até mais importante do que a publicidade dos shows.

NETO - Fonte: Ansa (Berlim)

Escrito por ALYSSON - 09h05
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SET LIST - CIDADE ROCK - 04/03/2007

1º BLOCO

01 - Motorhead - Overkill (ao vivo)
02 - Nashville Pussy - She’s Got the Drugs
03 - Twisted Sister - We’re not Gonna Take it
04 - Slash’s Sanakepit - Dime Store Rock
05 - Danko Jones - Sound of Love

2º BLOCO

06 - Nação Zumbi - Meu Maracatu Pesa Uma Tonelada
07 - Eddie - Eu só poderia crer
08 - Soulfly - Umbabarauma
09 - Astronautas - Cidade Cinza (Momento Beerock)
10 - Raimundos - Bêabá

3º BLOCO

11 - Ozzy Osbourne - Bark at the Moon (ao vivo)
12 - Fun Manchu - Hell on Wheels
13 - Faith No More - The Gentle Art of Making Enemies
14 - Body Count - Bowels of the Devil
15 - Entombed - Rotten Soil

Mais infos sobre os Astronautas aqui: www.astronautas.org

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h09
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TRAÇOS DE FAMÍLIA

Mesa pra Dois - Fábio Moon e Gabriel Bá (Editora Devir)

Os irmãos gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá já são dois nomes gravados na produção atual de quadrinhos no Brasil. Atuando há anos, com publicações no fanzine “10 Pãezinhos”, escrevem, desenham e criam seu universo com comentários que envolvem desde fábulas até histórias tiradas do cotidiano. Desta forma fazem curiosos mergulhos sobre assuntos, dúvidas, dramas e alegrias do dia-a-dia, se aproximando do universo das pessoas comuns.
Seu trabalho intitulado Mesa para Dois é um bom exemplo disto. Publicado pela Editora Devir (R$ 15. 56 páginas) esta HQ conta uma destas histórias “banais”, mas que refletem a riqueza escondida no cotidiano ou rotina das pessoas. Nela um escritor chamado Milo passa por uma crise criativa e tem problemas para compor seus personagens. Para solucionar isto coloca um anúncio num jornal como se procurasse uma assistente. Uma garçonete, Julia, se apresenta para o cargo e descobre que o que Milo procurava era uma pessoa para conversar com ele.
Julia é uma pessoal com um perfil normal. É bonita, simpática e não crê que a sua vida tenha elementos que possam inspirar um escritor. Por conta desta constatação particular nota que fechou os olhos para seu entorno e não conseguiu sequer perceber que existe muito perto dela uma pessoa que a ama. Milo, durante o processo, instala nela seu modo particular de ver o mundo, ou seja, observando e analisando seus detalhes. Assim vamos vendo uma série de aparições de pessoas simples aflorarem da narrativa de Julia, que começam a fazer a diferença, criando as situações de onde o escritor alimentará seu produto literário.
A moça bonita, o rapaz tímido, a cidade, o ônibus cheio, a falta de luz, o carro quebrado, as dúvidas, os olhares e o clima são elementos que tramam e influenciam no encaminhamento do romance de Milo, e tomam um peso tão determinante que a garçonete Julia reverte sua situação de narradora passiva para ativa, fazendo perguntas sobre o texto literário, mas que são perguntas sobre sua própria vida. Afinal, ela e o rapaz apaixonado terminam juntos? A resposta está lá, nas páginas desta história em quadrinhos que prende a atenção do espectador do início ao fim.
Com um traço seguro e bem equilibrado entre a figuração e a caricatura, os irmãos Moon e Bá se firmam na fama que têm. Ambos são excelentes contadores de histórias e mostram que uma boa narrativa brota não só de fatos extraordinários, mas também (ou acima de tudo) do cotidiano. Os artistas não se eximem de colocar referências pessoais no meio de suas obras, como nas homenagens que fazem nesta edição ao artista e quadrinista Lourenço Mutarelli, que retratam na figura do personagem do escritor Milo, e a Monteiro Lobato, que surge na caricatura do personagem chamado senhor Monteiro. De certa forma é um recurso para ambos se infiltrarem na trama narrativa e dizer: todo mundo cabe numa HQ.

Mais infos sobre os caras aqui: http://10paezinhos.blog.uol.com.br

Fonte: PoppyCorn

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 10h06
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A COLMÉIA RECOMENDA!

"ROCKZ" - ROCKZ (Demo)

A banda carioca Rockz (pronuncia-se "rockz" mesmo, e não "roque zê", como muita gente fala - e nada a ver com "Rocks", música do Caetano) aparece com ares de supergrupo. E é mesmo, já que seus integrantes têm passagens por montes de grupos cariocas de grande importância, como Funk Fuckers, Seletores de Frequência, A FIlial, Planet Hemp, Benflos, etc. Para completar, o marketing é dos melhores - site bacana, release assinado por Silvio Essinger, assessoria de imprensa ligada ao Circo Voador, etc. A armação (no bom sentido) é bem feita, com músicas que atingem uma espécie de vácuo no rock carioca: um som que chega perto do new rock, dançante, de bandas como Bloc Party, Strokes, Killers e outras, mas com guitarras pesadas e letras bem feitas e vivas.

Vivas no sentido de que não há muito do esquema "quero-ser-Los-Hermanos" por aqui. Tem é o papo noturno de músicas como "Essa mulher", a indecisão amorosa de "Relacionamento saudável" ("desses que a gente não dá valor/pois falta sal", mas com direito a uma virada de mesa no final) e riffs pesados como um Queen of The Stone Age e dançantes como um New Order em faixas como "Nunca me diverti tanto" e "Colorbar". O melhor, no entanto, nem está no EP Rockz, vendido em shows e banquinhas de festivais por módicos 5 reais. No site da banda, por onde é possível baixar todas as músicas do EP, tem duas pérolas irresistíveis, lançadas já este ano: "Playback" e "Ora, bolas!". Ouça aí, vá na parte de downloads em www.rockz.com.br e me faça economizar palavras.

Fonte: Discoteca Básica / Escrito por Ricardo Schott

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 09h48
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ENTREVISTA: ROGER WATERS


Para músico, geração punk não entendeu o que o Pink Floyd representava

Em 1985, Roger Waters anunciou o fim do Pink Floyd. David Gilmour, Rick Wright e Nick Mason pensavam diferente. O caso foi parar na Justiça britânica. Com a iminência da derrota, Waters, resignado, fez um acordo extrajudicial e o Pink Floyd, tocado por seus outros integrantes, seguiu em frente. Vinte anos depois, Waters reclama o legado do grupo para si.
Baixista, fundador e principal compositor do Pink Floyd entre 1968 e 1985 (entre 1965 e 1967, a banda era levada principalmente por Syd Barrett, que deixou o Floyd nessa época; ele morreu no ano passado), Waters se apresenta no Brasil nos próximos dias 23 (na praça da Apoteose, no Rio) e 24 (estádio do Morumbi, em São Paulo).
Ele já tocou no país em 2003. Mas, desta vez, retorna com um projeto especial: além dos antigos sucessos de seu ex-grupo, tocará todas as canções de "Dark Side of the Moon", emblemático disco de 1973 do Pink Floyd. Escorado por músicas como "Money", "Breathe", "Time" e "The Great Gig in the Sky", o "álbum com a capa do prisma" tornou-se um ícone da cultura pop.
"Dark Side..." já havia sido apresentado ao vivo, na íntegra, pelos "outros" do Pink Floyd, em 1994. Para Roger Waters, é um fato que praticamente não existiu. Trinta e quatro anos depois, ele se coloca como o real autor do disco e justifica dizendo ser o principal compositor e arranjador das canções.
Aos 63 anos, articulado, sua voz serena não combina com os disparos que têm como alvo seus ex-companheiros de banda, os punks e até mesmo Syd Barrett, cuja posição dentro da história do Pink Floyd é relativizada por Waters. A seguir, a entrevista concedida à Folha, por telefone.

FOLHA - Os shows no Brasil terão a mesma produção dos shows europeus, com luzes, efeitos?
ROGER WATERS - Os shows serão ainda mais desenvolvidos. Temos um enorme telão de última geração e um novo tipo de projeção de luzes e imagens que utilizaremos durante a execução das músicas de "Dark Side of the Moon". Isso vai estrear na próxima sexta [hoje] no México. É meio... dramático. Acho que vão gostar.
FOLHA - Você consegue recriar ao vivo todas as particularidades das músicas de "Dark Side..."?
WATERS - Você pode ir à internet e ler as críticas. Verá que fazemos isso perfeitamente. Trato "Dark Side..." quase como uma peça erudita. Sou bem fiel ao disco. Nos shows, sinto que há uma comunhão entre os fãs, eles conhecem o disco muito bem e apreciam o fato de que quem está lá sou eu. Pois eu escrevi as letras e arranjei a maior parte das músicas. Mais de 30 anos depois, as pessoas ainda se empolgam com essas canções.
FOLHA - O que "Dark Side..." tem de tão especial para você tocá-lo por inteiro hoje?
WATERS - É um disco musicalmente avançado, foi um ato corajoso lançar algo do tipo à época. Liricamente, os sentimentos que eu tinha em 1973 ainda são relevantes para as pessoas hoje. É sobre não se acomodar com o que está aí, não desistir de suas convicções, resistir às pressões... É sobre situações que estão muito mais presentes hoje do que anos atrás. Não quero soar pomposo, mas acho que as novas gerações simpatizam com o teor político e filosófico do disco.
FOLHA - Muitas canções do disco tratam de sociedades opressoras, do individualismo, do poder do capitalismo... O mundo mudou muito em relação àquela época?
WATERS - Há coisas que eu falava em 1973 que são mais fáceis de se ver hoje. Ou, melhor, que são mais difíceis de serem escondidas. A idéia de poderosos mudando o esquema do jogo em benefício próprio... Isso existia na época, mas hoje está mais escancarado. Muito por culpa da internet. Trinta anos atrás eu não poderia saber o que as pessoas no Rio ou em São Paulo achavam do meu trabalho, por exemplo. Pessoas como eu... somos uma minoria, mas uma minoria que está crescendo. Talvez entenderão que o modelo materialista e capitalista adotado por muitas nações em desenvolvimento não necessariamente trará felicidade à maioria das pessoas. A queda do comunismo no Leste Europeu não foi uma vitória do capitalismo. Isso é algo que estão entendendo hoje.
FOLHA - O jornalista John Harris, no livro que ele escreveu sobre "Dark Side...", afirma que esse álbum marca o final da influência de Syd Barrett sobre o Pink Floyd. Você concorda? "Dark Side..." iniciava um novo período?
WATERS - Não concordo. Depois de "A Saurcerful of Secrets" [segundo disco do Floyd], Syd não teve quase nenhuma influência na banda. Entretanto, você pode dizer que conceitualmente "Dark Side..." teve origem em "Echoes", que estava em "Meddle" [com mais de 23 minutos de duração, "Echoes" encerra o disco "Meddle", de 1971]. Há versos em Echoes que dizem: "Strangers passing in the street/ By chance two separate glances meet/ And I am you and what I see is me" [Estranhos caminhando pela rua; por acaso dois olhares se cruzam; e eu sou você e o que eu vejo sou eu]. As idéias a respeito de individualismo e de opressão, que estão em "Dark Side...", vêm dali. Mas não quero diminuir a contribuição de Syd ao Pink Floyd. Sem ele o Pink Floyd nunca teria acontecido.
FOLHA - Hoje está havendo uma reavaliação do papel do Pink Floyd no rock. Você acha que a banda foi injustiçada no aparecimento do punk, quando vocês foram classificados como banda que representava tudo o que estava errado no rock?
WATERS - No rock and roll, algumas pessoas têm essa idéia de que se você está nesse negócio por mais de dez anos, então você já é algo do passado. Porque rock and roll, supostamente, é coisa de radicais, de mudanças, de revoluções... Se olhassem o que fazíamos, o que escrevíamos, veriam que eram coisas radicais, que iam contra o sistema estabelecido. E esse radicalismo durou até eu sair da banda, em 1985. Houve um erro de avaliação dos jornalistas e daquela geração que se auto-intitulava punk. Eles entenderam tudo errado.
FOLHA - Gostou da reunião do Pink Floyd no Live8 [evento beneficente ocorrido em várias cidades do mundo em 2005]?
WATERS - Foi emocionante. Faria de novo. Ouvir aquelas canções, com todos juntos novamente... Pessoalmente, acho que seria uma boa se fizéssemos de novo.
FOLHA - Então há esperanças de uma reunião do Pink Floyd?
WATERS - Não acho que David Gilmour se entusiasmaria com a idéia... Alguém deve perguntar a ele. Acho que ele não gostou muito do Live8. Li algumas entrevistas que ele deu depois em que dizia: "Seria a mesma coisa se Roger Waters não estivesse lá"... Ele ainda parece querer se segurar ao poder. Mas, não sei, de repente ele se aproxima e quem sabe? Seria uma coisa boa.

NETO - Fonte: Área restrita para assinantes do portal Uol.

Escrito por ALYSSON - 09h37
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SHOW DE HORRORES

Filha de Alice Cooper no novo filme de  Rob Zombie

Calico Cooper (foto), filha do legendário cantor Alice Cooper, foi confirmada como uma das atrizes convidadas para a refilmagem de Halloween, clássico dos filmes de terror da safra de 1978. A refilmagem será feita pelo diretor e cantor Rob Zombie (ex-White Zombie), que já lançou oficialmente dois outros filmes, House Of 1000 Corpses (2003) e Rejeitados Pelo Diabo (2005), que foi ao ar nesta semana no Brasil, através da HBO (TV por assinatura).

"As filmagens foram muito divertidas, Rob é tão bom como diretor como é como vocalista. O filme é maravilhoso e você não pode perdê-lo quando ele chegar aos cinemas", disse Calico, fazendo sua propaganda particular.

Além do novo filme, Rob Zombie lança neste ano um box com uma antologia do White Zombie, apesar de nenhum detalhe sobre isso ter sido anunciado até o momento. Rob também planeja lançar um álbum ao vivo de sua carreira solo no segundo semestre.

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 09h32
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FILMÃO

Novo filme do Beto Brant (Invasor, Ação Entre Amigos, Os Matadores, Crime Delicado), feito em parceria com o Renato Ciasca. O roteiro tem a mão do grande escritor Marçal Aquino.

O filme é uma adaptação do livro "Até o Dia que o Cão Morreu" do escritor Daniel Galera. Esse livro é simplesmente fuderoso. Saiu pela editora Livros do Mal em 2003.

A Tainá Muller, namorada do Daniel protagoniza o filme, lindíssima por sinal.

Por enquanto só em festivais, mas segue ae o trailer. Assistam e comprovem que os meus elogios são justos.

www.youtube.com/watch?v=uMKTr3z07q4&eurl=http%3A%2F%2Franchocarne%2Eorg%2Ftai%2F

Escrito por ALYSSON - 11h22
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DVD DO RATOS

Com a palavra João Gordo:

"Gravamos o nosso futuro DVD num show historico no Circo Voador no RJ . Tinha que ser lá, o Rio sempre foi o melhor publico do ratos e o palco do Circo já foi testemunha de altos shows antológicos como, RDP e Jello Biafra em 92, RDP e Sepultura em 89 RDP e Dorsal Atlantica, e o famoso RDP e Garotos Podres de onde foi expulso a comitiva do recem- eleito prefeito Conde causando o fechamento do Circo pelo despresível Cesar Maia.... sem contar as tretas com carecas do Brasil, white pardos, punks pouco evoluidos, tiros ,facadas e muita farinha .... Ainda não sabemos quando ou quem vai lançar essa merda pois a nossa gravadora Deck Discos não teve interesse na obra com medo das fracas vendagens que uma banda desse naipe representa no repugnante e falido mundo fonografico.... mas posso garantir que o show foi muito fudido e o som ficou da hora ( vc pode ter uma previa de vários momentos do show no you tube)..."

Fonte: Site Oficial

Escrito por ALYSSON - 09h08
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LUDOVIC EM FRANCA E RIBEIRÃO

- 15/03/2007 (quinta-feira) - Festa Studio Eleven (Franca/SP)
Ludovic - Supercordas (RJ)
Arpoador Bar Cultural
A partir das 22h - R$ 10 de entrada

- 16/03/2007 (sexta-feira) - Festa Groselha Fuzz (Ribeirão Preto/SP)
Ludovic - Supercordas (RJ)
Penélope Bar (Rua Conde Afonso Celso, 1500)
A partir das 22h - R$ 10 de entrada

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h00
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ABRIL PRO ROCK 2007

Shows de Mutantes, Marky Ramone, Sepultura e Lee Scratch Perry

A edição 2007 do festival Abril Pro rock terá apresentações da banda de rock psicodélico Os Mutantes, do grupo de heavy metal Sepultura, do roqueiro punk Marky Ramone e do produtor jamaicano de reggae e dub Lee Scratch Perry.

Entre os artistas locais está a nova banda Monomotores, que venceu em 2006 o concurso Microfonia. O prêmio para o vencedor é participar do Abril Pro Rock.

O evento, que neste ano completa 15 anos, acontece dias 13, 14 e 15 de abril, em Recife. Outros nomes da programação e preços dos ingressos ainda serão divulgados pela organização do festival.

NETO

Escrito por ALYSSON - 08h56
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MAQUINADO

Guitarrista da Nação Zumbi lançará disco em abril

Depois de trabalhar com material solo por dois anos, Lúcio Maia, guitarrista da Nação Zumbi, selecionou 11 músicas que farão parte do primeiro álbum de seu novo projeto, Maquinado.
O CD, intitulado Zero e Um, foi gravado no estúdio do guitarrista e tem a colaboração de Dengue e Jorge Du Peixe (também da Nação Zumbi), Speedy, Rodrigo Pfunk, Rica Amabis e Scotth Hard (responsável pela mixagem dos dois últimos álbuns da Nação), entre outros. É tanta gente que Maia refuta o rótulo de "álbum-solo".
Zero e Um chega às lojas em abril.

Na página do projeto no MySpace dá pra ouvir algumas músicas que estarão no disco:

http://www.myspace.com/maquinado

Escrito por ALYSSON - 08h29
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