BEEROCK

MAIS UM ANO DE MIÚDEZAS

ÀS MULHERES QUE NÃO ME QUISERAM - REPITO - DESEJO A INFELICIDADE PLENA. ÀS OUTRAS, QUE TIVERAM PAGAMENTO ADIANTADO, DESEJO BONS NEGÓCIOS E UM FELIZ ANO NOVO.

MARCELO MIRISOLA

Nova pausa pra chapação. Nos vemos no dia 02 de janeiro.

Escrito por ALYSSON - 10h03
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VERSÃO 5.0

PROGRAMA CIDADE ROCK ESPECIAL DE ANO NOVO

DIA 31/12/2006 ÀS 19 HORAS NA RÁDIO CIDADE FM

NOS MICROFONES: GUI MUSSI

PARA OUVIR SINTONIZE 105.5 MHZ OU ACESSE http://www.fmcidade.com

EDIÇÃO ESPECIAL EM TRIBUTO À 3 BANDAS FUDEROSÍSSIMAS:

AC/DC

RAMONES

BLACK SABBATH

VERSÕES EXECUTADAS POR GRANDES NOMES DA CENA ROCKER MUNDIAL, COMO: SLAYER, MOTORHEAD, METALLICA, ZAKK WILDE, RATOS DE PORÃO E MUITO MAIS.

NÃO PERCAM!!!!!!

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h55
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MOMENTO FOTOLOG - METAL FORCE 2006

Segue abaixo algumas fotos da 4ª edicão do Festival Metal Force realizado no dia 09 de dezembro de 2006, na Casa da Cultura de Guaxupé. O evento contou com a participação de mais de 10 bandas, de diversas cidades, com destaque para os parceiros da Breakneck (foto 1). As fotos foram enviadas pelo colaborador Caio Mancini. Não temos legenda com o nomes das bandas, é mais pra registrar o lance e pra galera que não compareceu ver com foi fuderoso.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 09h43
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PUNKS IN BRAZIL

Está confirmada a vinda de mais duas lendas vivas do punk rock ao Brasil, em Março de 2007. Acontecerá o "Fiend Fest", evento que trará nada mais nada menos que Buzzcocks (foto), Misfits (foto), e ainda o Osaka Popstar, novo projeto japonês de Jerry Only com Marky Ramone.
Confira as datas, cidades e locais:

• 09/03/2007 - Porto Alegre/RS (Pepsi On Stage)
• 10/03/2007 - São Paulo/SP (Credicard Hall)
• 10/03/2007 - Curitiba/PR (Master Hall)

Tá certo que é geriátrico, mas Buzzcocks ainda manda muito. Seus últimos plays são fuderosos, principalmente o penúltimo auto-intitulado. Para quem não conhece os caras formaram junto com Pistols e Clash a santa trindade do punk britânico em 1977. Quanto aos Misfits, não conheço essa formação e sem o Danzig perde a classe. Mas deve ser uma boa banda e os clássicos estarão lá.

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 15h58
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UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE 1.000 PALAVRAS

Escrito por ALYSSON - 09h53
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DUB ROCK

Easy Star All-Star - Dub Side of the Moon (2003)

Easy Star All-Star - Radiodread (2006)

Sempre fiquei com o pé atrás com esse tipo de projeto, mas depois de ouvir meio mundo falando bem destes discos, resolvi dar uma colher de chá pros caras e acabei me surpreendendo. Discassos! Viagem total. Pra quem não saca o que é Dub, é aquelas viagens que a Nação usa nos seus albuns mais recentes. Um som chapante e monolítico.

Segue resenha:

Pode-se acusar os músicos do Easy Star All-Stars de tudo, menos de serem audaciosos. Em sua estréia em disco, cometeram o tresloucado gesto de regravar em 2003 todo o “The Dark Side of The Moon”, clássico do Pink Floyd, puxando tudo para o reggae e o dub. Ao contrário do que se imaginou na época – que eles não conseguiriam atingir um nível satisfatório – o resultado final foi bastante respeitoso à obra de Roger Waters e cia ltda, chamando a atenção para este despretensioso projeto capitaneado por dois músicos de New York, Michael G. e Ticklah. A expectativa passou a ser então o próximo trabalho da dupla/projeto.

“Radiodread”, como o nome sugere, é baseado na obra do Radiohead. E eles não poderiam ter escolhido quaisquer músicas da banda. Para o projeto dar certo, o tiro tinha que ser no alvo mais difícil: o clássico “Ok Computer”. Sendo assim, para desgosto dos fãs xiitas da banda, o Easy Star All-Stars regravou o disco na íntegra à sua maneira. E por sua maneira leia-se completamente diferente. Para quem não entende o dub, eu explico: é uma variação do reggae, com longas improvisações, geralmente cabeças e dançantes ao mesmo tempo, com um andamento todo peculiar e que muitas vezes até cansa um pouco. Até para fãs de reggae (um ritmo que não evoluiu desde Bob Marley, mas isto é papo para outra hora).

Voltando à vaca fria, seria muito fácil para Michael G., Ticklah e os demais músicos do Easy Star All-Stars copiarem ipsis literis as versões originais, acresentando apenas um ritmo reggae/dub na mistura. Eles até ensaiam isto no começo, com a faixa de abertura “Airbag”, mas logo na seqüência embarcam numa viagem louca em que subvertem as canções da banda de Thom Yorke, transformando por completo algumas, como “Exit Music (For a Film )” (que se desdobra em duas – a segunda intitulada “Exit Music (For a Dub)”), e fazendo com que até os fãs mais xiitas se rendam à diversão com um tom sério proposta por eles. Talvez a faixa mais emblemática de todo o projeto e símbolo da proposta do Easy Star All-Stars seja mesmo “Paranoid Android”, simplesmente porque eles conseguem conservar a melodia e clima originais, além de fazer um crossover perfeito para o dub puro.

Projetos como este são sempre temerosos. A chance de dar errado é bem maior. Mas pelo menos no caso do Easy Star All-Stars, a vontade de ser fazer bem feito e o conhecimento de causa resultaram num belo trabalho que vai agradar aos fãs do Radiohead, do Pink Floyd e até do roots reggae. Sem preconceitos aparentes.

Escrito por: Rodrigo James pro site do programa Alto Falante

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 09h40
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MOMENTO FOTOLOG - PARTE 01

LUNETTES - MUZZARELAS - FORGOTTEN BOYS

DIA 22/12/2006 - LOCAL: HAMMER ROCK BAR - CAMPINAS - SP

 

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 15h06
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MOMENTO FOTOLOG - PARTE 02

LUNETTES - MUZZARELAS - FORGOTTEN BOYS

DIA 22/12/2006 - LOCAL: HAMMER ROCK BAR - CAMPINAS - SP

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 14h57
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R.I.P. JAMES BROWN

Tá certo que seu estilo musical não era o rock n’ roll, mas seu estilo de vida foi rock por demais. 
Aos 73 anos, o Pai do Soul, o inventor do funk, o mestre da confusão, o performer absurdamente irresistível foi derrubado por uma pneumonia. Ele sempre tava em cana, por drogas, dirigir embriagado, por ter dado porrada na mulher ou por qualquer outro motivo. Fiquei sabendo uma vez que ele cantava na missa (ou culto, sei lá) da cadeia e nunca viram tanto detento acordando de manhã pra ir à missa. Era o Cara. Valeu, James Brown!

Escrito por ALYSSON - 09h26
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SET LIST - CIDADE ROCK - 24/12/2006

1º BLOCO

01 - Jimi Hendrix - Crosstown Traffic
02 - Deep Purple - Fireball
03 - Alice Cooper - Dirty Diamonds
04 - Audioslave - Your Time Has Come
05 - Stone Temple Pilots - Interstate Love Song

2º BLOCO

06 - Cachorro Grande - As Próximas Horas Serão Muito Boas
07 - Matanza - Pé na Porta Soco na Cara
08 - Fausto Fawcett - Kátia Flávia, a Godiva do Irajá
09 - Plebe Rude - Sexo e Karatê
10 - Ludovic - Você Sempre Terá Alguém a seus Pés (Momento Beerock)

3º BLOCO

11 - Diamond Head - Helpless
12 - Ozzy Osbourne - Steal Away
13 - White Zombie - More Human Than Human
14 - Probot - Red War

Alguns ouvintes acharam alternativo demais. Na verdade, analisando técnicamente, o 1º bloco inteiro é composto por bandas Mainstream, no segundo teve Plebe e no último Ozzy. Então não foi tão alternativo assim. Nos próximos vamos tetar ser o "mais do mesmo" e ir introduzindo o underground aos poucos, afinal, quem dita os caminhos que serão seguidos é público.

Pra quem curtiu Ludovic, o link tá ae do lado.

Mais uma vez, obrigado pelas críticas, elogios e pela audiência.

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h14
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PAUSA PRA CHAPAÇÃO

A COLMÉIA APERTA O PAUSE DEVIDO AO FERIADO. DIA 26/12 ESTAREMOS DE VOLTA COM NOVOS POSTS. NÃO DEIXEM DE OUVIR O CIDADE ROCK DESTE DOMINGO. O SET LIST ESTÁ FUDEROSO COMO SEMPRE!

Escrito por ALYSSON - 09h31
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VERSÃO 4.0

PROGRAMA CIDADE ROCK EDIÇÃO DE NATAL

DIA 24/12/2006 ÀS 19:00 HORAS NA CIDADE FM

NOS MICROFONES: GUILHERME MUSSI

PARA OUVIR: SINTONIZE 105.5 MHZ OU ACESSE http://www.fmcidade.com

Categoria: Programa Cidade Rock
Escrito por ALYSSON - 09h25
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UM PRESÉPIO PRA ALIMENTAR O INCÊNDIO

Eu sempre quis um Forte Apache. Vinha numa caixa grande. Tinha forte apache de dois tamanhos. O Grandão e um tamanho médio. Eu queria o Forte Apache Grandão com os soldados defendendo e os índios “impiedosos e selvagens” atacando. Eu nunca ganhei nenhum. Tive que me contentar em fazer um com palitinhos de sorvete. Os soldados e os índios eu colecionava da embalagem do Toddy. Era só minha mãe aparecer com o Toddy e eu já atazanava a vida dela pra jogar todo o conteúdo em outro pote. Eu sabia que no fundo da embalagem tinha mais um soldado ou um índio que ia pra minha coleção. Eu sempre quis um batmóvel de plástico. Era o meu sonho de consumo infantil. O maior depois do Forte Apache. Eu não sonhava com bicicleta nem nada disso. Sabia até onde minhas aspirações podiam ir. E um dia minha mãe conseguiu comprar pra mim o Batmóvel. Foi em algum Natal. Foi legal pra caralho. O Natal pra mim foi sempre esperar um Batmóvel ou um Forte Apache (que nunca veio). O Natal pra mim era a Missa do Galo. Eu mal podia esperar. Era o dia que eu podia ficar na rua até de madrugada. Tinha a desculpa da Missa do Galo. Saía cedo de casa, encontrava os outros moleques e ia pro Contour Shopping Center. O único da cidade. E a gente ficava lá barbarizando, bebendo coca-cola, falando bobagem e sonhando com garotas que cantavam no coral da Igreja. Quando dava meia-noite a gente descia pra Igreja. Eu era coroinha, mas não gostava de ser escalado pra “ajudar” na missa, simplesmente porque eu não queria ir à missa. Eu queria ficar lá fora com os outros moleques. A missa começava e a Igreja era de madeira. Haviam algumas taboas soltas que era por onde a gente ficava olhando as pernas das garotas do Coral Infantil. Havia três irmãs que cantavam no Coral. Eu era apaixonado pela mais jovem das três. Bem, naquele tempo eu era muito jovem. Um dia eu já fui bastante jovem. Jovem o bastante pra até encontrar algum motivo pra gostar de Natal, ou pelo menos pra esperar por ele. Eu não acreditava em Papai Noel e em nada dessa merda toda. Eu acreditava na Missa do Galo e na esperança de ganhar um Forte Apache ou um Batmóvel. Eu gostava da idéia do Natal chegar, mesmo sabendo que o Natal ia vir com aquele velho filho da puta com aquele gorro idiota e aquela roupa vermelha de palhaço. Eu sempre achei o Papai Noel um escroto com aquele negócio de querer as crianças sentando no joelho dele. Mas mesmo assim, eu tinha motivos pra esperar o Natal chegar. Hoje me sinto estranho. Meus pais já morreram e eu não vou mais à missa nenhuma. Eu vejo filmes do General Custer na Televisão e sei que Cavalo Louco não era tão pirado assim. E acho que faria pequenas mudanças no meu enredo do ataque dos índios “impiedosos e selvagens”. Batman é um cara soturno, triste e solitário, e se eu ainda tivesse o velho Batmóvel ia mesmo arrancar o Robin do banco do passageiro. Ele não tem mesmo que estar lá. A data não significa mais nada pra mim. Minha filha sabe que eu não sou um pai que deseja “Feliz Natal”, mesmo porque não acredito em quase mais nada, muito menos em felicidade e Natal, se é que um dia ainda acreditei ou tava mesmo só me aproveitando da data pra tentar ganhar um Batmóvel ou pra ficar até de madrugada na rua. Hoje eu passo as madrugadas do ano inteiro na rua e fico pensando se tenho mesmo algum lugar pra voltar ou se é tudo uma história velha que inventaram pra nos iludir. Em algum lugar, algum relógio de igreja vai tocar à meia-noite e alguma mãe vai dizer no ouvido do seu filhinho que Jesus está nascendo e que os reis magos estão chegando com presentes. Os olhos do garotinho vão brilhar de expectativa e felicidade e talvez por isso algo ainda valha a pena. Eu disse “talvez”. Lembro que dei o Batmóvel pro irmãozinho do meu amigo Roberto há muito tempo atrás. Lembro que ele ficou feliz. Talvez valha a pena. E eu não tô falando exatamente de Natal. Tô só alimentando o incêndio.

MÁRIO BORTOLOTTO

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 09h05
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NARCISO PEIXE ORNAMENTAL

Essa vai pro Léps:

Para o Mano Caetano
(Lobão)

O que fazer do ouro ­de-tolo
Quando um doce bardo brada à toda a brida,
Em velas pandas , suas esquisitas rimas?

Geografia de verdades , Guanabaras postiças
Saudades banguelas , tropicais preguiças?

A boca cheia de dentes
De um implacável sorriso
Morre a cada instante
Que devora a voz do morto , e com isso,
Ressuscita vampira , sem o menor aviso

A voz do morto que não presta depoimento
Perpetua seu silêncio de esquecimento
Na lápide pós ­ moderna do eterno desalento:

E é o Raul , é o Jackson , é o povo brasileiro
É o hip hop , a entropia ,entropicália do pandeiro
Do passado e do futuro , sem presente nem devir

É o puteiro que os canalhas
Não conseguem habitar mas cafetinam
É a beleza de veludo
Que o sub-mundo tem pra dar mas os canalhas subestimam

E regurgitando territórios-corrimões
De um rebolado agonizante
Resta o glamour fim-de-festa-ACM
De um império do Medo carnavalizante

Será que a hora é essa?
A boca cheia de dentes vaticina:
Não pros mano , Não pras mina
Sim pro meu umbigo,meu abrigo
Minhas tetas profanadas
Santo Amaro doce amaro,vacas purificadas

Amaro bárbaro , Dândi-dendê
Minhas narinas ao relento
Cumulando de bundões que,por anos acalento
Estes sim , um monte de zé ­ mané
Que sob minha égide se transformam em gênios
Sem quê nem porquê

Sobrancelho Victor Mature
Delineando barravento
Eu,americano?não. Baiano.
Soy lobo por ti Hollywood
Quem puder me desnature
Sob o sol de Copacabana

E eu soy lobo-bolo?lobo-bolo
Tipo,pra rimar com ouro-de-tolo?
Oh,Narciso Peixe Ornamental!
Tease me,tease me outra vez
Ou em banto baiano
Ou em português de Portugal
Se quiser,até mesmo em americano
De Natal

Isso é língua!
Língua é festa!
Que um involuntário da fátria
Com certeza me empresta

Numa canção de exílio manifesta
Aquele banzo baiano
Meu amado Caetano
Me ensinando a falar inglês
London,London
E verdades,que eu,Lobón contesto
Como empolgado aprendiz
Enviando esta aresta
A quem tanto me disse e diz:

Amado Caetano: Chega de verdade
Viva alguns enganos
Viva o samba,meio troncho,
Meio já cambaleando
A bossa já não é tão nova
Como pensam os americanos
A tropicália será sempre o nosso
Sargeant Pepper pós baiano
O Roque errou,você sabe,
Digo isso sem engano

E eu sei que vou te amar,seja lá como for ,portanto
Um beijo no seu lado super bacana
Uma borracha no dark side-macbeth-ACM,por enquanto
Ah!já ia me esquecendo!lembranças do ariano
Lupicínias saudações aqui do mano,
Esta bala perdida que te fala,rapá! Te amo , te amo

Escrito por ALYSSON - 09h27
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CANÇÕES DE NATAL ENVENENADAS

A Zefirina Bomba gravou recentemente versões para duas músicas tradicionais de Natal: “Sino de Belém” e “Boas Festas”.
O trio paraibano deu uma nova roupagem a essas músicas, acrescentando a elas um misto de hardcore e música nordestina.
Para baixar essas releituras, acesse: http://www.tramavirtual.com.br/zefirina_bomba

Escrito por ALYSSON - 09h13
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"O" DVD

Achava que era impossível um DVD superar o Propagando da Nação Zumbi, mas esse "Over the Yaers..." do Queens of the Stone Age chegou perto. Digamos que seja um empate técnico. Puta produção, novas versões, local bacana, público eletrizante. Só tem um defeito: não tem legendas e o Dave Groll e o Nick Oliveri só tocam nos extras e ae os caras ficam comentando em cima das músicas e não dá pra entender nada por que não tem legenda. Um cursim de inglês cae bem nessas horas.

Escrito por ALYSSON - 16h38
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BOMBÁSTICOS

De tempos em tempos o rock consegue romper as barreiras do estilo e chegar às massas. É um fenômeno raro, mas acontece. Se um dia você pegar sua tia cantarolando uma música de uma banda rock que você gosta, pode estar certo que esse fenômeno está ocorrendo. Ae meu, é um abraço, vai tocar até em rádio AM. Mas na real, acho que até agora, só esses 4 discos conseguiram. Podem até não ser os melhores de cada banda, no caso do Metallica e Nirvana, mas conseguiram.

   

   

Escrito por ALYSSON - 16h26
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FAROFA

Você ouviria um disco com essa capa? Acho difícil, mas eu tive essa coragem e o pior é que acabei gostando. Trata-se do 1º álbum solo do antigo vocalista da banda hard farofenta oitentista Skid Row. Enquanto Axel Rose fica embromando o lançamento do novo do Guns, Sebastian Bach, uma espécie de Axel menos afetado saiu na frente e lançou um ótimo disco. São cinco músicas inéditas e um show gravado em Tóquio com os antigos “clássicos” do Skid Row. A banda que o cara montou está afiadíssima, executando com maestria todos os clichês que fizeram o sucesso de bandas como Guns, Motley Crue e similares. O único ponto negativo é a falta de baladas entre as músicas inéditas, um dos trunfos da sua antiga banda. Em relação a capa, o que seria do hard farofento sem o visual style dos adeptos. Nas fotos do encarte, muita pose e laquê, além de uma história em quadrinhos super mal desenhada pelo guitarrista da banda. Bizarriçe total. É o tipo de disco que se você gosta não tem coragem de contar pra ninguém. Nesse caso, é bom seguir aquele velho ditado e não julgar um disco pela capa.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h52
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METAL INOVADOR

QUARTETO PAULISTANO ABDICA DE UM VOCALISTA PARA FORJAR UM METAL VIAJANDÃO, PESADO E INOVADOR.

Metal instrumental. A definição pode soar pura chatice aos desavisados, mas um quarteto de São Paulo surge para mostrar que o estilo pode oferecer uma boa chance aos ouvidos que não agüentam mais vocais melódicos e/ou urrados. A banda Elma solta na praça um EP com quatro faixas onde guitarras (três, gravadas na bolachinha!), baixo e bateria dialogam (ou seria melhor dizer gritam?) a serviço do barulho e da competência musical.

O baterista Fernando Seixlack e o baixista Ricardo Lopes partiram de Uberaba (MG) para São Paulo e junto com os guitarristas João Paulo e Bernardo Pacheco burilaram influências herdadas de Sonic Youth, Fugazi, metal e forjaram um som experimental, pesado e por vezes viajandão. Ficaram um bom tempo à procura de um vocalista ideal para a formação, mas como a busca nunca se definia, resolveram dar as caras a tapa, fazendo o que poderia ser um suicídio na carreira de muitos metaleiros. Abdicaram do tal vocal e permaneceram como banda instrumental.

As quatro faixas mostram poder de fogo suficientes para fazer o tradicional pogo das platéias e cabeludos chacoalharem as cabeças, como também é capaz de fazer o ouvinte ficar prostrado no quarto, refletindo sobre a vida, graças às mudanças de andamentos e timbres, e a falta de voz. Seria algo como um metal experimental alternativo, caprichando na porrada. Além das influências reclamadas pelos músicos (muito competentes, diga-se) como Melvins, Sonic Youth, Shellac, Helmet (nítida em algumas partes) e Sepultura, há um quê de Kyuss aqui, um Black Sabbath acolá, heavy tradicional, toques psicodélicos e outros beem progressivos. E nada soa chato. Pra ter uma idéia, a música mais longa (A Maldição Encantada) dura três minutos e vinte e sete segundos. Aposta é Aposta, Aliados Guerreiros e Primeira completam o caldeirão e juntas, as quatro não chegam a dez minutos de duração. Ou seja, diferente, alternativo, porrada e bom. O metal dos novos tempos. Fãs conservadores do estilo tendem a curtir também, afinal os riffs são cortesia para o mais fanático headbanger.

Vale destacar a arte gráfica e conceitual do CD, de Ana Starling e a masterização que ficou a cargo de John Golden, que já trabalhou com a turma de Lee Ranaldo e Kim Gordon, além de Melvins e Neurosis. Interessados no som podem acessar o www.myspace.com/hellma ou a página da Amplitude (que também lançou o pessoal do Debate, já registrado por essas bandas), no endereço www.amplitude.art.br e adquirir o lançamento por R$ 10. Quem acha que o metal já tinha alcançado seu limite, tem que escutar esse trabalho. Resta esperar um CD completo, pra tirar qualquer dúvida de que o metal instrumental do Elma chegou para ficar.

Fonte: PoppyCorn / Escrito por: André Azenha

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 09h33
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PROPAGANDA MUTANTE

Nos anos sessenta, os Mutantes gravaram cinco comerciais para a Shell. Em vídeo e também em anúncios em revistas, os comerciais trazem o trio em pequenos e divertidos drops. Com diz o "post" do Youtube, "pra quem só ouve falar, mas nunca assistiu, aqui estão os 5 comerciais que os Mutantes fizeram para a Shell...

Escrito por ALYSSON - 14h33
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"VIVO", PUNK ARRETADO EM PLENO SETENTA

Alceu Valença - Vivo (1976) relançado em CD em 2006

Se alguém merecer os créditos de "pré-punk" nacional - que chegou aqui com um razoável "delay" -, este cidadão atende pelo nome de Alceu Valença. Poucas coisas foram tão radicais quanto seu show/disco 'Vivo!', realizado em 1976, agora relançado pela Som Livre, em mais uma iniciativa do incansável Charles Gavin. Ainda "vivo", vibrante e com uma energia incomum, o disco é um dos clássicos do rock nacional de todos os tempos.

'Vivo' aprofundou a "invasão" nordestina que, naquela metade de década, conquistava o público jovem e/ou roqueiro do Sudeste e Sul do país. O show/disco trazia ironia e irreverência na atitude e nas letras, que brincavam com o cotidiano da vida daquela geração, ainda sob a ditadura. No som, ritmos regionais e rock, em mix costurado pela via da psicodelia que, um pouco antes, havia agrupado 'vários músicos em Recife e produzido 'Paebirú', por exemplo.

No disco, estão clássicos de Alceu como 'Punhal de Prata', 'Papagaio do Futuro', 'Sol e Chuva' e 'Edipiana # 1', entre outras, originais ou recriadas para o show. Além da qualidade autoral e dos arranjos, o show/disco contava com uma banda tão competente quando carismática, formada por Zé Ramalho (ukele, violão e viola), Paulo Rafael (guitarra), Zé da Flauta (flauta), Israel (bateria, Dicinho (baixo) e Agrício Noya (percussão). O registro em disco foi gravado no show 'Vou Danado Pra Catende', no Teatro Tereza Rachel, no Rio de Janeiro.

Fonte: E-zine Senhor F / Escrito por Fernando Rosa

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 14h31
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"TRANSFIGURAÇÃO", BELO, DELICADO E MAIS "ROCK"

Cordel do Fogo Encantado - Transfiguração (2006)

A banda Cordel do Fogo Encantado construiu sua carreira basicamente em cima de seus shows avassaladores. Mas, devia um disco que reproduzisse a sua musicalidade com a mesma exuberância. Com o novo álbum 'Transfiguração', os pernambucanos de Arco Verde pagaram a conta, com juros de mercado.

'Transfiguração' é um delicado e belo disco de canções, bem arranjado e executado. Com utilização de cordas, especialmente violões e guitarras psicodelizadas, e percussão moderada, o disco transborda emoção da primeira à última faixa. Uma após outras, as canções contam as estórias que saltam da verve criativa de Lirinha.

Na verdade, talvez Cordel do Fogo Encantado "esteja" mais rock (no sentido de espírito) neste disco, o que ajudará a banda a ampliar seu público. Isso, certamente tem a ver com o produtor Carlos Eduardo Miranda, escolado nesse tipo de "crossover". 'Aqui (ou memórias de cárcere)', 'O Sinal Ficou Verde' e 'Preta' são alguns dos melhores momentos do disco.

Fonte: E-zine Senhor F / Escrito por Fernando Rosa

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 14h20
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MOJO BOOKS

Se um disco pudesse ser convertido em palavras, que história que ele contaria? Com essa proposta surge a coleção MOJO BOOKS. Baixe gratuitamente os quatro primeiros livros com discos do New Order, Supergrass, Big Star e Depeche Mode.

http://www.mojobooks.com.br

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 11h27
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300

Publicada originalmente pela Editora Abril, 300 de Esparta, aclamada obra de Frank Miller que está sendo adaptada ao cinema, chega em inédita versão especial ao Brasil esta semana.
Originalmente editada em cinco volumes comuns, a obra sai agora pela Devir em um luxuoso tomo único, de capa dura, com laminação fosca e verniz, e formato "wide screen" (horizontal), de 33cm x 24cm, com 88 páginas. A inversão do eixo valoriza a arte de Miller e Lynn Varley, aumentando sensivelmente seu tamanho. Mesmo se tratando de um material de alta qualidade, achei o preço sugerido salgado: 58 reais.

Na graphic novel, em 480 a.C. uma fenomenal força de ataque vinda da Pérsia (o historiador Heródoto fala em mais de dois milhões de homens) entrou na Grécia pelo norte e chegou até a Fócida, no extremo oeste da Grécia Central. Leônidas, um dos dois reis espartanos, posicionou seu exército, com aproximadamente 4.000 soldados, nas Termópilas, um estreito desfiladeiro próximo ao mar. Dessa forma, conseguiu bloquear a passagem dos invasores enquanto as outras cidades gregas eram avisadas por mensageiros. A estratégia teria sido bem-sucedida não fosse um traidor que revelou aos persas um atalho que possibilitou um ataque devastador pelos flancos. Como o código de honra dos homens de Esparta repudia a derrota ou a rendição, Leônidas decidiu resistir até o final, juntamente com sua guarda de elite, os 300. O resultado foi uma das mais heróicas batalhas da história.

Confira um aperitivo da arte:

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 11h23
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EU RECOMENDO! - TCHITCHO - PARTE 1

Cristiano “Tchitcho” Oliveira de Sousa - Historiador, Guitarrista das antigas bandas Hate e Ratones, de Guaxupé. Apresentador do programa Porrada na Orelha que durou cerca de um ano e era transmitido pela Rádio Comunitária. Saudosista...essa lista é transitória e muda de tempos em tempos de acordo com meu estado de espírito...

Disco que mudou sua vida:
Adios Amigos - Ramones
Pode-se dizer que foi o meu primeiro cd de rock`n`roll mesmo...comprei por causa de uma música, e acabei sendo infectado pelos ramones naquele momento, aí não teve mais volta... I`dont wanna grow up, the crusher, life is a gás..e a romantica I love you…tem de tudo alí…foi um bom começo

Pra ouvir no verão:
Músicas para beber e brigar - Matanza

Verão combina com cerveja...cerveja combina com Matanza...confesso que essa foi a categoria mais difícil...fiquei em duvida entre Matanza e Velhas Virgens...Rock`n`roll etílico...na beira da piscina com gostosas ao redor...

Pra ouvir em dias de chuva:
Blue álbum - Weezer
Musicas de nerd que ficam em casa, com chuva ou não...o primeiro álbum do Weezer é fantástico, Say it aint so por exemplo é a musica perfeita pra ouvir no quarto, com uma chuvinha caindo lá fora...

Pra ouvir dirigindo:
Trilha sonora do Easy Ryder

Claro, born to be wild no volume máximo…pra quem nao conhece a trilha, temos também, alem do Steppenwolf (que tem 2 musicas, born to be wild e Pusher), The Byrds - Wasn't Born to Follow, Jimi Hendrix Experience - If 6 Was 9, The Band - Weight e a ótima Roger McGuinn - It's Alright, Ma (I'm Only Bleeding), dentre outras... Ótima trilha sonora com baladas e rock`n`roll na medida certa…

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 16h22
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EU RECOMENDO! - TCHITCHO - PARTE 2

Pra Transar:
Hell Awayts - Slayer
Da primeira vez que ouvi este álbum pensei nisso... a cadência de Hell Awayts é perfeita...falta só arranjar uma mulher que concorde...infelizmente nunca consegui...mas continuo tentando... :-)

Pra ouvir chapado:
The Doors - The Doors
O primeiro album da banda, lançado em 69. clássicos como break on through, Crystal Ship, Alabama Song (essa é especialmente fantástica pra quem está chapado), light my fire...e pra finalizar The end (quando você já está num nível mais introspectivo de chapação...)

Pra ouvir numa forte deprê:
Bloody Kisses - Type O negative

Conheci esse álbum graças ao Torremo que me emprestou ele uma vez...black n. 1, kill all the white people, bloody kisses, christian woman...me fazem sentir um vampiro, alguma coisa do tipo...

Disco que salvaria da sua casa pegando fogo:
Stripped - The Rolling Stones

Esse álbum é uma espécie de acústico dos rolling stones...foi gravado ao vivo com versões acústicas de várias musicas, algumas conhecidas como I`m Free, Wild Horses, etc... e outras que eram músicas fantásticas dos stones, mas que ficaram meio que esquecidas...como The spider and the fly...Fantástico...

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 16h17
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EU RECOMENDO! - TCHITCHO - PARTE 3

Disco que mais odeia:
Katinguelê ao vivo...

Nem sei se existe isso, mas serve de exemplo do tipo de música que eu odeio...

Disco pra inspirar:
Bossanova - Pixies

Esse é um album maravilhoso também...me faz pensar bastante...me trás boas vibrações...cecilian ann é a música perfeita pra abrir qualquer album/show....rock music, ana, is she wierd, dig for fire..inspiração e estilo de musica predileto...eu queria ser do Pixies e ter feito esse album, confesso...

Pra quebrar tudo:
Ao vivo no CBGB - RDP

Baixei este album recentemente, era o único que faltava pra completar minha coleção de Ratos, e por isso coloquei ele aqui...o legal dele é que tem musicas tanto da fase mais antiga e clássica da banda (brasil, crucificados, anarkophobia) quanto da fase mais nova (com os vocais “cante com um bolo na boca”), mas qualquer álbum do RDP poderia estar aqui...e foi gravado no templo do punk rock, o CBGB, em NY.

Disco pra todos os momentos:
Who`s Next - The Who
Juntamente com o Tommy, uma obra prima do rock`n`roll produzido pelo The Who...muito, muito, muito clássico mesmo...Wont get fooled again é incrível...pra mim uma das melhores músicas já feitas...

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 16h15
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SÓ PRA LEMBRAR

Escrito por ALYSSON - 09h20
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SET LIST - CIDADE ROCK - 17/12/2006

Nos microfones Guilherme Mussi "Mustaine"

1º BLOCO

01 - Rolling Stones - You Got Me Rocking
02 - U2 - Beat on the Brat (Ramones Cover)
03 - Foo Fighters - Stacked Actors
04 - Faith No More - From Out of Nowhere
05 - System of a Down - War

2º BLOCO

06 - Cascadura - Senhor das Moscas (Momento Beerock)
07 - O Terço - Rockixe (Raul Seixas Cover)
08 - Velhas Virgens - A Minhoca que Acendia o Rabo
09 - Marcelo Nova - O Ponteiro tá Subindo (ao vivo)
10 - Wander Wildner - Maverikão

3º BLOCO

11 - Viper - Rebel Maniac
12 - Hellowen - We Burn
13 - Venom - Black Metal
14 - Anthrax - Caught in a Mosh
15 - Exodus - Fabulous Disaster

Quer saber mais sobre o Cascadura? Clica ae http://www.myspace.com/cascadurarock.

Escrito por ALYSSON - 09h18
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VERSÃO 3.0

3ª EDIÇÃO DO PROGRAMA CIDADE ROCK

DOMINGO - DIA 17/12/2006 ÀS 19:00

NOS MICROFONES: GUILHERME MUSSI

PARA OUVIR SINTONIZE: 105.5 mhz ou ACESSE: http://www.fmcidade.com

O QUE HÁ DE MELHOR NO UNIVERSO ROCKER. BANDAS CONSAGRADAS E UNDERGROUNDS, INFORMAÇÃO E MUITO MAIS. NÃO PERCAM!

Escrito por ALYSSON - 16h51
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Wander Wildner - Baladas Sangrentas (1996)

Nos anos 80, ele comandava os vocais da seminal banda punk sulista "Os Replicantes". Depois de gozar de certo sucesso, o cara partiu pra carreira solo inaugurando um novo estilo, o "Punk Brega". Esse disco prova que a sujeira do punk pode conviver passivamente com letras de amor. Uma mistura explosiva de Ramones e Pistols com pitadas de Wando, Nelson Gonçalves, entre outros. Para muitos, a primeira ouvida pode remeter que o cara quer soar engraçadinho, tipo Mamonas, mas não é nada disso. É brega no sentido literal da palavra e de tão brega, acabamos achando graça em alguns momentos. Em outras situações remete ao rock sacana e bêbado, de Marcelo Nova e Raulzito aditivado com o peso do punk. Esse disco contém vários clássicos, entre eles "Bebendo Vinho" que foi coverizada pelo Ira! e Maverikão.

Pra ouvir: http://www.wanderwildner.com.br

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 16h16
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VALADÃO

Jece no filme novo do Mojica (o último da trilogia da saga do Zé do Caixão), ENCARNAÇÃO DO DEMÔNIO, que está sendo filmado.

(Mojica já disse que, apesar de ter faltado filmar muita coisa com o Jece no filme, as cenas dele serão utilizadas).

Escrito por ALYSSON - 16h01
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MOJO

Daniel Pellizzari, também conhecido como Mojo é sem sombras de dúvida um dos melhores escritores da "nova geração". É difícil de encontrar, mas seus escritos são surpreendentemente insanos.

Uma pequena amostra:

"Em um dia ímpar de junho, e estava frio, Douglas leu na página 10 de um jornal de bairro, reservada a uma seção de curiosidades, que o espirro é a segunda sensação física mais forte que pode ser experimentada pelos humanos. A primeira da lista, ainda segundo a seção de curiosidades da página 10 de um jornal de bairro, é o orgasmo. Naquele exato momento, e era cedo, Douglas decidiu vender seu carro, de oito anos de idade mas bem-cuidado, e também abandonar seu emprego, que era o de diagramador de jornais de bairro, para se trancar no quarto de casa, onde morava com o pai, que era corretor de imóveis aposentado e certa vez seduziu uma cliente em uma quitinete com vista para o rio, e vejam vocês, a cliente era casada e acabou por engravidar e bem, onde estávamos mesmo? Ah: no momento em que leu a tal curiosidade sobre espirros e orgasmos Douglas desistiu de qualquer outra coisa na vida, inclusive de verificar a veracidade da informação, que, como todo mundo sabe, poderia ter sido inventada na hora por um redator entediado, que poderia ser grisalho, e não faltam grisalhos e entediados em redações de jornais, que são uma coisa realmente muito desinteressante e que trazem cabelos brancos de montão à cachola e, como eu estava dizendo, Douglas largou tudo e ficou trancado no quarto tentando espirrar e ter um orgasmo ao mesmo tempo. Tentou diversos métodos, ao curso de vários anos, inclusive sem perceber que seu pai havia morrido na sala, sentado na poltrona, enquanto assistia um jogo de futebol da terceira divisão, que a propósito terminou empatado em zero a zero, e ficou ali azedando e apodrecendo e se cobrindo de vermes e fermentando e fedendo e virando um esqueleto de pantufas enquanto Douglas, no quarto, emagrecendo sem parar, tentava ter um orgasmo e espirrar ao mesmo tempo. Ao aspirar exatos 2,78 gramas de pó-de-mico pelas duas narinas, já forradas com rapé mentolado, enquanto mantinha a regularidade a pressão dos movimentos de sua mão direita ao redor do pênis, que ao cabo de tanto esforço já estava como alguns pontos em carne viva e uma cor definitivamente arroxeada, parecida com a de sua prima Alice quando morreu afogada aos sete anos, ao cair no açude fugindo de Douglas, que com nove anos queria apenas tirar a sua calcinha e trocar pela sua cueca, porque sentia muito prazer ao usar calcinhas de algodão com estampas de bichinhos, e a dela tinha vários porquinhos, que eram cor-de-rosa e usavam gravatas-borboleta, e, voltando ao assunto, desta maneira Douglas conseguiu finalmente espirrar e ter um orgasmo ao mesmo tempo. Achou bom, mas ponderou que, para algo a que se dedicou tanto, poderia ter sido melhor, até porque no momento exato não conseguiu decidir se mantinha a concentração no espirro ou no orgasmo ou nos dois ao mesmo tempo e acabou prestando mais atenção nesta dúvida, que permanece, pois em nenhuma das quatrocentas e dezoito vezes subseqüentes em que repetiu a experiência teve calma para chegar a uma decisão sobre o que deveria sentir. (...)"

Trecho extraído do "O Livro das Cousas que Acontecem"

Infos: http://www.livrosdomal.org

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 15h36
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COLETA VIRTUAL

Já está no ar a 6ª edição da coleta virtual Zona Punk Compilation. São 4 discos pra baixar na faixa, totalizando 80 mp3s com várias bandas undergrounds, entre elas Garage Fuzz e Street Bulldogs. Cada disco possui uma capa para download, com 300 dpi de qualidade.

Confiram aqui: http://www.zonapunk.com.br

Escrito por ALYSSON - 15h28
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Quase Famosos - Cameron Crowe (2000)

Filmão dirigido por Cameron Crowe (Vanilla Sky). Um fã ávido por rock'n'roll consegue um trabalho na revista americana Rolling Stone, para acompanhar a banda Stillwater em sua primeira excursão pelos Estados Unidos. Porém, quanto mais ele vai se envolvendo com a banda, mais vai perdendo a objetividade de seu trabalho e logo estará fazendo parte do cenário rock dos anos 70.

Curiosidades:

- O roteiro de Quase Famosos, escrito por Cameron Crowe, foi elaborado usando memórias do próprio Crowe quando escrevia para a Rolling Stone, aos 15 anos de idade, e acompanhou parte da turnê da banda Led Zeppelin.

- A banda fictícia Stillwater, que aparece em Quase Famosos, é na verdade uma mistura de três grupos que o diretor Cameron Crowe adorava: Led Zeppelin, Allman Brothers e Lynyrd Skynyrd.


- Penny Lane, que no filme é interpretada por Kate Hudson, realmente existiu e foi uma das primeiras paixões de Cameron Crowe em sua juventude.

- O personagem interpretado por Phillip Seymour Hoffman também é verídico. O crítico Lester Bangs, que faleceu em 1982, é considerado até hoje nos Estados Unidos como um dos papas do jornalismo musical.

- A cena em que o guitarrista Russell Hammond, interpretado por Billy Crudup, após tomar LSD grita em cima de um telhado "Eu sou um deus dourado" foi protagonizada na verdade por Robert Plant, cantor do Led Zeppelin, no topo de um hotel de Los Angeles.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h11
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MAIS UM REBENTO DO MANGUE

Acabou de sair do forno o novo play do Mundo Livre S/A. Na verdade trata-se de um EP que já havia sido editado pela própria banda em 2005 e vendido só em shows. Agora "Beba do Groove" ganha nova roupagem e distribuição by Monstro Discos.

Mais infos aqui: http://www.monstrodiscos.com.br/loja

Escrito por ALYSSON - 10h37
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A COLMÉIA RECOMENDA!

Probot - Probot (2004)

PROBOT é a banda de Metal do Dave Grohl (Nirvana / Foo Fighters), junto com o ex-guitarrista do Zwan e mais uma penca de convidados, entre eles: Cronos (Venom), Max Cavalera, Tom G. Warrior (Celtic Frost), Snake (Voivod), King Diamond, entre outros. É metal do começo ao fim, uma mistura do thrash metal dos anos oitenta, bons riffs de guitarra com uma pegada mais punk de Grohl, aliás, todas as músicas são dele. Se você gosta de metal, principalmente aquele metal clássico underground do anos 80, vá atrás, vale a pena.

Confira o set list:

Centuries Of Sin w/ Cronos (Venom)
Red War w/ Max Cavalera (Soulfly, Sepultura)
Shake Your Blood w/ Lemmy (Motorhead)
Access Babylon w/ Mike Dean (Corrosion of Conformity)
Silent Spring w/ Kurt Brecht (DRI)
Ice Cold Man w/ Lee Dorrian (Cathedral, Napalm Death)
the Emerald Law w/ Wino (St. Vitus, Obsessed, Spirit Caravan, Place of Skulls)
Big Sky w/Tom G. Warrior(Celtic Frost /Apollyon Sun)
Dictatorsaurus w/ Snake (Voivod)
My Tortured Soul w/ Eric Wagner (Trouble)
Sweet Dreams w/ King Diamond (Mercyful Fate)
+ bonus track: WILL BE A SURPRISE

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 15h30
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ANTHRAX OLD SCHOOL

Está marcado para o dia 22 de janeiro o lançamento de um álbum duplo ao vivo do Anthrax intitulado “Caught In A Mosh – BBC Live In Concert”.
Um dos discos traz uma apresentação que a banda fez em Londres, em 1987, e o outro é um registro do show que a banda fez no festival Monsters Of Rock de Donington, também em 1987.

Simplesmente, uma das melhores bandas de thrash metal oitentista em sua melhor fase.

Escrito por ALYSSON - 15h20
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OS PATETAS ESTÃO DE VOLTA

Os Stooges, banda liderada por Iggy Pop, revelou informações sobre o disco que vão lançar, depois de três décadas sem gravar. De acordo com o site da revista especializada em música NME, o CD, que receberá o nome de "The Weirdness" e tem produção do aclamado Steve Albini, será lançado em março nos EUA pela Electrical Audio.
Os Stooges confirmaram algumas músicas que estarão no disco: "Trollin", "Greedy Awful People", "Claustrophobia", "Mexican Guy", "I´m Fried", "ATM", "O Solo Mio", "She Took My Money" e "End Of Christianity".
A banda, atualmente formada por Iggy Pop (vocal), Ron Asheton (guitarra), Scott Asheton (bateria), Steve MacKay (saxofone) e Mike Watt (baixo) foi criada em 1967 e influenciou muitas outras de heavy metal e punk.

Escrito por ALYSSON - 11h31
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LUDOVIC

Tae os caras que queremos trazer pra Guaxupé ano que vem, com abertura by UDJC. Simplesmente o show mais insano do Brasil.

Tá no ar o Stúdio Showlivre com eles. Muito bacana, Clemente (Inocentes/Plebe Rude) apresentando e etc e tal. Pra assistir acessem http://showlivre.uol.com.br/videos.php?video_id=25614&conteudo_id=7213&eventoId=2543&video_aberto=S/. Vai aparecer que é área restrita, mais é tudo lorota, clica no vídeo "Desova" e sente o drama. O link do site oficial tae do lado.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 17h26
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PUGNA

Direto de Sorocaba, SP, uma das bandas mais bacanas que ouvi nos últimos tempos. Rock sujo, rápido e intrigante. Influência de At The Drive In, MC5, Fugazi, Hurtmold, entre outros.

CD pra baixar na faixa: http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=4686

My Space: http://www.myspace.com/pugna

Fotolog: http://www.fotolog.com/pugnarock

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h10
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SER OU NÃO SER

por Leandro Carbonato

Importantes nomes da cena indie comentam “o que é ser uma banda independente”

06/12/2006
Cada vez mais, muito vem se falando sobre música independente e toda a cultura que a cerca: selos, shows, festivais, etc. Mas, o que é música independente? Quando um artista pode ser considerado independente? Por definição, uma banda é independente se não for vinculada a nenhuma gravadora multinacional, as denominadas majors. Mas é só isso?

Existem no mundo apenas quatro grandes gravadoras, que dominam a maior parte do mercado fonográfico: EMI, Warner Music Group, Universal Music Group e Sony BMG Music Entertainment. Então, teoricamente, qualquer banda lançada por uma gravadora ou selo que não seja uma dessas delas é uma banda independente. Mas, na verdade, existem vários pontos de vista e várias vertentes para esse pensamento.

Para Rodrigo Lariú, jornalista e dono do selo midsummer madness, a divisão é feita em três tipo de selos, “as majors, as grandes brasileiras e as independentes”. Ele explica: “As majors são as quatro multinacionais. As grandes gravadoras brasileiras são aquelas que não estão vinculadas às majors, têm certa independência na parte artística e financeira mas 'dependem' de contratos financeiros ou que trabalham com verbas anuais altas, como a Trama, Deck Disc, St2, entre outras. E, por fim, as independentes, que são aquelas micro-gravadoras com verbas baixíssimas e que trabalham dentro de um esquema quase cooperativista com as bandas e o mercado, como a midsummer madness, a Monstro Discos, a Highlight Sounds, etc”.

Bruno Ramos, um dos responsáveis pela Slag Records, encara a questão de outra forma. “Como sou um pouco pragmático, não gosto muito do termo ‘independente’ como algo que significa um artista que não está ligado a nada ou ninguém para produzir e divulgar sua música”. Para ele, ser independente é sinônimo de autonomia, e é possível ser autônomo mesmo em uma major. “Do mesmo modo que você pode ter um artista totalmente dependente em uma gravadora que não é uma multinacional, com um contrato que o amarra totalmente, em vários assuntos, você pode ter um artista que tem um contrato que lhe concede toda a liberdade que se queira imaginar, mesmo em uma gravadora multinacional”.

Um ponto sempre levantado por engajados freqüentadores de shows independentes é o velho “tal banda se vendeu” ou “essa sim segue firme”. Tratam-se, é claro, de opiniões baseadas em pontos de vista pessoais. Se for respeitada a preocupação maior de se manter a sinceridade na criação musical, se nada afeta essa parte do processo, todo o resto acaba sendo uma busca por meios melhores de divulgação da obra. Rodrigo, vocalista do Dead Fish - que lançou seus próprios discos durante mais de dez anos e assinou recentemente com a Deck Disc -, a banda tem que saber qual o caminho quer seguir e vê na questão da distribuição a maior dificuldade para os menores. “Uma banda independente tem facilidade de produção e divulgação, mas ainda tem a questão da distribuição do trabalho, que pra mim é um ponto crucial hoje para alguém que não tem o 'mainstream' por trás”.

O vocalista do MQN e dono da Monstro Discos Fabrício Nobre, nutre a crença de que para se ser independente tem que se acreditar no que se está fazendo. “Como diria o grande Mini (Walverdes), é o seguinte: ser independente é fazer música. Independente do que aconteça. Se tem dinheiro faz, se não tem faz, se tem um estúdio top na mão maravilha, se tem o four track, maravilha também. Isso é pensamento independente”. Mas completa. “O cara tem que fazer aquilo que acredita e pronto. Se ele pára de fazer o que acredita ou faz uma coisa que não é verdadeira para ele, um abraço”.

Fonte: Trama Virtual

Escrito por ALYSSON - 10h55
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VIDEO AO VIVO DO SPARTA

O Sparta liberou em streaming um video ao vivo da música "Taking Back Control", primeiro single do álbum "Threes". Para assisti-lo via windows media player, clique aqui, em Real Audio, aqui e em Quicktime, aqui.
Atualmente o Sparta está excursionando pelos EUA ao lado do Deftones.

Escrito por ALYSSON - 10h12
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A COLMÉIA RECOMENDA!

NIRVANA NUNCA MAIS - MARK LINDQUIST

Sempre fui um leitor compulsivo. Comprava cerca de 20 títulos diferentes de revistas em quadrinhos quando era adolescente. Consumia vários livros, mas durante um tempo, parei um pouco de lê-los. Acreditava que precisaria de uma cultura mais instantânea para rechear dias repletos de álcool, futebol e garotinhas exóticas.
Por isso, não acho que seja um bom "crítico literário". Costumo elencar entre os meus livros favoritos, alguns que podem não ser um primor em escrita, nem ter um ritmos fluído ou alguma sacada genial. Prefiro aqueles que de alguma forma me tocam, que fazem com que eu escute um estralo lá dentro, seguido de um frio na barriga em algumas passagens.
Pode parecer exagero para alguns, mas "Nirvana Nunca Mais" (Editora Globo), do escritor Mark Lindquist, é um desses livros. Assim como eu, o próprio autor e o personagem principal, a música dita os rumos de nossas vidas em muitos momentos.
Em linhas gerais, "Nirvana Nunca Mais" conta a história de Peter Tyler, um ex-vocalista de uma banda grunge, que largou tudo para virar promotor público. Atormentado por uma crise de meia idade, que o impede de crescer totalmente, Tyler não consegue largar o "rock’n’roll way of life" e ainda continua bebendo até cair, freqüentando prostíbulos e saindo com strippers. Para complicar ainda mais a sua vida, um caso de estupro cai em suas mãos. O único problema é que o acusado é um dos roqueiros mais conhecidos de Seattle, e o escândalo envolve toda a cena musical da cidade. Em uma realidade paralela, o acusado poderia ser o próprio Tyler.
Apesar do que o título sugere, o livro não conta a história do grunge, mas usa Seattle como cenário e todos os elementos do grunge como pano de fundo. Estão lá algumas bandas, algumas conhecidas (Pearl Jam, Alice In Chains, Soundgarden) outras obscuras (PacNorWest, Girl Trouble, Murder City Devils), a Sub Pop, clubes lendários como o Crocodile, o Pink Door...
Deliciosamente, Lindquist nomeias seus capítulos com títulos de músicas, discos ou versos de canções que fizeram a alegria de quem ouviu o bom rock no fim dos anos 80, começo dos 90.
A escrita de Lindquist é rápida, cheia de informações e referências, com um aguçado senso de ironia, sutil, combinada com a sua grande habilidade em criar diálogos irresistíveis e hilários. Peter Buck, do R.E.M. e Bret Easton Ellis, de "Psicopata Americano", são fãs declarados.
O livro também pode servir para que as mulheres tenham certeza do quanto os homens são loucos, estranhos e indecisos. Tyler acredita que para dar estabilidade a sua vida, deve se casar. Mas ele não sabe com quem. Enquanto decide, mantém um relacionamento com uma stripper e uma secretária da Sub Pop, e ainda sofre com o fantasma do primeiro amor. Ocasionalmente, renova as energias com outras garotas, strippers ou não.
A identificação pode ser ainda maior do que a que ocorreu com o livro "Alta Fidelidade", do inglês Nick Hornby. Em "Nirvana Nunca Mais", o personagem principal prefere encher a cara e procurar strippers, ao invés de chorar as mágoas arrumando a coleção de discos. Bem mais real.
"Nirvana Nunca Mais" é o terceiro livro de Mark Lindquist, e o primeiro em 10 anos. O escritor também lançou “
"Sad Movies" e "Carnival Desires", inéditos no Brasil. Durante os anos 80, Lindquist foi um dos novos nomes mais celebrados na literatura americana. Junto com o supra-citado Brett Easton Ellis, Lindquist fundou o Brat Pack, uma alusão ao Rat Pack de Frank Sinatra, onde pesos-pesados se juntam para farrear.
Lindquist acabou deixando Seattle e mudou-se para Los Angeles, trabalhando como roteirista para vários estúdios de cinema. Em 92, voltou para Seattle e deixou a vida desregrada de lado, entrou na faculdade de Direito. Para não enferrujar, tornou-se colaborar de revistas como a Details e do New York Times Book Review. De volta ao mundo do rock e da literatura, Lindquist não se arrepende da escolha que fez, ainda mais porque foi premiado com um dos 10 mais interessantes promotores dos Estados Unidos, pela revista People.

Escrito por Alexandre Petillo.

Publicado originalmente no e-zine Scream & Yell.

 

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 10h04
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APODREÇA NAS PROFUNDEZAS DO INFERNO

AUGUSTO PINOCHET

1915 - 2006

Escrito por ALYSSON - 09h49
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SET LIST - CIDADE ROCK - 10/12/2006

1º BLOCO

01 - Black Sabbath - After Forever
02 - Nirvana - Pennyroyal Tea
03 - Sex Pistols - Pretty Vacant
04 - Misfits - Die Die My Darling
05 - Pearl Jam - Do the Evolution

2º BLOCO

06 - Ira! - O Bom e Velho Rock n' Roll
07 - Inocentes - Intolerância
08 - Lobão - Mano Caetano
09 - Tolerância Zero - Morto (Momento Beerock)
10 - Planet Hemp - Raprockandrollpsicodeliahardcoregga

3º BLOCO

11 - Metallica - The Four Horsemen (ao vivo na Cidade do México)
12 - Korzus - What are Looking For
13 - Soulfly - Smoke on the Water
14 - Dio - Stand up and Shout
15 - Judas Priest - Breaking the Law

Se você curtiu a banda Tolerância Zero e está sedento por mais informações, mp3, etc, acesse www.toleranciazero.com.

Ps: Baixem a música "Ninguém Presta", clássico da banda que não entrou no Set List do Cidade Rock devido à letra, extremamente violenta.

Escrito por ALYSSON - 09h15
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VERSÃO 2.0

DOMINGO ÀS 19 HORAS NA RÁDIO CIDADE FM

PARA OUVIR SINTONIZE: 105.5 mhz ou ACESSE: www.fmcidade.com

A mesma barulheira da estréia, porém com uma novidade:

Guilherme Mussi, locutor do saudoso programa "Momento do Rock" e front man da banda Screaming Hell em meados dos anos 90 é o novo locutor do CIDADE ROCK.

NÃO PERCAM!!!!

Ps: Por motivo de força maior, o blog não será atualizado até 11/12/2006. Na segunda estamos de volta com Metal Force e muito mais.

Escrito por ALYSSON - 21h20
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O VÉIO

O conceito pode parecer um paradoxo, mas é isso mesmo: Neil Young vai lançar uma coletânea de músicas inéditas. The Bridge Collection elenca 80 faixas que o ícone do rock nunca lançou antes.
Young e a sua esposa Pegi apresentaram as músicas ao vivo, ao longo dos últimos vinte anos, em eventos beneficentes em prol da Bridge School, escola que trata de crianças com desordens de comunicação, localizada em São Francisco.
Já disponibilizada para compra apenas pelo iTunes, a coletânea traz uma lista considerável de convidados que tocaram com Young nessas apresentações: Crosby, Stills & Nash, Bruce Springsteen, Green Day, Lou Reed, Metallica, Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, R.E.M., Smashing Pumpkins, The Pretenders, Wilco e Thom Yorke, do Radiohead, entre outros nomes.
Duas faixas, o medley "Comes a Time/Sugar Mountain" e "Cortez the Killer", esta ao lado de Dave Matthews, estarão disponíveis apenas para quem comprar a coleção inteira. O casal Young continua apoiando a Bridge School. O último show aconteceu em outubro e teve a participação do Pearl Jam, de Dave Matthews e de Dave Grohl, do Foo Fighters.
O editor da revista Uncut, John Mulvey, explicou a importância da coleção: "É uma notícia fantástica. Há anos Young vinha prometendo liberar seu arquivo de material não lançado. É uma prova viva da influência de Young sobre gerações e gerações dos melhores artistas do rock". Toda a renda arrecadada com a venda de The Bridge Collection será doada à escola.

Escrito por ALYSSON - 13h49
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DICA QUENTE!

HOJE NA RÁDIO COMUNITÁRIA GUAXUPÉ FM VAI ROLAR UM PROGRAMA ESPECIAL DEDICADO AO ROCK N' ROLL DOS ANOS 70. A TRANSMISSÃO SERÁ ÀS 11:00 HORAS. DEPOIS O PROGRAMA FICARÁ DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD NO SITE DA RÁDIO: http://www.87fm.com.br. CONFIRAM!

Escrito por ALYSSON - 09h37
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QUEBRANDO O GELO

Escrito por ALYSSON - 15h56
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STORMENTAL

Dia 01 de Dezembro a banda Stormental lançou oficialmente seu álbum de estréia. Após uma bem sucedida turnê européia eles finalmente estão lançando este 'debut' de uma maneira totalmente inusitada, totalmente GRÁTIS. Isso mesmo, todas as músicas, capa, encarte e vídeos podem ser baixados através da página oficial da banda.

O vocalista e produtor, Alexei Leão, explica a atitude tomada: “Essa foi a melhor maneira que encontramos para favorecermos o maior número possível de fãs que conquistamos ao longo desse ano. O que a banda está fazendo já não é nenhuma novidade, apenas uma constatação da necessidade de usar a Internet como principal meio de divulgação, tendo como objetivo atingir um público maior sem se alienar aos limites de vendas e marketing propostos pelas gravadoras. Queremos divulgar o nosso trabalho honestamente e nada mais justo que fornecê-lo de forma gratuita em nosso website.”

O som é baseado em Heavy Metal, Rock Progressivo e Power Metal.

www.stormental.com.br
www.myspace.com/stormental

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 14h57
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TÁ FALTANDO MULHER NO ROCK N' ROLL!?

Há tempos me deparo com a seguinte dúvida: Será que o rock n' roll é machista?
Acho que não, mas temos que admitir que apesar de existirem ótimas bandas formadas por mulheres, somente a Janis Joplin se destacou entre os maiores nomes do rock mundial. Parece que os roqueiros preferem o som feito pelos marmanjos. Esses dias, procurei entre os cds que tenho (300 aprox.) e percebi que apenas 8 continham mulheres tocando e cantando. Este dado me impressionou muito. Na verdade, no rol das minhas bandas favoritas não existe nenhuma formada por mulheres. O fato é que existem e existiram boas bandas femininas, como L7 por exemplo. Já que ainda não havia pintado mulher aqui no blog, selecionei um dica de som bem bacana. A banda chama-se The Donnas. A foto engana, mas a praia das minas é AC/DC, Ramones e Motorhead. No site tem uns sons pra baixar http://www.thedonnas.com. Vale a pena!

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 14h38
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O FIM DO VIDEOCLIPE?

MTV tira videoclipes da programação em 2007

A MTV Brasil tomou atitudes que podem surpreender alguns fãs da marca. Por decisão da cúpula da empresa, em 2007 o canal jovem não exibirá mais videoclipes.

De acordo com Zico Góes, diretor de programação, os videoclipes "não colaboram para o avanço televisivo e apostar neste formato é receita para a queda de audiência".

Na apresentação da nova programação, realizada na tarde desta terça-feira em São Paulo, uma das medidas mais extremistas mostradas foi cancelar programas como o Disk MTV e o Chapa Coco, que fizeram um relativo sucesso em 2005 e 2006. "Hoje o vídeo está ligado ao mundo digital", explica Góes. "O espaço está morrendo, o jovem não busca a televisão para assistir videoclipes".

Com a retirada, a MTV pretende investir em interação tecnológica e para isso vai criar diversos meios do telespectador opinar nas direções do canal. Um deles, e que já demonstra um resultado considerável, é o MTV Overdrive, portal online que reúne clipes, informações de bandas e possibilidade de postar vídeos e músicas de autoria própria.

Uma das maiores surpresas de 2007 será o investimento em informação jovem, coisa que a emissora já demonstrava interesse em produzir desde o início do Jornal MTV. Com isso, a programação dá espaço a séries de ficção, desenhos animados brasileiros e internacionais, reality shows e até mesmo documentários, que passam a ocupar um espaço fixo a partir de março.

Os habituais VJs continuam a comandar o horário nobre, que a partir de 2007 será diário. Daniella Cicarelli será âncora de um programa de moda, enquanto Cazé, Penélope Nova e Luisa Micheletti farão a linha "social" com debates de assuntos atuais.

No verão MTV, período de férias da emissora que vai de janeiro a março, Ana Luiza Castro é a maior novidade. Ao lado de Léo Madeira, os dois vão apresentar o Jornal MTV no Verão, que focará matérias de música e comportamento, além de trazer um retrato das praias brasileiras.

Outra novidade é o horário nobre do domingo, que vai abrir espaço para que fãs conheçam melhor seus ídolos. Todo mês serão eleitos alguns artistas que utilizarão três horas da programação de domingo para falar de suas paixões, mandar na sua própria grade e abrir seus novos rumos profissionais. Na mesma linha, o Família retorna mostrando a vida pessoal dos famosos.

As mudanças da MTV começam a partir de janeiro. Ao todo, 11 novos programas serão lançados. Em março, alguns deles devem sair para dar espaço às grandes estréias do ano.

Fonte: Terra

Escrito por ALYSSON - 09h24
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A COLMÉIA RECOMENDA

O HOMEM DO ANO - JOSÉ HENRIQUE FONSECA – 2003

De uns tempos pra cá, o cinema brasileiro têm produzido filmes que podem facilmente competir de igual pra igual com a gringolândia. “Cidade de Deus”, “Bicho de 7 Cabeças”, “O Invasor”, entre outros, demonstram o grande potencial da 7ª arte tupiniquim. Se ainda não levamos o Oscar, não é por falta de qualidade, mas sim por outros motivos que não vêm ao caso agora.

O fato é que “O Homem do Ano” dirigido por José Henrique Fonseca faz parte desse leque de ótimos filmes nacionais. Vale lembrar que José Henrique Fonseca é filho do grande escritor Rubem Fonseca, famoso por sua literatura urbana e violenta. Aliás, é o próprio Rubem que assina o roteiro do filme.

Violento a última cena, “O Homem do Ano” mostra de forma crua e direta, como um fato simples e corriqueiro, pode mudar a vida de uma pessoa. Uma aposta perdida, um cabelo descolorido e bumm, você se torna “O Cara”, respeitado e temido por todos, o homem do ano.

Com trilha sonora de Dado Vila Lobos da Legião e grandes atuações, com destaque para Paulo Cesar Pereio (um dos melhores atores do Brasil), Lázaro Ramos, Paulino Moska e o próprio Benício, “O Homem do Ano” é daqueles filmes que você assiste e fala: “alguém ae anotou a placa?”.

Ps: É impressionante a quantidade de cocaína que o personagem do Moska cheira no filme. Destaque também para o porco de estimação “Bill”.

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 16h45
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THE TANGERINE POETREES

Dica do Tchitcho:

The Tangerine Poetrees é a banda de um colega meu de mestrado, aqui em Juiz de Fora, o Erick. Primeiro uma história...o Erick é artista plástico, fez graduação em artes e o trabalho final do curso dele foi desenvolver o visual da banda (tanto na sonoridade quanto visualmente). Foi daí que surgiu The Tangerine Poetrees... com influência de bandas como Beatles, Belle & Sebastian, Pixies, Led Zeppelin, etc. A banda faz um som bem trabalhado, contando em sua formação com guitarra, baixo, batera, cello, flauta tranversal e teclado. Eles recentemente, lançaram um ep virtual que pode ser baixado na faixa no site http://www.tangerinepoetrees.com. Confiram!

Cristiano Tchitcho

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 11h26
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THE FREEKS

Mais uma "superbanda" rolando. Scott Reeder (Kyuss e Obsessed), Ruben Romano (Nebula e Fu Manchu), John McBain (Wellwater Conspiracy, Hater, Monster Magnet) e Isaiha Mithcell (Earthless), juntaram os trapos e fizeram a pérola psych/stoner chamada THE FREEKS, cujo som podemos conferir no My Space da banda: http://www.myspace.com/thewestcoastfreeks.

Escrito por ALYSSON - 10h21
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O MESTRE

B.B King em entrevista para a Folha de São Paulo.

FOLHA - Como quer ser lembrado no futuro?
KING - Honestamente, gostaria que pensassem em mim como um amigo, alguém de quem as pessoas gostavam. Só isso.

É o Cara! Não precisa dizer mais nada.

Escrito por ALYSSON - 19h51
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RAMONES

R.A.M.O.N.E.S.
by Lemmy Kilmister

New York City, N.Y.C.
Pretty mean when it wants to be
Black leather, knee-hole pants
Can't play no highschool dance
Fuzz tone, hear 'em go,
Hear 'em on the radio

(chorus)
Misfits, twilight zone
R-A-M-O-N-E-S, R-A-M-O-N-E-S
RAMONES!

Bad boy rock, bad boy roll
Gabba gabba, see them go
C. Jay, now, hit the gas
Hear Marky kick some ass
Go, Johnny, go, go, go
Go Tommy, o-way-o

(chorus)
Misfits, twilight zone
R-A-M-O-N-E-S, R-A-M-O-N-E-S
RAMONES!

Bad boy then, bad boy now
Good buddy, mau, mau, mau
Keep it up, rock 'n' roll
Good music, save your soul

Dee Dee, he left home
Joey call me on the phone

(chorus)
Misfits, twilight zone
R-A-M-O-N-E-S, R-A-M-O-N-E-S
RAMONES!

PS: Ramones, tão foda que até o Lemmy é fã!!!!eheheheheh

Escrito por ALYSSON - 14h54
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DIA DOS CONANS

Mais infos: http://www.metalforce.cjb.net

Categoria: Shows
Escrito por ALYSSON - 10h18
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EU RECOMENDO! - CAIO MANCINI - PARTE 1

Hoje estreamos um novo quadro denominado “EU RECOMENDO!”. Duas vezes por mês, publicaremos as indicações de discos de algum rocker. Em dezembro de 2007 vamos postar uma relação com os plays mais indicados. Quem quiser participar basta mandar seus discos prediletos conforme o modelo abaixo, juntamente com uma foto pro e-mail beerocknet@yahoo.com.br. Se houver excesso de e-mails, vamos selecionar os melhores. Participem!

Estreando o quadro:

Caio Mancini
Designer de interface, programador web. Baixista, vocalista e barulhento...
Integrante da Malkavianos por 5 anos e agora com um novo projeto de som experimental misturando diversas influências de rock.

Disco que mudou sua vida:
Pink Floyd - The Wall

Foi o primeiro que peguei a letra para ler (mais ou menos em 1990) e descobri que era uma história! Ele foi o primeiro LP que meu pai comprou e comprou-o sem ter o toca discos (!!!). Depois dele comecei a me interessar mais pelas histórias dos discos, e também meio que "desprezar" LPs que não tinham encartes legais... fazer o quê, eu era muito moleque.

Pra ouvir no verão:
Uriah Heep - Live '73

Já curti muitas viagens com ele em beira de piscina degustando uma boa cerva na moral.
É a melhor apresentação ao vivo dos caras, com uma formação que curto muito. O som do baixo bem alto, teclado desossando e guitarra viajando demais. Vale a pena Easy Livin' e Gypsy.

Pra ouvir em dias de chuva:
Jethro Tull - Living in the Past

Só de ouvir Singing all Day já dá vontade de fazer um café quente e enrolar nas cobertas pra relaxar um pouco e deixar a mente ociosa me levar longe.

Pra ouvir dirigindo:
Audioslave - Out of Exile

Principalmente se for ouvir a faixa 5, Drown me Slowly.... não passar dos 12 km/h é quase impossível. O riff de contrabaixo durante o solo irreparavelmente esquisito de Tom Morello é matador! Uma das melhores "cozinhas" de rock and roll moderno.

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 09h56
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EU RECOMENDO! - CAIO MANCINI - PARTE 2

Pra transar:
Led Zepellin - Led Zeppellin III

Da primeira a última (para não falar de cabo a rabo), é uma aula de como levar uma transa.
Dos amassos incendiosos de Immigrant Song passando pelas preliminares com Friends e todas as carícias de Tangerine, Gallows Pole... sei lá, pode gozar em Celebration Day para os mais selvagens ou em Since I've Been Loving You.... rs...

Pra ouvir chapado:
Cordel do Fogo Encantado - todos os 3 discos!

Eita!!! Hoje nada melhor do que o som que vem do nordeste, hã!
Considero o vocal o Syd Barret do sertão!!! Demais a fusão de referências e influências dos caras. Conseguem fazer um som simples porém muto bem arranjado com os recursos disponíveis.

Pra ouvir numa forte deprê:
Pink Floyd - The Final Cut

Deprê, baixo astral, choroso e todas as injúrias de quem está por baixo e quer continuar por baixo para repensar o que aconteceu.
Este disco é primoroso, sucedeu as idéias do The Wall, e foi finalizado no The Pros and Cons of Hitch Hiking (disco solo de Roger Waters). Muita gente odeia ele, mas é só seguir a história que dá para entender o porquê dele ser tão "down". Vale a pena ouvir Not Now John, guita trabalhadíssima com belos back vocals.

Disco que salvaria da sua casa pegando fogo:
Pelo menos dois né, CD é facinho de carregar (rs...). Echoes e Pulse do Pink Floyd, sem pestanejar.
Pelo menos fico com duas MEGA coletâneas de tudo de melhor que eles lançaram. Se bem que até prefiria carregar meu HD do micro se desse tempo, tem mais MP3 lá do que meu guarda roupa inteiro de CDs.

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 09h49
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EU RECOMENDO! - CAIO MANCINI - PARTE 3

Disco que mais odeia:
The Best of Axé, and butt's songs....
Tá, não tem um único, enquadro qualquer um que siga a linha de pensamento parte do corpo - repetição - dancinha - notas - rítmo para fazer alguma "música" ou então dor de cotovelo - peão boa pinta - nota - rítmo. Entendem? Sei lá, questão de gosto mesmo, sou músico, nada contra o trabalho dos outros músicos, mas não desce mais.

Disco pra inspirar:
Zé Ramalho e Lula Cortez - Paêbirú

Atualmente não tem melhor do que o progressivo antigão nacional. Creio que esses caras inspiraram muita gente boa que hoje todos chamam de "underground", pra mim são higher ground. Mistureba de influências, instrumentos inusitados. Tipo, um sax com berimbau!
Que que é aquilo!!! Tem que ter o preço que tem mesmo a bolacha!
Esses caras juntamente com os Doces Bárbaros, Mutantes, Secos & Molhados, O Terço e Som Nosso de Cada Dia podem se vangloriar de terem fundado um legítimo rock nacional e por quê não progressivo.

Pra quebrar tudo:
Led Zeppellin - Remasters
Relutei para não colocar uma coletânea, mas não deu. Para citar um único disco dos caras seria muita injustiça.
Nada melhor do que umas bebidas, muita gente, uma festa do caramba e no som algo como Communication Breakdown, Nobody's Fault But Mine. Tem até o momento chapado com a Stairway...

Disco pra todos os momentos:
Pink Floyd - Pulse / No Quarter Jimmy Page & Robert Plant

Não deu para ser só um... foda... mas sem comentários. Obras totais dos que para mim são influências musicais em tudo que faço musicalmente. As duas bandas fundaram um estilo musical, um estilo de vida e pensamento de toda uma geração de músicos.
Drogas, sexo, filosofia, outros mundos e planos, foram abordados por esses caras sem pudor!
Já ficam no rádio direto!

Categoria: Eu Recomendo!
Escrito por ALYSSON - 09h43
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SET LIST - CIDADE ROCK - 03/12/2006

1º BLOCO

01 - Led Zeppelin - Communication Breakdown (ao vivo na BBC)
02 - The Black Crowes - Remedy
03 - AC/DC - Dirty Deedes Done Dirt Cheap
04 - Motorhead - Going To Brazil
05 - Ramones - Rockay Beach

2º BLOCO

06 - Rage Against the Machine - Bulls of Parade
07 - Sepultura - Polícia (ao vivo)
08 - Ratos de Porão - Agressão Repressão
09 - Nação Zumbi - Da Lama ao Caos
10 - Forgotten Boys - Cumm On

3º BLOCO

11 - Breakneck - Scream of Death (Momento Beerock)
12 - Slayer - Cult
13 - Pantera - 5 Minutes Alone
14 - Megadeth - Angar 18
15 - Iron Maiden - Different World

Se você curtiu o som da Breakneck e quer saber mais sobre o festival Metal Force, basta acessar o site dos caras através do link ae do lado.

Escrito por ALYSSON - 19h49
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REFRIGERANTE PET

Eliseu teme um ser maior. Quando era apenas um bebê, foi batizado em uma religião sem ser consultado se este era o caminho que queria seguir.

Eliseu tem dois ternos cor de carne, uma bicicleta Barra Circular e um guarda chuva.

Eliseu vive de bicos. Faz pequenos consertos que no final do mês lhe rendem uns trezentos real.

No 1º domingo de cada mês, Eliseu entrega 10% do seu abençoado salário ao seu ser maior.

Eliseu agradece o pão nosso de cada dia e o refri pet do fim de semana.

No final dos cultos os irmãos de Eliseu ficam aglomerados no meio da rua.

Os irmãos de Eliseu usam terno cor de carne, andam de bike Barra Circular e guarda chuva embaixo do braço.

As irmãs de Eliseu usam saias até a canela, calcinhas tampa nádegas e cabeleira de metaleiro.

Quem não é irmão de Eliseu sobre o preconceito dos irmãos de Eliseu. Os classificam como “do mundo”.

Quem é irmão de Eliseu sofre preconceito dos não irmãos de Eliseu. Os classificam como “crentes da bunda quente”.

Eliseu faz tudo que seu mestre mandar. Não fuma cocaína, não cheira maconha e nem injeta vodka polonesa.

Eliseu é irmão de Elias. Toda sexta à noite, Eliseu e Elias fazem coisas que papai do céu não gosta.

No domingo, Eliseu agradece o pão nosso de cada dia, o refri pet do final de semana e pede perdão por ser um crente da bunda quente.

ALYSSON FERNANDES

Categoria: Literatura Rocker
Escrito por ALYSSON - 17h29
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MAIS UMA DOSE

Pra ninguém esquecer. Estréia neste domingo às 19:00 hs.

Escrito por ALYSSON - 17h27
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A COLMÉIA RECOMENDA

The Black Crowes - The Southern Harmony and Musical Companion (1992)

Das bandas que emulam os bons sons das décadas de 60 e 70, uma das melhores responde pelo nome de Black Crowes. Sem focar sua atitude no ranço hippie-mala do final dos 60, o grupo dos irmãos Robinson evoluía a cada album. “Southern...”, seu segundo legado tinha muito de Led, Stones fase Mick Taylor, suingue soul e, apesar de fincar os dois pés em influências retrôs, uma cara própria. Como os “corvos” sempre tiveram poucos fãs no Brasil, “Southern...” é a porta da frente para se entrar no universo mofado desta bandaça. Pra se ter uma idéia da qualidade do som dos caras, Mr. Jimmy Page excursionou com eles por um tempo, sendo que esta turnê rendeu o album ao vivo “Jimmy Page and The Black Crowes – Live at the Greek”.

O site dos caras é um dos mais doidos que já vi: http://www.blackcrowes.com

Categoria: Resenhas
Escrito por ALYSSON - 10h29
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DA SÉRIE “MAIORES TRAPALHADAS DO ROCK”

Brown fóde show do Sepultura

Batuqueiro tenta “salvar” Conan suicida

Em agosto de 1998, o quarteto mineiro Sepultura organizou uma apresentação no Anhembi (Sampa) para para mostrar ao público o então novo vocalista Derrick Green, substituto de Max Cavaleira. Uma das participações especiais era Carlinhos Brown. Como é do seu feitio, o batuqueiro conseguiu ofuscar convidados como Mike Patton (Faith No More) e Jason Newsted (ex-Metallica) com uma performace, digamos, particular. Ele ficou sabendo de uma carta escrita por um suposto fã do Sepultura, dizendo que ia se matar naquele dia. E passou boa parte do “show” berrando gemas da sabedoria do tipo “a vida é bela”. A princípio, os Conans ficaram emocionados com a iniciativa. Depois, ordenaram que o som do dalai-lama do timbau fosse sumariamente desligado. Hoje nem querem ouvir mais falar em Carlinhos Brown. O próprio Andreas já declarou que a participação do baiano nos CDs do Sepultura era coisa do Max.

Escrito por ALYSSON - 10h23
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