BEEROCK

1ª GROSELHA FUZZ DE 2007

Groselha Fuzz dá nome a uma festa dedicada à música alternativa e é realizada desde dezembro de 2004 na cidade de Ribeirão Preto - SP.
O projeto, que já ocorreu em 9 locais diferentes e contou com mais de 40 atrações, abre espaço para artistas que desenvolvam trabalhos diferenciados.

No palco, bandas convidadas apresentam o melhor do rock altenativo nacional.
Na pista, djs convidados e sets mergulhados no rock, indie, electro, 80’s, new wave, britpop, disco-punk, trip-hop, etc.

16 de fevereiro - Sexta - 23H
::FESTA GROSELHA FUZZ - ed. especial.
indie / rock / electro / pop / brit / punk
Convite: R$8,00
Local: Penélope Bar (rua Conde Afonso Celso, 1500 - ao lado Pão de Açucar da Av. Independência)


PROGRAMAÇÃO:

23h00 - djs ClayDead X Valtim M.
0h30 - show INTERSTELLAR
1h15 - dj AZ
2h00 - show PALE SUNDAY
2h45 - dj Bernardo Artista

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 14h08
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VELVET REVOLVER NO BRASIL!

Desde o final do ano passado especulava-se uma vinda do Velvet Revover ao Brasil no primeiro semestre de 2007.
Foi confirmado no site oficial dos caras uma apresentação da banda no dia 12 de abril no Claro Hall, no Rio de Janeiro.
O lançamento de "Libertad", segundo álbum do Velvet Revolver, é esperado para meados de maio.

Pra quem não conhece, a banda é formada pelos ex-Guns n' Roses Slash, Duff MacKagan e Matt Sorum, juntamente com o ex-Sublime Dave Kushner e o ex-vocalista do Stone Temple Pilots, o junkie mor Scott Weiland. O som é hardão oitentista de primeira qualidade. Com certeza rolarão shows em outras cidades do Brasil. Especula-se que em Sampa vão abrir pro Aerosmith. 

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h18
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ASTRONAUTAS É OUTRA COISA

Formado no Recife em 2001, o ASTRONAUTAS, um dos mais premiados e renomados grupos da cena independente brasileira da atualidade, vem utilizando as mais variadas sonoridades e informações em seu trabalho. Suas influências: muitas. ROCK + tecnologia + ficção científica + Kraftwerk + música eletrônica + Devo + música brasileira + Isaac Asimov... entre outros. Sempre sintetizando todos os elementos e criando a sua própria identidade sonora e visual. Marca registrada da banda.

Em 2003 foi lançado seu primeiro disco, “...DE ALGUM LUGAR DO SISTEMA SOLAR” - sucesso nacional de crítica e público com inúmeros shows realizados por todo o Brasil. Em 2004, a banda lançou o premiado disco “ELECTRO-CIDADE” - conceitual, urbano e tecnológico. Dele foi produzido o videoclipe “Cidade Cinza” – executado maciçamente em todo o país, e que concorreu ao VMB (MTV Brasil). Por este mesmo disco, o grupo ainda concorreu e recebeu diversos prêmios, dentre eles: Melhor Música, Melhor Show, Revelação e Melhor VideoClipe. Tendo realizado ao final da turnê mais de 103 shows e apresentações, dentre elas, participações memoráveis nos festivais GO Noise e Bananada (GO), TIM/MADA (RN), Porão do Rock (DF), Do Dol (RN), Jambolada (MG), Calango (MT), ForCaos (CE), FIG (PE), Gig’n’Rock Porto Alegre (RS), entre outros.

A banda, com base em São Paulo, atualmente se encontra na fase de divulgação do seu novo disco, intitulado "O AMOR ACABOU!" - o terceiro de sua carreira – que sai encartado na Revista OUTRACOISA, com chancela da Petrobrás - e se prepara para sua divulgação com shows que percorrerão todo o Brasil.

Os discos antigos podem ser baixados no site dos caras: http://www.astronautas.org

O álbum novo tá encartado na Revista Outra Coisa deste mês e pode ser encontrado por R$15,90 nas melhores bancas de jornais ou aqui: http://www.mercadobr.com.br/outracoisaonline

Escrito por ALYSSON - 10h04
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RELANÇAMENTOS: MUTANTES

  

TUDO FOI FEITO PELO SOL - 1974

MUTANTES AO VIVO - 1976

Se hoje já há quem ache essa volta dos Mutantes a coisa mais sem sentido do mundo (não é meu caso), imagine o que sobrou para o período em que o guitarrista Sérgio Dias se juntou a outros músicos, a partir de 1973, e deu a essa (s) formação (ões) o nome de Mutantes.

Inicialmente com Antonio Pedro (futuro baixista da Blitz), Rui Motta (bateria) e Tulio Mourão (teclados), o grupo conseguiu contrato com a Som Livre e gravou Tudo foi feito pelo sol - que, ajudado por propagandas na Rede Globo , vendeu mais que todos os discos da banda até então.

Agora a Som Livre recoloca nas lojas - com capas originais e embalagem digipack - os dois ábuns dessa fase. Tudo foi feito... bem poderia não ter recebido o nome Mutantes - não tem nada a ver com nada feito pela banda, nem que seja levado em conta o progressivo e ainda inédito até aquela época O A E O Z, já que o clima é bem outro, menos messiânico. O tom sisudo das melodias afastou o baixista Liminha, que compôs quase todo o repertório com Sérgio. Ainda assim, pode ser considerado um dos discos mais criativos do rock progressivo nacional, dosando influências de Emerson, Lake & Palmer, Yes e música instrumental brasileira, em faixas como o hard rock "Deixe entrar um pouco de água no quintal", o prog-barroco "Pitágoras" (de Túlio) e em inovações como o final rock´n roll de "Eu só penso em te ajudar" e o baixo com pedaleira de "Cidadão da Terra". Para completar, a Som Livre liberou como bônus as faixas do EP Cavaleiros Negros, a melhor coisa que essa formação dos Mutantes deixou gravada lá nos anos 70.

Em Mutantes Ao Vivo, de 1976, a casa caiu. O disco era para ser um duplo ao vivo, mas a Som Livre não deixou - e liberou pouca verba. Sérgio e Rui, ao lado de novos músicos (Paul de Castro, baixista e originalmente um guitarrista, e Luciano Alves, nos teclados), quiseram gravar um show da banda no MAM e chamaram o produtor Pena Schmidt para dar uma editada no master. Mau negócio: em quase todas as músicas se percebe tesouradas, o que torna tudo muito constrangedor, ainda mais com a péssima gravação/mixagem. O repertório meio encaretado, sem as inovações do disco anterior, completam o circo. Vale como registro histórico.

Escrito por Ricardo Schott do blog Discoteca Básica

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 09h50
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GERIÁTRICO, PORÉM FUDEROSO!

NOTA BOMBÁSTICA!

Todos já sabem que em Março sai o novo play dos Stooges. Pois é, uma das músicas já vazou pra net e o portal Zona Punk disponibilizou para download no quadro "Mp3 da Semana". Corre lá e baixa a música, pq estará disponível apenas até domingo. Sobre o som, tô sem palavras pra descrever, tem que ouvir. Tá pintando ae o 1º grande disco de 2007.

Download aqui: http://www.zonapunk.com.br

Escrito por ALYSSON - 13h46
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EU RECOMENDO! - BIANO

Biano, 26, atualmente baixo e vocal da Breakneck, Guaxupé (o que ele espera que dure pra sempre). Já tocou em bandas como a Escape, onde foi baixista, Malkavianos onde era guitarrista solo, entre outras...

Disco que mudou sua vida:
Sepultura - Arise

Esse implantou toda ira e energia do thrash na minha alma, coração e corrente sanguínea!!!

Pra ouvir no verão:
Qualquer um do AC/DC
Você coloca uma bermuda, abre uma lata, e agita ao som do mais perfeito Rock n´ Roll.

Pra ouvir em dias de chuva:
Slayer - Reign in Blood
Como você fica ilhado em casa, dá pra ligar pra um disque cerveja e ouvir o álbum milhares de vezes, aproximademente 40 minutos o álbum completo.

Pra ouvir dirigindo:
Megadeth - Countdown to Extinction

Esse álbum é speed ao extremo, medalha de Honra ao Metal pro Mustaine.

Pra transar:
Dream Theater - Scenes from a Memory, Metropolis part II

Esse álbum tem altos e baixos impressionantes, e é assim que uma boa transa tem que ser, hora rápido hora devagar... (em minha opinião).

Pra ouvir chapado:
Iron Maiden - The Number of the Beast

Todo mundo canta e faz ô ô ô .....

Pra ouvir numa forte deprê:
Krisiun - Conqueros of Armagedon

Acaba com a deprê na hora !!!

Disco que salvaria da sua casa pegando fogo:
Bruce Dickinson - The Chemical Wedding
Não vou nem fala nada sobre esse álbum...

Disco que mais odeia:
Metallica - Kill´em All

Aqueles riffs me matam, não consigo, fica sem roda minha cabeça, meu pescoço quase se desloca, e fica doendo vários dias... uahuahuahauahu!!!

Disco pra inspirar:
Pain of Salvation - Remedy Lane

Esse álbum te inspira qualquer coisa, morte e vida, luz e trevas, certo e errado... simplesmente fudido !!!

Pra quebrar tudo:
Cannibal Corpse - Live Cannibalism
Implacavelmente fuderoso!!! Ver o video então não tem preço !!!

Disco pra todos os momentos:
Led Zeppelin - Remasters
Puta coletânea fudida e tem música pra todos os momentos "up and down" da vida!!!

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 09h27
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MOMENTO FOTOLOG

SHOW: VIPER, Hellish War e Winter Sky

DIA: 26/01/07 NO HAMMER BAR EM CAMPINAS

FOTOS BY MARCOS E NETO

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h21
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SET LIST - CIDADE ROCK - 28/01/07

1º BLOCO

01 - Kinks - You Realy Got Me
02 - Aerosmith - Mama Kin
03 - New York Dolls - Bad Girl
04 - Deep Purple - Burn
05 - Neil Young - Rockin In The Free World

2º BLOCO

06 - Soundgarden - Tv Cobb
07 - L7 - Monster
08 - Red Hot Chilli Peppers - Suck My Kiss
09 - Alice In Chains - Them Bones
10 - Mudhoney - Touch Me I' Sick
11 - QOTSA - Feel God Hit of the Summer

3º BLOCO

12 - Ambervisions - Feijoada Metalera (Momento Beerock) 
13 - Okotô - Cidadão Urbanóia
14 - PUS - Comando Vermelho
15 - Korzus - Correria
16 - Overdose - Rio, Samba e Porrada no Morro

Curtiu Ambervisions? Então acessa o site dos caras. O link ta ae do lado.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h11
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VERSÃO 9.0

DEVERAS INSANO, COMO SEMPRE!

PROGRAMA CIDADE ROCK

DIA 28/01 ÀS 19:00 HORAS NA RÁDIO CIDADE FM

NOS MICROFONES: FABIN

PARA OUVIR SINTONIZE 105.5 MHZ OU ACESSE: http://www.fmcidade.com

NÃO PERCAM !!!!!!

Escrito por ALYSSON - 15h34
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"O" SHOW (PARTE 1)

Os Mutantes reúnem 50 mil no aniversário de SP e chamam Lula de "el grande banana”
 
Cerca de 50 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, não pagaram nada para assistir nesta quinta (25) ao memorável retorno aos palcos brasileiros da banda paulistana Os Mutantes, que não se apresentava no país havia quase 30 anos. O evento, que também incluiu shows da Nação Zumbi e de Tom Zé, foi realizado no parque da Independência, em São Paulo, e promovido pela prefeitura para celebrar os 453 anos da cidade.

Com os originais Arnaldo Baptista (teclado), Sérgio Dias (guitarra) e Dinho Leme (bateria), mais a cantora Zélia Duncan, no lugar de Rita Lee, e o baixista Vinícius Junqueira, na posição que foi de Liminha, Os Mutantes trouxeram psicodelia atemporal, uma breve e clara crítica ao presidente Lula, além de rock, muito rock, durante as duas horas de espetáculo. Se a banda, formada no final dos anos 60, estava então à frente do seu tempo, hoje ela é atualíssima.

O show teve um começo triunfal. Zélia, Arnaldo, Sérgio e Dinho desceram as escadarias do Monumento à Independência e caminharam até o palco. Sérgio estava vestido como d. Pedro 1º (aliás, com a roupa e a espada que o imperador usava quando da proclamação da independência do Brasil na imagem imortalizada no quadro de François-René Moreau), Arnaldo usava batina e crucifixo, alusão ao padre José de Anchieta, um dos fundadores de São Paulo, e Zélia, com uma coroa de flores na cabeça e "look de Glória Coelho", trazia um pequeno bolo com a bandeira de SP encravada. E Dinho estava vagamente caracterizado de bandeirante. Fogos explodiram no céu.

O público ocupava todo o parque da Independência até as escadarias do museu do Ipiranga, do lado oposto ao palco. Antes da primeira música, "Don Quixote", Arnaldo tirou o traje religioso e exibiu uma camiseta com a caveira-símbolo do estilista Alexandre Herchcovitch. Foram os primeiros aplausos para ele, que sempre respondia à manifestação com caretas e trejeitos infantis durante a apresentação.

O repertório do show --e a ordem das músicas-- é o mesmo apresentado no Barbican Theatre, em Londres, em maio de 2006, exceto pela inclusão de "Qualquer Bobagem" e a versão em português de músicas cantadas lá em inglês. Esse espetáculo foi o primeiríssimo retorno da banda aos palcos cujo registro foi lançado em CD e DVD em dezembro passado.

Bem mais desenvoltos do que no show britânico, especialmente Zélia e Sérgio, Os Mutantes convidaram Tom Zé, que tinha feito o show anterior da noite, para cantar duas músicas: "Dois Mil e Um", composição dele com Rita Lee, e a citada "Qualquer Bobagem", outra parceria de Tom Zé com o grupo e cuja versão mais conhecida é a da banda mineira Pato Fu.

CONTINUA ...

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h03
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"O" SHOW (PARTE 1)

A voz de Tom Zé, que vestia uma espécie de parangolé com botões de aparelhos eletrônicos e um disco de vinil, só apareceu no quarto final do rock rural-futurista "Dois Mil e Um" devido a problemas no microfone. Em "Qualquer Bobagem", em que cantou com Arnaldo Baptista, tudo parecia desencontrado. Apesar disso, a presença de Tom Zé no palco desse show era uma festa.

Zélia, que não é Rita Lee e não fez papel de "frontwoman", estava à larga na pesada "Top Top" e na sempre linda "Baby", com boas desenvoltura no palco e colocação da sua voz grave. Como disse Arnaldo ao UOL, "Os Mutantes eram muito banana com Rita; com Zélia é mais Led Zeppelin". "Rock and roooll!", diria Ozzy Osbourne, o equivalente a Arnaldo no espectro "ando meio desligado" do pop.

E o rock veio com tudo em "A Hora e a Vez do Cabelo Nascer (Cabeludo Patriota)", numa ótima versão quase heavy metal, em "Bat Macumba", o samba mais rock do Brasil, e "Minha Menina", com as distorções originais, além de "Top Top" e sua surpreendente fúria.

"Lulacito, el grande banana"
Igualmente à vontade, Sérgio Dias, que demonstra certa megalomania e parece ter se apropriado de vez dos Mutantes --logo ele, que era o "moleque" da formação original e que deu cara progressiva nos últimos anos da banda em meados dos anos 70--, solou diversas vezes com sua incrível guitarra Regulus (construída pelo irmão Cláudio nos anos 60 e que subiu ao palco pela primeira vez justamente no show londrino do ano passado). O som que sai dela é único, com seus botões e pedais pitorescos, que chegam a emular o barulho de um motor de automóvel, como em "Bat Macumba". Ele era o líder e maestro.

E foi também a voz da banda na crítica que fez ao presidente Lula no cha-cha-cha "El Justiciero", na qual o chamou de "Lulacito, el grande banana" (como Rita Lee?), o que provocou aplausos inerciais e algumas vaias, todos abafados pela continuação da música, que também teve citação pouco elogiosa ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez. O prefeito de SP, Gilberto Kassab (xingado por parte do público antes de o show começar), ouviu tudo da área vip.

Depois do bis de praxe, com "Bat Macumba" e "Panis et Circensis", a banda voltou novamente ao palco para cantar mais uma vez "Balada do Louco", o que não estava programado ("eu juro que é melhor não ser o normal"...). Foi ovacionada.

Pois bem. Os Mutantes voltaram. Como se o rock psicodélico brasileiro estivesse intacto, porém vivo. Eles farão shows em algumas cidades do país (o próximo é no Rio, dia 3) e no exterior na seqüência. A questão é se essa "volta" vai ser breve e, então, uma aposentadoria geral e irrestrita será o futuro ou se haverá novas e boas canções dos Mutantes do século 21. Se nenhum desses cenários se realizar, desculpe, babe, o público não vai mais ficar com vocês, porque o que é memorável hoje pode facilmente se tornar uma piada.

NETO - Fonte: UOL

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h01
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MUTANTES FAZ SHOW HISTÓRICO HOJE, EM SÃO PAULO

Os Mutantes realizam hoje, em São Paulo, seu primeiro show no Brasil, depois de tocar no exterior, ano passado. A banda toca no Parque da Independência, no bairro do Ipiranga, às 20 horas. Os Mutantes tocaram em Londres e outras cidades americanas no ano passado, depois de cerca de 30 anos separados, com ótima receptividade de público er crítica. Antes se apresentam Nação Zumbi, às 16 horas, seguida de Tom Zé, às 18 horas.

Para o programador cultural da Secretaria Municipal de Cultura, Zé Mauro Gnaspini, Os Mutantes é a "cara da cidade". "Estava atrás deles há muito tempo. Tentei trazê-los para a Virada Cultural no ano passado, mas não deu certo. Agora, com o aniversário da cidade, enfim conseguimos. Os Mutantes são a cara da cidade, um grupo profundamente paulistano", diz Gnaspini em entrevista ao jornal o Estado de S. Paulo.

Longe dos palcos desde 1978, os fundadores originais Arnaldo Baptista, Sérgio Dias e Dinho Leme retornaram sem Rita Lee, e com Zélia Ducan nos vocais. A sensação do público será de reviver a época dos anos 70, por conta de equipamentos de época que, segundo Gnaspari, darão "um ar vintage". No repertório, os clássicos como 'Ando Meio Desligado', 'Panis et Circenses' e 'Top Top', entre outros. (FO)

Leia mais

- A biografia e a discografia completa dos Mutantes.
- As resenha do show em Londres, por Olímpio Cruz Neto e Luiz Marcelo Vídero Vieira dos Santos.

Fonte: Senhor F

Escrito por ALYSSON - 08h58
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ESCOLHA SEU SHOW (PARTE 6)

BANDA AMIGOS DA ONÇA

SÁBADO - DIA 27/01

LOCAL: BAR DO SERJÃO (GUAXUPÉ - MG)

BLUES JAZZ ROCK N' ROLL E AFINS.

Ps: A "moça" da foto é a vocalista da banda.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h00
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A COLMÉIA RECOMENDA!

PJ HARVEY - The Peel Sessions - 1991-2004

Das oito "Peel Sessions" que Polly Jean Harvey gravou nos estúdios da BBC para o programa do DJ John Peel, quatro estão neste disco, que também traz "You Come Through", gravada em 2004, meses depois da morte de Peel, em um programa tributo ao lendário apresentador inglês.
O disco começa com as quatro músicas da primeira "Peel Session", em 1991, antes, portanto, de "Dry", primeiro álbum da cantora, de influência blues, ser lançado no ano seguinte (ouça trechos dessas músicas). Destaque para a crueza de "Sheela-na-Gig" e a força de "Oh My Lover".
"Toda 'Peel Session' eu fazia para ele [Peel]", diz PJ no encarte do disco. "A opinião de John importava mais do que eu pudesse adimitir. Eu sempre procurava sua aprovação".
Então neste discos estão músicas que uma das mais notáveis cantoras e compositoras fez de modo a não decepcionar um ouvinte que estava presente durante as apresentações e que importava para ela. Ganham os demais ouvintes. (MN)

NETO - Fonte: Uol

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 09h37
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ESCOLHA SEU SHOW (PARTE 5)

Pra ouvir acesse: http://www.myspace.com/bandajetset

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h18
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ESCOLHA SEU SHOW (PARTE 4)

::::: dia 27/01 (sábado) - Serrana

MONO/STEREO – 2º edição
Projeto realizado em Serrana com parceria da Groselha Fuzz e Cabo de Enxada.

com as bandas:

VAL TOMATO e banda (gaitista blues de São Paulo)
OS COYOTES (rock/blues de Serrana)
INTERSTELLAR (post punk de Rib. Preto)
SKADA (ska de Rib. Preto)

:: convite:
R$ 5,00

::local:
Chácara do
R: Vicente de P. Lima 14 – Centro - perto da praça Matriz

:: como chegar:

Carro (sentido Ribeirão-Serrana):

- entrar no 2º trevo av. Habib Jábali, passar pela rotatória do Cristo e seguir até o fim da avenida.
- continuar descendo no mesmo sentido pela rua São Sebastião (continuação da avenida)
- seguir até o final e virar a esquerda na penúltima rua antes de acabar a S. Sebastião, rua Augusto Biagi.
- descer 2 quadras.

Ônibus/Van de Ribeirão Preto

- descer no último ponto da Vicente P. Lima (último antes da rodoviária), esquina do lava-rápido.
-seguir para a direita (p/ quem desce do ônibus) e seguir uma quadra até o começo da rua.

***

Logo divulgação da data da primeira Groselha Fuzz do ano.

Contato:
http://www.myspace.com/groselhafuzz
(16) 9154 1203

Fotos das últimas festas:
http://www.flickr.com/photos/groselhafuzz

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h09
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ESCOLHA SEU SHOW (PARTE 3)

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h04
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ESCOLHA SEU SHOW (PARTE 2)

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h02
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ESCOLHA SEU SHOW (PARTE 1)

Aniversário de São Paulo marca a volta de Os Mutantes

Nação Zumbi e Tom Zé também sobem ao palco do Parque da Independência

Para comemorar os 453 anos de fundação da cidade de São Paulo no dia 25 de janeiro, a Secretaria Municipal de Cultura convidou o grupo Os Mutantes, a banda Nação Zumbi, o cantor Tom Zé para revezarem-se no palco do Parque da Independência, em frente ao Museu do Ipiranga. As apresentações têm início às 16h; e a entrada é franca.

Parque da Independência recebe Os Mutantes no aniversário da cidade

O show de Os Mutantes marca a estréia nacional da banda, após a turnê realizada no ano passado na Inglaterra e nos Estados Unidos. O grupo, que retorna ao cenário musical com Zélia Duncan nos vocais, apresenta-se às 20h.

Afastados dos palcos desde 1978, em maio de 2006 Os Mutantes romperam o longo silêncio e realizaram um show no Barbican Theatre, de Londres, onde também gravaram um disco ao vivo e o primeiro DVD do grupo, lançado em dezembro. Depois da Inglaterra, partiram por uma turnê pelos Estados Unidos, passando por Los Angeles, São Francisco, Seattle e Chicago. Da formação original de 78, participaram os fundadores do grupo, os irmãos Arnaldo Baptista (teclado e voz) e Sérgio Dias (guitarra e voz), além do baterista Dinho Leme. A cantora Zélia Duncan foi convidada para assumir o vocal, substituindo Rita Lee, integrante do grupo até 1972. Completam o espetáculo, Vinícius Junqueira (baixo), Simone Soul (percussão), Henrique Peters (teclados), Vitor Trida (teclados, guitarra, viola caipira, baixo), além de Fábio Recco e Esméria Bulgari (backing vocals).

No show do aniversário de São Paulo, Os Mutantes - um dos ícones da música brasileira das décadas de 60/70 - apresentarão algumas das composições mais importantes de seus cinco discos gravados e canções em inglês do álbum Technicolor. Serão interpretadas Dom Quixote, Caminhante Noturno, Dois Mil e Um, Top Top, Ando Meio Desligado, Bat Macumba, Panis et Circensis, entre outras.

Nação Zumbi e Tom Zé também sobem ao palco.

Serviço do Show

Data: 25 de janeiro de 2007 (quinta-feira)
Local: Parque da Independência - av. Nazaré, s/nº - Ipiranga – São Paulo
Shows: Nação Zumbi, às 16h, Tom Zé, às 18h, e Os Mutantes, às 20h.
Censura: livre
Informações para público: (11). 3372-2219 (setor de eventos) e 3334-0001, ramal 1950
Entrada Franca

Fonte: Prefeitura de São Paulo

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h00
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OLD SCHOOL

Megadeth promete para maio novo álbum na linha heavy metal old school

Está confirmado para maio o lançamento nos Estados Unidos de United Abominations, próximo álbum de estúdio do Megadeth.

"A mixagem está quase finalizada e odeio informar alguma data de lançamento, pois elas estão sempre mudando. Porém, em princípio, o disco sairá dia 8 de maio mesmo", garantiu o guitarrista/vocalista Dave Mustaine (foto), em nota direcionada aos fãs.

Ele também deu uma pista de como virá o direcionamento musical do novo trabalho da banda. "O metal está precisando de um bom disco de old school e acredito que foi o que fizemos. Não é uma segunda parte de Rust In Peace, mas é o álbum que pode me fazer esquecer tudo que gravei depois", afirma ele.

Um vídeo do Megadeth tocando Gears Of War em outubro último, em Massachusetts, EUA, já está disponível no YouTube.

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 08h53
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Zé Ramalho - A Peleja do Diabo com o Dono do Céu (1979)

O texto abaixo foi extraído do blog Caverna do Som:

Antes que alguém estranhe, não, a Caverna do Som não mudou de foco. Continua a ser um blog de rock, com ênfase em rock clássico, progressivo, metal e hard rock. Por que então esse disco está aqui? Essa pergunta tem três respostas.

Primeiramente, foi um pedido de uma visitante chamada Priscila. E este blog tem como política atender, na medida do possível os pedidos de visitantes, especialmente quando são representantes do sexo ideal - chamar mulher de "sexo oposto" sempre me pareceu coisa de quem não aprecia.

Segundamente porque o disco é bom à beça. Ponto.

Terceiramente porque ele permite levantar umas indagações interessantes sobre o que seria "rock brasileiro". Seria só rock cantado em português ou uma música que juntasse elementos do rock com sonoridades brasileiras? Para quem começou a ouvir música antes de 1980, falar em rock brasileiro trazia imediatamente à idéia o nome de Raul Seixas, roqueiro até a medula e que sempre cultivou nervosa distância dos tropicalistas. Isso não o impediu de fazer músicas sertanejas ("Medo da Chuva" e "Trem das Sete") e até emboladas ("Os Números"), não muito distante das propostas dos tropicalistas. Essa ponte, a meu ver, fora aberta por Gilberto Gil ao regravar com arranjo roqueiro em seus segundo disco o baião "Procissão", que constava de seu trabalho anterior.

Nos anos 70, embora houvesse grupos de rock que só replicavam fórmulas importadas, essa fusão explodiu em trabalhos tremendamente criativos. Sá, Rodrix e Guarabyra (qualquer dia eu boto aqui) eram roqueiros e brasileiros, criando até a expressão rock rural para definir esse som híbrido. Os mineiros do Clube da Esquina iam muito além dos Beatles em sua influência e misturavam o rock com as raízes de sua música num resultado notável - "Um Girassol da Cor de seu Cabelo" cabe em qualquer disco de progressivo.

A meu ver, essa fusão chegou ao auge com os nordestinos, que não viam nenhum problema em juntar a viola com a guitarra. Daí um dos melhores hard rocks brasileiros da época ser "Galos, Noites e Quintais", do fanho Belchior. Ou a psicodélia pesada de "A Dança das Borboletas", parceria de Zé Ramalho e Alceu Valença, gravada por aquele com uma guitarra doida de Sérgio Dias gravada em vários canais diferentes. Daí não ser estranha a presença dos sintetizadores de Patrick Moraz, suíço que tocou com o Yes, no primeiro disco solo de Zé. Esse disco aqui talvez seja até menos roqueiro, mas só o arranjo de "Jardim das Acácias" vale o download.

Aí chegou a minha geração. Um bando de mauricinhos da Zona Sul carioca, dos Jardins Paulistas e, pior ainda, da elite brasiliense, que, sob influência da ideologia punk, via tudo que fosse brasileiro como coisa de velho ou de hippie. Faziam uma new wavezinha chocha e pretensiosa, simplesmente cantada em português. Mudasse o idioma, passaria por new wavezinha chocha e pretensiosa de qualquer outro lugar. Só descobriram que viviam num país musicalmente rico quando seus ídolos como David Byrne e Arno Lindsey, disseram isso. Até que veio um nordestino (de novo eles) e retomou, com um pouquinho mais de marketing, o que seus conterrâneos já faziam na década anterior. Era Chico Science, e aí a coisa voltou a ficar um pouquinho divertida.

Pra baixar o disco acesse: http://cavernadosom.blogspot.com

CAIO MANCINI

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 14h19
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SERA?

Tom Morello lança CD solo e prepara volta do Rage Against The Machine

O guitarrista Tom Morello (foto), do Audioslave, lança no próximo dia 24 de abril nos Estados Unidos o álbum One Man Revolution, de seu projeto solo Nightwatchman. O disco tem 13 músicas e apresenta pela primeira vez Morello atuando também como vocalista. Ele só costuma fazer essa função quando participa de algum dos inúmeros protestos por direitos humanos nas quais está sempre envolvido.

Além do trabalho solo, Morello também está trabalhando numa suposta volta à ativa do Rage Against The Machine, da qual ele fez parte até a separação, em 2000. Segundo a Billboard norte-americana, o conjunto estaria agendado para se apresentar no Coachella Valley Music & Arts Festival, que acontece no meio do ano.

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 08h55
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SET LIST - CIDADE ROCK 08 - 21/01/2007

1º BLOCO

01 - Led Zeppelin - Linving Loving Maid
02 - Uriah Heep - Love Machine (ao vivo)
03 - Kiss - Detroit Rock City
04 - MC5 - Kick Out The Jams
05 - At The Drive In - Sleepwalk Capsules

2º BLOCO

06 - Camisa de Vênus - Eu não matei Joana Darc (ao vivo)
07 - Replicantes - Motel da Esquina
08 - Muzzarelas - Born To Loose in SBO
09 - Walverdes - Seja Mais Certo (Momento Beerock)
10 - Virna Lise - Eu quero essa Mulher

3º BLOCO

11 - Angra - Carry On
12 - Black Label Society - 13 Years of Grief
13 - Pantera - Becoming (ao vivo)
14 - Obituary -  Don't Care
15 - Deicide - The Truth Above

Se você curtiu os Walverdes e quer saber mais sobre a banda, acesse: http://www.walverdes.com ou http://www.walverdes.com/blog.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 08h46
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VERSÃO 8.0

INSANO COM SEMPRE

PROGRAMA CIDADE ROCK

DIA 21/01 ÀS 19:00 HORAS NA RÁDIO CIDADE FM

NOS MICROFONES: FABIN (SUBSTITUINDO O GUI MUSSI QUE FOI ABDUZIDO PELA BAHIA)

PARA OUVIR SINTONIZE 105.5 MHZ OU ACESSE: http://www.fmcidade.com

NÃO PERCAM !!!!!!

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h13
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AULA DE REFORÇO

Escrito por ALYSSON - 09h57
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BACK TO BRAZIL

É galera, o sonho de conquistar o mercado gringo acabou.
Lembram do Diesel? O Diesel era uma banda de Belo Horizonte que venceu o concurso “Escalada do Rock”, conquitando o direito de se apresentar no palco principal do Rock in Rio III.
Com um excelente disco independente na bagagem se mudaram com a cara e a coragem pros EUA. Na gringolândia trocaram o nome para Udora  e gravaram um bom álbum, um pouco mais pop, mais ainda sim muito bom.
Em meados de 2006, o sonho começa a desmoronar. O batera Jean deixa a banda e hoje substitui Igor Cavalera no Sepultura. Depois foi a vez do baixista cair fora.
Da antiga formação só sobraram o vocalista/guitarrista e o outro guitarrista.
Os caras voltaram pro Brasil, reformularam a banda com dois novos integrantes (foto) e pasmem, resolveram gravar em protuguês.
Dos tempos de Diesel, com aquele som mezzo grunge pesadão, sobrou pouco. Agora resta esperar pra ver onde este caminho mais pop vai dar.

Para ouvir os novos sons em português acesse:

http://www.udora.com

http://www.tramavirtual.com.br/udora

http://www.myspace.com/udora

 

Escrito por ALYSSON - 09h46
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PÓS TÚMULO

Álbum da nova banda de Perry Farrell terá participação de Jim Morrison

O primeiro álbum do Satellite Party, novo projeto de Perry Farrell, conhecido como o vocalista do Porno for Pyros e do Jane's Addiction, já tem data para sair.
O disco será lançado lá fora no dia 15 de maio e se chama Ultra Payloaded.
O projeto, em que Farrell está envolvido há três anos, está sendo ansiosamente aguardado pela imprensa musical, que vê com desconfiança a mistura de artistas colaboradores, que vai da popuzuda Fergie (Black Eyed Peas) ao ex-Extreme Nuno Bettencourt, passando por uma ressurreição de Jim Morrison na faixa "Woman in the Window", gravação inédita do vocalista do Doors.
Enquanto Morrison canta, a letra traz ao fundo a frase "Just try and stop us, we´re going to love", que vem sendo usada como uma espécie de mantra por Farrell e companhia, autodenominados "solutionists". O press release divulgado à imprensa estadunidense explica o que são os "solucionistas" e Ultra Payloaded: "Um álbum conceitual feito por um grupo de artistas, músicos e ambientalistas que buscam redefinir e dar soluções para o mundo".
Esse é Perry Farrell, genial e louco como sempre.

Fonte: Omelete

Escrito por ALYSSON - 09h38
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BREAKNECK NO ROCKEFELLER METAL FESTIVAL

A BANDA BREAKNECK, DE GUAXUPÉ (MG), SERÁ UMAS DAS ATRAÇÕES DO ROCKEFELLER METAL FESTIVAL, QUE ROLA NESTE SÁBADO (DIA 20) NA CIDADE DE LAVRAS.

COM APOIO DOS PRODUTORES DO MEGA FESTIVAL ROÇA N' ROLL, DE VARGINHA, ALÉM DA REVISTA ROADIE CREW E VÁRIOS PATROCINADORES, O "ROCKEFELLER" PROMETE ARREBENTAR EM SUA 1ª EDIÇÃO.

MAIS INFOS: http://rockefeller.rocainroll.com

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 14h22
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É VERO (PARTE 1)

Segue um conto muito bom do escritor Ronaldo Bressane, em cima de um fato real que presenciou - o show do ex-Planet Hemp Marcelo D2 na Daslu em 2003. É meio grande mais vale a pena. Mistura ficção com realidade:

COMPRE O PREÇO

Acabei de voltar da tal da butique Daslu. Fui lá ver o show do Marcelo D2, tá ligado? Ele memo. O cara tá nos pano, mano. Ele é agora patrocinado pela Mandi, jão, se liga. Uma roupa de grife aí que abriu uma loja na Daslu. Eu descolei um convite VIP com um truta meu que trampa na copa. Itaim, certo? Uma par de quarteirão lotadaço de man in black e Cherokee e Audi e o caralho a quatro. Caipirinha ice na faixa. Bati mó larica. Qual é? Umas paradas à pampa pra comer, umas mina de elite memo, tudo loira, velho, o cabelo num reflexo só, luzes, aqueles pelinho no braço, mó perfume no ar, perfume, perfume. D2 mandou bem. Apareceu o Seu Jorge, na estica. Ele também é artista Mandi. Levou um tanto aí pra desfilar, mais a roupa que ele quiser, o ano inteiro, saca? Os nego se trata. Tinha muito maurício, é lógico, mas cê queria o quê? D2 lembrou que nóis tamos se organizando pra desorganizar, tamo desorganizando pra se organizar. Falou do tal do Chico Science. E do tal do Bezerra da Silva. Tinha um vídeo mostrando o Gracie lutando músculo pular. Tinha um vídeo mostrando uns carinhas pegando onda. Eu tiro é onda, manda o D2. E o povo obedece. O povo? Tinha uma loira de dois metro de altura na minha frente. Uma hora subiu no palco o Thaíde, tá ligado? Que tempo bom, que não volta nunca mais. Ele pediu pra galera agitar a mãozinha dum lado pro outro. Mano, nunca vi tanto Rolex e Bulgari na minha fuça, pra lá, pra cá, pra lá, pra cá, tava pra fazer mó funça naqueles vacilão. De brilho no cabelo e camisa pra dentro da calça com cinto. E uns com cinto. E uns playboy com pano de officeboy. Eu já vi tanta coisa, jão, eu não me impressiono mais com nada. Tá tudo certo. E não é que os playba tava cantano direitinho as parada? D2 falava que representa o pesadelo do hip hop. E os maurício curtia! Qual é? D2 falava que você é você, não importa de onde é. D2 falava VAMO FAZÊ BARULHO? Outra hora subiu o cara dono da Mandi, tá ligado. O dono da parada subiu no palco e D2 e Seu Jorge pediro pro cara soltar um sambinha. O cara deu uma reboladinha mais ou menos. Mas tá limpo. Foi o batismo dele, né não, jão? O cara curte os movimento, é nóis tamém, por que não, velho? Só porque é playboy? Mó discriminação. E falar em discriminação, pô, aí, não podia fumar cigarro na Daslu, velho. Mas eu vi umas perua fumano. Até tive uma noinha de puxar meu dubom, mas eu que não queria queimar tudo até a última ponta ali, velho, dá licença. Fala sério, jão, uns tiozinho sacando tudo, a Caras, o Estadão, a Folha, o Nizan Guanaes, a Cicarelli, uma par de modelo, uma par de segurança. Eu tiro é onda, mandou o D2. Eu vim do Rio de Janeiro a Nova York levado pelo som, no Andaraí, no Brooklin, só tem sangue-bom, vou te explicar como é que eu faço pra sair dessa merda, eu tô sempre ligado, e mantenho minha mente aberta, com dinheiro é muito fácil, todo mundo é feliz, eu quero vê tira onda sem dinheiro como eu fiz. Tá tudo dominado. Qual é? Eu tipo tava curtindo o show mas tipo achei meio sinistro, tá ligado. Tipo: num sei, uma hora eu colei numa parede e fiquei meio assim noiado que ia dar um vomitão num terno Armani e ia fazer merda. Eu sempre acho que vou fazer merda uma hora, e aí eu faço. Mas pra desencanar dei uma olhada nos preço dos pano: jaqueta de dez conto. Dez mil conto. Tinha uns caras vendendo apê de 500 metro quadrado.

CONTINUA ...

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 11h23
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É VERO (PARTE 2)

Tinha uma foto do Malcolm X de barão, numa beca muito louca, do lado de umas foto de uns rei, de uns figura elegante, em cima de uma estante onde a gravata mais na moral custava 400 conto. Achei louco o negão ali, tipo símbolo de status pros maurício. Jão, ali, terno, sapato, meia, cristal, charuto, livro, vestido, perfume, carro, tudo tá à venda, jão, tudo à venda. Tinha uma loira de dois metro de altura que ficava tipo me zuando e passando o rabo dela no meu nariz, aqueles sapato me agulhando o pé, foda. E o perfume, velho. Os cara se trata. VAMO FAZÊ BARULHO? Eu ouvi uns caras falando que era um acontecimento histórico, o D2 na Daslu. Tipo o encontro de dois mundos, jão, mas eu não vi nada disso. Eu não vi porra nenhuma de dois mundos se encontrando e nem que a vaca tussa eu vou acreditar que Marte vai invadir a Terra, tá ligado. Eu vi que as minas da faxina tavam usando roupas de minas da faxina, tá ligado. Então tá tudo certo, tipo. Eu pisei num chiclete que uma loira jogou no chão, mano, e ela me olhou dum jeito como se olha um extintor de incêndio, saca. O D2 deu uns berro contra a MTV, morou. O D2 ganhou 3 VMBs semana passada. O D2 tava nuns panos da hora. Qual é? Eu fiquei assim meio zuado com aquelas caipirinha ice. Eu queria dar um rolê, mas pra todo lugar que eu ia o chão era cheio de man in black em volta e aqueles maurício com malha em cima do ombro, morou, mano. Eu ouvi um cara dizer pra outro que o Thaíde, o cara não levou nenhum cachê, pra cantar no show do D2, ganhou foi uns 15 conto em roupa que tirou direto na loja. Tá certo, jão. O som tava da hora. Foi me dando um negócio a hora que eu vi, que, porra, na real, tudo ali era igual. Era todo mundo igual aquela merda. Os playba sabia todas as músicas do D2. O D2 lembrou do Sabota, rap é compromisso. O D2 gritava VAMO FAZÊ BARULHO! Mas ninguém fazia barulho, mesmo, na real. Tipo, eu soltei uma bufa, a porra dos salgadinho me fudeu o lombo, mas acho que ninguém sacou, morou. Eu também não vi ninguém tirando uma fumaça, aí fiquei meio na miúda, nem quis acender minha ponta. Na real, eu vi que eu tava sozinho, velho, muito sozinho. Tinha vários retrato na parede, uns rei, umas modelo, um lance assim meio pop, é pop art que fala, eu acho. E tinha aquela foto do Malcolm X em cima de uma gravata Zegna por 497 contos. Todas as roupas tinham preço, tudo ali tem preço, ali você não compra a roupa, compra o preço. O show acabou, todo mundo curtiu, todo mundo aplaudiu. Os cara foram ali na elite e desenvolveram o discurso. Na rua, eu vi uns figuras combinando de ir comer num japonês. Lógico que a parada dos cara tem a ver com a rua, mas, na boa, qual o pobrema se playboy curte o som dos cara? Eu fui saindo fora de fino e até vi o D2 botando o carrinho do filho dele no porta-malas da Pajero dele. O mano tem vez, a vez chegou, né, jão. A minha, igual, chega também um dia, tá ligado? Tipo. Eu fui andando ali pelo Itaim meio rápido, porque tou ligado que bumba pra quebrada é só até a meia-noite. Fui andando na minha, andano, andano, andano. Até que sentei no ponto e tudo começou a rodar, a rodar, a rodar, e aí meu deu um troço e aí fudeu. Chamei o hugo memo, velho, vomitei toda a parada dos salgadinho de salmão e das caipirinha ice, gorfei tudo, mano, mó jato, foda, mó nojeira tudo em cima de mim. Tou fudido, jão, é o único pano de balada que eu tenho, minha mãe vai me dar um esporro. Me limpei num jornal. Tá limpo. D2 mas mantenha o respeito. Vou ter que jogar fora e comprar outro. Foda-se. Rap é compromisso, e fudido por um, fudido por mil. Qual é, mano? Acabo de voltar da tal da butique Daslu. Fui lá ver o show do Marcelo D2, tá ligado nos movimento? Ele memo. Na procura da batida perfeita. Ano que vem, se eu descolar uma boiada dessas, vou de novo.

RONALDO BRESSANE

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 11h16
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FUTURO

Sepultura nega rumores da volta de Max e agenda novo álbum pra 2008

Depois de muita confusão interna, muitos problemas com ex-integrantes, o Sepultura promete que terá um novo álbum em 2008. Foi o que garantiu o guitarrista Andreas Kisser, em entrevista concedida ao periódico norte-americano The Metal Exiles.

"Vamos fazer muitos shows ao longo de 2007, queremos tocar em festivais e também nos Estados Unidos. Depois, vamos preparar o novo álbum para lançar em 2008", disse o guitarrista paulista.

Kisser disse ainda que o público americano já aceitou o vocalista Derrick Green. "A grande maioria nem fala mais no Max (Cavalera, hoje no Soulfly). Derrick cresceu muito e já mostra isso no palco e também no último disco", disse ele, que nega os rumores de que Max estaria voltando para a banda juntamente com Iggor Cavalera, que saiu em 2006. "Não tem nada acontecendo nesse sentido. Estamos focados no trabalho agora e não vamos jogar fora tudo que fizemos na banda nos últimos 10 anos."

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 09h31
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MR. MADMAN

Ozzy Osbourne está feliz da vida com o processo de composição e gravação de seu novo álbum. Para começar, o velho madman trocou os longos passeios de carro até o estúdio por um sistema de gravação caseiro, montado na casa de hóspedes de sua mansão em Beverly Hills. Armado com uma mesa de mixagem e um kit ProTools, Ozzy diz que está curtindo a criação de seu novo álbum.
"Antes, eu acordava inspirado, pegava um táxi e ia para o estúdio esperar todo mundo aparecer. O problema disso é que nesse meio-tempo dá pra esquecer tudo em que você pensava quando estava se levantando da cama. Agora eu ouço música no meu próprio som e posso parar para descansar e ver TV quando quiser", comenta Ozzy.
A respeito do conteúdo do próximo disco, o veterano roqueiro diz que as músicas terão pouco a ver com o moderno Down To Earth, de 2001. "Será mais cru e tenho Kevin Churko trabalhando o som porque ele sabe mexer no ProTools. Eu não sei mexer naquela desgraça. Mal sei mexer num interruptor", brinca.
O guitarrista e "filhote favorito" de Ozzy, Zakk Wylde, diz que o processo de criação é direto e objetivo, no melhor esquema "rock and roll". Ele explica:"entramos no estúdio e tocamos os riffs, como fizeram o AC/DC e o Black Sabbath. Não preciso de um Bob Rock me dizendo o que tenho de fazer, como os 'Monólogos da Vagina' do Metallica", espeta.
"Quando você sabe pra onde vai, você não precisa de ninguém te dando direções. O material novo é Ozzy clássico. Baladas de piano, jogadas acústicas e a merda pesada de sempre. Ozzy sempre me diz que precisamos de outra 'No More Tears', que precisamos deixar o disco destruidor para ficar pau a pau com o Diary Of A Madman", conclui o guitarrista.
Ozzy continua, dizendo que sempre tenta fazer um disco perfeito, "embora Down To Earthb tenha sido meio que para cumprir tabela". Ele diz adorar a balada "Dreamer", mas não acha o disco nada de mais. "Por outro lado, este novo álbum está na mesma classe de Blizzard Of Ozz, No More Tears e Diary Of a Madman. É a minha influência do Sabbath saindo neste álbum. Gostaria de ver o Black Sabbath lançar um disco com tanto fôlego a esta altura do campeonato", finaliza Ozzy, com acidez.

CAIO MANCINI - Fonte: Cifra Club

Escrito por ALYSSON - 09h18
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ENTREVISTÃO - DROGAS (PARTE 1)

ENTREVISTA SUGADA DA REVISTA BIZZ DE JULHO DE 2006, COM JOÃO GORDO (RATOS DE PORÃO), MARCELO NOVA (CAMISA DE VÊNUS) E BETO BRUNO (CACHORRO GRANDE), TENDO COMO TEMA: THE DRUGS.

João Gordo: “Lembro uma vez em que eu era bem moleque e tinha uns caras na frente da casa da minha avó fazendo samba e fumando maconha. Eu devia ter uns seis anos de idade. Fui falar para o meu pai. Ele ligou para a polícia e os caras foram em cana. Depois, ele pegou um carocinho daqueles fumos bons dos anos 70, com uma cor meio verde-abacate. Era verdinho mesmo. Ele me mostrou e disse: ‘não tenha medo’ (ri)”.
Marcelo Nova: “Beatles e Rolling Stones foram minhas maiores influências. Eles eram meus Menudos. Quando ouvi ‘Lucy in the Sky with Diamonds’ eu tinha 16 anos, lia Timothy Leary, tinha curiosidade. Aos 16 eu tinha ouvido falar nas drogas, aos 18 estava usando”.
Gordo: “Eu comecei por causa do punk, né? Primeiro você começa a fumar cigarro. Depois eu li numa revista – tinha uma chamada Sniffing Glue – que os punks cheiravam cola e tomavam flocos de milho com cerveja. Isso lá pelos meus 13 anos. Aí eu falava pra minha mãe que ia estudar e ia para a matinê de punk rock. Tocava um pouco de tudo, Stooges, Kiss, AC/DC, e lá foi a primeira vez que eu ouvi falar a palavra ‘baseado’. Fiquei parado imaginando o que poderia ser. Mas foi no início dos anos 80, quando fui morar no interior, que experimentei maconha, benzina, lança-perfume. No interior não tem muito o que fazer, então os caras enchem a lata. Pouquíssima gente fumava maconha, tinha uma cultura da bebida mesmo. Hoje em dia a coisa está mais pesada, rola farinha direto. São outros tempos”.
Beto Bruno: “Pó é a coisa mais careta do mundo. Todo mundo acha que aquela bagagem de sexo, drogas e rock’n’roll vai junto contigo pra todos os lugares. Já botaram cocaína na nossa cara várias vezes, porque as pessoas meio que cobram isso”.
Nova: “Mick (Jagger), Keith (Richards) e Marianne (Faithfull, na época namorada de Jagger) estiveram em Arembepe (Bahia) em 1968 e voltaram para Inglaterra e Estados Unidos falando que no Brasil existia um paraíso tropical. Então todos os malucos começaram a ir para lá. O roadie do Jefferson Airplane (banda de rock psicodélico formada em 1965 em São Francisco) apareceu com 500 ácidos numa sacolinha e eu consegui dois. Chamava-se Purple Haze, puríssimo. Isso foi no início da popularização do ácido, porque depois todo mundo começou a tomar e perdeu-se a qualidade da coisa”.

Escrito por ALYSSON - 11h18
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ENTREVISTÃO - DROGAS (PARTE 2)

Nova: “Dos 18 aos 22, foram quatro anos de batalha árdua, fui ao inferno e voltei. Mas me recusei a ficar no purgatório. No purgatório tem um telão com a programação do SBT passando 24 horas por dia. Paguei o preço da curiosidade, da pouca idade. Foi uma experiência muito intensa, reveladora. Uma experiência complexa que traz no seu bojo o prazer e a dor lado a lado”.
Gordo: “Eu só fui usar cocaína mesmo em 83. Até então a gente fumava maconha, tomava cachaça e bola. Cocaína era droga de rico. Mas aí, na época do Napalm, começamos a ter contato com a new wave, com gente viajada, outra classe social. Foi quando conheci o ácido também. Primeiro eu só chapava no fim de semana, depois passou a ser todo dia. Quando a loja Punk Rock mudou para a rua Augusta, eu tomava dois, três, cinco Inibex (tipo de anfetamina) de uma vez antes de sair da minha casa no Tucuruvi, ia na padaria, tomava uma pinga e viajava uma hora e meia no ônibus elétrico. Chegando lá encontrava os amigos e passava o sábado inteiro assim. Depois caía para a balada. Era época do Madame Satã e começou a rolar até um comércio de ácido entre nós. Um microponto fabricado na USP. A balada ia de quarta a domingo, depois nego passava a segunda e a terça convalescendo. Na época, entre 85 e 86, tomei muito baque também. Todo mundo teve hepatite C, mas eu escapei. Pelo menos eu usava seringas descartáveis”.
Beto Bruno: “Duas vezes eu perdi o controle (com cocaína). Era ela quem estava me usando. Era muito cara e de má qualidade. Porque hoje em dia é diferente dos anos 80. É triste ver os caras entrando e saindo do banheiro nas baladas de 15 em 15 minutos com aquela cara. A cocaína está no nosso meio, mas é foda quando as pessoas querem ser amigas e te procuram oferecendo drogas. Vai fazer amizade de outro jeito! É normal chegar numa cidade e os ‘magrão’ ficarem em cima dizendo que têm tudo o que a gente quiser. O nosso baixista, por exemplo, nunca cheirou. Ele morou na Europa, já viu de tudo e nunca teve coragem. E, depois, o sujeito nem levanta o pau. Qual é a diversão? Meio que estraga a noite, sabe?”
Nova: “Perdi amigo. Mas nunca me orientei pelos outros, sempre fui o timoneiro do meu próprio barco. Tive a consciência de que estava perdendo a capacidade de me manter íntegro, senti medo. E o medo é uma sensação poderosíssima. Talvez eu tenha tido sorte”.
Beto Bruno: “Acho que o álcool pode atrapalhar mesmo. Na hora do show tomar uma cervejinha é do caralho, porque o trabalho já está feito e você só vai lá apresentar. Mas enquanto está compondo ou ensaiando é ruim. Para fazer o nosso segundo disco (As Próximas Horas Serão Muito Boas), a gente bebeu em todas as etapas. Costumo dizer que o encarte do álbum tem cheiro de uísque. Eu até gosto, mas aquilo é rock de bêbado. Estávamos em uma fase difícil, tipo ‘quero ser os Rolling Stones’. Hoje quando escuto o disco novo (Pista Livre) acho o som mais legal. Sem beber, a gente consegue ficar de oito a dez horas produzindo. Com bebida os interesses mudam. Rola briga, e tem uns que ficam muito chatos. Da banda ali eu sou um dos que mais bebem, mas tive o ‘start’ de tentar fazer as coisas sem o álcool. Fizemos uma experiência e hoje todo mundo concorda. Chegou uma hora em que eu falei: ‘vamos gravar os melhores discos da nossa vida”. Até então nunca tínhamos tido um super estúdio, então quando rolou resolvemos aproveitar ao máximo as horas que a gente tem. Tomar um chopinho depois da gravação é maravilhoso. E antes de entrar no palco, porque ajuda a descontrair e cria uma troca maior com o público, porque as pessoas que estão no show geralmente estão bêbadas. Agora, o que eu mais gosto mesmo é que nenhum dos cinco músicos da banda usa cocaína”.

Escrito por ALYSSON - 11h07
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ENTREVISTÃO - DROGAS (PARTE 3)

Gordo: “O auge foi entre 1995 e 2000. Pintou o ecstasy e bateu na heroína. Durante as turnês na Europa a nossa banda era como os Freak Brothers de verdade. O speed faz parte da cultura na Espanha. Na primeira vez nós não sabíamos usar, e ficamos um mês sem dormir. Ainda bem que passou. Em janeiro de 2000 tive um problema no pulmão e fiquei a ponto de morrer. Estava usando heroína, tomando “e” e fumando três maços de cigarro por dia. Pesava 210 quilos. Foi um colapso total. Hoje em dia, se for comparar, eu virei um anjo. O objetivo hoje é viver mais, ficar com os filhos. Não tem lugar pra esse tipo de balada na minha vida. Até pela fase do crack eu passei. Em 1990 uma amiga ensinou a gente a fazer. É claro que rolaram vários problemas. Tive de mandar músico pra fora da banda”.
Beto Bruno: “Não existe fumar um para fazer uma música. Influencia na maneira de pensar, mas às vezes você compõe e quando vai ouvir depois acha uma merda. A maconha me deixa mais centrado quando eu sento no meio das duas caixas de som, mas na hora da criação atrapalha um pouco. Sei de gente que só consegue fazer música drogado, mas daí tem que ficar chapado o tempo todo. Não existe isso de falar ‘agora eu vou ter uma idéia’. Dizem que, no primeiro disco, os Mutantes não conheciam nem maconha. Eles só foram tomar ácido na época do Jardim Elétrico”.
Gordo: “Tem muita música do Ratos de Porão que foi feita à base de álcool, maconha, cocaína. Tem gente que fala pra mim: ‘você só faz música boa quando tá fudido’. Quando fui fazer o disco novo (Homem Inimigo do Homem) não tinha idéia nenhuma do que escrever. Mas em um mês consegui fazer 11 faixas à base de suco Ades e quibe de soja. Talento eu tenho, sacou? Tem uns errinhos no disco que um produtor fudidão não deixaria passar, mas está muito bom. É ódio puro”.
Nova: “Não esquecendo que fui minha própria cobaia. Porque não existe literatura a respeito no Brasil. Os pais dos adolescentes acham que maconha é igual a cocaína que é igual a heroína. Não tem informação específica sobre o assunto. Tem comercial de tevê dizendo que droga mata, mas carro também mata. Tem que acabar com essa hipocrisia”.
Gordo: “Acho que toda droga deveria ser legalizada, porque só assim acabaria o tráfico. A maconha foi demonizada pelos americanos. Porque ela é uma das plantas mais completas: serve como combustível, para fazer roupa, curar doenças e ainda dá um barato. Mas sou contra drogas químicas. A cocaína e o tabaco são os maiores inimigos do homem”.
Nova: “Meu posicionamento é o mesmo de sempre. Quando você pensa em falar com uma multidão, o que é bom para um não é bom para outro. Cada organismo é diferente. Fumar um baseado pode me dar vontade de ouvir Hendrix, mas outra pessoa pode querer sair berrando pela rua. Se houvesse uma literatura que explicasse aberta e claramente sobre os efeitos e dosagens, ajudaria a decidir se vale a pena ou não. Quando tive minha experiência, vi que era muito mais do que qualquer coisa que já tinham me falado. Isso me rendeu uma música, “Quando eu Morri”, lançada em 1989 no disco “Panela do Diabo”, com o Raul Seixas. Foi escrita 16 anos depois, e fala basicamente sobre essa experiência vívida e sensitiva que eu passei”.

Escrito por ALYSSON - 11h05
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PUNK GERIÁTRICO

BUZZCOCKS MOSTRA SEU PUNK A APOSENTADOS

O Buzzcocks, banda de punk rock inglesa surgida na década de 1970, cedeu sua música “Everybody’s Happy Nowadays” para que fosse utilizada em uma propaganda da Associação Americana para Pessoas Aposentadas, que visa melhorar a vida de pessoas com mais de 50 anos.
Segundo informações, o comercial de 30 segundos, que tem a música do Buzzcocks como trilha sonora, mostra várias gerações de uma mesma família comemorando o aniversário da matriarca.

Escrito por ALYSSON - 09h10
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50 ANOS DE CAVERN CLUB

Casa noturna que "lançou" os Beatles faz 50 anos

O Cavern Club, casa de Liverpool que abrigou mais de 270 shows dos Beatles no início da carreira do quarteto, completa 50 anos de existência nesta terça-feira. Uma festa com vários dos artistas que fizeram história no local será realizada hoje.
Mais de 30 bandas irão se apresentar no palco do Cavern. A abertura da noite será feita pela Merseysippi Jazz Band, que realizou o primeiro show no local, em 1957.
Espécie de templo da música ao vivo, a casa noturna recebeu os Beatles entre 1961 e 1963. Em 1973, em decadência, o Cavern foi fechado e só reabriu uma década depois, totalmente reconstruído.

NETO

Escrito por ALYSSON - 09h06
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NEW SKATE SUMMER TOUR

New Skate Summer Tour

de 12/01 à 04/02 de 2007

SUGAR KANE - A Volta
GARAGE FUZZ - A Clássica
RANCORE - A Revelação

Santos - sex 12/01
Americana - sab 13/01
(em aberto) - dom 14/01
Vinhedo - sex 19/01
Rio Preto - sab 20/01
B.Horizonte - dom 21/01
Piracicaba - qui 25/01
Hangar 110 - sex 26/01
Hangar 110 - sab 27/01
Jundiaí - dom 28/01
Londrina - sex 02/02
Curitiba - sab 03/02
Campinas - dom 04/02

www.newskate.com.br

quer levar a tour pra sua cidade??
mande 1 e-mail para:
contato@dalaranjaaocaos.com.br

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 16h31
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SIMPLE PLAN NO BIG BROTHER. ECA!!

No último disco dos Ratos de Porão, os caras fizeram uma música zoando os emos:

O Equivocado

hei, moleque equivocado
insensato, sem futuro
de bobera a vida passa
na sarjeta e vai pro esgoto
você não fez nada
não aprendeu nada
só fez cagada
oh! cú de burro !!!
bem alimentado
mal-acostumado
assim fica fácil
viver nesse mundo

quanto é "1 + 1" idiota?!
só 1+1!!!

hei, moleque bem mimado
descarado, pavio curto
parasita, atrasa lado
não respeita nem defunto

good charlote é uma bosta
simple plan é uma bosta
tudo que você gosta é uma bosta
você é um bosta
sua vida de merda é uma bosta!!!

Ae, eis que me deparo com a seguinte notícia:

A banda canadense Simple Plan, que desembarca no Brasil esta semana para shows no Rio e em São Paulo, fará um show especial para os participantes do Big Brother Brasil 7. Os "roqueiros" vão "invadir" a casa na quinta-feira. Em entrevista recente ao Terra, o guitarrista Jeff Stinco disse que, além de tocar, gostaria de aproveitar a passagem pelo Brasil para se "especializar" na culinária local. E para conhecer garotas.
"A primeira passagem aí (em 2005) foi muito corrida. Lembro da comida, pois adoro comida. Lembro de vinhos. E de garotas", disse. "Agora vamos aproveitar mais."

QUE TOSKEIRA. COMO PODE HAVER GENTE QUE GOSTA DISSO.

Escrito por ALYSSON - 15h55
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NOVIDADES DO PARADISE LOST

O veterano grupo britânico Paradise Lost (foto) planeja gravar ainda neste ano um novo DVD ao vivo. O conjunto ainda não sabe quando, onde ou qual repertório terá o show que será filmado pro DVD, mas garante que deve fazê-lo ainda em 2007.

"Queremos gravar esse DVD e queremos que os fãs escolham o repertório. Pedimos que todos visitem o fórum de nosso site oficial para votar em quais músicas deverão constar nesse vídeo", pede a nota oficial do conjunto. "São apenas sugestões, é claro, isso não significa que todas as músicas serão incluídas no setlist final."

Antes do DVD, o Paradise Lost deve lançar seu 11º disco de estúdio, que está sendo gravado parte na Inglaterra e parte no Canadá, com os produtores Rhys Fulber e Mike Fraser. A previsão é de que o CD, ainda sem título, seja lançado no início do segundo semestre.

Também está previsto para o segundo semestre o lançamento do documentário Over The Madness, que é dirigido por Diran Noubar e discute a influência da banda na cena gothic rock européia.

NETO - Fonte: Rock Brigade

Escrito por ALYSSON - 09h11
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A COLMÉIA RECOMENDA!


Mate-me por favor - Legs McNeil & Gillian McCain

Um verdadeiro clássico da literatura musical. Mate-me Por Favor narra o nascimento do que hoje se chama punk. Na verdade, o livro é composto por dezenas de entrevistas, com os verdadeiros personagens da história. Começando pelo final dos 60 e início dos 70, com os proto-punks Velvet Underground, Stooges e MC5, até o estouro mundial em 77 com Ramones, Sex Pistols e The Clash. As entrevistas foram editadas proporcionando uma linha narrativa clara, com começo, meio e fim. Não há muito o que dizer, trata-se de um livro obrigatório pra se conhecer a fundo os acontecimentos que revolucionaram a música mundial.

A edição que rola atualmente no Brasil, está dividida em 2 volumes e saiu pela L&PM Pocket. O custo médio de cada volume gira em torno de R$18,00.

Trecho: 

Dee Dee Ramone: A primeira vez que vi Iggy foi no show dos Stooges no Electric Circus, em St. Marks Place, em junho de 1971. Eles entraram atrasados pra caramba porque Iggy não conseguia mais achar nenhuma veia pra se picar porque os braços dele já estavam completamente fodidos. Ele ficou puto e não saía do banheiro , então agente teve que esperar.
Iggy Pop: Fiquei no backstage procurando uma veia e gritando: “Cai fora! Cai fora!”, pra todo mundo, inclusive meus amigos e todos eles ficaram pensando: “Meu Deus, ele vai morrer, blah, blah, blah.”
Finalmente lá estou eu no palco e, mal entrei em cena, pude sentir que precisava vomitar. Apesar disso, não ia de deixar o palco porque senti que isso seria visto como abandonar a platéia.
Dee Dee Ramone: A banda finalmente entrou, e Iggy parecia muito injuriado. Ele estava todo pintado com tinta prateada e só usava uma cueca. Eles entraram e ficaram tocando a mesma canção, sem parar. Ela só tinha três acordes. E as únicas palavras eram: “I want your name, I want your number” (Quero seu nome, quero seu número).
Aí Iggy olhou pra todo mundo e disse: “Vocês me dão enjôo! Então vomitou.
Lee Childers: Geri Miller estava bem na frente outra vez. Ela tinha uma vozinha horrível e estava bem na frente berrando: “Vomita! Vomita! Quando você vai vomitar?” E ele o fez! Ele vomitou! Iggy sempre satisfazia seu público.

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 09h03
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TURNÊ VIRTUAL

Já ouviu falar da banda Canto dos Malditos na Terra do Nunca? Eu não. Pois bem, o que interessa é este curioso fato: em parceria com a rádio Mix FM e a gravadora Warner Music a banda vai fazer uma "turnê virtual" de seis shows, de 13 a 18 de janeiro, sempre às 20h, que serão transmitidos ao vivo e exclusivamente pela internet. É a primeira vez que um artista brasileiro se lança numa empreitada deste tipo. Os shows terão duração de 40min a 1h e poderão ser assistidos pelo site da banda ou pelo site da gravadora. E o público poderá interagir, já que um laptop e um celular ficarão à disposição da banda para se comunicar com os fãs, durante a apresentação. O grupo também preparou um convite virtual no YouTube. Enfim, nada substituirá o tesão de presenciar um show ao vivo, mas não há como negar que a idéia é ótima. Será que essa moda pega?

Fonte: Zona Punk / Escrito por Crixxx

Escrito por ALYSSON - 14h00
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QUEEN PREPARA NOVO DISCO E DESCARTA NOSTALGIA

Os músicos do Queen, com o reforço do vocalista Paul Rodgers (do Bad Company) entraram em estúdio e estão aprontando o primeiro álbum da banda desde Made in Heaven, de 1995.
De acordo com o guitarrista Brian May, o início dos trabalhos ocorreu de forma espontânea e teve um resultado satisfatório. "As músicas são bem diferentes de tudo que já fizemos e de tudo que o Paul (Rodgers) fez", disse May.
Ainda segundo o músico, que sairá em turnê com a banda ainda este ano, o clima do disco - e no palco - será de frescor em vez de nostalgia.
Desde a morte do vocalista Freddie Mercury, em 1991, o Queen sobrevive, mas sem brilho ou volta às paradas de sucesso.

NETO - Fonte: Portal Terra

Escrito por ALYSSON - 13h55
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COURTNEY LOVE PREPARA LONGA-METRAGEM SOBRE KURT

A ex-Hole Courtney Love, 42, deve iniciar em breve a pré-produção de um longa-metragem sobre o líder do Nirvana, Kurt Cobain (1967-1994). Eles foram casados por dois anos e tiveram uma filha, Frances Bean Cobain (foto), hoje com 14 anos.
Courtney comprou os direitos do livro "Heavier Than Heaven - A Biography of Kurt Cobain" (Hyperion Books, 380 págs.), biografia autorizada escrita por Charles Cross. Com a permissão para transformar a obra em filme nas mãos, ela agora procura um diretor e um roteirista para iniciar os trabalhos.
Cross é também autor de "Room Full of Mirrors", biografia de Jimi Hendrix (1942-1970). O título do livro foi tirado do nome de uma canção do músico que revolucionou a história da guitarra.
Para escrever "Heavier Than Heaven", Cross teve acesso aos 28 diários até então secretos do líder do Nirvana. As páginas, escritas a mão em cadernos de espiral, relatam a vida de Cobain desde sua adolescência. O autor também entrevistou 400 pessoas.
Enquanto trabalha nesse projeto, Courtney também prepara seu segundo disco solo, que sucederá "America's Sweetheart". O novo álbum, "How Dirty Girls Get Clean", tem lançamento previsto para fevereiro na Inglaterra.

NETO - Fonte: Folha On Line

Escrito por ALYSSON - 13h51
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SET LIST - CIDADE ROCK 07 - 14/01/2007

1º BLOCO

01 - Beatles - Helter Skelter
02 - The Who - Young Man Blues (ao vivo)
03 - Nazareth - Miss Misery
04 - Queen - Stone Cold Crazy
05 - Stooges - T.V. Eye

2º BLOCO

06 - Pavilhão 9 - Mandando Bronca
07 - B Negão - Qual é o seu Nome?
08 - Mundo Livre S/A - Computadores fazem Arte
09 - Zefirina Bomba - AMN (Momento Beerock)
10 - Sheik Tosado - Sheik Tosado

3º BLOCO

11 - Iron Maiden - Prowler
12 - Massacration - Metal Milkshake
13 - Sepultura - Convicted in Life
14 - Nuclear Assault - Survive
15 - Destruction - Mad Butcher

Se você curtiu o som da Zefirina Bomba e quer saber mais sobre a banda, acesse http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=594 ou http://zefirinabomba.fotoblog.uol.com.br.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h16
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VERSÃO 7.0

PROGRAMA CIDADE ROCK

NOS MICROFONES: FABINHO (SUBSTITUINDO GUI MUSSI QUE ESTÁ DE FÉRIAS)

DIA 14/01 ÀS 19 HORAS

PARA OUVIR SINTONIZE: 105.5 MHZ OU ACESSE: http://www.fmcidade.com

NÃO PERCAM!!!!!!

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 11h24
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UDJC AO VIVO NO BARRIL

SHOWZÃO IMPERDÍVEL! UDJC É A BANDA DOS CAMARADAS ZÉ, LEPS, SALOMAS E TORRÊMO. O SOM É ROCK N' ROLL INCLASSIFICÁVEL. DESTAQUE PRAS BOAS LETRAS EM PORTUGUÊS.

ALÉM DA UDJC, VAI ROLAR CERVA BARATA, DISCOTECAGEM ROCK E APRESENTAÇÃO DE CONVIDADOS ILUSTRES.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h17
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OSBOURNES

De visual novo, filha de Ozzy planeja posar nua

Kelly Osbourne já tentou a sorte como cantora e mostrou uma faceta de roqueira desleixada. Nos últimos tempos, entretanto, a vida dela mudou: depois de emagrecer, ela planeja posar nua.
A vontade de sair na Playboy foi noticiada pela imprensa internacional, mas Kelly não chegou a comentar o assunto - ou afirmar se há alguma negociação com a publicação.
A artista estreou em disco com Changes e chegou a fazer sucesso com a regravação de Papa Don't Preach, de Madonna.
Depois, já com visual renovado, soltou Sleeping in the Nothing, que incluiu canções como One Word e Suburbia.

NETO - fonte Terra on Line

Escrito por ALYSSON - 09h17
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HELLYEAH - NOVA BANDA DE VINNIE PAUL!!

O Hellyeah, nova banda do ex-Pantera Vinnie Paul disponibilizou 2 músicas para download no My Space. Sonzeira fuderosa! É uma espécie de metal meio rock n' roll. Se não bastasse o som, o visual e nome da banda são style total. Não fique marcando e baixa logo esse som:

http://www.myspace.com/hellyeah

Escrito por ALYSSON - 09h08
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A COLMÉIA RECOMENDA!

O Nuclear Assault foi formado em 1984 pelo baixista Danny Lilker (que também foi membro fundador de bandas como Anthrax e S.O.D.).
O som é um espécie de speed thrash metal, com pitadas de hardcore.
O Nuclear é uma banda clássica. Fazem parte da nata do thrash metal oitentista, época em que lançaram grandes discos como Game Over, Survive e Handle With Care.
Tocaram no Brasil em 2005. Sonzeira altamente recomendável!

Mais infos: http://www.nuclearassault.us

EM BREVE NO CIDADE ROCK!

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 15h02
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A COLMÉIA RECOMENDA!

CAMA DE GATO - ALEXANDRE STOCKLER (2002)

Este fime não conta com nenhum nome famoso no elenco e na produção - exceção apenas a Caio Blat - e nem apoio da onipresente Globo Filmes. A proposta principal do diretor Alexandre Stockler foi fazer um filme de qualidade com orçamento mínimo.
Cama de Gato foi produzido totalmente em digital, num custo de 13 mil reais que já mítico. Todos os envolvidos trabalharam a preço de custo, incluindo aí técnicos e produção - o que não falta nos letreiros finais são nomes creditados como PTO, ou "pau pra toda obra".
A pequena fama do filme vem de seu conteúdo polêmico, pontuado por cenas cruas de sexo e violência, que roubou à força a atenção dos críticos e do público.
O enredo gira em torno de três amigos, adolescentes paulistanos de classe média alta, recém-ingressos na faculdade, inteligentes, sem grandes dificuldades na vida. O ambiente perfeito para uma vida calma, no velho padrão natural do nasce-cresce-se reproduz-e-morre, sem necessidade de conflitos com o mundo que gira à parte.
Após um estupro triplo de uma garota, a vida dos caras desanda. Com dois possíveis assassinatos nas mãos, os problemas vão aumentando como uma bola de neve. Tae a sacada do título, quanto mais tentam resolver os problemas, acabam gerando outros ainda piores.
Cama de Gato, de ortodoxo não tem nada. Com a produção em digital, a qualidade técnica não é das mais perfeitas: granulação da imagem, falta de luz e som abafado são acontecimentos comuns. A direção e o jogo de câmeras, bem feito, vai do close ao plano aberto e ao close novamente em pouco tempo. Em vários momentos, Stockler utiliza o equipamento portátil para reproduzir o olhar dos personagens.
Os atores encarnam com destreza os amigos cabeçudos e inconseqüentes. Sem desmerecer os outros, Caio Blat merece um destaque por fugir do padrão global.
Na falta de filmes que incomodem na atual produção nacional,  Cama de Gato cumpre seu papel ao, pelo menos, tentar.
A trilha é fuderosa com bandas independentes. Tem até Forgotten Boys.

Mais infos: http://www.camadegato.com.br

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h24
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A COLMÉIA RECOMENDA!

NAZARETH - HAIR OF THE DOG (1975)

No início dos anos 90, eu só ouvia metal. Estava deslumbrado com Iron, Metallica, Sepultura, Slayer e afins. Certo dia, um amigo me apresentou a coleção de vinil do seu tio. Esse tio era nada mais nada menos que Mr. Faridh, uma lenda viva da cena rocker guaxupeana. A partir daquele momento, eu mergulharia de cabeça nos sons oriundos dos anos 70.
Esse play do Nazareth era um dos vinis do Faridhão que eu peguei emprestado por umas semanas. Putz, que disco fuderoso! Lançado em 1975, Hair of the Dog é tão bom quanto qualquer disco feito  por bandas consagradas da época, como Led, Deep Purple e Black Sabbath.
A capa já entregava tudo: um disco pesadásso, hardão setentista até a medula. É uma paulada atrás da outra, a faixa título, Miss Misery, Changin' Times, entre outras.
Hair of the Dog foi relançado em CD, mas saiu com um pequeno defeito: colocaram umas faixas bônus dispensáveis e entre elas Love Hurts, uma balada pra lá de xarope que toca em rádio AM, motel barato e outros redutos do naipe. O disco era perfeito, não precisava de faixas bônus e muito menos de Love Hurts. Essa música consegue ser pior que Changes do Black Sabbath. Enfim, nem tudo é perfeito.
Como curiosidade, vale citar que os Guns n' Roses fizeram uma versão para música Hair of the Dog, no disco Sapaghetti Incident.
Sem sombras de dúvida, o Nazareth fez história com Hair of the Dog.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 15h17
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CELOS

"AMPLIFIED - A DECADE OF REINVENTING THE CELLO" - APOCALYPTICA (Universal)

A primeira década do grupo finlandês Apocalyptica está sendo comemorada com uma interessante coletânea, Amplified - A decade of reinventing the cello. Por ela dá para perceber a evolução do grupo, desde quando eram apenas quatro malucos que criaram arranjos de violoncelo para músicas do Metallica, até Apocalyptica, disco de 2005.

O Apocalyptica surgiu, na realidade, em 1993, época em que Eicca Toppinen, Max Lilja, Antero Manninen e Paavo Lötjönen estudavam na Sibelius Academy em Helsinki. A idéia original do grupo era bem mais simplificada - fazer arranjos de músicas do Metallica usando cellos. O primeiro disco, Plays Metallica by four cellos, sairia em 2006 daí o "decade" do título da coletânea. No álbum, o peso aplicado nos instrumentos é tão grande que a presença de uma banda de verdade (com guitarra, baixo e bateria) torna-se dispensável. Para ampliar a sonoridade, os violoncelos são distorcidos e fazem um som que se confunde facilmente com o de uma guitarra movida a palhetadas. É isso o que se ouve nas duas primeiras músicas, a magistral cover do grupo para "Enter sandman" e a não menos legal versão de "Harmageddon" - a primeira, tirada de Plays Metallica..., a segunda, de Inqusition symphony, disco de 1998, que já continha covers de outras bandas, como Pantera, Sepultura e Faith No More.

A fusão de metal e música clássica feita pelo Apocalytica é rica e bela sem cair na pentelhação típica que geralmente acomete os grupos que se dedicam a tais misturas - na verdade, a idéia do grupo é apenas aplicar tons eruditos a músicas pesadas, sem aporrinhar o ouvinte. Justamente por isso, "Refuse/Resist" (Sepultura) com eles, não deixou de soar podre, com violoncelos soando como serrotes - e o dado pop de músicas como "Nothing else matters" e "Master of puppets", do Metallica, não se perdeu. Todas as três músicas estão em Amplified.

Com o tempo, o grupo foi sofrendo baixas. No meio das gravações de Cult, disco de 2001, Antero Manninem saiu do Apocalyptica visando acompanhar a orquestra filarmônica de Helsinki, sendo substituído por Perttu Kivilaakso. O álbum já trazia uma sonoridade diferenciada, com bateria e percussão acrescentados aos cellos casca-grossa do quarteto, e algumas canções próprias - daí veio "Path vol.2", música em tom quase nu-metal, com Sandra Nasic, vocalista da banda alemã Guano Apes, nos vocais. Após esse lançamento, foi a vez de Max Lilja deixar o grupo, alegando problemas com Eicca Toppinen. O grupo virou trio e editou Reflections (2003), com mais material próprio e belos temas instrumentais como "Cohkka" e "Somewhere around nothing".

Apocalyptica, disco mais recente, foi considerado por muitos seu melhor trabalho, com uma sonoridade mais rock´n roll em algumas músicas, como "Life burns" - esta, trazendo nos vocais, Lauri Ylönen, da banda The Rasmus. Ville Vallo, do H.I.M., grupo metal-meio-farofa (e legal) que fez sucesso em 2001 com uma cover de "Wicked game", de Chris Isaak, canta ao lado de Lauri em "Bittersweet", outro hit do álbum. Além dos violoncelos novamente soando como gutarras, o grupo ainda acrescentou bateria a seu som.

Duas faixas da coletânea chamam a atenção de cara: "Seemann", single lançado em 2003, é uma tristonha e belíssima canção que conta com os vocais de ninguém menos que Nina Hagen. E "Repressed", música novinha e nunca lançada em nenhum disco, traz nos vocais Matthew Tuck, da banda Bullet For My Valentine, e Max Cavalera - este, numa berraria alucinada, com direito a algumas palavras em português. Enfim, são dez anos de uma mistura que tem erudição, mas não deixa de lado a podridão do som - e Amplified dá uma ótima mostra disso.

Sugado da Discotéca Básica / Escrito pelo Ricardo Schott

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h43
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BIOGRAFIA CITA ABUSOS SEXUAIS SOFRIDOS POR AXL ROSE

Nome que figura entre os mais polêmicos do rock mundial, Axl Rose tem sua vida narrada e analisada em uma biografia não-autorizada do jornalista Mick Wall.
Batizado simplesmente W. Axl Rose, o livro fala dos abusos sexuais que o vocalista do Guns'n'Rosses sofria do próprio pai durante a infância. E atribui a isso o comportamento explosivo e muitas vezes injustificado do roqueiro.
A biografia, que retrata ainda os bastidores do sucesso do Guns e como Axl foi se tornando uma pessoa solitária e centralizadora, deve chegar às livrarias na primeira semana de maio.
Antes disso, em março, Axl promete soltar - finalmente - o disco Chinese Democracy, no qual trabalha há dez anos. A gravadora do Guns'n'Roses, entretanto, não confirma o lançamento.

NETO

Escrito por ALYSSON - 08h55
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MUSA

PJ Harvey

Já ouviram falar em beleza ímpar? PJ Harvey é assim. Não é mulherão, tipo capa de Playboy, mas tem um charme só dela. Se não bastasse isso, canta e compõe pacas. No cenário musical feminino, não há nada que chegue à seus pés.

Escrito por ALYSSON - 14h31
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INÉDITA DO DESTRUCTION

O Destruction disponibilizou na internet uma música inédita chamada “Deposition (Your Heads Will Roll)”.
Para ouvi-la, acesse: http://www.myspace.com/officialdestruction.
Essa música é uma das duas inéditas que estará em “Thrash Anthems”, disco no qual o Destrction regravou alguns de seus maiores clássicos. “Thrash Anthems” sai no dia 23 de janeiro.

ÓTIMA BANDA DE THRASH OLD SCHOOL, EM BREVE NO CIDADE ROCK!

Escrito por ALYSSON - 09h39
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CAÇA NÍQUEL 2


IRON MAIDEN LAÇARÁ SINGLE EXCLUSIVO PARA O MERCADO BRASILEIRO

Será lançado no final do mês o single “Different World” no formato CD/DVD, em edição limitada, exclusivamente no Brasil.
O CD virá com “Different World” e uma versão ao vivo para “Iron Maiden”. O DVD trará o clipe de “Different World”, e áudios de uma versão ao vivo de “Reincarnation Of Benjamin Breeg” e uma nova versão de estúdio de “Hocus Pocus”.
O material ainda virá acompanhado de uma galeria de fotos da turnê, um calendário e um mini-pôster.

Escrito por ALYSSON - 09h36
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CAÇA NÍQUEL 1

De perfume a calcinha, de jogo de tabuleiro a relógio de parede, a "marca" Kiss vende todo e qualquer produto imaginável.
E dinheiro para comprar tudo isso? Também não é mais problema, afinal a veterana banda de rock estadunidense acabou de lançar o próprio cartão de crédito.
Para se associar o consumidor não precisa nem pagar anuidade. Os portadores do cartão Kiss vão receber notícias exclusivas, brindes e, evidentemente, descontos nos produtos comercializados pela banda.
Visite o site oficial http://www.kissonline.com, mas cuidado para não estourar o seu limite com os reis do merchand.

Escrito por ALYSSON - 09h31
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O FUTURO DO METALLICA

"Quando olho para o 'St. Anger' o encaro como um experimento, uma reação aos 20 anos em que agimos de uma mesma forma, e foi algo como, 'ok, vamos sentar, os quatro, e mostrarmos algumas idéias do momento e gravá-las'. Penso que houve uma grande energia lá. O que há por trás disso é que acabamos usando ProTools pra caramba. As novas canções são definitivamente um pouco maiores e mais intrincadas. É mais orgânico, todos tocando juntos, Kirk está fazendo solos novamente, não são tantos 'gravar oito pistas e depois colocá-las no computador'. A caixa está de volta à bateria. Me lembrei daquele tempo!"

Trecho da entrevista que o baterista Lars Ulrich concedeu a revista Rhythm de janeiro de 2007.

A entrevista foi realizada em novembro de 2006. No trecho acima, ele fala sobre o novo album que está em fase de gravação.

 

Escrito por ALYSSON - 14h40
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GSV 50 ANOS

A literatura brasileira já tem Grande Sertão:Veredas como um clássico desde sempre. Tido como “obra difícil” por muito tempo, hoje se reafirma como um marco sedutor na construção do homem brasileiro e determinador importante de seu território cultural. Para quem não passou ainda pela experiência de se diluir no universo que Guimarães Rosa mostra nas suas páginas, ou para quem quer percorrer mais uma vez este “sertão dentro de nós”, a Editora Nova Fronteira lançou uma edição comemorativa dos 50 anos da primeira publicação fazendo uma parceria com a diretora Bia Lessa, autora da instalação sobre o livro no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Na concepção que teve ao realizar a referida instalação, a diretora traçou trilhas de leitura através da ótica de alguns personagens de Grande Sertão, como Riobaldo, Diadorim, o Diabo, etc. e o espectador percorre de forma lúdica passagens do livro, tudo elaborado em cenografias que solicitam uma grande interação do público.
Com uma tiragem de 10 mil exemplares (560 páginas, incluindo um DVD. R$ 165), esta edição segue o raciocínio que Bia Lessa aplicou na sua instalação. De grande apelo visual,o projeto gráfico apresenta uma capa dura, forrada de tecido branco onde está bordado o título, seguindo os elementos artesanais presentes em sua abordagem no Museu. Nas palavras da diretora “Quis a capa branca porque o livro com o tempo fica sujinho, apropriando-se do ambiente. E o bordado lembra a mistura de popular e sofisticado, característica da obra”. O livro vem acondicionado numa caixa, contendo ainda o catálogo da mostra e um DVD com depoimentos dos críticos Antonio Candido e Décio Pignatari, além dos escritores Antonio Callado e Sérgio Sant’Anna, do documentarista Eduardo Coutinho, do poeta Haroldo de Campos e do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Uma visita virtual à instalação e uma leitura de trecho feita por Maria Betânia completam o disco. Esta caixa é envolvida por um fio vermelho alusivo ao que Guimarães Rosa amarrava seu lápis no bloco de anotações onde registrava os elementos que usaria na sua história,quando percorreu o sertão.
Existem muitas edições de Grande Sertão:Veredas no Brasil, algumas de teor histórico, como a que a Nova Fronteira publicou em 2001, que respeitava a ortografia peculiar de Rosa, ortografia esta que havia sido “corrigida” após a reforma ortográfica de 1971. Esta que agora é colocada no mercado possui uma leitura interessante por um viés poético, muito coerente com a concepção literária do autor, e que resgata a plasticidade das imagens criadas por ele. Uma edição que nasce quase obrigatória para os amantes da Rosa e da literatura brasileira em geral.

Fonte: PoppyCorn / Escrito por Afonso Rodrigues

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 13h54
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MIKE MYERS REVIVERÁ KEITH MOON NOS CINEMAS

Um projeto de longa data levado adiante por Roger Daltrey, Nigel Sinclair e Mike Myers (o intérprete mais conhecido pelo seu personagem Austin Powers) deve ver a luz do dia em 2009, de acordo com a revista Variety. O filme "See Me, Feel Me: Keith Moon Naked For Your Pleasure" cobrirá a carreira do The Who, e Mike Myers interpretará Keith Moon. Daltrey e Sinclair têm estudado o projeto por mais de 10 anos, e Myers se juntou a eles alguns anos atrás.
A destruição de baterias perpretada por Keith Moon, bem como as guitarras esmagadas por Pete Townshend, forjaram a imagem rebelde do The Who. Mas Moon era igualmente selvagem fora do palco, vivendo ao máximo e, no meio tempo, destruindo quartos de hotel e automóveis.
Excessos levaram à sua morte em 1978.

O QUE DIZER DE UM BATERISTA QUE PESSEAVA COM UMA RATAZANA COM COLEIRA PELAS RUAS DE LONDRES.

MOON ERA O CARA!!

Escrito por ALYSSON - 11h23
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+ 300

NO BRASIL ESTRÉIA DIA 30 DE MARÇO

Escrito por ALYSSON - 11h09
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ZUMBIS EM RIBER

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h27
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SET LIST - CIDADE ROCK - 07/01/2007

1º BLOCO

01 - Pink Floyd - One of These Days
02 - Rush - Finding my Way
03 - The Doors - Wild Child
04 - The Cult - Lil Devil
05 - Guns n’ Roses - Nightrain

2º BLOCO

06 - The Clash - Should i Stay Or Should i Go
07 - Bad Religion - 21st Century Digital Boy
08 - Dead Kennedys - Holiday in Cambodia
09 - Cólera - Medo
10 - Zumbis do Espaço - Jogos de Horror (Momento Beerock)

3º BLOCO

11 - Tuatha de Danna - The Arrival
12 - King Diamond - Come To The Sabbath (ao vivo)
13 - Manowar - Kill with Power (ao vivo)
14 - Testament - Souls of Black

Se você quer saber mais sobre os Zumbis do Espaço, basta acessar: http://www.zumbis777.com.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h24
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VERSÃO 6.0

1º CIDADE ROCK DE 2007

MUITO ROCK CLÁSSICO, PUNK, HARDCORE, METAL, TRASH E UMA PITADA DE PROG.

NOS MICROFONES: GUILHERME MUSSI MUSTAINE

PARA OUVIR ACESSE: http://www.fmcidade.com ou SINTONIZE: 105.5 MHZ

DIA 07 ÀS 19:00 HORAS

NÃO PERCAM!!!!!!

Escrito por ALYSSON - 15h07
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TED NUGENT

SERÁ QUE É JUSTO JULGAR UM DISCO PELA CAPA?

SERÁ QUE É JUSTO JULGAR UM ARTÍSTA PELAS SUAS ATITUDES EXTRA-MÚSICA?

Sinceramente não sei. O que sei é que ouvi o som desse cara, achei do caralho. Os caras do Metallica são fãs, etc. Mas ae fui ler sobre ele e descobrir que o cara é uma pessoa despresível. Apoia o Bush descaradamente, curte guerra, coleciona armas, considera os americanos os ban ban bans, entre outras cacas. Depois disso, larguei mão de comprar o disco. Se fiz a coisa certa? Não sei, só sei que nesse caso, o extra-música me imcomodou.

Segue texto do rock on line de 15/05/2006:

Ted Nugent critica Pantera e Dimebag Darrell

No último fim de semana o canal musical norte-americano VH-1 exibiu programa especial sobre o Pantera em que a banda apareceu tocando sua versão para “Cat Scratch Fever”, do veterano Ted Nugent. Até aí, nada demais, se não fosse o próprio músico resolver vir a público para achincalhar a banda.

Após a exibição, Ted Nugent foi procurado para dar sua opinião e não poupou críticas. Sempre polêmico, disse que a versão havia ficado sem alma, sem sentimento e que os integrantes do Pantera parecem Ozzy Osbourne na TV, ou seja, zumbis. Ele disse ainda que as drogas e o álcool devem ter feito isso com eles.

Fãs indignados protestaram contra as declarações, dizendo que ele deveria respeitar ao menos o guitarrista Dimebag Darrell, assassinado em pleno palco em 2004. Ted Nugent disse então que não pode levar a sério alguém que usa como apelido algo que destrói vidas e os valores familiares (‘dimebag’ é uma gíria que se refere a certa quantidade de maconha) e que bêbados e drogados são os maiores aliados dos terroristas. E terminou amaldiçoando todos.

Escrito por ALYSSON - 14h56
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EXPOSIÇÃO CONAN 2

Algumas imagens da exposição do post anterior:

Imagens enviadas pelo Neto.

Escrito por ALYSSON - 14h41
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O SOM DA FUGA

Por Jorge Cardoso

“Eu não sabia que era tanto tiro, porra! Acertaram todo mundo, todo mundo morrendo. Um camelo, estômagos na cara, areia quente. Eu só pensava em sair dali. É igual… à hora de ejacular. Fugir. Quando aquela música…”

Entramos em Faluja às três horas da tarde. A camuflagem da cor do deserto nem um fio de ar suspenso. Me lembrava da fazenda dos meus pais, me lembrava de Rebeca na festa, nem do meu cachorro, mais da mulher – sou bom com os bichos. Eu tinha uma guitarra, escutava meu pai falar da bandeira, vi o Johnny Cash no Cassino Paraíso dizendo ser da pátria o meu sangue. E foi, não o meu.

Entramos em Faluja para libertar os bárbaros dos bárbaros e tanta mulher eu não gostava de fazer aquilo, mas os negros com suas tatuagens de basquete faziam, eu vi uma chupar enquanto a baioneta dupla a pressionava. Eu tinha a Bíblia no bolso, aumentada no seu dobro, por Joseph Smith. Eu não tomava café. No meio da orgia, só tinha visto aquilo no Guerra nas estrelas, o filme quando pequeno, aquelas casas que subiam pelo chão.

Salvamos as crianças do deserto. Todas no caminhão. Os velhos. Qualquer um de barba era imobilizado. M-16. M4-lança granadas. Como a arma pulava. Aranha menor – uma teia tatuada, amor na mão. Eu atirei em um que correu em minha direção, não entendia o que falava, seria aquela, com os negros da América dourada, a sua filha? Mãos ao alto! Só deu tempo de uma vez, lancei então uma granada. A Bíblia no meu bolso.

Eu me lembrava quando comprei a minha guitarra, o Metallica cuspindo na gente em Desmoines. Eu tocava ela no ar. O cantor fez um papo-firme para mim jogando cerveja na minha cara. Queria dormir sem areia. Eu e os amigos abraçados. Isqueiros. Depois que atirei, veio aquele silêncio que o fogo traz. Não sentia mais calor. Sentamos na terra devastada. As crianças estavam salvas, as mães e os velhos não. Os homens, alguns animais, deitados, imensos, ainda segurando suas armas, na verdade enxadas. No relatório, o quê, capitão? Ninguém viu, soldado. Antes eles.

Em uma fonte, letras deste Deus que não era o meu, mas dizem que era o mesmo anjo que falou com ele. Como? A Bíblia ou me enlouquece ou me tira daqui, por favor, meu Deus. Me deixe um homem, e não morrer pelas mãos deles. Labão decaptado por Néfi travestido, a mesma voz. Caminho, abro portas. O silêncio retardado que a falta de vida traz, um, dois, outro bezerrinho. Começo a relaxar. Engatilho. Dedo fora do cão. A tropa faz um círculo. Que brilho! Um cone surge no céu, sinto uma picada, mil moscas a revoar, que buraco. Caio. Som de metralhadoras.

Debaixo da terra as balas nos comiam. Uma emboscada. Harry, Santino, e o negro, ainda fechando as calças, caem rastejando. Turbantes pela areia. Se movem rápido. O rosto do capitão cai no meu colo aberto. Não grito, rastejo para trás da fonte d’água tentando me proteger. Engatilho. Bato com o rifle na perna. Funciona, porra, funciona! Take a look to the sky just before you die! – aquela música ao longe misturada ao brilho do sol, da faca e do medo de morrer – igual um bicho acuado, uma vaca inseminada, estes meus olhos lentos. Cercados. O coturno cheio de areia. Cuspo uma bola vermelha, uma faca entra nas costas, sinto sair pela ponta rasgando as páginas da Bíblia, a capa de couro, o sol eterno me possui, idioma estranho: “Razi, Haram Haram!”, brincam com a minha carcaça, eu não consigo mais respirar, levo uns chutes, não sinto, como fosse um modelo de sonho, um cavalo.

O árabe se joga por cima de mim. Fazem uma roda, querem me matar como um cão, lento. Vejo dois ajoelhados rezando perto das mulheres mortas, o véu em pedaços que me cobre, então escuto a música mais alta. Súbito. Eles correm, chegam os helicópteros com a bandeira listrada, estremecendo o deserto, trazendo aquele vento. O videoclip imitado não precisava ser tão igual, a areia se levanta, a música alta os assusta, e enquanto o sargento médico enfia bolas de sangue no meu braço com uma caneta, o furo na garganta me ajuda a respirar. Surdo.

O mundo se apaga em mim. Peço perdão. Se a gente pedir, Deus ajuda, eu garanto. Mãe? Mãe? Ela não escuta. Reza, mãe. Levado para o hospital em Bagdá, vejo a estátua de Satã cair. Herói. Não. Quando voltar para casa, só eu vou me lembrar. Incógnito. Passeando pelo inferno dos supermercados.

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 09h39
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EXPOSIÇÃO CONAN

Metaleiros ganham exposição em antiga igreja

Figuras do heavy metal como o cantor de Marilyn Manson, Gene Simmons (do grupo Kiss) e James Hetfield (fundador do Metallica), entre outros, foram retratados em pinturas a óleo pelo artista irlandês Patrick Mallow, que apresenta no México sua exposição Fanatics from hell (Fanáticos do inferno).
A mostra é formada por 10 telas de grande formato, no qual as estrelas do rock são representadas em retábulos. Os anjos são substituídos por enormes cachorros negros, ao lado de caveiras de fogo e motocicletas.
A nave maior da antiga igreja de Santa Teresa, conhecida agora como ex-Teresa Arte Actual, em pleno coração da Cidade do México, é o espaço onde Mallow, que vive na Inglaterra, apresenta sua obra mais recente.
No recinto há um caminho de pedras soltas e folhas secas que leva o visitante por cada um dos quadros. O percurso termina numa pequena capela, onde estão expostos pôsteres de bandas de rock como Pantera, Iron Maiden, Guns N'Roses, AC/DC e The Smashing Pumpkins.
Completam a exposição luvas, chapéus, fotos e desenhos de fans que prestam tributo a grandes figuras do rock. A exposição foi aberta em 26 de novembro e ficará aberta ao público até 4 de fevereiro.

NETO - fonte: Terra

Escrito por ALYSSON - 08h55
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A VOLTA DOS PUMPKINS

Smashing Pumpkins confirma CD com produtor do Queen e Pantera além de turnê mundial

Billly Corgan confirma, em sua página no site MySpace, que o Smashing Pumpkins lançará um novo álbum neste ano e também sairá em turnê mundial.
No espaço virtual, Corgan disse ainda que toca para todos os tipos de fãs - tanto novos quanto antigos.
O disco que marcará a volta do Smashing Pumpkins terá faixas produzidas por Roy Thomas Baker (conhecido por seus trabalhos com o Queen) e Terry Date (de obras com Pantera e Soundgarden).
De acordo com o baterista Jimmy Chamber, o álbum será dominado por uma "música que vem de um lugar de pureza".
Chamber e o guitarrista e vocalista Billy Corgan estão confirmados na nova aventura do Smashing Pumpkins, mas as presenças de James Iha (guitarra) e D'arcy Wretzky (baixo) ainda não estão confirmadas.
O último CD da banda, MACHINA: The Machines of God, chegou às lojas em 2000.

NETO

Escrito por ALYSSON - 08h51
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JÁ QUE O ASSUNTO É BLACK SABBATH


No dia 15 de novembro de 1992 em Costa Mesa, Los Angeles, Ronnie James Dio resolveu abandonar o Black Sabbath pouco antes do início de um show que seria realizado no Pacific Amphitheatre ao saber que Ozzy Osbourne participaria de uma jam com a banda.
Por sorte, Rob Halford estava lá e encarou o desafio de assumir o posto de frontman do Black Sabbath na base do improviso, permitindo a reunião com Ozzy após vários anos. Esse registro histórico ficou gravado no bootleg "Ozzy Meets The Priest".
Em 2004, quando o Black Sabbath era headliner do Ozzfest, Ozzy Osbourne ficou doente pouco antes da apresentação da banda, ficando impedido de subir ao palco. Quis o destino mais uma vez que Rob Halford estivesse lá para segurar as pontas (sem trocadilho de duplo sentido).
E aqui está o registro dessa apresentação do segundo encontro do Black Sabbath com o "Metal God", ocorrido em 26 de agosto de 2004.
O áudio, apesar de bootleg, está de boa qualidade (link nas ferroadas).

Escrito por ALYSSON - 13h46
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EU RECOMENDO! - FÁBIO FANTINI

Fábio "Conan" Fantini, uma das figuras mais conhecidas da "mirrada" cena rocker guaxupeana dissecando sua discoteca: 

Disco que mudou sua vida:
Black Album – Metallica

Onde começou tudo.

Pra ouvir no verão:
Raimundos - Raimundos
Eita disquinho bom pra tomar umas.

Pra ouvir em dias de chuva:
Reign Blood – Slayer
Música para dias de chuva é uma coisa muito indie....

Pra ouvir dirigindo:
Countdown to Extinction – Megadeth
Não dá pra ir devagar.

Pra Transar:
Official Live: 101 Proof - Pantera

A experiência foi ótima.

Pra ouvir chapado:
Afrociberdelia – Nação Zumbi
Ultimamente tenho feito muito isso.

Pra ouvir numa forte deprê:
Back in Black – AC/DC
Pra que ficar em deprê????

Disco que salvaria da sua casa pegando fogo:
Powerslave – Iron Maiden
Pra mim, o melhor disco da melhor banda... só isso.

Disco que mais odeia:
Todos - Bruno e Marrone
A gente tenta, mas não consegue ficar sem ouvir esses FDP em todos os lugares.

Disco pra inspirar:
Tingalaratingadum - Thuata de Dannan
Florestas, fadas, vinhos, ervas.... quer mais inspiração que isso?

Pra quebrar tudo:
Breakneck - Breakneck

É de deixar o pescoço doendo por vários dias.

Disco pra todos os momentos:
Toxicity - System of a Down

Alguns Conans poderão me crucificar por isso.. Hehehehe

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 10h25
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VIVENDO E APRENDENDO

O que queremos pra Guaxupé e região é basicamente o que já está acontecendo em Ribeirão Preto:

Ribeirão Preto se movimenta nos subterrâneos
Grupo de pessoas tenta consolidar uma cena alternativa na cidade

Em Ribeirão Preto, e em grande parte das cidades da região, é difícil encontrar baladas fora do esquema rave-micareta-música eletrônica de rádios comerciais. Quem gosta de um som mais alternativo e diferente, na falta de opção, é obrigado a inventar sua própria balada. Pensando nisso, e se utilizando do velho lema punk do ‘faça você mesmo’, algumas pessoas começaram a se movimentar para mudar esta situação.
Em 2002, um grupo de djs decidiu criar o coletivo TUTU com o objetivo de criar festas onde a música fosse não-comercial e esse conceito também fosse estendido para as pessoas. Mesmo causando certa estranheza num primeiro momento, o grupo resolveu arriscar e seguir em frente.
“No começo foi difícil, pois o público estava pouco acostumado ao tipo de som que estávamos tocando”, conta Danilo Psico, um dos membros do TUTU. Logo o leque de pessoas que passou a freqüentar as festas do grupo aumentou. “Nas festas pode-se encontrar de tudo. Branco, preto, rico, pobre, hétero, homo. Mas todos têm algo em comum: o desejo de ir a uma festa que reúna pessoas descontraídas com uma música de qualidade”, diz ele.
Notando a carência da cidade em eventos como este, outras pessoas também começaram a criar mais festas. Tiago Ferreira se mudou para Ribeirão Preto e com a ajuda de amigos resolveu criar um festival que incluísse bandas alternativas, discotecagem e exposição de arte. Desta forma surgiu, o Groselha Fuzz que em sua primeira edição contou com 7 bandas, discotecagem do grupo STUDIO11 de Franca além de venda/exposição de livros de arte e grafitti. “A proposta da Groselha Fuzz é de apresentar artistas que tenham algum diferencial em seu trabalho e colocar Ribeirão Preto na rota de bons shows”, explica Tiago.
O festival não se restringe apenas às festas com bandas e discotecagem e também oferece ações culturais com oficinas e exposições e já tem em seu currículo cerca de vinte eventos realizados além de vários nomes de destaque na cena independente nacional e internacional (como a banda argentina Corazones Muertos e Joe Lally, baixista da banda norte-americana Fugazi). “O critério de seleção das bandas, basicamente, gira em torno de artistas com trabalho próprio que apresentem algum diferencial, que tenham qualidade e espontaneidade. Há uma dose de bom senso, claro. Por exemplo, se no último evento tocou uma banda de surf music, não vou colocar outra banda de surf music no evento seguinte”, diz Tiago.
Outro grupo que agita a cidade é o Meia Dúzia Djs responsáveis pelas festas Hey Ho! especializadas em rock’n’roll. Todos esses grupos possuem intercâmbio entre si. Com isso, o movimento vai ficando cada vez maior. “Tentamos sempre manter certo diálogo. E também há um núcleo de pessoas que freqüentam sempre as mesmas festas”, diz Daniel Chiaretti, um dos seis djs do projeto.
Porém um grande empecilho para que estas festas aconteçam é a falta de lugares adequados e que estejam interessados em abrir espaço para uma cultura mais alternativa. Em Ribeirão, hoje, são poucos os bares que reservam noites voltadas para um som diferenciado do habitual. Alguns dignos de nota são o Bronze Night Club, Liver Power Rock (conhecido como Porão), Mogiana, Paulistânia Rock Bar e mais recentemente foi inaugurado o Penélope Bar. “Para bandas alternativas, praticamente não há lugares para tocar. No caso do Groselha Fuzz, sempre foi necessário adequar o espaço à festa, que já aconteceu em oito lugares diferentes entre boates, pubs e chácaras”, explica Tiago. “O que falta na cidade é um bar que tenha sua programação voltada apenas à música alternativa, fato este que está próximo de acontecer, acredito eu”, diz Danilo Psico, do TUTU.
Para diminuir um pouco esta carência, um espaço voltado para a arte alternativa acaba de ser inaugurado em Ribeirão Preto. O Espaço Cultural ‘A Coisa’ tem como objetivo criar um intercâmbio cultural através das artes e por quem as produz, as pessoas. O local é um projeto dos membros da revista ARP (que cobre a arte alternativa de Ribeirão e região) e abre espaço para música, poesia, cinema, teatro, discussão de idéias além de oferecer oficinas culturais e possuir uma biblioteca coletiva onde todos os livros foram doados por quem freqüenta o local.
Além disso, o próprio local também serve como instrumento artístico já que as pessoas que o freqüentam podem escrever, pintar ou desenhar nas paredes internas do lugar. “Todo sábado organizamos saraus produtivos cuja programação varia entre as pessoas que visitam o local e trazem as suas diferentes artes e peças de teatro. ‘A Coisa’ é uma possibilidade de criar bases de convivências duradouras e produtivas na cidade”, diz Lucas Arantes, responsável pelo local.
Com pessoas dispostas a movimentar a cultura underground, alguns locais abrindo espaço e até uma revista voltada para esse aspecto, será que dá para se dizer que a cidade possui uma ‘cena’ alternativa? “Acho complicadíssimo falar de ‘cena alternativa’ na cidade, pois não vejo grandes movimentos. Vejo um público curioso, interessado. Acho que ainda é cedo para considerar uma cena alternativa na região”, diz Tiago Ferreira.
“Para a cena se desenvolver, todas as pessoas envolvidas devem trabalhar em conjunto, já que a cidade tem sim potencial para abarcar diversos projetos do gênero. No entanto, essa camaradagem não pode prejudicar a cena, criando um clima no qual até mesmo os projetos ruins são elogiados. Senso crítico, portanto, é fundamental”, explica Daniel Chiaretti.
Apesar de, aparentemente, ainda não estar consolidada, a tal cena independente está perto de se concretizar. “A diversidade musical que está sendo criada aqui é incrível, difícil de se ver em mundo tão segmentado e formado de rótulos como o de hoje. Admito que é a minoria das pessoas, mas está acontecendo”, conclui Danilo Psico.

Texto escrito pelo Cadu do blog "Doido até o Osso".

Escrito por ALYSSON - 11h38
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DICA QUENTE

BLACK SABBATH - LIVE AT THE READING FESTIVAL (1983)

Essa preciosidade aqui é um show gravado na turnê de Born Again, em 1983, com Ian Gillan nos vocais. Foi gravado da BBC - com qualidade muito acima dos bootlegs da época. Só não é melhor porque Bill Ward já tinha pedido o boné (de novo), substituído por Bev Bevan, ex-Electric Light Orchestra. Completam a formação do disco Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Geoff Nichols (teclados).

Tempos depois, Gillan diria que foi um erro ter entrado para o Black Sabbath, pois a banda não tinha nada a ver com ele. Bem, se todos os erros tivessem resultados tão bons...

1. Supertzar/Children Of The Grave
2. Hot Line
3. Zero The Hero
4. Heaven And Hell
5. Black Sabbath
6. Smoke On The Water
7. Paranoid

Download aqui: http://cavernadosom.blogspot.com

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h18
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CRUZEM OS DEDOS

HEAVEN AND HELL + MOTORHEAD + DOWN

Início da tour previsto para 3 de março no Canadá, prosseguindo para a América Latina, Japão, Coréia, Austrália e Europa, e EUA no mês de agosto.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h12
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TRIBUTO BIZARRO

O Sack Trick é uma banda formada por três amigos, Chris Dale, Alex Dickson e Alex ‘Sponder’ Elena, que começou como uma brincadeira. A idéia caiu nas graças de músicos como Bruce Dickinson, Doogie White e outros que por sua vez acabaram por participar dos projetos malucos do Sack Trick.

Se você levar o Sack Trick muito a sério, pode não gostar deles. Eles mesmos fazem questão de afirmar que fazem isso ‘just for fun’. Por outro lado, mantendo um certo nível de senso de humor, a mente aberta e os preconceitos de lado, bem de lado, terá gratas surpresas.

“Sheep in Kiss Make Up”, terceiro lançamento da banda, não é exatamente um álbum tributo. É uma releitura de músicas do Kiss. Não, não é a mesma coisa. O ouvinte encontrará mais de uma hora de música bem tocada, bem produzida e... estranha. Numa primeira audição, a reação mais provavel: o que é isso? O que fizeram com essa música? Algumas canções estão praticamente irreconhecíveis como é o caso de “Love Gun”, “War Machine” e “I Still Love You”.

Musicalmente, o álbum traz elementos para todos os gostos: batidas e vocais rap (em “All Hells Breaking Loose”, por exemplo), passagens progressivas que lembram ELP e Yes, riffs pesados, efeitos sonoros eletrônicos, vocais sussurrados, momentos acústicos, um pouco de funk, metal e pop. Encontre você mesmo outras referências sonoras.

Um dos destaques do álbum, pela curiosidade que desperta, é a 19ª faixa, “The Elder”. Trata-se de um ‘medley’ de todo o álbum “The Elder” do Kiss. Inusitada escolha, já que este não é exatamente um dos melhores álbuns do Kiss. Aliás, eu arriscaria dizer que está entre os piores. A faixa, no entanto, é muito boa.

O bônus também é igualmente curioso: mistura um monte de idéias que a banda teve mas não desenvolveu totalmente para gravar uma faixa. Repare também que no meio de uma canção, o Sack Trick insere um riff, um trecho de melodia de outra canção. No interlúdio “I Stole Your Love (Part 2)”, por exemplo, dá pra reconhecer um pouco de “Black Diamond”.

“Sheep in Kiss Make Up” traz participações bastante especiais como é o caso de Bruce Dickinson (Iron Maiden), Doogie White (Rainbow/Yngwie J Malmsteen's Rising Force) e Pete Friesen (Alice Cooper). Nos créditos, ainda constam CJ (Wildhearts), James ‘Spreada’ Bailes (The Appletons), Jack Endino, Alex Kane (AntiProduct), Leigh Marklew (Terrorvision), Robin Guy, Ben Calvert e Reuben Gotto.

O site oficial da banda, www.sacktrick.com, traz muitas curiosidades e detalhes não somente deste lançamento mas dos anteriores também. Há inclusive uma seção de Karaokê, na qual a banda diponibiliza algumas de suas canções em versão instrumental (arquivos mp3) para que os fãs possam... se divertir.

Fonte: Rock On Line / escrito por: Lizandra Pronin

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h03
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ABERTA A TEMPORADA DE SHOWS

Show histórico! A banda que mais fez minha cabeça no final dos anos 80 e início dos 90. Tive esse som em vinyl. Na época os caras faziam um enorme sucesso no exterior. Ficaram na frente de Guns e Nirvana na parada Japonesa. O show vai rolar no mesmo bar que vimos o Forgotten mês passado. Estrutura de primeira e fácil localização. Simplesmente imperdível!!

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 11h28
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MOMENTO FOTOLOG

Conan e seu bando de seguidores no Festival Metal Force 2006. Reparem que há um intruso no canto direito da foto.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h41
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POESIA CONCRETA

Apropriada para o momento:

Olhe pra sua vida. Ta difícil pra danar
Falta isso falta aquilo. Mas pinga não vai faltar
A seleção é grande. A novela é legal
A vida é mais dura só depois do carnaval

Ratos de Porão - Trecho da música Crise Geral

Escrito por ALYSSON - 10h37
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COMEÇA UM "NOVO" ANO

ROTINA - INOCENTES

Acorda cedo para ir trabalhar
O relógio de ponto a lhe observar
No lar esposa e filhos a lhe esperar
Sua cabeça dói, um dia vai estourar, com essa

Rotina (Rotina!)

Sua cabeça dói, não consegue pensar
As quatro paredes a lhe massacrar
Daria tudo pra ver o que acontece lá fora
Mesmo sabendo que não iria suportar essa

Rotina (Rotina!)

Até quando ele vai aguentar?
Até quando ele vai aguentar? (Rotina)

No lar sua esposa lhe serve o jantar
Seus filhos brincam na sala de estar
Levanta da poltrona e liga a TV
Chegou a hora do programa começar

Rotina (Rotina!)

O homem da TV lhe diz o que fazer
Lhe diz do que gostar, lhe diz como viver
Está chegando a hora de se desligar
A sua esposa lhe convida para o prazer

Rotina (Rotina!)

Até quando ele vai aguentar?
Até quando ele vai aguentar? (Rotina)

Escrito por ALYSSON - 10h29
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SET LIST - CIDADE ROCK - 31/12/2006

1º BLOCO - TRIBUTO AO AC/DC

01 - Motorhead - It’s Long Way to the Top
02 - Twisted Sister - Sin City
03 - Zakk Wilde - Hell Ain’t a Bad Place to be
04 - Nashville Pussy - Highway To Hell
05 - The Hives - Back in Black

2º BLOCO - TRIBUTO AOS RAMONES

06 - Forgotten Boys - Time Bomb
07 - Ratos de Porão - Commado
08 - Skid Row - Psycho Therapy
09 - Eddie Vedder / Zeke - I Believe in Miracles
10 - Backyard Babies - Pet Cemetery

3º BLOCO - TRIBUTO AO BLACK SABBATH

11 - Megadeth - Paranoid
12 - Slayer - Hand of Doom
13 - Metallica - Sabbra Cadabra
14 - Kyuss - Into the Void
15 - Bruce Dickinson - Sabbath Bloody Sabbath

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 10h20
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